A César o que é de César…

Para os esquerdistas apenas o desprezo.

Aquilo que não nos mata, nos fortalece, bem que Nietzsche não conheceu o comunismo em sua forma prática ou lhes teria desprezado, pois sua visão não paiaria sobre essas águas calmas e gentis de onde se ocultam a maior ordem de arbitrariedades e sentimentos torpes que possam fazer parte de algo que alguma véz se chamou de humano.

Seria pueril senão complacente ouvir e ver o que propaga essa hedionda ideologia e não lhes dar uma resposta a altura: na internet, nas tvs, nos jornais, nas empresas e onde mais puder estar presente algum “idiota útil”, lá estará o discurso do ódio, a ignorância e a mediocridade que cantam como se o ruído virasse música.

Não lhes deem a chance de começar, pois bem sabemos onde terminam. Quando falam de perseguição, são eles que perseguem, pedem tolerância mas nada toleram, querem justiça mas apenas para aqueles que infrigem a lei. Se são enganados, nós não o seremos.

“Não temos bandido de estimação…” dizem. Pois bem possuem um zoológico, pois se calam a cada bandido solto pelo STF como se fosse a coisa mais natural do mundo. Porém descem a clava sobre quem se manifesta a favor de quem é legítimo: o nosso Presidente.

Nunca esteve tão escancarado, prendem militantes pró-democracia e soltam quem pede a saída daquele que elegemos. Caçam pela internet quem se posiciona contra os crimes do judiciário mas os verdadeiros criminosos vão livres.

E o pior, que nessa quarentena decretada por déspotas travestidos de governadores e prefeitos (sim, pois mostraram terem sidos eleitos apenas para interesses particulares) se provou a frase abaixo:

Apesar da OMS ter provado sua iniquidade e não ter firmeza alguma naquilo que declarava, ainda acreditam nas medidas por eles sugeridas apenas para não “darem o braço a torcer” e admitirem que o nosso Presidente estava certo.

A nota inicialmente promulgada por sua Exelência dizia, apenas aqueles doentes, com sintomas e potencialmente infectados ou que tivessem contatos com pessoas infectadas teriam de ficar completamente isolados. A medida arbitrária e inconstitucional do STF facilitou medidas mais autoritárias ainda por parte de governadores e prefeitos.

Da mesma forma, a indicação de se utilizar um medicamento mais barato e acessivel à população que ele repetira de uma das maiores autoridades mundiais foi motivo de perseguição política. Hoje, o medicamento já foi provado cientificamente e ainda assim tem gente que prefere propagar o medo.

A propagação do medo pela grande mídia, correndo contra tudo o que é são e honesto. Se existe um bom motivo para não se dar mais notícias de suicídios, eles o estão mostrando. A população presa e acuada, tendo de assistir a esse show de horrores da grande mídia que celebra cada morte como uma vitória. Preferindo ignorar o número de pessoas já realibilitadas e aqueles que foram curados.

O painel da morte que começa com a palavra “suspeitos” não tem a menor razão de existir, apenas para incutir medo as pessoas. Pois se não pode fazer autópsias(apenas em casos especiais pode ser realizada a menos envasiva possível) como ter certeza dos números divulgados ou jogaram o rigor científico pelo ralo.

Os motivos para quererem a destruição do nosso país pode ser explicado em uma imagem, nas próximas eleições acham que poderão estufar o peito e falarem que a direita não sabe governar, mas já não podem mais enganar e manipular como antigamente e nós sabemos que, se o país ainda está de pé foi devido as medidas austeras de um governo competente que permitiram termos fôlego para aguentar.

Alguma dúvida sobre as medidas para desestabilizar o governo: se liberta presos para evitar contaminação e prende quem não usar a máscara. Evitem algomerações, mas se for contra o Presidente, podem. Nada foi em vão, não existem coincidências.

Se fecham Escolas e Igrejas, os centros de construção moral da sociedade porém se fecham os olhos a cracolândia e bailes funks, centros de degradação.

Por essas e outras que devemos tratar aqueles que nos destratam da mesma forma e na mesma medida. Diga não a censura, não a medidas inconstituicionais, não ao aborto, não ao ateísmo e não ao ensino de gênero.

Racionalismo e Sentimentalismo

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Definir é sempre limitar.” Réné Guénon

O pensamento ocidental está desde a muito tempo acometido desses dois erros, que se parecem antagônicos, porém se completam. O racionalismo exarcebado e pueríl que não faz mais que riscar a tinta que cobre os fatos e o sentimentalismo, que nada mais é que uma justificativa para as respostas que fogem da lógica e não possuem embasamento empírico para o seu pensador.

O filófoso e antropólogo francês, Réné Guénon já alertava sobre sobre esses vícios mentais que fogem da intelectualidade, pois abrem as portas para ferramentas de pessoas preguiçosas como os “sofismas” ou um $$$$ “reductio ad absurdum”.

As apresentações desses pensamentos aparentam ser corretas, seguem uma evolução lógica e possuem fatos em que se basear, mas onde está o erro?

O erro está na definição, que como fala o autor acima que é feita dentro de um limite que possibilita a manipulação tanto do que se quer expor como também do pensamento do receptor dessa mensagem manipulada. O melhor exemplo disto é a “propaganda de guerra” criada pelos comunistas e imitada por Hitler e seus seguidores.

Um exemplo clássico para isso, no filme “Matrix”, o personagem Morpheus explica para Neo o que seria Matrix como tudo que se vê, toca, cheira, ouve ou experimenta (paladar) é o mundo real e que tudo seria impulsos elétricos, portanto, manipuláveis por uma máquina.

O que falta nesse exemplo, o que ele nos induz a pensar? Que tudo que não vemos, não escutamos, não tocamos ou nem sentimentos, não existe! Ora, e o esoterismo e portanto, onde está Deus nisso tudo?

Devo lembrar que Morpheus era o Senhor do Sonho e portanto, a realidade não lhe pertence e que a espiritualidade foi reconhecida pelos filófosos antigos, mesmo por aqueles que eram “atéus”.  A intelectualidade humana vai além dos cinco sentidos e abrange a realidade em todos os seus níveis.

O sentimentalismo é outra armadilha, pois o ser humano costuma dividir o universo em coisas que gosta e aqueles que ele não gosta. Tive um professor de matemática que dizia, “os matemáticos passam a vida inteira dividindo os números segundo o gênero ou classe para depois aparecer um aluno e dizer: eu gosto desse número e não gosto daquele.”

Fica fácil manipular as pessoas assim, basta ver quantos posts temos em redes sociaís que são mera manipulação onde uma mulher idosa é morta a pauladas e não gera tanta comoção como um cachorro que é morto por um segurança.

Como fugir dessas armadilhas? Basta recorrermos aos que antes de nós já estiveram na mesma situação. Aristóletes procurava o maior número de pontos de vistas diferentes sobre o mesmo problema, porém ele mesmo dizia que deviamos ter como base, aqueles que fossem os mais capacitados a falar sobre o assunto. E isso começa a funcionar como um filtro e nunca podemos esquece dos nossos princípios e de nossa moral, para que possamos no final, em caso de dúvida, fazer a prova tripla de Sócrates, a chamada “Três peneiras de Sócrates” (verdade, bondade e utilidade).

Se utilizardes disso, não terás riscos de manter idéias ruins ou de repassá-las aos outros apenas para criar o mal. O seu esforço será melhor canalizado e seu talento muito mais útil à humanidade.

“… Cada um de nós é como um homem que
vê as coisas em um sonho e acredita
conhecê-las perfeitamente, e então desperta
para descobrir que não sabe nada…!”. Platão

7 de Setembro: a volta do Patriotismo

Para um Nacionalista, o Patriotismo nada mais é que um eufemismo, mas os usos correntes de tais palavras as distanciaram perigosamente, como num velório, estão a seguir as etapas do luto: a negação do fato.

Como a atual narrativa se vale de “quem faz” mais do que “o que faz”, relativizaram tudo, um crime se pode assim chamar dependendo do criminoso! Da mesma forma vale o Patriotismo e o Nacionalismo, quando feito aqui no Brasil, não aceitam falar em Nacionalismo devido aos ranços com militarismos ou atos correlatos em ditaduras. Estranho que em países como a beligerante Israel, isso pode e tudo vale!

Ontem, ao participar dos atos em pró o nosso governo Federal e Nosso Presidente me lembrei das palavras de Abraham Lincoln (Pai Abe), que disse “você pode enganar a todos algum tempo, pode enganar algum por todo o tempo, mas não pode enganar a todos o tempo todo”.

As máscaras da esquerda caem e não estou falando sobre as da “fraudemia”, as falsas intenções estão transparecendo e cada vez mais pessoas descobrem a verdade: nunca foi pela saúde, foi pelo controle e pelo poder. Apesar do esforço homérico da mídia em forjar narrativas mais fantasiosas e da censura feita nas redes sociais.

Os cartazes que vi na Avenida Paulista, em vários idiomas (Inglês, Francês e Alemão) discursos em espanhol (lembrando que fazemos parte da América Latina) pediam quase as mesmas coisas: a criminalização do comunismo, a retirada dos membros do STF que estão rasgando a Constituição, a volta das nossas liberdades, de ir e vir, direito a expressar as nossas opiniões e sobre o voto digital auditável.

As pessoas por trás dos cartazes, com mãos e rostos sujos de canetinhas, sabiam muito bem o que pediam. Somente os ativistas políticos de redação não perceberam. Ao negarem as imagens impressionantes, jogam para o fundo da latrina o resto de confiabilidade que possuíam e vão fazer show para os zumbis travestidos de intelectuais da esquerda. Lembrando Aldo Huxley que dizia, “uma idéia tão idiota que só um intelectual pode acreditar”.

Muitos criticaram essas manifestações antes de acontecerem, achando que nada mudariam, porém elas servem de alerta! Não existe nada de mais malandro e infame que utilizar da honestidade das pessoas para lhe imprimirem leis draconianas acreditando que eles não vão se rebelar! O povo sentiu o gosto de poder tomar as rédeas da história em suas mãos e poderem traçar o seu próprio rumo e eles vão querer isso de novo!

Robocop e a quarta diretriz

No primeiro filme Robocop, assistimos a um dilema para o policial Murphy que precisa prender o executivo da empresa que lhe deu uma nova chance de vida mas uma de suas diretrizes não permite.

Para RoboCop são dadas três diretrizes principais:

1ª, servir o interesse público;

, proteger os inocentes; e

, cumprir a lei.

No entanto, foi colocada uma diretriz na programação de RoboCop, sem o conhecimento dos cientistas.
Quando RoboCop vai confrontar Jones(o diretor que implantou premeditadamente a sua diretriz 4). Utilizando imagens que gravou de Jones confessando o assassinato encomendado de Morton, RoboCop mostra ao conselho a duplicidade de Jones. Explica também que está programado para não agir contra um executivo da OCP (Diretriz nº 4), mas consegue colocar os demais da sala contra Jones, que de repente agarra “O Velho”(CEO da OCP) e ameaça matá-lo se não lhe arranjarem um helicóptero. “O Velho” imediatamente anuncia a demissão de Jones, permitindo assim a oportunidade para RoboCop matá-lo.

Que época é essa, quando os inimigos da humanidade mostram a sua cara suja e não fazemos nada contra eles. Aonde está a diretriz? Se repetindo todo dia na mídia e nos programando, tal qual o Robocop!

Os donos das farmacêuticas que ganham bilhões com uma falsa pandemia, a mídia que lhes dá suporte e cobertura, técnicos e médicos pagos para mostrarem estudos com resultados pré-definidos ou nas redes sociais que recorrem aos ilegais “checadores de fatos”, censores modernos para calarem seus críticos. Sem falar nos políticos corruptos ou chantageados e a máquina judicial aparelhada.

A nossa 4ª diretriz é não podemos agir contra os donos desse sistema, os mesmos judeus sionistas que derrubaram Napoleão Bonaparte e controlam o sistema econômico mundial. Como disse Gorel Vidal, primo de Al Gore, “o domínio do mundo começou no final da II Grande Guerra Mundial“. O dinheiro emprestado para suposta reconstrução do continente europeu foi na verdade, a solidificação do domínio sionista, pois na verdade, a Federal Reserve dos Estados Unidos é uma instituição com controle mais particular do que governamental.

( se isso é apenas uma teoria da conspiração, porque desde o desastre do Titanic, nenhum homem poderoso nos EUA contrariou mais os interesses sionistas?)

Desde o início, cinco presidentes que negaram o uso de vachinas em seus países morreram, quatro em situações misteriosas e o Presidente do Haiti foi assassinado no interior de sua casa por uma possível operação militar. O desenvolvedor do anti-vírus de computador, John McAfee, que foi “suicidado” na prisão e que havia denunciado um “governo das sombras” e até deixou um vídeo com instruções de que se fosse morto, teria deixado registros em um apartamento com os dados de suas denuncias.

Numa incrível coincidência, o prédio aonde estava o mencionado registro, teve um colapso e desabou!

Você é capaz!!! Acredite!

Eu invoco que você se lembre de tudo que aprendeu, olhe de novo para trás e cada vez mais fundo: a idéia que podemos repetir é que os “pobres judeus” foram perseguidos pelos nazistas, mas e antes disso, o que houve?

Em cada ponto da história, em que os judeus foram perseguidos e expulsos, como em Portugal pelo Marques de Pombal, os registros apenas demonstram que os outros povos “invejavam” os judeus por causa de seu poder econômico, mas o que eles não mostram?

Conforme a Torá, os judeus seguem a seguinte lei: “se sua vaca morrer de causas naturais, não a consuma mas poderá vende-la ao estrangeiro“, ou seja, existem uma série de regras que o judeu não pode realizar, como consumir carne de porco ou se embebedar, ou usar joias, mas podem negociar isso com outros povos “não judeus”. Eles ficaram famosos por emprestar dinheiro a juros (usura) por não ser permitido aos cristãos, pois era crime.

Mas eles também estavam em outras atividades como o tráfico de escravos (de quem eram os navios utilizados para o tráfego), como ourives (as maiores casas de ourivesaria do mundo são judeus) e estavam por trás do desenvolvimento da medicina e do ramo de bebidas alcóolicas. Com o tempo diversificaram seus investimentos, como o ramo do petróleo e na mídia, jornais e revistas. Claro que continuando com o tráfico de humanos e adicionando a isso a pornografia. Agências de notícias como a Reuters e a Project Syndicated de George Soros e o Fórum Econômico Mundial de Klaus Shwab.

Sem falar na fundação e controle dos maiores estúdios de cinema dos EUA em Hollywood, que apesar de saberem sobre a perseguição contra seu povo promovida na Europa, negociaram amplamente com o governo nazista, que lhes foi até menos restritivo que a República de Weimar.

Como que com todo esse poder e influência, seus nomes parecem desaparecer dos registros históricos e das manchetes dos jornais que eles mesmos controlam? E agora, por mais que se negue, são eles que estão por trás de tudo o que ocorre e não vão terceirizar o comando do mundo!

Para saber quem controla sua vida descubra quem você não tem permissão para criticarVoltaire

Resposta a um ateu

A maior distância entre dois homens é o desentendimento, não existe maior lacuna do que a do acreditar que o outro conheça ou acredite naquilo que você adquiriu através de todo um histórico de vida.

Quando se tem consciência que toda idéia é carregada de um histórico pessoal, podemos perceber que todo julgamento é uma confissão.”

O ateu por definição é uma pessoa ignorante não apenas da religião mas de toda a universalidade de conhecimento humano que fica além do que a ciência possa explicar. Como a ciência trata apenas do método de validação de nossas percepções com os nossos rascunhos de nosso conhecimento, sua abrangência se torna bastante curta.

Muitas discussões se tornam vãs quando se tenta de um lado, defender as premissas de alguma religião, como a Bíblia e de outro lado se contestar com premissas cientificas, pois fica pontual e o resultado é precário. Na maioria das vezes, acaba se caindo no uso de falácias e criticas sobre a linguagem como as falhas no discurso empregado. Nada mais do que o uso desavergonhado do lado mecânico do cérebro.

Para uma alternativa em terceira via, sugerimos as leitura de obras de matemáticos que estão imunes aos conceitos pré-determinados da religião ou das respostas dos desejos dos pseudo-cientistas que tudo querem explicar, sem nada entender.

Como o “Discurso do método” de René Descartes, que resumiu a situação humana em “todas as nossas qualidades provém de Deus e todas as nossas falhas são nossas“, essa visão que partiu da lógica e experiência de vida de Descartes acaba por confirmar a simbologia tratada na criação do homem, que segundo a Bíblia, após tê-lo feito do barro, assoprou lhe as narinas dando a vida, existe uma parte nossa que veio do mundo (barro) e outra dada por Deus (sopro divino) e com isso, conseguimos criar de tal forma, que as nossas obras recebem uma parte de nossa energia, como se fosse uma marca.

As religiões tem a premissa de serem formadas por pessoas falíveis de um lado e por um Deus infalível por outro e quando vemos Nosso Senhor anunciar os sofrimentos que iriam se seguir em Mt 16,13-23, vemos Pedro, o nosso primeiro Papa lhe repreender e sendo respondido por Nosso Senhor – “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!”

Se até o primeiro Papa caiu perante as ilusões do mundo, porque seus sucessores não poderiam cometer os mesmos deslizes e qual o motivo de Deus nãos nos ignorar por total e definitiva maneira. Ele nos ama de tal forma que não importa o quanto caímos, ele irá sempre nos perdoar. Será que vale a pena a nós amarmos a Deus?

Blaise Pascal responde:

  • se acreditar em Deus e estiver certo, terei um ganho infinito;
  • se acreditar em Deus e estiver errado, terei uma perda finita;
  • se não acreditar em Deus e estiver certo, terei um ganho finito;
  • se não acreditar em Deus e estiver errado, terei uma perda infinita.

Incapacidade de acreditar

Pascal referenciou a dificuldade que temos em diferenciar a razão e o processo de “racionalidade”, pondo em contraste com a ação de genuinamente acreditar em algo, propondo que: ” atuar como se [alguém) acreditasse” pode “curar (alguém) de não acreditar”. Nesse ponto cabe aquilo que os cientistas chamam de “necessidade de acreditar”, o ser humano por natureza precisa acreditar em algo, porém quando retiramos dele a possibilidade de acreditar em coisas boas como as oferecidas pela religião, moral e bons costumes, o que lhe restará a não ser acreditar em coisas vãs e efêmeras. Como no final da frase de C.S. Lewis, “neguem-lhe comida e beberá veneno”.

Análise através da teoria da decisão

As possibilidades definidas pela aposta de Pascal podem ser pensadas como uma escolha em indecisão com os valores da matriz de decisão seguinte:

Deus existe (G)Deus não existe (¬G)
Acreditar (B)+∞ (ganho infinito)−1 (perda finita — 1 vida)
Não acreditar (¬B)−∞ (perda infinita)+1 (ganho finito — 1 vida)

Assumindo estes valores, a opção de viver como se Deus existisse (B) supera a opção de viver como se Deus não existisse (¬B),desde que se assuma a possibilidade da existência de Deus. Noutras palavras, o valor esperado de se escolher B é maior ou igual àquele de escolher ¬B. A perspectiva do ganho infinito é suficiente para Pascal fazer seu ponto, como ele afirma:

De fato, de acordo com teoria da decisão, o único valor que importa na matriz acima é o +∞ (infinito não negativo). Qualquer matriz do seguinte tipo (em que f1, f2, and f3 são todos números finitos positivos ou negativos) resultam em (B) ser a única escolha racional. Jeff Jordan argumenta que a aposta também pode ser reescrita como uma tabela de decisão sem considerar os valores infinitos, e segundo Edward McClenen existem, na verdade, 4 versões diferentes para o argumento em Pensées.

Deus existe (G)Deus não existe (¬G)
Crença (B)+∞f1
Descrença (¬B)f2f3

Argumento do Apelo ao Medo

Alguns documentos na internet argumentam que é uma falácia do tipo Argumentum ad metum (ou Argumento pelo/do medo), uma vez que ela afirma que ao não se acreditar no Deus cristão, a perda infinita implicaria ser severamente punido após a morte. Embora , o argumento é sem fundamento, pois Pascal prevê que a decisão pela crença em Deus seja uma escolha baseada em chances e não motivada pelo medo. O argumento de Pascal não tem como objetivo provar que Deus existe ou não, mas convencer o descrente que é uma escolha razoável apostar na sua existência. De fato, o uso do argumento do Apelo ao Medo por críticos apenas reforça a aposta de Pascal, já que este afirma em Pensées:

Os homens desprezam a religião; eles a odeiam, e temem que ela seja verdade. Para remediar isto, nós devemos começar por mostrar que a religião é contrária a razão; que é venerável, para inspirar respeito a ela; então devemos torná-la amável, para fazer com que bons homens esperem que seja verdade. Finalmente, devemos provar que é verdade. Pensées Secão III nota 187 página 31, Tradução por Rafael S. T. Vieira

Coloco aqui o seguinte exemplo: o ateu pergunta a um religioso se este teme o pos-mortem em que suas crenças poderiam estar erradas e nada lá encontrariam. A resposta é não, pior estaria você sendo descrente e lá chegando, descobrir que tudo é verdade.

Uma vida regrada seguindo a moral e os bons costumes não dá maior “lucro” que uma vida libertina ao se apostar numa possível vida após morte. SE não existe recompensa e nem castigo, quem desses ganhou mais?

Argumento do Custo

Outro argumento contra o argumento de Pascal, é do Custo. A aposta tentaria nos levar a acreditar em Deus, com o pressuposto que isto é muito vantajoso você estando certo e insignificante se estiver errado. E o preço a pagar por crer não é insignificante, pois a pessoa pode precisar seguir líderes religiosos, seguir dogmas e tradições, e contribuir financeiramente para manter a religião. E mesmo que uma pessoa não tenha religião, mas mantenha fé na existência de algum deus, esta fé poderá ter consequências. Pode ser citado como exemplo o caso de Steve Jobs, que era zen-budista e acreditava na ideia do pensamento mágico, e por isso, segundo seu biógrafo, tomou uma decisão errada em relação ao tratamento do seu câncer que levou a sua morte. (contudo, existe quem afirme que muitos boatos foram criados sobre sua morte, e que ele recebia tratamento para sua doença). Outro exemplo , é da filha do ex-jogador de futebol ,Pelé, chamada Sandra Regina Machado, que se negou a receber tratamento médico, para seu câncer, pois tinha fé que sua cura seria milagrosa. Seu médico afirmou que sua cura era garantida se ela mantivesse o tratamento, mas sua escolha por uma cura pela fé a levou a óbito. Bob Marley deixou de amputar seu dedo do pé com câncer devido a sua religião, Rastafari, pois acreditava que o corpo é um templo que ninguém pode modificar. O câncer se espalhou e o levou a morte. 

Contudo, estudos apontam que pessoas com fé adoecem menos e se adoecerem, sua resposta aos tratamentos médicos são mais rápidas e eficazes. O autor acima ignora as imensas listas de pessoas curadas pela fé e seus testemunhos.

O custo, contudo, de viver-se acreditando em Deus não é considerado na aposta, pois o objeto de aposta é a sua vida. Quando Pascal fala em custo zero em sua aposta, ele se refere ao custo referente a felicidade (entre outros custos específicos que ele cita e lida) na nota 233: “E quanto a sua felicidade? Vamos pesar o ganho e perda em apostar que Deus existe. Vamos estimar essas possibilidades. Se você ganhar, você ganha tudo; se perder, você não perde nada” E ao final de seu discurso na nota 233 ainda afirma:

Agora, que danos podem cair sobre você ao escolher seu lado?…eu argumentaria que você irá ganhar nesta vida, e que cada passo nesta estrada, você terá cada vez mais certeza do ganho, e muito mais ainda do vazio do que você aposta, que você irá ao menos reconhecer que você apostou por algo certo e infinito, pelo qual você não precisou entregar nada. Pensées Seção III nota 233, página 40, Tradução por Rafael S. T. Vieira

O erro de Pascal neste argumento, é que não existe nenhum vestígio de que a intensidade da felicidade seja menor entre os que não acreditam na existência de Deus. Pode-se perceber que em sua aposta, supõe-se que o ganho infinito de apostar em Deus supera qualquer custo que possa existir em vida. Pascal ainda argumenta que quanto mais se dedica crer em Deus, menos se enxerga valor nos objetos do mundo, que são passageiros e portanto o custo se torna insignificante.

Mais um trecho onde o autor, confessadamente ateu se prova ignorante, como diz Lord Chesterton, “o pior momento do ateu é aquele em que se sente agradecido e não sabe a quem agradecer“, a fé é um modo de vida que somente aquele que a vive pode realmente conhecer e criticar e parafraseando Arthur Schopenhauer, “se um ateu dá conselhos sobre religião, ele não deveria“, pois a frase “ateu ignorante” não deve ser usada, pois é apenas um pleonasmo.

Argumento dos Vários Deuses

Em seu Pensée #226, Pascal não se aprofundou no assunto, dizendo que aqueles que argumentam sobre este ponto são céticos que se recusam a buscar a verdade e se contentam em ficar de olhos fechados. Jeff Jordan vai além, defendendo que não há como formular a objeção dos Vários Deuses de forma a realmente refutar o argumento de Pascal. Robert Peterson argumenta que esta objeção quando colocada no contexto da Aposta de Pascal se torna vazia, pois considera apenas 5 páginas de Pensées (com a aposta) e esquece o restante das quase 300 páginas do livro (o número de páginas varia de acordo com a tradução/edição), em que Pascal defende apenas o Deus cristão e dedica um capítulo exclusivo para falar da falsidade de outras religiões. Jeff Jordan ainda arguiu que ao se atribuir uma probabilidade quase nula a todos os outros Deuses, a probabilidade de existência de Deus continua sendo 50% e cita o caso do lançamento de uma moeda.

Quando alguém lança uma moeda considerada justa, é possível que ela aterrisse em seu meio, continue suspensa no ar, desapareça, ou qualquer outro evento bizarro aconteça. Ainda assim, como não há nenhuma razão para acreditar que esses eventos são plausíveis, nós negligenciamos todas essas possibilidades e consideramos apenas a chance da moeda aterrissar sobre o lado da cara ou o lado da coroa. Jordan, Jeff. “The Many-Gods Objection” in Gambling On God, Tradução por Rafael S. T. Vieira

Argumento da Crença Desonesta

Alguns críticos argumentam que a aposta de Pascal pode ser um argumento para a Crença Desonesta. Além disso, seria absurdo pensar que um Deus, justo e onisciente, não seria capaz de ver atrás da estratégia da parte do “crente”, portanto anulando os benefícios da aposta.

Já que essas críticas não estão preocupadas com a validade da aposta em si, mas com o possível resultado — uma pessoa que foi convencida pelo argumento e que ainda não consiga acreditar sinceramente —, elas são consideradas tangenciais ao argumento. Aquilo que estes críticos estão questionando é tratado posteriormente por Pascal que oferece um conselho para o descrente que concluiu que o único método racional é apostar na existência de Deus, já que apostar não o torna um crente.

Outra prova do autor desconhecer o interim de uma religião, teoricamente nem deveríamos rezar, pois Deus que conhece o interior de nosso coração, já sabe se aquilo que pedimos ou agradecemos é honesto ou não, porém o exercício da oração altera a nossa frequência cerebral de tal forma que isso mude a nossa visão de mundo. Assim como, os atos de bondade e altruísmo sem intenções de receber nada em troca são válidos.

Outros críticos arguem que Pascal ignorou que o tipo de caráter epistêmico de Deus certamente valorizaria mais criaturas racionais se ele existisse. Mais especificamente, Richard Carrier apontou uma definição alternativa de Deus que prefere que suas criaturas sejam pesquisadoras honestas e reprova os métodos da Crença Desonesta:

_Suponha que exista um Deus que está nos observando e escolhendo que almas dos mortos deve trazer para o céu, e este Deus quer que apenas aqueles que são moralmente bons habitem no céu. Ele provavelmente vai selecionar somente aqueles que fizeram um esforço significante e responsável para descobrir a verdade…Portanto, apenas estas pessoas podem ser suficientemente morais e sinceras para merecer um lugar no paraíso — ao não ser, que Deus deseje preencher o céu com os moralmente preguiçosos, irresponsáveis ou desonestos. The End of Pascal’s Wager: Only Nontheists Go to Heaven

Como já foi exibido acima, em nenhum ponto da aposta Pascal reforça a crença desonesta; Deus, sendo onisciente, não sucumbiria a um truque e, oniscientemente, recompensaria o enganador. Ao invés disso, depois de estabelecer sua aposta, Pascal refere-se a uma pessoa hipotética que já pesou irracionalmente a crença em Deus através da aposta e está convencido da possibilidade, mas ainda não conseguiu acreditar. De novo, como notado acima, Pascal oferece uma maneira de escapar do sentimento que o compele a não crer em Deus depois que a validade da aposta tenha sido firmada. Este caminho é através da disciplina espiritual, estudo e comunidade, em resumo, viver a fé.

Em termos práticos, portanto, o cenário alternativo em que Deus valoriza apenas a crença racional e dúvida honesta que é proposta por Carrier e outros críticos não é realmente diferente do argumento de Pascal. Na verdade, Pascal é bastante incisivo em sua crítica contra pessoas que são apáticas sobre considerar o problema da existência de Deus.

Não caberia aqui tudo aquilo que os ateus ignoram como a espiritualidade, o esoterismo e o hermetismo, que se referem as transformações interiores do homem que realmente segue uma religião. Pois esses não são visíveis e assim como Deus, além das capacidades de prova da ciência.

A ausência de evidência não significa evidência da ausência.” Carl Sagan

Desprogramando a Matrix

Cada qual está programado até um certo nível, sendo que os que mais profundamente entraram nesse sistema, com maior dificuldade terão que sair. Quando vejo alguém com o desejo sincero de mudar de vida, faço alguns testes, algumas frases com o intuito de despertar algo neles, mas geralmente a resposta é apenas alguma frase decorada e desprovida de qualquer raciocínio.

É impossível libertar os homens das correntes que tanto amam!Voltaire

Nunca essa frase foi tão atual, quando se questiona as mais malucas leis ou os objetos de controle, sempre aparece alguma resposta violenta e emocional. Tente questionar os cintos de segurança, a lei contra o fumo, a radiação dos celulares ou as drogas experimentais que chamam de “vacina”!!!

Nunca a narrativa foi tão intensa, a esquerda e os sionistas nunca emergiram de tal forma e o povo, sim! E o povo está cego com décadas de doutrinação que não enxerga a verdade a frente de seus olhos, se deixa levar pelas frases de efeito e pelas imagens de estereótipos criados pela esquerda que nada mais os fazem sair desse transe.

É mais fácil enganar uma pessoa, do que convencê-la de que foi enganada” Mark Twain.

Chegamos ao ápice da alienação, a “fraudemia” encabeçada pelos líderes sionistas e seus asseclas, mas na internet assistimos a tanto líderes nomeados para essa campanha que parece mais com metade da humanidade contra o resto! Não se enganem, quem quer dominar o mundo não divide a liderança e não terceiriza o seu trabalho!

Basta prestar atenção em alguns detalhes, o teste PCR utilizado é a única forma usada para detecção da gripe chinesa, conforme dito pelo seu desenvolvedor “não é conclusivo e pode detectar toda uma família de vírus”, ou seja, a maioria dos resultados positivos pode ser referir a contágios que não significam um potencial estado de “doença”.

O Doutor Fauci ou Falso, belo nome, não desmentiu a foto com Barack Obama, Melinda Gates no laboratório de Wuhan, apenas se reservaram ao direito de dizer que ele não criou o vírus. Mas ele que deixou um trabalho na internet que prova ter uma noção bem exata sobre “pandemias”, sobre a gripe Espanhola ele concluiu que a maioria das mortes não ocorreu devido a gripe mas aos métodos de prevenção, não cita nominalmente mas não precisa ser gênio para se descobrir que ele fala sobre as máscaras. Suas conclusões são: não se deve investir em vacinas e tem de se tomar cuidado com os métodos de prevenção (máscaras) pois as mortes foram causadas pelo excesso de bactérias no pulmão causadas por deficiência de oxigênio.

Um exemplo de fatos claros mas que a maioria prefere é acreditar na mídia genocida que esbanja adjetivos aos seus adversários mas não se sustenta e por isso entra em cena, o outro “braço” esquerdista, as redes sociais, perseguindo e censurando quem discorda da sua “verdade” tão frágil.

E por último, mas não importante está o judeu internacional, financiando todos os piores movimentos da esquerda! Desde a queda de Napoleão Bonaparte por Nathan Rothschild, os judeus dominam o mercado financeiro internacional que quase nada se faz sem seu beneplácito, ou você acham coincidência que apenas os negócios por eles custeados prosperam e que aquelas por eles desprezados, mingam e morrem como uma mera coincidência?

Hoje, assistimos a desconstrução da história, ou melhor, de seus mitos a muitas décadas difundidos em nossa cultura. Não se pode ver uma pessoa de uniforme que se associa a um “nazista” e as cenas que aparecem em nossas mentes, nem reais são, provém de filmes de Hollywood, feitos após 1965, quando o sionismo determinou caçar todos aqueles que fossem nacionalistas, começando por deturpar a imagem do Nacional-socialismo e apagando grande parte da história desde a criação do NSDAP e a entrada na II Grande Guerra. A única imagem permitida era do soldado alemã, alto, loiro, de olhos azuis e sem coração. Não era mais um ser humano, mas um estereótipo que muitos tentaram imitar.

Quando mostramos as imagens dos soldados e oficiais voluntários de diversos países do mundo, isso cai por terra. As ações dos sionistas e de seus comparsas comunistas é muito boa, tão boa que fotos foram adulteradas e cenários modificados para dar o correto embasamento a sua narrativa. Porém as coisas mudam!

Porque o Papa conseguiu fazer uma missa em Auschwitz mas não em Verdun (França)? Os gases lançados a mais de 100 anos ainda estão ativos na França e foram lançados muitos anos antes, mas não existe mais sinais de gases nas câmaras de Auschwitz. Como isso é possível?

Os personagens que fizeram papel de vítimas, mostram a sua verdadeira face, os judeus, tão discretos em seus negócios financeiros, se apossaram de vários setores chave dessa “fraudemia” ou “plandemia” como dizem os alemães. São os donos das farmacêuticas, dos métodos de percepção (teste PCR) patente de Richard A. Rothschild de 13/10/2015. Dos pontos de apoio, como as redes sociais (Mark Zuckerberg) e da mídia (George Soros) e tal qual uma grande família mafiosa feliz, dando lucro aos parceiros como a Amazon, sem falar em seus tentáculos nos governos e sobretudo no judiciário de diversas nações.

O que me espanta são os malabarismos verborrágicos de quem tenta defender essa corja e cria uma cortina de fumaça com outros atores convidados, sem provas ou ação ativa, como o Papa, a Maçonaria, os Illuminate. Não sejam infantis, demagogos em muito menos, ignorantes, o que eu digo não exclui ninguém dessa lista, mas se eu quero dominar o mundo, não terceirizo a tarefa, exemplo disso é o monopólio do Foicebook e seus puxadinhos. Que outras pessoas auxiliam, podem e devem estar ajudando, mas quem manda nisso, são apenas alguns poucos, não se engane!

Os comunistas são experts em manipular a opinião pública, se não podem comprá-lo, fazem com que os outros pensem que você é louco. Aqui vale um método muito conhecido no Marketing, “um produto para ter maior vida comercial precisa de um concorrente, se não tiver um, crie-o“, e eles repetidamente fazem isso, por quê Bill Gates investiu em várias empresas e não apenas em uma única vacina? Porquê a discussão de qual é a melhor, faz com que você acabe tomando uma delas. Uma prova de múltiplas questões pode se tornar uma prova manipulada!

Acompanhando isso, vem as narrativas, você sempre é acusado de fazer muito mais do que fez de verdade, quando confronta um esquerdopata, eles logo dizem, lá vem o negacionista, o anti-vacina e isso é apenas o uso de falácias, pois numa discussão honesta e com argumentos sólidos jamais seria por eles aceita! Existem médicos que se dizem ser “pró-vacinas” e até trabalham com elas, mas são perseguidos por demonstrarem os erros cometidos com essas drogas experimentais que não possuem garantias, nem dos fabricantes, da vigilância sanitária ou dos governos que as querem impor. O uso emergencial serve para isso!

Agora, e a França, sim a bela França, terra da Resistência Francesa que lutou contra o mostro alemão, mostra a verdade. Foram eles, os verdadeiros monstros que obrigavam as moças francesas a abortarem se estivessem gravidas de soldados alemães no pós-guerra, perseguiam e expulsavam quem tivesse tido qualquer tipo de relação com os Nazistas e na pior das situações, eram executados. Hoje, seu presidente, Macron, mostra que “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” só é bonito para trazer turistas. Apenas palavras!

Muitos colegas pedem a muito tempo uma “revisão” histórica e acho isso muito justo! Como falar de alemães massacrados na Polônia antes da Guerra e que estavam em Campos de Concentração ou de que os Aliados justificaram massacres contra feridos de guerra, como o navio hospital que afundaram, dizendo que os alemães não tinham Cruz Vermelha e que se tivessem, essa não atuava. Ou falar sobre as bombas incendiárias que usaram em Dresden, como parte de um experimento, pois nunca haviam sido usadas. Seria necessário ou as atuais ações já mostram isso?

O grande inimigo da verdade muitas vezes não é a mentira – deliberada, inventada e desonesta – mas o mito – persistente, persuasiva e irrealista. Muitas vezes nos apegamos aos clichês de nossos antepassados. Sujeitamos todos os fatos a um conjunto pré-fabricado de interpretações. Nós apreciamos o conforto da opinião sem o desconforto do pensamento.

Presidente John F. Kennedy

Minha culpa, minha grande culpa

São gravíssimas as minhas deficiências: Eu nasci branco, e quem nasce branco já é considerado racista, mesmo que não o seja.

Nasci em uma família trabalhadora, então eu sou burguês.

Não voto para esquerda ou seus aliados, o que me torna fascista.

Sou heterossexual, o que me torna um homofóbico.
Valorizo minha identidade e minha cultura, o que me torna um xenófobo.

Acredito que o macho e a fêmea da espécie Homo Sapiens foram, na maioria das vezes, grandes parceiros e mutuamente responsáveis pelo sucesso da espécie, o que me torna misógino.

Eu gostaria de viver em segurança e ver criminosos na prisão, o que me torna um torturador.

Quero que respeitem minha maneira de pensar e minhas crenças e não me façam pensar que o anormal é aceitavelmente relativo, o que me transforma em um repressor.

Penso que os subsídios acabam com o esforço de trabalhar e minam a dignidade das pessoas, por isso sou insensível.

Acredito que cada um deve ser recompensado de acordo com sua produtividade, mérito e capacidade, o que me torna um egoísta anti-social.

Eu fui educado com valores e princípios, o que me torna um oponente do bem-estar social.

Acredito em Deus, logo, sou um fundamentalista religioso.

Creio que as vítimas dos estupradores, ladrões, estelionatários e corruptos deveriam ser indenizadas pelo Estado e os culpados presos, que pagassem pela dívida, não tivessem auxílio para suas famílias, indulto para ir pra casa, habeas corpus, tornozeleiras, ou qualquer direito, mas que trabalhassem para pagar suas custódias, sua roupa, água, luz e comida.

Então, sou considerado preconceituoso e contrário aos Direitos Humanos.

Esta é uma pequena e breve revisão da minha má reputação.

Mas, pelo menos, tenho certeza de que somos vários: eu e, se você também tem essa má reputação, compartilhe.

Do jeito que as coisas andam, ser um cidadão de bem será considerado crime.

Agradeço a todos os meus amigos e conhecidos que ainda se atrevem a se relacionar comigo, apesar de todas as minhas falhas.

Autor desconhecido mas faço dele as minhas palavras! Somente complementaria com um aviso: conheço a dialética e o discurso esquerdista e não caio mais em suas armadilhas. Quantos que entram em grupos de direita, apenas para espalhar o ódio e a segregação, cada vez elegem um tema e sobre ele destilam seu veneno! Apenas estereótipos comunistas agem como se fossem personagens de algum filme, fazendo apenas um papel, ora sendo mocinho, ora bandido. Nós somos seres humanos completos, de carne e osso e nossa meta é a nossa saúde, mas como o antigo conceito dizia, o bem estar corporal, mental e social e não como covardes que se escondem das opiniões sem fatos espalhadas pela mídia!

Nenhum mal maior pode ser feito a uma nação do que tirar seu caráter nacional, as qualidades de seu espírito e sua linguagem.” Immanuel Kant

Dai a César o que é de César

Como as falácias substituíram as definições corretas, como quem estuda Deus, estuda teologia.

O culto da imagem, cada vez mais as pessoas se entregam ao culto da imagem e para entendermos isso, basta lembrar de uma velha definição sobre pornografia: “ver com os olhos e lamber com a testa…” o que demonstra o quanto o êxtase mental substituiu os relacionamento humanos e como cada fase desse reset está auxiliando nisso!

As velhas frases de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944) foram esquecidas e aonde estão os ensinamentos da raposa: A raposa se recusa a brincar com o pequeno príncipe assim que o conhece argumentando que ainda não foi cativada. O menino, no entanto, não entende o que cativar significa e logo pergunta “Que quer dizer ‘cativar’?”.

Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo… “

Essa definição é diametralmente contrária ao que ocorre hoje em dia, as pessoas curtem fotos e frases de pessoas que jamais conhecerão e acompanham o que publica pessoas que nunca farão parte de sua vida, assim como campanhas e personagens que residem apenas em seus sonhos, rechaçam de forma arbitrária e cruel quem os contraria.

Desse cenário, retiramos toda uma sorte de argumentações fatídicas e mal intencionadas. Quem cuida da saúde agora é jornalista e não médico que se baseia em achismos que denomina como “ciência”. Aqueles ditos estudos que condenam o Tratamento Precoce da gripe chinesa estão invalidados devido ao ativismo político de alguns técnicos e os subornos repartidos entre outros, sejam técnicos ou médicos. Alguns exemplos, na França, os 21 médicos que discordaram das experiências do Dr. Didier Rauolt (um dos maiores virologistas do mundo) estão na folha de pagamentos da indústria farmacêutica, na Alemanha, os e-mails entre o Ministro do Interior e técnicos do Instituto Robert Koch que provam que ele encomendava estudos que aprovassem as medidas mais restritivas da Chanceler alemã. A Chanceler Merkel teve de se desculpar pela medidas mais duras que decretara para a Páscoa e que não poderiam ter o aval do instituto.

Da mesma forma assistimos uma crescente de “discussões” que mais se parecem com as “falas” de uma peça de teatro, cada qual bem decorada e representada em seu lado, não se faz uma analise holística do assunto, você se põe como sendo de direita mas acompanha a “música” e dança como se fosse de esquerda. Não confunda “cu com bunda” (isso é para chocar mesmo) quem defende valores de direita irá defender como parte desses valores a figura do Presidente da República e não a pessoa do Presidente, o que são coisas distintas.

A esquerda perdeu qualquer moral em acusar alguém de alguma coisa, cada crime que aponta são pelo menos 10 que ele esconde, não podem cair nessas “narrativas” comunistas. Tem pessoas postando vídeos sobre vacinados que estão criando poderes magnéticos, acredito que haja até exagero, porém a resposta da OMS é ridícula, ninguém falou sobre metais pesados nas vacinas.

Outra incrível foi sobre a foto no Instituto de Pesquisas de Wuhan em que parecem, o ex-presidente americano Barack Obama, Melinda Gates (esposa de Bill Gates) e o Dr. Anthony Fauci. A legitimidade da foto publicada pelo advogado de Donald Trump e ex-prefeito da cidade de Nova York, Rudolph Giuliani, não foi contestada, apenas disseram que Fauci não criou o vírus. Mas espera aí, ninguém havia acusado Fauci de criar nada, apenas questionavam sobre o motivo dos milhões enviados pelo governo americano, através da comissão chefiada por Fauci ao laboratório de pesquisa.

Com a divulgação dos e-mails entre Fauci e os técnicos do Laborátorio de Wuhan, mostram que além do papel de financiador, ele também auxiliou em criar uma falsa propaganda sobre a origem “natural” do vírus ou seja, ele é cumplice nessa tragédia criada como “arma biológica”.

Estou cansando de ver a narrativa esquerdista ter sucesso entre aqueles que tem “dedo nervoso no mouse”, nem tudo precisa de resposta e nem sempre precisa ser rápida. Notícias sobre pessoas furam fila da vacina, só precisam ser respondidas com um “vai com Deus e boa sorte”. Se seu ego foi ferido porquê alguém passou a sua frente, manda seu ego ser vacinado. Eu cedo a minha vaga com prazer. Da mesma forma, ficar criando motivos para escolher entre uma vacina ou outra dá na mesma, em 6 delas quem ganha é Bill Gates.

Se duvida, pesquise pelos escândalos por trás da instituição chamada Bill & Melinda Gates e seus projetos de vacinação na África e na Índia e os resultados desastrosos. A antológica entrevista com Bill Gates sobre as vacina que no final ele diz que é “para controle populacional.” Você só controla uma população de duas formas, matando ou esterilizando o povo. Se foram apenas erros, lembre-se dos últimos projetos para o Windows defendidos por Gates para lhe dar maior controle sobre os usuários e derrubar o nosso direito de privacidade que foram bloqueados pelo governo americano.

Minha intenção é usar o caso do covid como exemplo, cresce narrativas em diversos campos que mais parecem “caça as bruxa” sem o menor sentido. Basta seguir alguns princípios básicos, quem quer dominar o mundo não irá “terceirizar” a tarefa com pessoas em que não possa confiar. Por isso, os CEO das grandes farmacêuticas serem apenas judeus, assim como as Big Tech. Não tem sentido a não existência de religiões, o homem precisa delas, “assim como quando o homem inventou o automóvel, se necessitou de garagens, quando o homem teve consciência de Deus, se precisou das religiões” muitos falam que o período iluminista tirou o centro do Universo de Deus e passou ao homem, mas não fala que nesse período se cresceu as ciências ocultas, a magia, a astrologia e as antigas religiões foram resgatadas como forma de substituir a falta da Cristandade. O homem é um ser espiritual que tem necessidade disso e vai procurar de uma forma ou de outra.

No dia do Juízo Final, os médicos terão de responder por mais vidas do que os generais.Napoleão Bonaparte

A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.Napoleão Bonaparte

Falácias do pensamento moderno

O despertar é algo dolorido e solitário, mas a clareza com que o véu das falsidades cai perante o conhecimento e a verdade são inigualáveis. Nenhuma experiência se iguala! Ao perceber que as opiniões que prevalecem na mídia não possuem bases factuais e são criadas por um sistema de lógica “mecânica” destituído de qualquer relação com a realidade.

As nossas reações seguem os nossos “treinamentos”, situações novas trazem respostas quase mecânicas como eu não fui educado assim ou isso não é o meu costume e causam respostas como isso é antigo, ainda pensa assim em pleno século XXI pelos adeptos da esquerda que seguem a cartilha da crítica revolucionaria e do politicamente correto.

Como mudar essa situação, como alterar a nossa programação?

Ao percebermos que a maioria das pessoas não entende o que está acontecendo e dão como explicação qualquer conceito que tenham aprendido seja no tempo de escola, seja em pesquisas posteriores, isso não é suficiente, algo escapa a sua compreensão. O que ocorre no mundo real?

A frase de Nikita Khrushchev, antigo dirigente soviético se tornou realidade, “Vocês americanos são tão crédulos. Não, vocês não vão aceitar o comunismo, mas vamos continuar a alimentá-los com pequenas doses de socialismo até que vocês finalmente acordem e descubram que vocês já tem o comunismo. Nós não vamos ter que lutar contra vocês. Vamos enfraquecer a sua economia até que vocês caiam como frutas maduras em nossas mãos.

Finalmente acordamos e o mundo mudou, não importa mais o tamanho da máquina administrativa do governo ou a sua forma, seja presidencialismo, parlamentarismo ou monarquia, para todos os lados que olhamos, existe uma mesma intimidação, a mesma chantagem, somos vítimas de nossa própria tolerância, os “bolscheviques” invadiram nossas pátrias e tornaram tudo uma “ditadura sanitária” seja onde for.

Não lembram de Aldo Huxley e de sua previsão mais sinistra feita em 1931: “A ditadura perfeita terá a aparência da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão.”

Por que não ouso descrever o que vejo? Porque me é impossível colocar em palavras tão horrível cenário, quase inefável essa amarga situação e por outros até abraçada, uma falsa sensação de segurança paga com a própria liberdade, não sei se por ingenuidade, ignorância ou iniquidade.

Os alemães dizem que não somos responsáveis pela programação que recebemos na infância, porém somos responsáveis em tentar mudar quando adultos, quando alguém lhe apresenta uma “narrativa” mude o seu rumo, apresenta-lhe um novo cenário, mude a perspectiva, mude o foco, mude tudo! sempre pergunte – e o que mais?

Da mesma forma que a narrativa comunista não pode ser enxuta para ser ensinada as crianças, ela também não pode mudar de cenário, pois não possui bases sólidas, ou princípios ou alguma moral que embase qualquer uma de suas teses. A ideologia marxista não passa de um castelo de cartas, alto e esplendoroso e ao mesmo tempo frágil e volátil.

Se não acredita, ponha em prova, os principais movimentos de esquerda, seja os ambientalistas que defendem um carro elétrico, cuja bateria para ser fabricada expele mais gás carbônico que anos de uso de um automóvel de combustão interna, ou a ideologia de gênero que promove a pedofilia, movimentos que pedem tolerância para depois censurar quem não pensa como eles. Pessoas que confundem a ação de homens falíveis com instituições sólidas como a igreja, aqueles que invertem as posições entre exceções e regras, a falta de um policial mancha a reputação de toda a Companhia, porém os escândalos dos médicos que recebem propinas das indústrias farmacêuticas passam em branco.

A frase abaixo do criador dessa ideologia genocida demonstra claramente a finalidade de seu intento e para onde ele condenou a humanidade e para onde muitos caminham sem pestanejar:

O caminho do inferno está pavimentado de boas intenções.Karl Marx

O mal é a força que acredita que seu conhecimento é total.” Jordan Peterson

O transporte na contra mão da evolução

Legislação de Trânsito - Simulado por Matéria - 02

A falta de diálogo entre as partes

O que vemos na imprensa são problemas pontuais e as soluções apresentadas, na maioria, unilaterais e feitas pelo governo que não atendem as necessidades da população e das empresas envolvidas. Portanto, hoje, temos três partes distintas nessa história: o governo, as empresas de transporte e a população. Entendendo que nesse último existem duas partes interessadas, as empresas e os trabalhadores das mesmas.

Enquanto o governo fala em sanções para tentar regrar o sistema, existem os interesses de cada uma das partes em jogo e não existe conversações entre elas que busquem medidas coerentes com as necessidades gerais. A entrega de bens dentro dos grandes centros urbanos e o transporte das pessoas costuma ser um caos. Os chamados horários de pico são uma grande dor de cabeça para a engenharia de tráfego.

Começa nesse ponto os problemas, os engenheiros de tráfego são sobretudo “engenheiros” e analisam, planejam e organizam o transporte como se estivessem em uma linha de montagem, formados e doutrinados em faculdades que se omitem em questões como “drogas nas universidades” mas se ofendem em serem denunciados. Fazem um interessante trabalho em ocultar dados quando o cenário de acidentes de trânsito melhora para apenas divulgar aqueles períodos de maior incidência, apenas para validar o discurso de “a ONU solicita”. 

Somos uma nação independente e soberana, não precisamos do aval da ONU ou de qualquer órgão internacional para gerirmos o nosso trânsito, tal narrativa é lesa pátria e deveria ser considerada um crime!

O intuito afoito de tudo governar desses experts em trânsito criam as leis absurdas que nos deparamos diariamente e que não são devidamente comprovadas, como o cinto de segurança. Sou obrigado a usar no meu carro, porém como uso transporte público e passo até 04 horas diárias em trânsito, não uso. Essa lei vale se você estiver em até 05 pessoas, acima disso, não precisa. Ou vocês não perceberam que isso faz parte da indústria da multa e o intuito é arrecadar dinheiro dos contribuintes donos de veículos automotor. Ou ninguém nunca leu os estudos sobre cintos de segurança, que possui uma eficácia de 50% nos casos de colisões frontais com até 50km/hora, ou seja, nem todos os casos são passiveis de alguma proteção e não vale para outros tipos de acidente, como cair em um lago ou rio, no qual, o uso do cinto aumenta demasiadamente as chances de morte.

Para ilustrar, um caso ocorrido aqui em São Paulo, um veículo com duas passageiras, sendo uma instrutora e sua aluna, caíram no córrego que fica na parte central da Av. Aricanduva e foi num horário de grande trânsito. Um bombeiro que estava de folga e assistiu o acidente, correu e pulou na água para tentar retirá-las do veículo que estava de ponta cabeça na água, devido as duas estarem com o cinto, o resgaste levou uns 10 minutos e com isso, ambas foram a óbito.

Quando você realiza o curso de reciclagem do DETRAN, se depara com a parte que diz que as leis de trânsito são dinâmicas e que precisam do apoio da sociedade em fornecer idéias e sugestões, mas isso não é o que parece ocorrer na maioria dos casos.

Lição da Alemanha: nesse inverno, a antiga potência europeia nos mostrou que ambientalismo nada tem a ver com planejamento, ao diminuírem o uso de energia nuclear e passarem para energia eólica, se esqueceram do rigoroso frio que acabou congelando as pás dos grandes moinhos e que usaram grandes quantidades de gasolina para queimar e descongelar, indo na contra mão do intuito deles e o impacto no trânsito foi de que a crescente frota de carros elétricos estimulado pelo governo Merkel foi discretamente solicitado ficar em casa devido a possível falta de energia elétrica.

E não seja como o Pateta no trânsito, em seu desenho de 1950, ele mostra um transeunte que se parece mais com o antigo personagem Dr. Jekill e Mister Hyde (o médico e o mostro) que caminhando pelas ruas ruas é pacato, ordeiro e gentil e até mesmo um pouco inocente, sendo uma vítima passiva dos maus condutores. Porém ele muda ao entrar em seu veículo e se torna egoísta, imprudente e perigoso. Algo bastante coerente ao pensamento de Abraham Lincoln, “para conhecer o verdadeiro caráter de um homem, dê-lhe poder”.

Napoleão e a Nova Ordem!

“Jamais interrompa seu inimigo quando esse estiver a cometer um erro!”

Um homem admirado pelos próprios inimigos, chamado de “o maior sopro de vida que jamais existiu” ou quando comparado as tropas estrangeiras, diziam que “um Napoleão valia mais que 50 bons soldados ingleses“. No dia 05 de maio se registrou a passagem de duzentos anos da sua morte, como no epitáfio de Nicolau Maquiavel que dizia “tanto nomini, nullun par elogium“, um nome tão grande, nenhum elogio alcança.

Hoje, não ensinam mais sobre Napoleão como antigamente, suas façanhas e seu legado estão cobertos pelo pó da história, como a criação do Liceu de Artes de Paris ou a padronização das medidas por toda a Europa conquistada, tirando de vez o último resquício da Idade Média e trazendo uma modernidade que foi apenas sonhada na Revolução Francesa. Suas campanhas, as guerras exaustivamente estudadas nas escolas militares ou a incrível Campanha no Egito que trouxe a tona a pedra de Roseta que permitiu ao arqueólogo Jean-François Champollion decifrar os hieróglifos do antigo Egito.

Foram mais de 60 batalhas, ganhando a maioria, perdeu em 1812 na fracassada Campanha da Rússia e depois em 1814 quando foi exilado na ilha de Elba, interessante analisar que foram 2 anos de intervalo, ou seja, não foi exatamente a sua queda para o rigoroso inverno russo que o desmoralizou, mas a intervenção de Nathan Mayer Rothschild, filho de Mayer Amschel Rothschild, (fundador do clã) que o destruiu, financiando seus inimigos, como o exército inglês e o império austríaco.

Isso ficou mais claro quando Napoleão ao fugir de Elba e é finalmente derrotado em Waterloo em 1815, batalha essa que ainda é revivida por soldados de diversos países e cujos relatos indicam não ter sido realmente ocorrida nesse lugar, pois segundo as anotações do comandante inglês, esse teria sido o pouso que os soldados ingleses teriam feito na madrugada anterior e que o conflito teria se dado alguns quilômetros ao longe do que ficou registrado na história.

Nathan era o chefe do escritório inglês da família Rothschild, terceiro filho do fundador que na morte, dividiu a Europa dando cada região a um filho seu. As coligações da família eram tão bem feitas que os mensageiros colocados nas fileiras inglesas vieram informar Nathan antes mesmo que qualquer um soubesse da derrota de Napoleão. Conclusão, Nathan entra cabisbaixo na bolsa de valores de Londres, fazendo crer os outros investidores que a Inglaterra houvesse perdido a batalha e começaram a vender desesperadamente. Nathan aguarda e começa a comprar as ações em baixa e no final desse dia é o acionista majoritário do banco da Inglaterra.

Napoleão é exilado na distante ilha de Santa Helena, aonde falece em 05 de maio de 1821 e suas últimas palavras são, “Minha morte é prematura. Fui assassinado pelo oligopólio inglês e pelo seu assassino contratado.” Uma morte cercada de mistério, apesar de ter sido tão bem testemunhada por 29 personagens sendo que 17 estavam presentes em seu quarto, o médico italiano que o acompanhava, sete médicos ingleses, duas criadas de Napoleão, um padre e um servo árabe, durante meses, ele sofreu de dores abdominais, náuseas, suores noturnos e febre. Quando não estava constipado, tinha diarreia. Perdeu muito peso. Ele reclamava de dores de cabeça, pernas fracas e desconforto sob luz forte. Sua fala ficou confusa. Os suores noturnos o deixavam encharcado. Suas gengivas, lábios e unhas eram incolores. Estudos posteriores sobre indícios de envenenamento por arsênico apontam para 31 possíveis sintomas, Napoleão apresentara 28 deles, assim como testes em fios de cabelo do Imperador, mostraram altos índices desse veneno.

O primeiro laudo apontara morte por câncer no estomago que fora rejeitado pelo médico italiano Dr. Francesco Antommarchi, um dos suspeitos de mais um dos mistérios sobre o destino de Napoleão, o sumiço do “pênis” do Imperador que presumidamente reapareceu 170 anos mais tarde nos EUA, guardada por John Lattimer, professor de  Urologia  da Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.

Mistério que só aumenta, o suposto sumiço do corpo que ao ser solicitado para o translado para França por autoridades francesas, os britânicos teriam colocado no caixão do Imperador, um mordomo da propriedade Longwood House, aonde Napoleão e sua família haviam morado em Sta. Helena, pois os britânicos só permitiram um vislumbre no caixão aberto a meia-noite com luzes de tochas e pelo tempo máximo de três minutos.

Quando do bicentenário de seu nascimento em 15 de agosto de 1969, um jornalista francês faz um apelo as autoridades britânicas, “nos devolvam Napoleão”, pois se supõe que o corpo estaria enterrado na Abadia de Westminster, porém outros indícios indicam que esteja em cúpula de Les Invalides em Paris.

Outro mistério é sobre a sua altura, quando morreu, o relatório do médico informava que seu corpo media “cinco pés, duas polegadas e quatro linhas, do topo da cabeça aos calcanhares”. Isso equivaleria a 1,57 metros. Mas… essa medição foi feita no “pied métrique”, um sistema métrico estabelecido pelo próprio Bonaparte em 1812 que equivalia a um terço do metro. Ou seja, ajustando essa medida ao sistema métrico que usamos hoje em dia, ele tinha 1,68 metros, altura um pouco mais alta do que a média da época.

Quando da invasão alemã na França, o Führer Adolf Hitler fez uma visita secreta de duas horas a cidade de Paris, e desse tempo, ele ficou meia hora apenas a contemplar o tumulo de Napoleão, o que esses dois homens tinham em comum, além da malograda campanha devido a uma força da natureza, o inverno russo. O grande inimigo de ambos foi o sionismo, fundado pela mesma família Rothschild que derrotou Napoleão e com seus laços com o Império Britânico, basta lembrar da Declaração Balfour de 1925 e do pouco caso feito pelo governo de sua majestade ao seu enviado especial junto aos árabes, o Major T.E. Lawrence, que trabalhou incansavelmente para trazer a paz para as regiões do Oriente próximo.

Quando da vitória do NSDAP e da nomeação de Hitler para Chanceler da Alemanha, os sionistas não se opuseram de forma tácita, pois a intenção era aumentar as fileiras de judeus na ocupação do território Palestino e com a vitória de um partido que ameaçava expulsar os judeus, parecia que eles naturalmente seguiriam o caminho da Palestina, o que não ocorreu com a intensidade prevista e eles se dispersaram mais ainda.

Hoje, os antigos movimentos se consolidaram e podem ser percebidos na mídia, nas grandes indústrias, nas grandes empresas de tecnologia (BigTechs), nas redes sociais, dentro dos governos e instituições agregadas, assim como no judiciário, funcionando de tal forma que, as oposições aos seus objetivos sejam censurados, caçados e cancelados. E claro, no ambiente que eles melhor dominam, o mercado financeiro.

A maior marca dessas pessoas são os escândalos, as ligações com o crime e as atividades ilícitas, como o tráfico sexual de crianças, tráficos de órgãos, drogas e assassinatos. Basta ligar os pontos, o maior benfeitor das vacinas contra a gripe chinesa, Bill Gates e suas ligações com o maior traficante sexual, Jeffrey Epstein, coincidentemente morre quando estava revelando suas ligações com a família imperial britânica. Ou os escândalos de Hollywood informados por Mel Gibson e outros artistas. Na política, com o casal Obama e a família Clinton, escândalos esses que terminam as investigações de forma tão abrupta como se nunca tivessem acontecido.

A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.Napoleão Bonaparte

Alemanha e Rússia – democracia totalitária e autocracia livre!

Os alemães e os russos podem aprender com sua história ou mesmo uns com os outros?

“Eu não conseguia imaginar o que se tornou ‘normal’ na Alemanha de hoje. São medidas de um estado totalitário sem brechas, quaisquer que sejam as ‘boas’ intenções que elas possam seguir. Na Rússia, essas restrições seriam simplesmente uma lição impensável da era soviética totalitária.

Como sempre, um testemunho de dentro do sistema comunista, prova o quanto eles não querem, o que muitos, aqui fora almejam sem conhecer, o comunismo.

Uma psicóloga de ascendência russa está avaliando a queda da Alemanha ao totalitarismo – um texto que me tocou profundamente e que recomendo vivamente!

Uma contribuição de Vera Sandström *

“Em tempos de crise social, olhar para o passado pode ajudar a ampliar suas perspectivas e ver as coisas com mais clareza. Especialmente em um passado pessoal. Talvez essa postagem convidada seja interessante para um ou outro leitor, especialmente em uma plataforma que se caracteriza por um interesse especial no tópico alemão-russo.

Meu avô russo por parte de pai morreu na juventude de meu pai, então nunca o conheci pessoalmente.

Em nossa família, diz-se dele que, quando jovem na guerra civil russa (1917-22) em Kazan, foi escolhido pelos bolcheviques e deportado porque sabia ler e escrever. Portanto, ele também foi um escriba do comandante-em-chefe do Exército Vermelho Trotsky (Trotsky era um pseudônimo, seu nome verdadeiro era Lev Bronstein) e experimentou a crueldade e a brutalidade calculada da guerra civil com seus próprios olhos, e foi confrontado várias vezes com seu próprio tiro para o nada.

Durante a luta pelo poder na Rússia, Trotsky dirigiu pelo país com uma comitiva, incluindo meu avô sequestrado, em um vagão de trem. Em cada estação em um local recém-ocupado pelos vermelhos, o chefe da estação era baleado primeiro, se fosse obviamente russo (descoberto pelo nome) e substituído por um bolchevique não russo e leal (escolhido pelo nome) de suas próprias fileiras. Nos cálculos de Trotsky, esse terror pretendia ter um efeito dissuasor tanto interno quanto externamente. Os bolcheviques desconfiavam especialmente dos russos étnicos. Trotsky (e da mesma forma Lenin) os via como apoiadores naturais dos brancos burgueses-czaristas e oponentes da Internacional Comunista, que só podiam ser forçados a lealdade aos bolcheviques com extrema brutalidade e ou parentesco. No decorrer da “jornada”, meu avô adoeceu com tifo e foi atirado para fora do vagão em algum lugar na vasta extensão da Rússia. Ele sobreviveu porque uma família de agricultores o encontrou e cuidou dele.

Desde então, meu avô tem odiado intimamente os bolcheviques por suas ações, embora tenha mantido seu ódio e suas experiências na guerra civil somente para sua família e para sua própria segurança. Qualquer pessoa que se perguntava em 1991 em como a aparentemente estável União Soviética poderia implodir em um período tão curto como resultado de acontecimentos “corrosivos”, especialmente dentro da Federação Russa, deveria levar em conta que esse ódio aos bolcheviques, especialmente dentro de muitos meios, como as educadas famílias de classe em Leningrado e Moscou que foram transmitidos de geração em geração, mesmo que pouco ou nada disso fosse visível na superfície. Mesmo décadas depois, os óbvios sucessos soviéticos na Grande Guerra, na ciência e na educação da população e no padrão geral de vida pouco mudaram. E assim, após o colapso da União Soviética, as elites da nova Rússia pós-soviética só compreenderam com certa demora que haviam jogado fora o bebê com a água do banho quando a União Soviética se desintegrou como nação nacional e emancipatória. Os odiados comunistas bolcheviques (em sua variante “mutante”, que se tornou amplamente inofensiva e sem imaginação ao longo dos anos) se foram, mas também havia muitos que anteriormente – antes da divisão bolchevique em repúblicas soviéticas em “falsas independentes” – áreas russas que incluíam a população russa estavam agora no exterior.

E aos olhos do concorrente do sistema EUA, “os russos” perderam a Guerra Fria, enquanto do ponto de vista da nova Rússia “os soviéticos / bolcheviques / comunistas” perderam e os russos burgueses-conservadores – também fortemente inspirados pelo modo de vida que era anunciado e considerado livre para os americanos – havia finalmente vencido a ainda latente guerra civil. Este ponto de vista diferente é a razão da maioria dos problemas de hoje entre a Rússia e “o Ocidente”, porque de uma vitória conquistada em conjunto, ambos os lados têm expectativas diferentes, um relacionamento mútuo mais do que de uma relação de vencedor para vencido. Além do componente liberal e nacionalista do “grande russo” da luta pela independência da União Soviética, ele já era claramente reconhecível no final da década de 1980 (se é que se quisesse reconhecê-lo). Isso é apenas em resumo – não se trata realmente de grandes políticas neste momento.

De volta ao passado e ao meu tópico real: Durante a Segunda Guerra Mundial, meu avô foi chefe de um instituto científico e foi destacado para ir à Alemanha após a vitória soviética. Antes desta missão, ele provavelmente teve grandes preocupações, porque é claro, a propaganda alemã do “Super-Homem Ariano” na União Soviética era tão presente quanto a guerra alemã orientada para a destruição no leste. Ele assumiu que esse “carreira” não significaria nada em sua ilusão de um “sub-humano” e ele tinha que provar aos alemães como supervisor, a sua autoridade sobre a brutalidade, semelhante a como ele experimentou na própria guerra civil russa. Como sendo mais contemplativo e traumatizado pelas experiências de acordo com a escala atual, essa ideia era extremamente contrária a ele, mas à Alemanha, ele tinha que fazê-lo ou até mais, a instrução de cima foi clara. Todo o mais incrível, ele deveria estar pisando em Berlim no ano de 1945, conforme especializado por este “demais”, agora tentou lê-lo de seus lábios todos os desejos – sem qualquer indicação de declinar, discussão ou até mesmo sua própria opinião. Isso não tinha nada do “Super-Homem Ariano”. E embora o sequestro do meu avô tenha concebido naturalmente a sua existência na Alemanha muito mais agradável, os alemães como uma nação permaneciam um mistério. Por que ele nunca ouviu uma opinião diferente sobre os alemães, nunca uma proposta de contador? No final da guerra de destruição, o assassinato, a desumanidade, os acampamentos, a derrota total – tudo sem convicção real, mesmo porque exigia a autoridade e seguiu todos os compromissos maçantes? Mas por que apenas? Com medo e sozinho, essa obediência não foi explicada por ele. Este alinhamento conformista após a autoridade era estranho ao meu próprio avô no sistema stalinista. Um russo é muito mais provável que se possa levar uma superioridade assassina ou de outra forma uma ideia maluca de uma ilusão ideológica, pois elas são completamente raspadas ou suprimidas de sua existência humana e seu pensamento. De qualquer forma, meu avô teve um bom momento de forma inesperada na Alemanha pós-guerra, conquistou lá minha avó, que fora enviada como uma intérprete recém treinada diretamente de uma Universidade de Moscou para a Alemanha. Entre outras coisas, ela traduziu para a delegação soviética nos processos de Nuremberg. Assim, meu pai nasceu em Berlim antes da família resultante retornar à União Soviética. Minha avó era tão impulsionada por um forte anticomunismo (com patriotismo russo simultâneo a um respeito pela cultura alemã – era 1946!), É claro que a origem, também era uma reprise de sua família devido aos bolcheviques durante a guerra civil. Como uma tragédia familiar comum, esses tormentos estavam sempre presentes. Minha avó, com mais de 70 anos de idade no início do 2000 – ele, na verdade, mudou-se com ela agora moravam em Berlim, de volta para a cidade que havia destruído completamente depois da guerra. Eu sempre me perguntei quais sensações e pensamentos que minha avó tem, provavelmente quando ela experimenta Berlim agora, passear pelas ruas, mas a vida a ensinou a ficar muito fechada, então ela quase não fala sobre isso. De qualquer forma, observei que na Berlim de hoje, sua atitude com a Rússia mudou, ela não parecia tão amargurada com seu país, mas cada vez mais indulgente e compreensiva. E seu respeito, especialmente pelos alemães parecia de alguma forma. Ela morreu com quase 100 anos no ano passado em Berlim. Em geral, acho muito interessante no contexto, que povos aprendam com as suas fases catastróficas de sua história. A Rússia e a Alemanha tiveram tantas fases várias vezes ao longo do século passado. Só posso concordar com um artigo muito válido sobre a fracassada superação alemã do passado por Boris Reitschuster. Para este fim, lembrei-me espontaneamente de uma conversa com um colega que me assegurou emocionalmente há algumas semanas que ele seria o primeiro a se levantar quando os nazistas tomassem o poder novamente, embora eu não pudesse deixar de responder, que ele nem reconheceria esses nazistas se eles estivessem bem na frente dele – o que o ofendeu.

Há uma estranha evolução do alemão superando o passado, que em Merkel-Alemanha não (mais) persegue o objetivo de impedir uma renovada unilateralidade, uma renovada exclusão dos dissidentes, que não está mais preocupada em questionar a conformidade – o que não faz (por mais tempo) considerar essas questões para ser importante, mas, pelo contrário, quer produzir conformidade para a “coisa certa”. Para este fim, a experiência da Alemanha Oriental com um regime totalitário, infelizmente, não é considerado como um material de aprendizagem pelos alemães ocidentais, é para os Wessi, a história dos Outros, embora seja ainda mais instrutivo para a situação de hoje do que a era nazista. .

Em resumo, a lição dominante na Alemanha hoje é de seu próprio passado, a reparação ativa”, trabalhando coletivamente e uniformemente como possível para a causa humanista e anti-nacionalista, mudando assim o próprio passado de uma forma mais ou menos retroativamente positiva,” e forçando outros países a fazê-lo, a serem guiados pelos virtuosos modelos alemães. E, ao fazê-lo, a própria população é deliberadamente enganada ao acreditar que este tipo de superação alemã do passado seria muito boa na sua própria sociedade e noutros países europeus. Trata-se de uma abordagem completamente diferente da dos anos 90, que, infelizmente, tem muito mais a ver com a natureza alemã do mundo! “como um exame crítico do próprio passado, um retorno ao passado em vez de lidar com ele.

O gerenciamento anterior da Rússia inclui outros aspectos. Por um lado, há uma ampla realização social que todo sistema é melhor que o caos. Isso diz respeito à de amplo seções como catastróficas e impulsionadas nos anos 90, e também afeta as memórias do tempo depois de 1917 em muitas famílias. “Nunca mais revolucionária / cobrança / cupom” é um credo deste aspecto da gestão russa – No Kremlin há bastante liderança mas tão pequena, estável como um santuário de ação do Estado. Por outro lado, muito pouco considerado no exterior, há um credo não menos importante na Rússia como resultado dos dramas russos do século XX: “nunca mais totalitarismo”. Embora a Rússia seja obviamente autoritária, não é totalitário em contraste com a União Soviética com a mesma intenção política. A autoridade do estado deliberadamente não tende mais todos os aspectos da vida de seus cidadãos, mas apenas os considerados necessários para a estabilidade do Estado. (Claro, pode ser disputado se o estado não ocorre para paranoia – ver credo n º 1 “nunca mais novamente uma revolução / uma derrubada / ou golpe) O estado russo mal se mistura em áreas pessoais da vida das pessoas, lhes dá a vida cotidiana vivida, um grau de liberdade, que fez muitos do oeste já com ciúmes diante da Coroa, se pudessem experimentar isso (e principalmente ficaram completamente surpresos com as liberdades, porque esperavam um estado policial após o relato da mídia sobre a Rússia) .

É também uma questão de mentalidade. O princípio geral da liberdade pessoal na Alemanha termina onde a liberdade do outro começa, seria considerado pelos russos de hoje como uma folha de figueira para limitar a liberdade. Um estado “carinhoso” que libera gelo ou gelo. com helicópteros a afastar as pessoas do gelo, que dissolve as festas de aniversário das crianças da polícia, criminaliza as famílias de trenó, presume controlar o tipo e o número de contactos privados e força as pessoas a usarem sem compromissos máscaras, é totalitário. Avança em áreas de direitos humanos fundamentais em que a regulamentação estatal não perdeu nada – qualquer motivo alegado para isso é inadmissível. A liberdade para um russo, é também como uma lição da história, é fazer e dizer o que se quer fazer, arriscar e responsabilizar se por si mesmo, independentemente de todas as outras pessoas, e desprezar com todo o coração os covardes inadaptados. Pode-se realmente chegar à ideia de que esta lição de história também se aplica à Alemanha..

Mas eu não poderia imaginar o que se tornou “normal” na Alemanha de hoje e provavelmente permanecerá assim por um tempo imprevisível. É um “estado totalitário puro”, não importa qual seja a sua intenção. Na Rússia, essas restrições seriam simplesmente impensáveis como uma lição da era totalitária soviética.

Que paradoxo – democracias totalitárias e autocracias liberais! Mas somos os bons, confiam em nós!”

Original: https://reitschuster.de/post/deutschland-und-russland-totalitaere-demokratie-und-freiheitliche-autokratie/

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