A César o que é de César…

Para os esquerdistas apenas o desprezo.

Aquilo que não nos mata, nos fortalece, bem que Nietzsche não conheceu o comunismo em sua forma prática ou lhes teria desprezado, pois sua visão não paiaria sobre essas águas calmas e gentis de onde se ocultam a maior ordem de arbitrariedades e sentimentos torpes que possam fazer parte de algo que alguma véz se chamou de humano.

Seria pueril senão complacente ouvir e ver o que propaga essa hedionda ideologia e não lhes dar uma resposta a altura: na internet, nas tvs, nos jornais, nas empresas e onde mais puder estar presente algum “idiota útil”, lá estará o discurso do ódio, a ignorância e a mediocridade que cantam como se o ruído virasse música.

Não lhes deem a chance de começar, pois bem sabemos onde terminam. Quando falam de perseguição, são eles que perseguem, pedem tolerância mas nada toleram, querem justiça mas apenas para aqueles que infrigem a lei. Se são enganados, nós não o seremos.

“Não temos bandido de estimação…” dizem. Pois bem possuem um zoológico, pois se calam a cada bandido solto pelo STF como se fosse a coisa mais natural do mundo. Porém descem a clava sobre quem se manifesta a favor de quem é legítimo: o nosso Presidente.

Nunca esteve tão escancarado, prendem militantes pró-democracia e soltam quem pede a saída daquele que elegemos. Caçam pela internet quem se posiciona contra os crimes do judiciário mas os verdadeiros criminosos vão livres.

E o pior, que nessa quarentena decretada por déspotas travestidos de governadores e prefeitos (sim, pois mostraram terem sidos eleitos apenas para interesses particulares) se provou a frase abaixo:

Apesar da OMS ter provado sua iniquidade e não ter firmeza alguma naquilo que declarava, ainda acreditam nas medidas por eles sugeridas apenas para não “darem o braço a torcer” e admitirem que o nosso Presidente estava certo.

A nota inicialmente promulgada por sua Exelência dizia, apenas aqueles doentes, com sintomas e potencialmente infectados ou que tivessem contatos com pessoas infectadas teriam de ficar completamente isolados. A medida arbitrária e inconstitucional do STF facilitou medidas mais autoritárias ainda por parte de governadores e prefeitos.

Da mesma forma, a indicação de se utilizar um medicamento mais barato e acessivel à população que ele repetira de uma das maiores autoridades mundiais foi motivo de perseguição política. Hoje, o medicamento já foi provado cientificamente e ainda assim tem gente que prefere propagar o medo.

A propagação do medo pela grande mídia, correndo contra tudo o que é são e honesto. Se existe um bom motivo para não se dar mais notícias de suicídios, eles o estão mostrando. A população presa e acuada, tendo de assistir a esse show de horrores da grande mídia que celebra cada morte como uma vitória. Preferindo ignorar o número de pessoas já realibilitadas e aqueles que foram curados.

O painel da morte que começa com a palavra “suspeitos” não tem a menor razão de existir, apenas para incutir medo as pessoas. Pois se não pode fazer autópsias(apenas em casos especiais pode ser realizada a menos envasiva possível) como ter certeza dos números divulgados ou jogaram o rigor científico pelo ralo.

Os motivos para quererem a destruição do nosso país pode ser explicado em uma imagem, nas próximas eleições acham que poderão estufar o peito e falarem que a direita não sabe governar, mas já não podem mais enganar e manipular como antigamente e nós sabemos que, se o país ainda está de pé foi devido as medidas austeras de um governo competente que permitiram termos fôlego para aguentar.

Alguma dúvida sobre as medidas para desestabilizar o governo: se liberta presos para evitar contaminação e prende quem não usar a máscara. Evitem algomerações, mas se for contra o Presidente, podem. Nada foi em vão, não existem coincidências.

Se fecham Escolas e Igrejas, os centros de construção moral da sociedade porém se fecham os olhos a cracolândia e bailes funks, centros de degradação.

Por essas e outras que devemos tratar aqueles que nos destratam da mesma forma e na mesma medida. Diga não a censura, não a medidas inconstituicionais, não ao aborto, não ao ateísmo e não ao ensino de gênero.

Racionalismo e Sentimentalismo

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Definir é sempre limitar.” Réné Guénon

O pensamento ocidental está desde a muito tempo acometido desses dois erros, que se parecem antagônicos, porém se completam. O racionalismo exarcebado e pueríl que não faz mais que riscar a tinta que cobre os fatos e o sentimentalismo, que nada mais é que uma justificativa para as respostas que fogem da lógica e não possuem embasamento empírico para o seu pensador.

O filófoso e antropólogo francês, Réné Guénon já alertava sobre sobre esses vícios mentais que fogem da intelectualidade, pois abrem as portas para ferramentas de pessoas preguiçosas como os “sofismas” ou um $$$$ “reductio ad absurdum”.

As apresentações desses pensamentos aparentam ser corretas, seguem uma evolução lógica e possuem fatos em que se basear, mas onde está o erro?

O erro está na definição, que como fala o autor acima que é feita dentro de um limite que possibilita a manipulação tanto do que se quer expor como também do pensamento do receptor dessa mensagem manipulada. O melhor exemplo disto é a “propaganda de guerra” criada pelos comunistas e imitada por Hitler e seus seguidores.

Um exemplo clássico para isso, no filme “Matrix”, o personagem Morpheus explica para Neo o que seria Matrix como tudo que se vê, toca, cheira, ouve ou experimenta (paladar) é o mundo real e que tudo seria impulsos elétricos, portanto, manipuláveis por uma máquina.

O que falta nesse exemplo, o que ele nos induz a pensar? Que tudo que não vemos, não escutamos, não tocamos ou nem sentimentos, não existe! Ora, e o esoterismo e portanto, onde está Deus nisso tudo?

Devo lembrar que Morpheus era o Senhor do Sonho e portanto, a realidade não lhe pertence e que a espiritualidade foi reconhecida pelos filófosos antigos, mesmo por aqueles que eram “atéus”.  A intelectualidade humana vai além dos cinco sentidos e abrange a realidade em todos os seus níveis.

O sentimentalismo é outra armadilha, pois o ser humano costuma dividir o universo em coisas que gosta e aqueles que ele não gosta. Tive um professor de matemática que dizia, “os matemáticos passam a vida inteira dividindo os números segundo o gênero ou classe para depois aparecer um aluno e dizer: eu gosto desse número e não gosto daquele.”

Fica fácil manipular as pessoas assim, basta ver quantos posts temos em redes sociaís que são mera manipulação onde uma mulher idosa é morta a pauladas e não gera tanta comoção como um cachorro que é morto por um segurança.

Como fugir dessas armadilhas? Basta recorrermos aos que antes de nós já estiveram na mesma situação. Aristóletes procurava o maior número de pontos de vistas diferentes sobre o mesmo problema, porém ele mesmo dizia que deviamos ter como base, aqueles que fossem os mais capacitados a falar sobre o assunto. E isso começa a funcionar como um filtro e nunca podemos esquece dos nossos princípios e de nossa moral, para que possamos no final, em caso de dúvida, fazer a prova tripla de Sócrates, a chamada “Três peneiras de Sócrates” (verdade, bondade e utilidade).

Se utilizardes disso, não terás riscos de manter idéias ruins ou de repassá-las aos outros apenas para criar o mal. O seu esforço será melhor canalizado e seu talento muito mais útil à humanidade.

“… Cada um de nós é como um homem que
vê as coisas em um sonho e acredita
conhecê-las perfeitamente, e então desperta
para descobrir que não sabe nada…!”. Platão

Dai a César o que é de César

Como as falácias substituíram as definições corretas, como quem estuda Deus, estuda teologia.

O culto da imagem, cada vez mais as pessoas se entregam ao culto da imagem e para entendermos isso, basta lembrar de uma velha definição sobre pornografia: “ver com os olhos e lamber com a testa…” o que demonstra o quanto o êxtase mental substituiu os relacionamento humanos e como cada fase desse reset está auxiliando nisso!

As velhas frases de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944) foram esquecidas e aonde estão os ensinamentos da raposa: A raposa se recusa a brincar com o pequeno príncipe assim que o conhece argumentando que ainda não foi cativada. O menino, no entanto, não entende o que cativar significa e logo pergunta “Que quer dizer ‘cativar’?”.

Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo… “

Essa definição é diametralmente contrária ao que ocorre hoje em dia, as pessoas curtem fotos e frases de pessoas que jamais conhecerão e acompanham o que publica pessoas que nunca farão parte de sua vida, assim como campanhas e personagens que residem apenas em seus sonhos, rechaçam de forma arbitrária e cruel quem os contraria.

Desse cenário, retiramos toda uma sorte de argumentações fatídicas e mal intencionadas. Quem cuida da saúde agora é jornalista e não médico que se baseia em achismos que denomina como “ciência”. Aqueles ditos estudos que condenam o Tratamento Precoce da gripe chinesa estão invalidados devido ao ativismo político de alguns técnicos e os subornos repartidos entre outros, sejam técnicos ou médicos. Alguns exemplos, na França, os 21 médicos que discordaram das experiências do Dr. Didier Rauolt (um dos maiores virologistas do mundo) estão na folha de pagamentos da indústria farmacêutica, na Alemanha, os e-mails entre o Ministro do Interior e técnicos do Instituto Robert Koch que provam que ele encomendava estudos que aprovassem as medidas mais restritivas da Chanceler alemã. A Chanceler Merkel teve de se desculpar pela medidas mais duras que decretara para a Páscoa e que não poderiam ter o aval do instituto.

Da mesma forma assistimos uma crescente de “discussões” que mais se parecem com as “falas” de uma peça de teatro, cada qual bem decorada e representada em seu lado, não se faz uma analise holística do assunto, você se põe como sendo de direita mas acompanha a “música” e dança como se fosse de esquerda. Não confunda “cu com bunda” (isso é para chocar mesmo) quem defende valores de direita irá defender como parte desses valores a figura do Presidente da República e não a pessoa do Presidente, o que são coisas distintas.

A esquerda perdeu qualquer moral em acusar alguém de alguma coisa, cada crime que aponta são pelo menos 10 que ele esconde, não podem cair nessas “narrativas” comunistas. Tem pessoas postando vídeos sobre vacinados que estão criando poderes magnéticos, acredito que haja até exagero, porém a resposta da OMS é ridícula, ninguém falou sobre metais pesados nas vacinas.

Outra incrível foi sobre a foto no Instituto de Pesquisas de Wuhan em que parecem, o ex-presidente americano Barack Obama, Melinda Gates (esposa de Bill Gates) e o Dr. Anthony Fauci. A legitimidade da foto publicada pelo advogado de Donald Trump e ex-prefeito da cidade de Nova York, Rudolph Giuliani, não foi contestada, apenas disseram que Fauci não criou o vírus. Mas espera aí, ninguém havia acusado Fauci de criar nada, apenas questionavam sobre o motivo dos milhões enviados pelo governo americano, através da comissão chefiada por Fauci ao laboratório de pesquisa.

Com a divulgação dos e-mails entre Fauci e os técnicos do Laborátorio de Wuhan, mostram que além do papel de financiador, ele também auxiliou em criar uma falsa propaganda sobre a origem “natural” do vírus ou seja, ele é cumplice nessa tragédia criada como “arma biológica”.

Estou cansando de ver a narrativa esquerdista ter sucesso entre aqueles que tem “dedo nervoso no mouse”, nem tudo precisa de resposta e nem sempre precisa ser rápida. Notícias sobre pessoas furam fila da vacina, só precisam ser respondidas com um “vai com Deus e boa sorte”. Se seu ego foi ferido porquê alguém passou a sua frente, manda seu ego ser vacinado. Eu cedo a minha vaga com prazer. Da mesma forma, ficar criando motivos para escolher entre uma vacina ou outra dá na mesma, em 6 delas quem ganha é Bill Gates.

Se duvida, pesquise pelos escândalos por trás da instituição chamada Bill & Melinda Gates e seus projetos de vacinação na África e na Índia e os resultados desastrosos. A antológica entrevista com Bill Gates sobre as vacina que no final ele diz que é “para controle populacional.” Você só controla uma população de duas formas, matando ou esterilizando o povo. Se foram apenas erros, lembre-se dos últimos projetos para o Windows defendidos por Gates para lhe dar maior controle sobre os usuários e derrubar o nosso direito de privacidade que foram bloqueados pelo governo americano.

Minha intenção é usar o caso do covid como exemplo, cresce narrativas em diversos campos que mais parecem “caça as bruxa” sem o menor sentido. Basta seguir alguns princípios básicos, quem quer dominar o mundo não irá “terceirizar” a tarefa com pessoas em que não possa confiar. Por isso, os CEO das grandes farmacêuticas serem apenas judeus, assim como as Big Tech. Não tem sentido a não existência de religiões, o homem precisa delas, “assim como quando o homem inventou o automóvel, se necessitou de garagens, quando o homem teve consciência de Deus, se precisou das religiões” muitos falam que o período iluminista tirou o centro do Universo de Deus e passou ao homem, mas não fala que nesse período se cresceu as ciências ocultas, a magia, a astrologia e as antigas religiões foram resgatadas como forma de substituir a falta da Cristandade. O homem é um ser espiritual que tem necessidade disso e vai procurar de uma forma ou de outra.

No dia do Juízo Final, os médicos terão de responder por mais vidas do que os generais.Napoleão Bonaparte

A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.Napoleão Bonaparte

Falácias do pensamento moderno

O despertar é algo dolorido e solitário, mas a clareza com que o véu das falsidades cai perante o conhecimento e a verdade são inigualáveis. Nenhuma experiência se iguala! Ao perceber que as opiniões que prevalecem na mídia não possuem bases factuais e são criadas por um sistema de lógica “mecânica” destituído de qualquer relação com a realidade.

As nossas reações seguem os nossos “treinamentos”, situações novas trazem respostas quase mecânicas como eu não fui educado assim ou isso não é o meu costume e causam respostas como isso é antigo, ainda pensa assim em pleno século XXI pelos adeptos da esquerda que seguem a cartilha da crítica revolucionaria e do politicamente correto.

Como mudar essa situação, como alterar a nossa programação?

Ao percebermos que a maioria das pessoas não entende o que está acontecendo e dão como explicação qualquer conceito que tenham aprendido seja no tempo de escola, seja em pesquisas posteriores, isso não é suficiente, algo escapa a sua compreensão. O que ocorre no mundo real?

A frase de Nikita Khrushchev, antigo dirigente soviético se tornou realidade, “Vocês americanos são tão crédulos. Não, vocês não vão aceitar o comunismo, mas vamos continuar a alimentá-los com pequenas doses de socialismo até que vocês finalmente acordem e descubram que vocês já tem o comunismo. Nós não vamos ter que lutar contra vocês. Vamos enfraquecer a sua economia até que vocês caiam como frutas maduras em nossas mãos.

Finalmente acordamos e o mundo mudou, não importa mais o tamanho da máquina administrativa do governo ou a sua forma, seja presidencialismo, parlamentarismo ou monarquia, para todos os lados que olhamos, existe uma mesma intimidação, a mesma chantagem, somos vítimas de nossa própria tolerância, os “bolscheviques” invadiram nossas pátrias e tornaram tudo uma “ditadura sanitária” seja onde for.

Não lembram de Aldo Huxley e de sua previsão mais sinistra feita em 1931: “A ditadura perfeita terá a aparência da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão.”

Por que não ouso descrever o que vejo? Porque me é impossível colocar em palavras tão horrível cenário, quase inefável essa amarga situação e por outros até abraçada, uma falsa sensação de segurança paga com a própria liberdade, não sei se por ingenuidade, ignorância ou iniquidade.

Os alemães dizem que não somos responsáveis pela programação que recebemos na infância, porém somos responsáveis em tentar mudar quando adultos, quando alguém lhe apresenta uma “narrativa” mude o seu rumo, apresenta-lhe um novo cenário, mude a perspectiva, mude o foco, mude tudo! sempre pergunte – e o que mais?

Da mesma forma que a narrativa comunista não pode ser enxuta para ser ensinada as crianças, ela também não pode mudar de cenário, pois não possui bases sólidas, ou princípios ou alguma moral que embase qualquer uma de suas teses. A ideologia marxista não passa de um castelo de cartas, alto e esplendoroso e ao mesmo tempo frágil e volátil.

Se não acredita, ponha em prova, os principais movimentos de esquerda, seja os ambientalistas que defendem um carro elétrico, cuja bateria para ser fabricada expele mais gás carbônico que anos de uso de um automóvel de combustão interna, ou a ideologia de gênero que promove a pedofilia, movimentos que pedem tolerância para depois censurar quem não pensa como eles. Pessoas que confundem a ação de homens falíveis com instituições sólidas como a igreja, aqueles que invertem as posições entre exceções e regras, a falta de um policial mancha a reputação de toda a Companhia, porém os escândalos dos médicos que recebem propinas das indústrias farmacêuticas passam em branco.

A frase abaixo do criador dessa ideologia genocida demonstra claramente a finalidade de seu intento e para onde ele condenou a humanidade e para onde muitos caminham sem pestanejar:

O caminho do inferno está pavimentado de boas intenções.Karl Marx

O mal é a força que acredita que seu conhecimento é total.” Jordan Peterson

O transporte na contra mão da evolução

Legislação de Trânsito - Simulado por Matéria - 02

A falta de diálogo entre as partes

O que vemos na imprensa são problemas pontuais e as soluções apresentadas, na maioria, unilaterais e feitas pelo governo que não atendem as necessidades da população e das empresas envolvidas. Portanto, hoje, temos três partes distintas nessa história: o governo, as empresas de transporte e a população. Entendendo que nesse último existem duas partes interessadas, as empresas e os trabalhadores das mesmas.

Enquanto o governo fala em sanções para tentar regrar o sistema, existem os interesses de cada uma das partes em jogo e não existe conversações entre elas que busquem medidas coerentes com as necessidades gerais. A entrega de bens dentro dos grandes centros urbanos e o transporte das pessoas costuma ser um caos. Os chamados horários de pico são uma grande dor de cabeça para a engenharia de tráfego.

Começa nesse ponto os problemas, os engenheiros de tráfego são sobretudo “engenheiros” e analisam, planejam e organizam o transporte como se estivessem em uma linha de montagem, formados e doutrinados em faculdades que se omitem em questões como “drogas nas universidades” mas se ofendem em serem denunciados. Fazem um interessante trabalho em ocultar dados quando o cenário de acidentes de trânsito melhora para apenas divulgar aqueles períodos de maior incidência, apenas para validar o discurso de “a ONU solicita”. 

Somos uma nação independente e soberana, não precisamos do aval da ONU ou de qualquer órgão internacional para gerirmos o nosso trânsito, tal narrativa é lesa pátria e deveria ser considerada um crime!

O intuito afoito de tudo governar desses experts em trânsito criam as leis absurdas que nos deparamos diariamente e que não são devidamente comprovadas, como o cinto de segurança. Sou obrigado a usar no meu carro, porém como uso transporte público e passo até 04 horas diárias em trânsito, não uso. Essa lei vale se você estiver em até 05 pessoas, acima disso, não precisa. Ou vocês não perceberam que isso faz parte da indústria da multa e o intuito é arrecadar dinheiro dos contribuintes donos de veículos automotor. Ou ninguém nunca leu os estudos sobre cintos de segurança, que possui uma eficácia de 50% nos casos de colisões frontais com até 50km/hora, ou seja, nem todos os casos são passiveis de alguma proteção e não vale para outros tipos de acidente, como cair em um lago ou rio, no qual, o uso do cinto aumenta demasiadamente as chances de morte.

Para ilustrar, um caso ocorrido aqui em São Paulo, um veículo com duas passageiras, sendo uma instrutora e sua aluna, caíram no córrego que fica na parte central da Av. Aricanduva e foi num horário de grande trânsito. Um bombeiro que estava de folga e assistiu o acidente, correu e pulou na água para tentar retirá-las do veículo que estava de ponta cabeça na água, devido as duas estarem com o cinto, o resgaste levou uns 10 minutos e com isso, ambas foram a óbito.

Quando você realiza o curso de reciclagem do DETRAN, se depara com a parte que diz que as leis de trânsito são dinâmicas e que precisam do apoio da sociedade em fornecer idéias e sugestões, mas isso não é o que parece ocorrer na maioria dos casos.

Lição da Alemanha: nesse inverno, a antiga potência europeia nos mostrou que ambientalismo nada tem a ver com planejamento, ao diminuírem o uso de energia nuclear e passarem para energia eólica, se esqueceram do rigoroso frio que acabou congelando as pás dos grandes moinhos e que usaram grandes quantidades de gasolina para queimar e descongelar, indo na contra mão do intuito deles e o impacto no trânsito foi de que a crescente frota de carros elétricos estimulado pelo governo Merkel foi discretamente solicitado ficar em casa devido a possível falta de energia elétrica.

E não seja como o Pateta no trânsito, em seu desenho de 1950, ele mostra um transeunte que se parece mais com o antigo personagem Dr. Jekill e Mister Hyde (o médico e o mostro) que caminhando pelas ruas ruas é pacato, ordeiro e gentil e até mesmo um pouco inocente, sendo uma vítima passiva dos maus condutores. Porém ele muda ao entrar em seu veículo e se torna egoísta, imprudente e perigoso. Algo bastante coerente ao pensamento de Abraham Lincoln, “para conhecer o verdadeiro caráter de um homem, dê-lhe poder”.

Napoleão e a Nova Ordem!

“Jamais interrompa seu inimigo quando esse estiver a cometer um erro!”

Um homem admirado pelos próprios inimigos, chamado de “o maior sopro de vida que jamais existiu” ou quando comparado as tropas estrangeiras, diziam que “um Napoleão valia mais que 50 bons soldados ingleses“. No dia 05 de maio se registrou a passagem de duzentos anos da sua morte, como no epitáfio de Nicolau Maquiavel que dizia “tanto nomini, nullun par elogium“, um nome tão grande, nenhum elogio alcança.

Hoje, não ensinam mais sobre Napoleão como antigamente, suas façanhas e seu legado estão cobertos pelo pó da história, como a criação do Liceu de Artes de Paris ou a padronização das medidas por toda a Europa conquistada, tirando de vez o último resquício da Idade Média e trazendo uma modernidade que foi apenas sonhada na Revolução Francesa. Suas campanhas, as guerras exaustivamente estudadas nas escolas militares ou a incrível Campanha no Egito que trouxe a tona a pedra de Roseta que permitiu ao arqueólogo Jean-François Champollion decifrar os hieróglifos do antigo Egito.

Foram mais de 60 batalhas, ganhando a maioria, perdeu em 1812 na fracassada Campanha da Rússia e depois em 1814 quando foi exilado na ilha de Elba, interessante analisar que foram 2 anos de intervalo, ou seja, não foi exatamente a sua queda para o rigoroso inverno russo que o desmoralizou, mas a intervenção de Nathan Mayer Rothschild, filho de Mayer Amschel Rothschild, (fundador do clã) que o destruiu, financiando seus inimigos, como o exército inglês e o império austríaco.

Isso ficou mais claro quando Napoleão ao fugir de Elba e é finalmente derrotado em Waterloo em 1815, batalha essa que ainda é revivida por soldados de diversos países e cujos relatos indicam não ter sido realmente ocorrida nesse lugar, pois segundo as anotações do comandante inglês, esse teria sido o pouso que os soldados ingleses teriam feito na madrugada anterior e que o conflito teria se dado alguns quilômetros ao longe do que ficou registrado na história.

Nathan era o chefe do escritório inglês da família Rothschild, terceiro filho do fundador que na morte, dividiu a Europa dando cada região a um filho seu. As coligações da família eram tão bem feitas que os mensageiros colocados nas fileiras inglesas vieram informar Nathan antes mesmo que qualquer um soubesse da derrota de Napoleão. Conclusão, Nathan entra cabisbaixo na bolsa de valores de Londres, fazendo crer os outros investidores que a Inglaterra houvesse perdido a batalha e começaram a vender desesperadamente. Nathan aguarda e começa a comprar as ações em baixa e no final desse dia é o acionista majoritário do banco da Inglaterra.

Napoleão é exilado na distante ilha de Santa Helena, aonde falece em 05 de maio de 1821 e suas últimas palavras são, “Minha morte é prematura. Fui assassinado pelo oligopólio inglês e pelo seu assassino contratado.” Uma morte cercada de mistério, apesar de ter sido tão bem testemunhada por 29 personagens sendo que 17 estavam presentes em seu quarto, o médico italiano que o acompanhava, sete médicos ingleses, duas criadas de Napoleão, um padre e um servo árabe, durante meses, ele sofreu de dores abdominais, náuseas, suores noturnos e febre. Quando não estava constipado, tinha diarreia. Perdeu muito peso. Ele reclamava de dores de cabeça, pernas fracas e desconforto sob luz forte. Sua fala ficou confusa. Os suores noturnos o deixavam encharcado. Suas gengivas, lábios e unhas eram incolores. Estudos posteriores sobre indícios de envenenamento por arsênico apontam para 31 possíveis sintomas, Napoleão apresentara 28 deles, assim como testes em fios de cabelo do Imperador, mostraram altos índices desse veneno.

O primeiro laudo apontara morte por câncer no estomago que fora rejeitado pelo médico italiano Dr. Francesco Antommarchi, um dos suspeitos de mais um dos mistérios sobre o destino de Napoleão, o sumiço do “pênis” do Imperador que presumidamente reapareceu 170 anos mais tarde nos EUA, guardada por John Lattimer, professor de  Urologia  da Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.

Mistério que só aumenta, o suposto sumiço do corpo que ao ser solicitado para o translado para França por autoridades francesas, os britânicos teriam colocado no caixão do Imperador, um mordomo da propriedade Longwood House, aonde Napoleão e sua família haviam morado em Sta. Helena, pois os britânicos só permitiram um vislumbre no caixão aberto a meia-noite com luzes de tochas e pelo tempo máximo de três minutos.

Quando do bicentenário de seu nascimento em 15 de agosto de 1969, um jornalista francês faz um apelo as autoridades britânicas, “nos devolvam Napoleão”, pois se supõe que o corpo estaria enterrado na Abadia de Westminster, porém outros indícios indicam que esteja em cúpula de Les Invalides em Paris.

Outro mistério é sobre a sua altura, quando morreu, o relatório do médico informava que seu corpo media “cinco pés, duas polegadas e quatro linhas, do topo da cabeça aos calcanhares”. Isso equivaleria a 1,57 metros. Mas… essa medição foi feita no “pied métrique”, um sistema métrico estabelecido pelo próprio Bonaparte em 1812 que equivalia a um terço do metro. Ou seja, ajustando essa medida ao sistema métrico que usamos hoje em dia, ele tinha 1,68 metros, altura um pouco mais alta do que a média da época.

Quando da invasão alemã na França, o Führer Adolf Hitler fez uma visita secreta de duas horas a cidade de Paris, e desse tempo, ele ficou meia hora apenas a contemplar o tumulo de Napoleão, o que esses dois homens tinham em comum, além da malograda campanha devido a uma força da natureza, o inverno russo. O grande inimigo de ambos foi o sionismo, fundado pela mesma família Rothschild que derrotou Napoleão e com seus laços com o Império Britânico, basta lembrar da Declaração Balfour de 1925 e do pouco caso feito pelo governo de sua majestade ao seu enviado especial junto aos árabes, o Major T.E. Lawrence, que trabalhou incansavelmente para trazer a paz para as regiões do Oriente próximo.

Quando da vitória do NSDAP e da nomeação de Hitler para Chanceler da Alemanha, os sionistas não se opuseram de forma tácita, pois a intenção era aumentar as fileiras de judeus na ocupação do território Palestino e com a vitória de um partido que ameaçava expulsar os judeus, parecia que eles naturalmente seguiriam o caminho da Palestina, o que não ocorreu com a intensidade prevista e eles se dispersaram mais ainda.

Hoje, os antigos movimentos se consolidaram e podem ser percebidos na mídia, nas grandes indústrias, nas grandes empresas de tecnologia (BigTechs), nas redes sociais, dentro dos governos e instituições agregadas, assim como no judiciário, funcionando de tal forma que, as oposições aos seus objetivos sejam censurados, caçados e cancelados. E claro, no ambiente que eles melhor dominam, o mercado financeiro.

A maior marca dessas pessoas são os escândalos, as ligações com o crime e as atividades ilícitas, como o tráfico sexual de crianças, tráficos de órgãos, drogas e assassinatos. Basta ligar os pontos, o maior benfeitor das vacinas contra a gripe chinesa, Bill Gates e suas ligações com o maior traficante sexual, Jeffrey Epstein, coincidentemente morre quando estava revelando suas ligações com a família imperial britânica. Ou os escândalos de Hollywood informados por Mel Gibson e outros artistas. Na política, com o casal Obama e a família Clinton, escândalos esses que terminam as investigações de forma tão abrupta como se nunca tivessem acontecido.

A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.Napoleão Bonaparte

Alemanha e Rússia – democracia totalitária e autocracia livre!

Os alemães e os russos podem aprender com sua história ou mesmo uns com os outros?

“Eu não conseguia imaginar o que se tornou ‘normal’ na Alemanha de hoje. São medidas de um estado totalitário sem brechas, quaisquer que sejam as ‘boas’ intenções que elas possam seguir. Na Rússia, essas restrições seriam simplesmente uma lição impensável da era soviética totalitária.

Como sempre, um testemunho de dentro do sistema comunista, prova o quanto eles não querem, o que muitos, aqui fora almejam sem conhecer, o comunismo.

Uma psicóloga de ascendência russa está avaliando a queda da Alemanha ao totalitarismo – um texto que me tocou profundamente e que recomendo vivamente!

Uma contribuição de Vera Sandström *

“Em tempos de crise social, olhar para o passado pode ajudar a ampliar suas perspectivas e ver as coisas com mais clareza. Especialmente em um passado pessoal. Talvez essa postagem convidada seja interessante para um ou outro leitor, especialmente em uma plataforma que se caracteriza por um interesse especial no tópico alemão-russo.

Meu avô russo por parte de pai morreu na juventude de meu pai, então nunca o conheci pessoalmente.

Em nossa família, diz-se dele que, quando jovem na guerra civil russa (1917-22) em Kazan, foi escolhido pelos bolcheviques e deportado porque sabia ler e escrever. Portanto, ele também foi um escriba do comandante-em-chefe do Exército Vermelho Trotsky (Trotsky era um pseudônimo, seu nome verdadeiro era Lev Bronstein) e experimentou a crueldade e a brutalidade calculada da guerra civil com seus próprios olhos, e foi confrontado várias vezes com seu próprio tiro para o nada.

Durante a luta pelo poder na Rússia, Trotsky dirigiu pelo país com uma comitiva, incluindo meu avô sequestrado, em um vagão de trem. Em cada estação em um local recém-ocupado pelos vermelhos, o chefe da estação era baleado primeiro, se fosse obviamente russo (descoberto pelo nome) e substituído por um bolchevique não russo e leal (escolhido pelo nome) de suas próprias fileiras. Nos cálculos de Trotsky, esse terror pretendia ter um efeito dissuasor tanto interno quanto externamente. Os bolcheviques desconfiavam especialmente dos russos étnicos. Trotsky (e da mesma forma Lenin) os via como apoiadores naturais dos brancos burgueses-czaristas e oponentes da Internacional Comunista, que só podiam ser forçados a lealdade aos bolcheviques com extrema brutalidade e ou parentesco. No decorrer da “jornada”, meu avô adoeceu com tifo e foi atirado para fora do vagão em algum lugar na vasta extensão da Rússia. Ele sobreviveu porque uma família de agricultores o encontrou e cuidou dele.

Desde então, meu avô tem odiado intimamente os bolcheviques por suas ações, embora tenha mantido seu ódio e suas experiências na guerra civil somente para sua família e para sua própria segurança. Qualquer pessoa que se perguntava em 1991 em como a aparentemente estável União Soviética poderia implodir em um período tão curto como resultado de acontecimentos “corrosivos”, especialmente dentro da Federação Russa, deveria levar em conta que esse ódio aos bolcheviques, especialmente dentro de muitos meios, como as educadas famílias de classe em Leningrado e Moscou que foram transmitidos de geração em geração, mesmo que pouco ou nada disso fosse visível na superfície. Mesmo décadas depois, os óbvios sucessos soviéticos na Grande Guerra, na ciência e na educação da população e no padrão geral de vida pouco mudaram. E assim, após o colapso da União Soviética, as elites da nova Rússia pós-soviética só compreenderam com certa demora que haviam jogado fora o bebê com a água do banho quando a União Soviética se desintegrou como nação nacional e emancipatória. Os odiados comunistas bolcheviques (em sua variante “mutante”, que se tornou amplamente inofensiva e sem imaginação ao longo dos anos) se foram, mas também havia muitos que anteriormente – antes da divisão bolchevique em repúblicas soviéticas em “falsas independentes” – áreas russas que incluíam a população russa estavam agora no exterior.

E aos olhos do concorrente do sistema EUA, “os russos” perderam a Guerra Fria, enquanto do ponto de vista da nova Rússia “os soviéticos / bolcheviques / comunistas” perderam e os russos burgueses-conservadores – também fortemente inspirados pelo modo de vida que era anunciado e considerado livre para os americanos – havia finalmente vencido a ainda latente guerra civil. Este ponto de vista diferente é a razão da maioria dos problemas de hoje entre a Rússia e “o Ocidente”, porque de uma vitória conquistada em conjunto, ambos os lados têm expectativas diferentes, um relacionamento mútuo mais do que de uma relação de vencedor para vencido. Além do componente liberal e nacionalista do “grande russo” da luta pela independência da União Soviética, ele já era claramente reconhecível no final da década de 1980 (se é que se quisesse reconhecê-lo). Isso é apenas em resumo – não se trata realmente de grandes políticas neste momento.

De volta ao passado e ao meu tópico real: Durante a Segunda Guerra Mundial, meu avô foi chefe de um instituto científico e foi destacado para ir à Alemanha após a vitória soviética. Antes desta missão, ele provavelmente teve grandes preocupações, porque é claro, a propaganda alemã do “Super-Homem Ariano” na União Soviética era tão presente quanto a guerra alemã orientada para a destruição no leste. Ele assumiu que esse “carreira” não significaria nada em sua ilusão de um “sub-humano” e ele tinha que provar aos alemães como supervisor, a sua autoridade sobre a brutalidade, semelhante a como ele experimentou na própria guerra civil russa. Como sendo mais contemplativo e traumatizado pelas experiências de acordo com a escala atual, essa ideia era extremamente contrária a ele, mas à Alemanha, ele tinha que fazê-lo ou até mais, a instrução de cima foi clara. Todo o mais incrível, ele deveria estar pisando em Berlim no ano de 1945, conforme especializado por este “demais”, agora tentou lê-lo de seus lábios todos os desejos – sem qualquer indicação de declinar, discussão ou até mesmo sua própria opinião. Isso não tinha nada do “Super-Homem Ariano”. E embora o sequestro do meu avô tenha concebido naturalmente a sua existência na Alemanha muito mais agradável, os alemães como uma nação permaneciam um mistério. Por que ele nunca ouviu uma opinião diferente sobre os alemães, nunca uma proposta de contador? No final da guerra de destruição, o assassinato, a desumanidade, os acampamentos, a derrota total – tudo sem convicção real, mesmo porque exigia a autoridade e seguiu todos os compromissos maçantes? Mas por que apenas? Com medo e sozinho, essa obediência não foi explicada por ele. Este alinhamento conformista após a autoridade era estranho ao meu próprio avô no sistema stalinista. Um russo é muito mais provável que se possa levar uma superioridade assassina ou de outra forma uma ideia maluca de uma ilusão ideológica, pois elas são completamente raspadas ou suprimidas de sua existência humana e seu pensamento. De qualquer forma, meu avô teve um bom momento de forma inesperada na Alemanha pós-guerra, conquistou lá minha avó, que fora enviada como uma intérprete recém treinada diretamente de uma Universidade de Moscou para a Alemanha. Entre outras coisas, ela traduziu para a delegação soviética nos processos de Nuremberg. Assim, meu pai nasceu em Berlim antes da família resultante retornar à União Soviética. Minha avó era tão impulsionada por um forte anticomunismo (com patriotismo russo simultâneo a um respeito pela cultura alemã – era 1946!), É claro que a origem, também era uma reprise de sua família devido aos bolcheviques durante a guerra civil. Como uma tragédia familiar comum, esses tormentos estavam sempre presentes. Minha avó, com mais de 70 anos de idade no início do 2000 – ele, na verdade, mudou-se com ela agora moravam em Berlim, de volta para a cidade que havia destruído completamente depois da guerra. Eu sempre me perguntei quais sensações e pensamentos que minha avó tem, provavelmente quando ela experimenta Berlim agora, passear pelas ruas, mas a vida a ensinou a ficar muito fechada, então ela quase não fala sobre isso. De qualquer forma, observei que na Berlim de hoje, sua atitude com a Rússia mudou, ela não parecia tão amargurada com seu país, mas cada vez mais indulgente e compreensiva. E seu respeito, especialmente pelos alemães parecia de alguma forma. Ela morreu com quase 100 anos no ano passado em Berlim. Em geral, acho muito interessante no contexto, que povos aprendam com as suas fases catastróficas de sua história. A Rússia e a Alemanha tiveram tantas fases várias vezes ao longo do século passado. Só posso concordar com um artigo muito válido sobre a fracassada superação alemã do passado por Boris Reitschuster. Para este fim, lembrei-me espontaneamente de uma conversa com um colega que me assegurou emocionalmente há algumas semanas que ele seria o primeiro a se levantar quando os nazistas tomassem o poder novamente, embora eu não pudesse deixar de responder, que ele nem reconheceria esses nazistas se eles estivessem bem na frente dele – o que o ofendeu.

Há uma estranha evolução do alemão superando o passado, que em Merkel-Alemanha não (mais) persegue o objetivo de impedir uma renovada unilateralidade, uma renovada exclusão dos dissidentes, que não está mais preocupada em questionar a conformidade – o que não faz (por mais tempo) considerar essas questões para ser importante, mas, pelo contrário, quer produzir conformidade para a “coisa certa”. Para este fim, a experiência da Alemanha Oriental com um regime totalitário, infelizmente, não é considerado como um material de aprendizagem pelos alemães ocidentais, é para os Wessi, a história dos Outros, embora seja ainda mais instrutivo para a situação de hoje do que a era nazista. .

Em resumo, a lição dominante na Alemanha hoje é de seu próprio passado, a reparação ativa”, trabalhando coletivamente e uniformemente como possível para a causa humanista e anti-nacionalista, mudando assim o próprio passado de uma forma mais ou menos retroativamente positiva,” e forçando outros países a fazê-lo, a serem guiados pelos virtuosos modelos alemães. E, ao fazê-lo, a própria população é deliberadamente enganada ao acreditar que este tipo de superação alemã do passado seria muito boa na sua própria sociedade e noutros países europeus. Trata-se de uma abordagem completamente diferente da dos anos 90, que, infelizmente, tem muito mais a ver com a natureza alemã do mundo! “como um exame crítico do próprio passado, um retorno ao passado em vez de lidar com ele.

O gerenciamento anterior da Rússia inclui outros aspectos. Por um lado, há uma ampla realização social que todo sistema é melhor que o caos. Isso diz respeito à de amplo seções como catastróficas e impulsionadas nos anos 90, e também afeta as memórias do tempo depois de 1917 em muitas famílias. “Nunca mais revolucionária / cobrança / cupom” é um credo deste aspecto da gestão russa – No Kremlin há bastante liderança mas tão pequena, estável como um santuário de ação do Estado. Por outro lado, muito pouco considerado no exterior, há um credo não menos importante na Rússia como resultado dos dramas russos do século XX: “nunca mais totalitarismo”. Embora a Rússia seja obviamente autoritária, não é totalitário em contraste com a União Soviética com a mesma intenção política. A autoridade do estado deliberadamente não tende mais todos os aspectos da vida de seus cidadãos, mas apenas os considerados necessários para a estabilidade do Estado. (Claro, pode ser disputado se o estado não ocorre para paranoia – ver credo n º 1 “nunca mais novamente uma revolução / uma derrubada / ou golpe) O estado russo mal se mistura em áreas pessoais da vida das pessoas, lhes dá a vida cotidiana vivida, um grau de liberdade, que fez muitos do oeste já com ciúmes diante da Coroa, se pudessem experimentar isso (e principalmente ficaram completamente surpresos com as liberdades, porque esperavam um estado policial após o relato da mídia sobre a Rússia) .

É também uma questão de mentalidade. O princípio geral da liberdade pessoal na Alemanha termina onde a liberdade do outro começa, seria considerado pelos russos de hoje como uma folha de figueira para limitar a liberdade. Um estado “carinhoso” que libera gelo ou gelo. com helicópteros a afastar as pessoas do gelo, que dissolve as festas de aniversário das crianças da polícia, criminaliza as famílias de trenó, presume controlar o tipo e o número de contactos privados e força as pessoas a usarem sem compromissos máscaras, é totalitário. Avança em áreas de direitos humanos fundamentais em que a regulamentação estatal não perdeu nada – qualquer motivo alegado para isso é inadmissível. A liberdade para um russo, é também como uma lição da história, é fazer e dizer o que se quer fazer, arriscar e responsabilizar se por si mesmo, independentemente de todas as outras pessoas, e desprezar com todo o coração os covardes inadaptados. Pode-se realmente chegar à ideia de que esta lição de história também se aplica à Alemanha..

Mas eu não poderia imaginar o que se tornou “normal” na Alemanha de hoje e provavelmente permanecerá assim por um tempo imprevisível. É um “estado totalitário puro”, não importa qual seja a sua intenção. Na Rússia, essas restrições seriam simplesmente impensáveis como uma lição da era totalitária soviética.

Que paradoxo – democracias totalitárias e autocracias liberais! Mas somos os bons, confiam em nós!”

Original: https://reitschuster.de/post/deutschland-und-russland-totalitaere-demokratie-und-freiheitliche-autokratie/

O que há por trás das campanhas esquerdistas!

Quando René Guénon escreveu “Os Símbolos da Ciência Sagrada”, no primeiro capítulo, ele já denunciava o declínio do pensamento na era moderna, usa até como exemplo a “Suma Teológica” de São Tomás de Aquino que na Idade Média era de uso dos estudantes que a conheciam de cor, porém os atuais estudantes nem poderiam assimilá-la.

A intelectualidade estava sendo substituída pelo “racionalismo” e pelo “sentimentalismo” que são faces da mesma moeda e ambas são descaradamente utilizadas pelo comunismo como forma de propagação de suas idéias. Até mesmo Nietzsche sinalizava essa queda, como mencionou em sua obra, “O Crepúsculo dos Ídolos”, a transformação do ensino Superior em mero concorrente dos cursos técnicos, que apenas garantem uma profissão aos estudantes sem se preocupar com sua formação humanista e integral.

Autores como Marx, Engels e seu sucessor Gramsci, se aproveitam dessa queda na “criticidade” dos seus leitores para disseminar uma forma de pensar, mecânica e manipuladora com ênfase a um universo limitado e aproveitando dos temores e sentimentos mais baixos dessas pessoas, aflorando o pequeno ditador que existe dentro de cada um de nós.

Observem a sua volta e na internet, as pessoas não conseguem mais ler um grandes texto, conheço gente que ao pegar um livro nas mãos, folheiam até a última página e descartam se tiver mais de 100 páginas. Um vídeo de uma hora de duração, é longo demais para uma vida de coisas imediatas e volúveis. O vocabulário está diminuindo, assim como a gramática que querem estuprar a todo custo. Sim, ao custo da mente das pessoas que segundo estudos, está cada vez mais declinando em suas atividades cognitivas.

O que temos é um monte de palavras, termos e idéias que estão proibidos pelo “politicamente correto’ e moralmente absurdo. Moralidade e espiritualidade soam como palavrões para esses analfabetos funcionais que usam a parte mecânica para responder com suas “críticas revolucionárias”, suas opiniões sem embasamento factual e suas fugas com falácias. Como não conseguem responder, se empenham em desqualificar o oponente.

Através das rede sociais, os comunistas propagam campanhas que a priori parecem ter algum fundamente, basta uma análise que seu verniz de “correto” se apagar. A campanha “anti-fumo”, denunciada e ridicularizada pelo Prof. Olavo de Carvalho, os seus partidários estão saindo das covas e se mostram a favor de drogas muito mais nocivas como maconha e aqueles “cigarros árabes” conhecidos como narguilé, que são usados por crianças a luz do dia.

As campanhas ditas pró animais que escondem interesses escusos, como o fim do uso de animais em pesquisas cientificas que agora são substituídos por fetos humanos obtidos em abortos, como foi liberado pelo atual presidente americano Biden que lutou para retirar os entraves criados pelo seu antecessor, o Presidente Trump para essas práticas. Biden sinalizou sua agenda comunista assim que entrou na Casa Branca pela porta dos fundos e liberou verbas para ONGs pró-aborto.

Outras campanhas que também preocupam são as LGBT que são amparadas por elites interessadas em descriminalização do incesto e da pedofilia. Como já ocorreu no estado da Califórnia nos Estados Unidos, em que se retirou a qualificação de estupro para casos de sexo anal e oral. Como também relativizou a pedofilia, visto que se a diferença de idade entre a vítima e o suspeito(a) for menor ou igual a 10 anos, não será pedofilia. Uma criança de 10 anos pode ter um caso com um adulto de 20 anos!

Entendemos que temos dias em que acordamos de mau humor e queremos bater em quem aparecer na nossa frente e podemos dizer algo como “odeio a humanidade”, porém tornar isso um modo de vida é doentia e precisa de terapia. Como dizer, odeio a humanidade se eu faço parte dela, a humanidade é muita gente, que percentual de humanos eu realmente conheço? Não faz sentido! Mas é com isso que os comunistas contam, a coisa mais sem sentido que vejo atualmente, as pessoas que odeiam a pessoa do Nosso Presidente e usam isso como desculpa para desejarem a queda do nosso país. Quando você vai para escola, não foi você que escolheu seu professor, mas não precisa gostar dele, apenas respeitá-lo, o mesmo vale para o seu chefe na sua empresa ou as pessoas mais velhas da sua família, como aquela avó ranzinza que reclama de tudo!

Cuidado para tudo que apela para sua bondade, uma campanha pró imigração se faz discretamente nas estações de metrô de São Paulo, com dizeres como, receba bem o estrangeiro. Tal fato, em 2015 e em 2017 não deu bons resultados na Alemanha, onde o alemão nativo se tornou um cidadão de segunda classe e o estrangeiro goza de benfeitorias com a justiça alemã. Um país que desconhecia crimes, assistiu a arrastões em trens bala, mulheres estupradas e roubos a bomba em caixas eletrônicos. A mídia acoberta e quando precisam falar de traficantes, dizem que são pessoas de “nacionalidades diferentes”.

Estamos em uma guerra, além de nos protegermos fisicamente da gripe chinesa, tome sol, vitamina D e mantenha seu organismo o menos ácido possível, orientação de médico colombiano. Procure manter a mente clara, não se leve pelo “simplismo” e pesquise e analise sempre. Tem muita mortadela com rótulo de caviar!

Desconfie quando a exceção se tornar regra!

Vida e ilusão… a vida é ilusão!!!

Sou eu construindo um castelo de areia

Strenght trought unity, unity trought faith.

A força através da unidade, a unidade através da fé.

As únicas coisas verdadeiras são o nascimento e a morte, tudo que fica entre isso é ilusão. Nós construímos castelos de areia em toda nossa existência nesse mundo e julgamos serem eles verdadeiros. A única referência que temos a tudo que nos rodeia e parece existir é o tempo.

Nossa mente aceita que algo seja real se em algum momento ele pareceu realmente existir, ou seja, quando recebemos um estímulo que indica a existência de algo, seja sensorial ou por analogia. Os estímulos sensoriais são recebidos pelos nossos sentidos: visão, audição, paladar, olfato e tato.

Não podemos nos esquecer do fato que eles podem serem enganados, como quando assistimos um show de mágica.

Outra forma de captarmos algo é pela sua simples ideia, ou seja, quando recebemos um conceito que representa um ser real ou abstrato e que possibilita formamos uma imagem mental que nos parece ser extremamente verdadeira.

Mas e o tempo? O tempo é a linha que “costura” tudo isso, que da sentido a todas as nossas ideias, que possibilita construirmos um mundo interior espelhado naquilo que recebemos do mundo exterior. Seja como em Platão no seu Mito da Caverna que expõe o fato de nossos sentidos poderem serem enganados de forma deliberada e sistemática para a obtenção de um resultado previsto. Ou seja como Rosseau e  seu Contrato Social, pelo qual as pessoas barganham sua vida social em troca de sua liberdade.

O que realmente importa aqui é que tudo isso possibilita responder muitas questões, muitas perguntas retóricas, pois não existem respostas quando as perguntas não são fundamentadas em fatos considerados reais.

Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos?

As verdades são ilusões que esquecemos serem ilusões.” ― Friedrich Nietzsche
Frases – http://kdfrases.com

A liberdade e o vírus!

Quando conheci os computadores pessoais (PC) estes começaram sem sistemas operacionais e o usuário tinha de ser um programador mesmo que iniciante. Comprávamos revistas e livros e fazíamos programações básicas que se perdiam ao reinicializar o sistema. Os sistemas operacionais começaram a dar um ar automático as funções do computador que parecia se tornar independente do seu usuário.

A independência do micro dá aos cientista um objetivo maior, o IA (inteligência artificial) e alguns dizem vislumbrar rascunhos de ações independentes do usuário, como aqueles programas indesejados, os vírus!

Existem diversas teorias sobre o surgimento dos vírus, uma delas é de que empresas no intuito de manter as vendas de seus softwares sem o perigo de serem gratuitamente distribuídos, estariam colocando sequências de vírus nas rotinas de seus programas e que estes somente se manifestariam em caso de uma cópia ser feita para uma máquina não autorizada. O problema é que a ação desse novo vírus não se restringia apenas para quem fez a cópia pirata, mas para todas as máquinas com quem esta compartilhava discos flexíveis ou que estivesse numa mesma rede local.

Porém a culpa pela disseminação dos vírus e as ações de prevenção ficaram por conta dos usuários finais que tinham como medidas, não adquirir softwares piratas, não compartilhar disquetes e manter um software anti-vírus atualizado em seu equipamento.

Nesse momento, se apresentou um novo promissor mercado, o dos anti-vírus, que surgiram para combater os códigos perniciosos que incrivelmente se evoluíam e estavam infectando milhares de máquinas. O ponto é que a culpa dessas infecções caíam sempre sobre os usuários finais e que as empresas de software jamais explicaram ou assumiram qualquer cumplicidade sobre o surgimento de vírus de computadores e posteriormente foi passado essa culpa aos Hackers (programadores independentes) que realizam entradas ilegais em sistemas fechados e ou roubam dados que possam ser usados de forma ilícita.

Agora, com o primeiro ataque massivo com uma arma biológica nos deparamos com cenário bastante análogo, o país onde surgiu o vírus não assume suas responsabilidades e oculta informações. O ônus dos resultados está recaindo sobre as pessoas, tanto as medidas preventivas como máscaras e distanciamento de outras pessoas como a arbitrariedade de tomar uma vacina em fase de testes. Novamente, as grandes empresas de High-Tech estão por trás das “vendas de soluções”, conforme nota do todo-poderoso dono da Microsoft, ele está por trás da manipulação de pelo menos, seis das vacinas atualmente produzidas pelas grandes farmacêuticas.

Outro nicho que ganhou força com as quarentenas, foi o das “lives”, reuniões feitas de forma on-line através da internet, entre julho e novembro, estavamos com uma estimativa de 4 bilhões de “salas de bate-papo” em todo mundo, como reuniões de negócios para quem está em “home-work”, uso doméstico para familiares e até para marketing digital e os mais diversos cursos. Com isso, dá para explicar o lobby dessas empresas que possibilitam essas reuniões, sobre os políticos com o intuito de manter as “quarentenas” o maior tempo possível.

Se a vacina funciona, para que ser obrigatória? Uma vacina eficiente seria logo percebida e todos a tomariam, mas o que acontece é bem estranho, em todo mundo, relatos de efeitos indesejados e até morte! Para que tomar vacina para um vírus de letalidade tão baixa e se tem ainda um tratamento precoce eficiente? No fim, tudo isso foi apenas para restringir os seus direitos e a sua capacidade de pensar por si mesmo!

Como dizia o economista Friedrich Hayek, “as emergências tem sido sempre as desculpas com que a salvaguarda das liberdades individuais tem sido corroídas“,

Revanchismo já

“Você, de esquerdista que não entende nada de economia, e eu, de fanático que não tem nenhum interesse pela agenda social.” Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush ao então Presidente do Brasil, Lula.

Enquanto o cenário para o Partido dos Trabalhadores (PT) continua de mal a pior, pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Roussef e as notícias das ligações entre seus membros e as denúncias de corrupção levantados pela operação “Lava à jato” da Polícia Federal, ainda existem aqueles que querem piorar a situação.

Os petistas que estão no governo querem criar uma cortina de fumaça nos noticiários com medidas administrativas estapafúrdias que apenas incomodam a população e nos fazer olhar para um outro lado. Um lado diferente e longe da imagem do ex presidente Lula, que segunda denúncias de delações, também recebeu propinas.

Aqui me refiro ao prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad, que diminuiu a velocidade nas principais vias da cidade como as marginais para o ímpio 50 Km/h. Fato este que têm incomodado deveras a população paulistana. Mas agora além disso, continua usando a máquina da prefeitura municipal para o seu revanchismo particular e de seus “colegas de armas”, se é assim que podemos denominar os antigos “guerrilheiros” que formaram o PT.

Estão veiculando alterações nos nomes de diversas vias da cidade que tenham sido homenagens aos membros do governo durante o regime Militar, como se isso de alguma forma fosse alterar a história. O nome do projeto é ainda irônico “Ruas da Memória”, como se apagando esses nomes fosse para se manter a lembrança, o que vai ocorrer é exatamente o contrário. Ao se apagar os nomes, os fatos serão esquecidos e contados da forma que a esquerda sempre quis, distorcidos.

Para os ignorantes em “métodos esquerdistas” vale lembrar os preceitos de António Gramsci, em que pede o isolamento do indivíduo de toda tradição, costumes e história, para que ele fique mais suscetível aos ensinamentos comunistas. A máquina para a criação do “idiota útil”.

Para os que falam de “ditadura”, respondo bem simples, a pior prisão é aquela que não tem muros e nem portões, aquela em que você está preso por sua própria vontade. Refém de sua próprias necessidades, como o caso dos milhões de brasileiros “presos” ao bolsa “esmola” família.

Chega de sermos enganados com discursos apelativos e emocionais que apenas pedem “direitos” e não respondem a nossa realidade. Eles apenas atendem aos interesses de pequenos grupos que são mantidos pelo erário público. Grupos de pseudos-intelectuais que nada querem para o bem popular, querem vender “milagres” engarrafados que nunca funcionam.

“O passado serve para evidenciar as nossas falhas e dar-nos indicações para o progresso do futuro.” Henry Ford

“O texto é antigo, porém os fatos continuam em nosso cotidiano, basta procurar! Os personagens mudam mas a peça é a mesma!

Como identificar um “esquerdismo”

O discurso esquerdista possui algumas características que refletem o “modus operanti” dos seguidores cegos e fanáticos dessa modalidade de pensamento. Seus feitos não escapam da doutrinação e de um limitado senso de razão.

Para combatê-los temos de estar atentos as seguintes características em seu discurso:

  • “xingue os do que somos, acuse os do que fazemos” a mais comum;
  • “discurso apelativo”, fica difícil responder com razão se o seu coração entrar no jogo;
  • “diga não a tradição e a tudo que os ancestrais nos deixaram” o maior combate dos esquerdistas é contra a família e tudo que ela representa em nossa sociedade, prive o individuo de seu grupo de origem e ele ficará suscetível a “doutrinação”;
  • “não mintas, apena conte a parte da história que te interessa”, um dos mais baixos recursos da dialética esquerdista, se não conheceres todos os lados de um assunto será possivelmente vítima desse estratagema. Assim como o constrangimento de ser atingido naquilo que ama ou acredita (motivo anterior), esse modo faz com que o oponente fique sem resposta ou será forçado a dar uma “resposta errada”;
  • “reinterprete antigos pensamentos” dar novos nomes pode ser a melhor forma de disfarçar as sua intenções, não seja claro, um vocabulário diferenciado dificulta as respostas de seus inimigos;
  • “para que a propaganda funcione, as sua intenções e propósitos devem estar ocultos” o Professor Goebbels sabia muito bem disso e o aprendeu estudando seus inimigos;

Nem sempre fica claro que você encontrou um discurso esquerdista mas sempre tem um “cheirinho” podre no ar, a gente nota que algo está errado mas nem sempre sabemos exatamente o que. Para testar o que vês, mude a perspectiva, altere o ponto de vista, universalize os argumentos, aquilo que é “VERDADE” para um não será verdade para todos?

Aquilo que os esquerdistas acreditam são apenas “idéias”, eles não possuem princípios, não acreditam em moral ou em ética, por isso que eles morrem quando suas “idéias” são desmascaradas e todo esse mundo utópico que tanto defendem cai ao chão.

Se ficares com dúvida ou acreditares que não tem resposta plausível, lembre-se, assim como a luz destrói a escuridão, a verdade destrói as mentiras e nada é mais verdadeiro do que o “feedback” da realidade, o que os antigos fariam e como responderiam a essas afrontas? Aqueles a quem somos herdeiros, os filósofos gregos sempre foram ótimos professores!

E outro ponto, não faças como os esquerdistas, não use “neologismos” ou recursos como as “falácias”, pois demonstram baixo conhecimento da linguagem e falta de caráter. E não se assuste com aquele “ar de superioridade” do esquerdista quando ele saca a sua bola de cristal e diz saber como você pensa, quais suas idéias e suas intenções. Isso faz parte do engodo. Na maioria dos filmes de hoje em dia, a igreja é apresentada como algo infame, os heróis perderam todo o sentido em suas lutas, as falhas humanas são engrandecidas enquanto suas qualidades menosprezadas e isso é apenas alguns pontos do pensamento de um comunista, Antonio Gramsci, em tomar todas as posições e aniquilar a cultura ocidental, assim como queria Vladimir Lênin. 

“A crítica não tem sobre a psicologia das massas o poder sugestivo que têm as crenças afirmativas, mesmo falsas.” Olavo de Carvalho