Aos iludidos, as ilusões

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“Ao envelhecer, parei de escutar o que as pessoas dizem. Agora só presto atenção ao que elas fazem.” Andrew Carnegie

Quem nunca se iludiu na vida, que atire a primeira pedra! Na juventude é desculpável se tornar um esquerdista devido ao apelo sentimental que esse movimento trás. Mas depois de uma certa idade e com a facilidades de se obter informações nos dias de hoje, não é mais digno de pena!

Existem três questões que chamam a atenção: o direito a acessibilidade, as nomenclaturas e da tecnologia no dia a dia.

Como citou Umberto Eco, o perigo na internet está em nivelar por baixo. Os usuários que estão entrando na internet sem nenhum preparo e altamente motivados em contribuir não possuem a menor noção da destruição que causam. Muitos falam em direito à acessibilidade sem medir as consequências dessas palavras. E de forma alguma se trata de “preconceito” ou de tentar manter a internet nas mãos de uma elite, se trata apenas de bom senso para se utilizar uma ferramenta.

Quando aprendi o português, me lembro do professor dizendo que, cacofonia é um recurso para “retardados” e que isso se alterou de tal maneira que muitos consideram sinal de inteligência fazer estúpidas analogias como aquela piadinha do cara que compra um carneiro e o chama de Rover e que irá tosá-lo quando crescer e ele terá “lã de Rover” e que quem envia tem a presteza de dizer que depois dessa irá tomar um remédio. Um adendo, e isso não é privilégio apenas dos brasileiros, tenho visto isso em vários idiomas e de muitos países diferentes.

Não importa se foi por mera brincadeira ou por pura ignorância, se para se tornar um médico a pessoa necessita de um preparo ou se para operar máquinas pesadas também, o mesmo vale para a internet.

Aprender não tira pedaço e conhecimento não ocupa espaço. Vamos progredir e mostrar para os outros o quanto podemos nos tornar melhor a cada dia.

 “Se uma rosa, por outro nome a chama-se, outro perfume teria…”

Quem não conhece tão singelo proverbio e não sabe de suas aplicações, porém não é o que assistimos. Muito os ignoram em nome de uma nova e falsa ciência. Na qual apenas o método basta, não existem princípios morais ou tradição. Os falsários da pseudo-intelectualidade esquerdista que iludem pobres e inocentes criaturas. Os universitários ávidos por revoluções à la “Ché Guevara” mas que não aguentam lavar a louça do almoço. Pobres imbecis que apenas aumentam as fileiras dos “idiotas úteis” que Lenin tanto falava. Imbecis que apenas fazem o que Antonio Gramsci pedia mas nunca realizou por si só. Ele nunca se tornou o ideal que tanto almejava, queria que outros se tornassem ignorantes com sua ardilosa retórica. Para ele, apenas uma resposta basta:

“Quem não sabe de onde veio, não sabe quem é!”

O novo profissional que ele queria criar é apenas um automato que pode ser programado na forma que os líderes esquerdistas desejarem, ou se não, com o mesmo fim dos “idiotas úteis”, paredão com eles. George Orwell alertava sobre os riscos de se ignorar a tradição e as sua origens, como um homem apartado de seu meio social pode ser facilmente induzido e adestrado, ou como hoje se faz: doutrinado.

O método por si só, não justifica seu conteúdo ou lhe dá credibilidade, o que é falso, morre por si só. Não se embrulha lixo em saco de presente, pois é isso que eles fazem. A teoria esquerdista se vale de ideias óbvias, verdades universais para chegarem a conclusões mirabolantes que são desmascaradas com simples interrogativas, se ele quer o fim da família, como pregava Marx, por que ele odeia a própria família? Que credibilidade ele quer como profissional sem os ensinamentos de sua própria profissão? Ou como ele ganha a vida, quem o sustenta? Atrás de todo jovem marxista existe um pai capitalista.

As principais diferenças entre o pensamento de direita e de esquerda, é que a direita é composta de princípios imutáveis e valores humanos que são passados de geração a geração. Mesmo que você não concorde com este ou aquele ponto de vista de algum pensador de direita, “no frigir dos ovos”, no final acabaremos defendendo o mesmo lado. Não é o que ocorre na esquerda, em que as ideias são intercaladas, como em um “castelo de cartas”, se você tira uma, o castelo desaba.

A tecnologia virou alvo dos esquerdistas que a tomam como maravilhosa e que a usam como exemplo de que o homem não necessita mais de Deus. Mas que tecnologia é essa em que ainda somos nós que trabalhamos, que não evolui sozinha ou cria nada por si mesma. O que temos hoje é um uso intenso de ferramentas que estavam sozinhas, mas hoje trabalham juntas, somos nós a argamassa que une e sem nós, não possuem finalidade. Exemplos são fáceis, esse computador que usamos, por mais moderno que seja, tem tela, teclado, mouse e CPU (com placas e processadores) e este é o mesmo desenho que teríamos de um antigo micro XT, que foi um dos primeiros a englobar a tecnologia do HD (Hard Disk). Quais a diferenças, então? Velocidade de processamento ou armazenamento? Alguns citariam, o armazenamento em “nuvem”que é possível devido a internet, mas é apenas armazenamento, seja guardar em casa ou no “cyberespaço”, no final é apenas a mesma coisa.

Aonde estão os computadores que sonhávamos nos anos 80, que não seriam computadores, seriam apenas as nossa máquinas com inteligência. Quem assistiu o filme clássico “Bladerunner – o caçador de androids” se lembra da cena que ele apanha uma foto e põe num aparelho que se parece com um vídeo cassete e reproduz a foto, todos os comandos de voz que ele pedia o aparelho realizava, isso é o que imaginávamos. Não vemos nada disso ainda. Segundo alguns estudiosos foram as redes sociais e os programas que as empresas e as pessoas pediam que mudaram o rumo dessa evolução.

Claro que também, as “teorias da conspiração” ajudaram com filmes como o “Exterminador do Futuro” que tornaram ideias como “inteligência artificial” em algo maligno. Mas se isso ocorresse, quem seria o culpado, a máquina ou o homem que a criou. Isso é um alerta, não somos melhores do que já fomos e nem menos cretinos, se acreditarmos que as gerações passadas não tem mais o que ensinar, estaremos assinando a sentença de morte da raça humana nesse mundo.

“O comunismo destitui o homem da sua liberdade, rouba sua personalidade e dignidade e remove todas as travas morais que impedem as irrupções do instinto cego”. (Papa Pio XI)

 

 

 

 

Porque não sou ateu?

Como provar a verdade

Há muito tempo venho tentado provar  a minha fé, tive momentos em que totalmente absorto no racionalismo cheguei a questionar totalmente a religião que seguia e que talvez fosse melhor não acreditar em mais nada. Porém esses momentos passam, como dizia Voltaire “Um pouco de filosofia inclina o homem ao ateísmo. Profunda filosofia faz retornar o homem à religião”.

A primeira questão que proponho é a seguinte, ao caminhar pela vida me deparei com diversas situações e com momentos que considerei memoráveis, contudo imagino e me atormenta o fato deles serem únicos, como também sou único em todo o Universo e a mera imagem de que tudo o que acumulei em toda essa existência possa desaparecer com o final dessa máquina, chamada corpo humano, me parece um inexorável desperdício. Pois ainda não existe uma tecnologia que possa acessar todos os dados desse hard disk chamado “cérebro humano”.

Como os ateus e os céticos costumam se orgulhar de sua lógica como se fosse uma murralha ou escudo contra todos os males, iremos nos utilizar dela para apresentar os nossos pontos de vista:

Se porventura, eu me torná-se ateu, hipótese inicial e se ao falecer estivesse correto em minha escolha que bem isso me traria, pois como concebem os ateus, não existe outro mundo ou plano, apenas o fim, frio e duro. Como poderia eu comemorar minha vitória se nada mais existe e minha luz se apagar como uma simples chama.

Com essa mesma hipótese, se eu fosse ainda ateu e ao falecer, descobrisse estar enganado, que horrível seria pois chamais poderia aceitar o convite para entrar nos Céus, pois teria muitos motivos a me envergonhar e seria zuado por São Pedro por toda a eternidade.

Contudo, a hipótese contrária, se eu continuar Católico Apostólico Romano e estiver errado, não teria motivo algum a me envergonhar, pois como dizem os ateus, a morte é apenas um fechar de olhos e nada mais. Seria apenas como desligar uma lâmpada e nada mais sentiria.

Continuando na mesma hipótese, se continuo sendo o mesmo Católico e acreditando em meu Deus, Nosso Senhor, e estiver totalmente certo disso, que felicidade, que júbilo será alcançar os Céus e receber os cumprimentos de todos os Santos e Mártires de nossa Sagrada Igreja e estar em comunhão com Deus de todas as formas.

Ou seja, a sombra de medo que lançam sobre a Fé, nada mais é do que uma sombra, a mera presença da luz a destroi. Como se referia o Santo Padre, Papa Francisco em sua homilia da Missa de Epifania sobre os Reis Magos: “seguindo uma luz, eles procuram a Luz. A estrela aparecida no céu acende, nas suas mentes e corações, uma luz que os move à procura da grande Luz de Cristo. Os Magos seguem fielmente aquela luz, que os penetra interiormente, e encontram o Senhor.”

O bode expiatório

Porque somos induzidos a acreditar que tudo é mal

Existem pessoas de boa vontade que infelizmente escrevem sobre assuntos que não entendem, lutam como se fossem D. Quixote de La Mancha, contra moinhos de vento que julgam serem gigantes. Faltam perspectivas ou ignoram algumas matérias básicas, como a antropologia, a história e a geopolítica.

A antropologia nos ensina que o homem é um animal social, ou seja, necessita viver em grupo e seu papel na sociedade é definido pela sua cultura e que essa é a baliza de suas ações e se uma pessoa é criada fora do sistema social irá impreterivelmente encontrar enormes dificuldades ao tentar interagir dentro dessa sociedade. Estudos realizados com símios, que possuem grupos sociais bem definidos, garantem esses resultados e demonstram o quanto somos moldados pela nossa cultura que se altera de geração em geração mas possui um eixo central que não devemos ignorar.

A matéria muitas vezes ignorada é a História, os fatos e seus resultados. Parece ser totalmente insípido o resultado em nossas vidas, contudo o estudo dessa matéria e uma analise mais aprofundada da corrente de eventos históricos mostra que “tudo se repete” e incrivelmente, queremos dar novas definições para velhos problemas. Quantas vezes escutamos pessoas falarem sobre o fim do mundo ou de que a celula mater de nossa sociedade vai desaparecer. Pois bem, a família não irá desaparecer, pois nos grandes eventos históricos, quando existiu uma grande demanda de mão de obra hábil, houve o deslocamento e a morte de muitos homens, com idades entre quatorze e quarenta anos. Para isso, basta lembrar as campanhas de Alexandre o Grande, a expansão do Império Romano ou até mesmo, o Descobrimento e a Colonização da América, nesses períodos, as mulheres de repente se viram sozinhas e como chefes de família, estavam amparando os membros mais velhos e as crianças que não puderam seguir nessas jornadas e cuidavam de tudo muito bem.

Outro tipo de exemplo é a Guerra do Paraguay, em que as forças comandas pelo Brasil e financiadas pela Inglaterra dizimaram os homens paraguaios (em idade adulto) e as mulheres se tornaram a maioria naquele pais. Tiveram de gerenciar e produzir, além de cuidar de suas famílias. Contudo, após essas crises, a família tradicional ressurge como sempre e não necessita de campanha alguma para isso, nosso instinto natural, a procura de proteção ou até mesmo, os laços afetivos nos conduzem nessa volta ao tão necessitado lar.

As catastrofes seriam o sinal dos fins dos tempos. Contudo, deve se lembrar dos grandes terremotos, dos grandes incêndios e das pestes (epidemias) que ocorreram na Europa desde a Idade Média e que os homens lá diziam a mesma coisa. A diferença hoje é que os meios de comunicação são tão imediatos em disseminar esses fatos que parece estar ocorrendo com uma maior frequência. Antigamente, levava meses para que alguma notícia chegasse ou se tomasse conhecimento, seja ele parcial, das catastrofes ocorridas em outros lugares. Mesmo assim, o mundo ainda não acabou e pelas estimativas matemáticas ainda demorará muito tempo para acabar!

Os motivos de agirmos e de sermos o que somos é dado pela Geopolítica, a procura de recursos, o gerenciamento de nossa sociedade e os fatores econômicos são o combustível para a expansão humana. Dar nomes novos, não altera aquilo que somos, “uma rosa teria outro cheiro se por outro nome a chamasse?“. As antigas colônias agora são os países emergentes, mas continuam sendo o mercado comsumidor das grandes metrôpoles, o tal eixo econômico profetizado por nosso governo nada mais é do que, dar uma nova maquiagem no velho consumismo “selvagem”, grande parte da população não tem emprego certo mas possui um celular. Que alegria!

A economia gera imagens

Apesar de que na faculdade ser considerada uma matéria chata e cheia de teorias, pela história é sempre ela que gera os fatos mais intrigantes e as imagens mais curiosas. O chefe da Câmara dos Lordes da Inglaterra se senta sobre uma cadeira simples com estofado de lã de carneiro crua. Isso para simbolizar que o país (Reino Unido) teve a Revolução Industrial graças a essa matéria prima, a lã para fornecer a linha dos primeiros teares movidos a força à vapor. Outra imagem curiosa, desse mesmo país foi a condecoração dos músicos do grupo, os Beatles, que receberam a Medalha de Honra da Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, quando os veteranos da II Grande Guerra souberam disso, jogavam as medalhas que haviam recebido por defender a sua pátria, contudo, não sabiam a renda que os cofres públicos e que a nação recebia dos royalties dos discos que esse grupo vendia pelo mundo todo.

Recentemente a notícia da morte do inventor do famoso fuzil soviético AK-47, Mikhail Kalashnikov, falecido aos 94 anos, que em seu funeral, além de honras militares, contou com a presença do Presidente Vladimir Putin. Além da importância militar do gênio de Kalashnikov que  somente foi superada por sua importância econômica, visto que o seu fuzil é um dos artefatos de guerra mais desejados em todo  mundo (não apenas por terroristas, como alguns sites mencionaram) e que as vendas dessa arma teria sido de uma enorme importância para a indústria bélica russa, tanto no mercado convencional de armas, como também no mercado negro. Isso resultou nas pompas de sua despedida e na proclamação de luto oficial na nação russa. Não há quem duvide de seu valor.

Conclusões intocáveis

O fato da morte existir e de sabermos disso, não é uma mentira, é o chamado inevitável. Se somos compelidos em nossa vida a progredir e a evoluir sempre, não é porque morremos a cada dia. Somos chamados a isso, ou realizamos o nosso papel no mundo ou somos despedidos dele. O grito incensato de pseudo-intelectuais contra o sistema, nada mais é que o clamor das suas frutrações, da falta de caráter em assumir as responsabilidades e o temor daquilo que a sociedade humana levou gerações e gerações para criar. Qual foi o papel no mundo de civilizações como a Grécia antiga ou Roma, qual foi o legado que recebemos que pode ser atirado aos porcos por vís “desportistas literários” que emitem em colunas ou blogs de internet seu escárnio. Querem tolos por leitores, com frases confusas que dizem ser “complexas” e novas, apenas para confundir e não aceitam negativas, mas clamam por liberdade. Liberdade em que apenas as suas frases sejam proferidas e somente suas ideias sejam aceitas. Aquilo que aprendemos em nosso primeiro ano escolar não é apenas o abecedário, mas a capacidade de abstrair, faculdade essa ignorada pelos “esquerdistas” de plantão que não conseguem compreender textos teóricos e necessitam desenhar figuras.

O humor, o escárnio e a satirização são recursos de mentes pequenas. Textos esses que todos podem entender mas que nivelam os leitores por baixo. Confundem muito, isso com a “democratização” das idéias e que isso seja para disseminar algum ponto de vista. Serve portanto apenas para propaganda ideológica ou para destruir valores sociais.

Nessa altura, peço o perdão de quem esteja se perguntando o quanto está estranho esse texto, desconexo e com frases soltas. Fiz isso propositalmente. Uma homenagem ao inverso, para os desconexos textos de fim de ano e aos seus autores que perderam o rumo nessa vida. Antes de darem a sua opinião sobre o “lifetime” a nossa jornada nessa terra, revisem seus valores e se perguntem o quanto isso pode ser de valia as outras pessoas. Se o que nos faz sair da cama todo o dia e com fé nos faz vencer os obstáculos dessa existência, não forem as mesmas coisas que vocês acreditam. Paciência! Toquem o barco e não se preocupem.

Se não acreditam em Deus, Deus acredita em vocês!

“A falsa ciência cria os ateus, a verdadeira, faz o homem prostrar-se diante da divindade.”  Voltaire

Para uma salvação autêntica

Nós podemos afirmar que todas as religiões são caminho de salvação?

Com essa pergunta, o Reverendíssimo Padre Paulo Ricardo fez o vídeo 191 de seu site, no caso, ele discute sobre a criação de uma igreja ecumênica que seria uma globalização de todas as igrejas existentes e sem nenhuma em destaque. Contudo ressalta as divergências que isso traria com os dogmas da Santa Igreja Catôlica.

O interessante desse vídeo são referente as ações do Espírito Santo nessas outras vertentes da humanidade e como elas apontam para a Santa Sé. Isso nos faz lembrar os avisos do Bispo Emérito de Roma, o Papa Bento XIV, que dizia, “não sejam tíbios”, ou sejam, pedia para que nós, católicos, não tivessemos medo. Medo de sair e enfrentar o mundo.

O Santo Padre recomendava a leitura de textos “não católicos” para se verificar a respeito da verdade dita nesses textos e como essa verdade aponta para o catolicismo. Posso garantir que fiz tal experiência e que realmente acabei encontrando textos que concordam com a doutrina católica e que afirmam “ser essa a única verdade”.

O Padre Ricardo lembra os cinco pilares que se apoiam os textos católicos é que são as condições sine qua non para que uma outra “filosofia” possa ser aceita perante o catolicismo. Como também que a doutrina católica é completa, ou seja, ela não depende desses textos ou filosofias para existir ou ser o caminho da salvação.

Se realmente temos fé em nossa Igreja, ao ler, ouvir ou partilhar de outras informações diferentes não nos tornará “convertidos” para outras religiões? Não, pois como bem diz o Padre Ricardo: o Espírito Santo age em toda a parte e ele planta sementes de verdade em todos os corações. Seria como se fossem algumas pinceladas que aguçam a curiosidade e que florescem no momento do encontro com a justa verdade. Devemos lembrar do que ocorreu após Sua Santidade, o beato João Paulo II ter beijado um Alcorão e um grande número de muçulmanos se converteu ao cristianismo ou como a Igreja tem se expandido na África e na Ásia. Infelizmente, é claro, apesar das perseguições que sofrem esses convertidos, pois elas se mostram tão eficazes que acabam causando um forte temor em outras vertentes religiosas, como os muçulmanos radicais.

Em síntese, se um cristão que possui forte raízes em sua Igreja e que “comunga” da verdade não deve temer o conhecimento alheio, pois estará sempre protegido pela fé e terá sempre uma justa resposta para as armadilhas do relativismo e do liberalismo religioso.

Para maiores informações acesse o link abaixo:

Link: http://padrepauloricardo.org/

“Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em consequência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura” Papa Emérito Bento XVI

Somos todos anjos

Nos querem em pedestais,

Humanos que se acham os tais,

Filhos de Deus e apenas meros mortais,

Que caminham sem conhecer a verdade,

Aquela mesma que em meu peito arde.

Deus os ama e nos envia por isso,

Somos apenas instrumentos de seu juizo,

Nem reclamamos e até disso tenho gosto,

A cada geração, volto e caminho entre eles,

De meu posto, vejo seres de coração e carne.

Cada problema, cada sentimento é para mim um alento,

Desconheço cada um e cada um para mim se torna um tormento,

Minha consciência, distante e usual é meu trabalho

Anjos tem em suas mãos todo o poder,

Mas de Deus, um Dom ansiamos receber.

Uma alma como a dos humanos, reclamo,

Para poder a emoção sentir, eu vos clamo,

A justiça é minha arma, a razão, meu caminho,

Só não posso errar, na desculpa de sentir,

Amar a mim, como amo a quem tanto assisti.

Traga um pouco de Deus no seu dia a dia

Como encontrar espaços em um mundo estressado

Caminhando e orando...

Caminhando e orando…

Com a modernidade, tudo fica como um compromisso de agenda, ir trabalhar, hora para almoçar, buscar os filhos, ir ao dentista, a academia, comprar o pão e até ir a Missa. Mas e aquele de intimidade para conversar com Deus, aquele momento só seu e D`Ele.

A discrição é tudo

Muitas pessoas dizem não demonstrar em público qualquer ato religioso por vergonha, medo dos comentários ou porque podem ofender qualquer outro grupo religioso. Nesses momentos me lembro de minha infância e do conselho: Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. São Matheus 6, 16.

Ninguém precisa saber o que você faz, a discrição além de tudo é sinal de respeito ao segundo mandamento, “não dizer o nome de Deus em vão”.

Quebrando a rotina

Quando se tem uma agenda apertada cada minuto conta e como abrir uma brecha nessa disciplina de ser humano moderno e hiperativo. Segundo o Papa Bento XVI, é necessário um método [ ] “…mas seguindo o método do próprio Deus. O método de Deus é aquele da humildade – ” [ ]  e completa dizendo “Não devemos temer a humildade dos pequenos passos e confiar no fermento que penetra na massa e lentamente a faz crescer. ( Matheus 13,33)”,  em sua catequese chamada “Como falar de Deus no mundo de hoje” de 28 de novembro.

  • Deixar um lembrete dentro de sua agenda e escrever nele a oração que você mais gosta,
  • No seu MP3 ou no celular, entre as músicas que você utiliza para fazer a caminhada, uma prece ou uma música, como um Canto Gregoriano para lhe chamar a atenção e dar o clima para uma “conversa” intima,
  • No seu navegador de internet, na sua pasta favoritos, um link para uma página de orações e frases sobre Deus,
  • Uma rotina dentro da rotina, no caminho do trabalho, uma rápida entrada em uma Igreja.

São pequenas situações que você cria no seu dia a dia, que podem ajudar a aliviar o seu stress e que permitem dar uma freada nessa “loucura” que se tornou o dia a dia  nas grandes cidades. Quanto você pode salvar em sua vida com isso, uma discussão a menos, um atrito a menos, um semblante mais agradável e estará mais confortável em seu trabalho e quando chegar em casa não terá mais aquela carga toda para descarregar em sua família.

Não existe espaço para aquilo que é ruim, se você preenche seu espírito com  Deus.

Para bem entender a justiça

“Deus perdoa, o homem, as vezes, a natureza, se vinga!!!”

A questão da Justiça, é um dos pontos de maior conflito entre humanos, a história prova que, os homens tem uma ideia de justiça em comum, mas julgam por um senso de justiça, que muda, para cada indivíduo. A justiça, que “a priori”, deveria ser racional, lógica e imparcial, muda de perspectiva rapidamente e passa a ser passional, ilógica e totalmente parcial.

Alguém conhecesse um julgamento após um grande conflito que realmente foi justo, ou foi apenas uma retaliação, uma forma legal de vingança contra os perdedores. A diferença entre heróis de guerra e genocidas é, quem ganhou a batalha. O julgamento de Nuremberg, os casos julgados em Aia, os crimes de guerra, na Guerra da Croácia. Os países muçulmanos no Oriente Próximo, as ditaduras que se revezam no poder na África. Os movimentos Paramilitares na Bolívia, no País Basco (Euskal Herria) e em outros lugares.

A diferença entre serem denominados como “militares” ou “terroristas” depende de quem está no poder, se o seu lado, ou se é o outro lado. Os jornais não possuem consciência, dependendo da aliança, o “terrorista” de hoje, pode se tornar o “militar” de amanhã. Um exemplo são as forças que lutam contra Bashar Al-Assad da Síria, para o governo, legalmente constituído do país, os ativistas são “terroristas”, mas como existem interesses externos ao conflito, estes são chamados como “libertadores”.

“Um único ato de bondade, não compensa uma vida de maldade, mas um ato de maldade vale para uma vida de atos corretos”, este lema, que descreve a justiça humana veio a minha mente por conta do caso do apresentador inglês Jimmy Saville, da BBC de Londres. O apresentador que fazia diversas campanhas humanitárias, chegou a ser feito cavaleiro pela Rainha Elizabeth II e ganhou o título de Cavaleiro da Ordem de São Gregório pelo Papa João Paulo II em 1990. O apresentador morto em outubro do ano passado, agora, se torna pivô de um escândalo, que parece bastante conveniente, pois o mesmo não pode se defender, e outra coisa, a família de Jimmy ficou escandalizada com as acusações. O líder da Igreja Católica da Inglaterra e do País de Gales, o arcebispo de Westminster, Vincent Nichols, escreveu ao Vaticano pedindo que o título de cavaleiro concedido postumamente a Savile seja retirado. O que aparece muito prematuro, pois as investigações ainda estão no início.

A Justiça pode ser sentida, como no caso de grandes companhias, como a Microsoft e a Google, que foram acusadas de monopólio, os clientes percebiam que os atos das companhias, como a forma em que apresentavam seus produtos, como nos casos do sistema operacional Windows, ou o motor de buscas do Google, eram visivelmente direcionados a “manipular” os resultados dos clientes e favoreciam as empresas parceiras destas companhias.

As mudanças do clima, como o deslocamento dos polos, o aquecimento (efeito estufa) e o aumento da amplitude da faixa tropical, recentemente anunciadas. Mostra o quanto a natureza pode reagir, a ação humana. Tais atos, vistos de forma isolada, podem ser entendidos como uma forma de vingança, mas é apenas uma forma de se ajeitar as coisas.

“Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.”Mahatma Gandhi

Esta frase mostra o outro lado da natureza, nada no mundo produz realmente mais do que é investido, do que ao plantar, aonde a natureza mostra toda a sua força. Ao plantar, o homem aprendeu a muito tempo que, ao plantar, ele produz para si mesmo, para os outros e ainda produz as sementes para a próxima safra.

“A justiça é a vingança do homem em sociedade, como a vingança é a justiça do homem em estado selvagem.” Epicuro

Esta última frase mostra o caráter “reacionário” que damos a justiça, apesar do “liberalismo” e da “liberdade”, a ordem estabelecida se defende através de seu mecanismo punitivo, a “justiça”. Para ela ser percebida, como descreveu Rosseau, a punição tem de ter diversas características, como ser equivalente ou maior que o crime cometido, ter caráter exemplar, para desincentivar outros possíveis delitos e caráter público, ou seja, do conhecimento de todos.

Múnus non parit múnus (dinheiro não procria dinheiro) São Tomas de Aquino

Na Idade Média, a Igreja promulgou o crime de usura, ou seja, a cobrança abusiva de juros é crime e como é contra a lei de Deus, se torna um pecado. Este fato propiciou que, os “judeus” começassem a trabalhar com serviços bancários, pois, como não eram cristãos, não estariam em pecado, ao receber o dinheiro de juros. Isto seria um dos motivos do suposto enriquecimento “ilícito” dos judeus nesse período.

Este outro ponto mostra que a justiça é feita pela “aceitação” do coletivo, as pessoas cristãs, “aceitavam” a usura como crime, em compensação, os “judeus”, “aceitavam” como uma atividade normal. Somos levados pelo nosso grupo a definir a justiça, como resultado de nossa ética, nosso conjunto de valores. Parece simples, mas nada mais difícil do que conciliar essa lista com as nossas emoções. Aquilo que é “apenas” mais um crime, para a autoridade policial, pode se tornar o mais “hediondo” crime, para as pessoas ligadas ao crime.

“Somos escravos de nossos hábitos! Tenhamos bons hábitos”!!!

Recicle com carinho!!!

Antes de reciclar, separe os materiais

Primeiro, uma lista do que você não pode reciclar:

  • Deus, para você Ele é tudo, sem Ele você não tem nada,
  • Seus pais, apesar dos erros, te apoiam sempre,
  • Seus filhos, mesmo que tenha vontade de pular pela janela,
  • Seu amor, aquela que pessoa que você adora, mas te deixa LOOOUCO!!!

Segundo, uma lista do que você deve reciclar:

  • Seus pensamentos, descarte tudo o que for impuro e corrosivo,
  • Seus atos, troque os gestos agressivos por uma mão “amiga”,
  • Suas palavras ríspidas de censura, por letras de moderação e agradecimentos
  • Sua omissão por ações mais humanas e sociais.

Depois volte para a Primeira Lista e confira os resultados:

Para Deus, você aceitará melhor Ele, se você se aceitar,

Para Seus Pais, mais gratidão e menos cobranças,

Para Seus Filhos, se tornará um melhor exemplo,

Para Seu Amor, a razão da sua vida!!!

Recicle com carinho, pois quem ama, cuida!!!

Crise religiosa ou crise de Fé

Atirar no que viu e acertar naquilo que não viu

Parece muito confusa, a  atual paisagem da fé em nossa sociedade moderna e digital. Após os dois últimos séculos, quando a fé havia perdido terreno para a razão e para o ceticismo e tudo o que se dizia espiritual fora classificado como “superstição” ou tradição “boba”, isenta de explicação lógica. Aparece a ciência quântica que revela que, o que nem sempre conseguimos explicar pode realmente existir, o que me lembra a frase abaixo:

“Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia.” Benjamim Franklin

Apesar de anterior a época citada, ele foi direto ao ponto. E hoje, muitas pessoas estão retornando para antigas tradições e devido a pressão, Sua Santidade, o Papa, promulgou a carta Apostólica Motu Proprio, que autoriza a missa em latim em comunidades, as quais haja pedidos de fieis para a realizarem.  Segundo as palavras do próprio Sumo Pontífice:

Nas paróquias onde haja um grupo estável de fiéis aderentes à precedente tradição litúrgica, o pároco acolherá de bom grado seu pedido de celebrar a Santa Missa segundo o rito do Missal Romano editado em 1962.

Desta maneira a liturgia Romana passa a ter a Forma ordinária e extraordinária de celebrar. A Ordinária é aquela em vigor atualmente e, a extraordinária, o rito de Pio V, que tem como diferença a obrigação do Latim, calendário litúrgico e o Lecionário.

Ou seja, ao contrario de outras declarações,  Sua Santidade, não instituiu dois ritos e sim, duas formas de se celebrar a Santa Missa. Existem os que entendem isso, existem até os que aceitam, mas há muitos que não entendem, por isso, acredito, haja tantas discussões a respeito.

Ao puxar esse fio, Sua Santidade, está começando a desfazer um rolo. Um rolo que começou lá traz, no Concílio Vaticano II (CVII), cujo próprio Joseph Ratzinger participou como teólogo perito. E cinquenta anos depois, como Sumo Pontífice ele está aqui, aparando as arestas do Concílio. A maior dela é A Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que manteve as tradições pré conciliares, como dito pelo seu fundador o Cardeal Dom Marcel Lefebvre. Rompendo assim com a Igreja dita “moderna” e criando um “cisma”, pois continuaram a ser Católicos, Apostólicos e Romanos pois diferente da Igreja Anglicana, cujo superior, seria o Rei da Inglaterra, a autoridade máxima continua a ser do Santo Padre.

Existem negociações a respeito, como a visita de Dom Bernard Fellay ao Vaticano e os comentários pululam em ambos os lados. Creio muito na capacidade do Santo Padre e que ele não tenha sido colocado neste posto em vão, pois muito mudou desde sua nomeação. Os jovens da geração Internet, procuram por uma fé que lhes foi negada pelos seus pais, a geração Hippie (filhos do Rock com Coca-cola), uma espiritualização com os pés no chão, algo que faça sentido e gere um êxtase (no bom sentido) religioso.

A volta do rito extraordinário é algo muito positivo, pois ele mantém a sacralidade e o mistério, próprios de um ambiente de introspecção e humildade. Condutas estas necessárias a quem quer realmente falar com Deus.  Este rito, apenas para exemplificar, foi defendido por muitos fiéis como minha mãe, que defendia a volta do modelo pré concílio, mas em sua época, não havia muitos que dessem ouvidos. A modernidade parecia um vírus que havia apanhado a todos.

Ao ler os manifestos de muitos católicos, me espanta o medo que possuem de festas como o Halloween, particularmente, tenho a mesma opinião do Carnaval, que na Idade Média, foi proibido pela Santa Sé. Mas nós bem sabemos que muitos que pulam Carnaval na terça-feira, estarão presentes na Igreja na quarta-feira de cinzas e até jejuam na sexta-feira Santa. Portanto como cristãos, não podemos ser cúmplices, mas devemos receber a quem desejar receber a verdadeira comunhão.

“…um cristão que se deixa guiar e plasmar pouco a pouco pela fé da Igreja, apesar de suas fraquezas, suas limitações e suas dificuldades, torna-se como uma janela aberta à luz do Deus vivo, que recebe essa luz e a transmite ao mundo.” Bento XVI, Catequese sobre a Fé da Igreja.

Se eu não pulo Carnaval, não vou voltar a cara para quem o faça, tenho que discernir bem, antes de julgar e quem sou eu para julgar?

Agora, o mais triste, são os ataques que sofremos por quem se diz “cristão”, mas não possui fé alguma. Até age como se o fosse, mas emite opiniões contrárias. Quando bendizemos Nossa Senhora, mãe de Nosso Senhor, a Virgem Santíssima, logo escutamos algo como, “superstição” ou “crendice”. Mas quando alguém fala, isto é do “cujo”, ou qualquer outro nome que queiram usar. Perdão, mas por respeito, não misturo na mesma frase, o nome Dela com coisas diferentes. Logo tem alguém confirmando:

– É isso, é verdade! Como se aquilo que veem de Deus fosse mentira, e aquilo que vem do pai das mentiras, fosse verdade. Mas quanta *@#@&%$¨, desculpem caríssimos Leitores, mas o que pensei é impronunciável, mesmo escrito.

O que devemos “combater”, sem violência, é claro! São os pronunciamentos contra a nossa fé, os ditos “cristãos” que em nada creem e não sabem o que é hermenêutica, a interpretação concisa e disciplinada das palavras sagradas. Como bem disse o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Muller, a respeito de nossa conduta em frente a pessoas de outras religiões:

“Para um cristão, o respeito pela religiosidade dos outros não significa e não deveria significar uma renúncia à própria fé, à própria identidade e à verdade definitiva recebida, através da Igreja, na Revelação de Deus”.

Ou seja, nas devidas formas, revelarmos nossa situação como cristãos, Católicos, Apostólicos e Romanos e que não concordamos com opiniões contrarias a nossa fé, como no caso dos Santos.

“A Igreja católica, no seu ensino teológico, determina tudo isso com uma exatidão matemática.

A adoração, do lado de seu objeto, divide-se em três classes de culto:

1. culto de latria (grego: “latreuo“) quer dizer adorar – É o culto reservado a Deus

2. culto de dulia (grego: “douleuo“) quer dizer honrar.

3. culto de hiperdulia (grego: hyper, acima de; douleuo, honra) ou acima do culto de honra, sem atingir o culto de adoração.

A latria é o culto que se deve somente a Deus e consiste em reconhecer nele a divindade, prestando uma homenagem absoluta e suprema, como criador e redentor dos homens. Ou seja, reconhecer que ele é o Senhor de todas as coisas e criador de todos nós, etc.

O culto de dulia é especial aos santos, como sendo amigos de Deus.

O culto de hiperdulia é o culto especial devido a Maria Santíssima, como Mãe de Deus.”

Para quem se interessou, este texto é da Igreja On-line, portalcot.com, que com todo respeito, copiamos aqui para tentar esclarecer um pouco mais esse assunto. O texto original possui muito mais argumentos para aqueles que gostam de ler a Bíblia e dar interpretações particulares.

Como professava, Santo Inácio de Loyola: “Muita sabedoria unida a uma santidade moderada é preferível a muita santidade com pouca sabedoria.”  Por isso não me assusta, quem diz ter tanta fé, mas não respeita a tradição e não medita sobre um assunto antes de proferir sua opinião.

Para demonstrar isso, lembro de uma discussão atual, onde evangélicos, condenavam uma novela de televisão por fazer menção a São Jorge, como se ele fosse propriedade das religiões afro-descendentes, como Umbanda e Candomblé. Fato este, negado por membros dessas religiões. Pois, o que me chamou a atenção foi o modo displicente com que fomos tratados. O Santo é católico, apesar de alguns problemas sobre a veracidade de documentos que comprovem sua vida, ele foi canonizado e é o Santo protetor de diversos países, cidades e até time de futebol. Pois, por isso, a ele devemos respeito.

“Quando os convido a ser santos, peço que não se conformem em ser de segunda linha, mas que aspirem a um “horizonte maior. Não se conformem em ser medíocres.” Papa Bento XVI

Fontes: Frates in Unun.com e Portalcot.com