Um show de mágica chamado Esquerdismo

Quem já foi num show de mágica cansou de ouvir a frase “não olhe para onde o mágico manda ou você não verá como a mágica é feita“, porém em raras exceções se pode constatar que a pessoa viu mesmo como o truque foi feito.

Da mesma forma, as advertências sobre a dialética comunista são feitas mas com pouco resultado, pois ainda a maioria se encanta com a canção de Orpheus e agem como a serpente sob efeito da “flauta encantada“. Nada os faz despertar dessa ilusão, como se hipnotizados estivessem. Bem advertiu Sigmund Freud sobre o hipnotismo, apesar dele ter abandonado essa técnica para a psicologia por se considerar um hipnotizador medíocre, ele deixou em seus escritos que ela poderia ser extremamente perigosa para o uso em multidões.

Quem esteve em show de hipnose deve se lembrar do teste inicial que é realizado para definir quais as pessoas mais suscetíveis à hipnose. Bata a mão três vezes e agarre seus dedos na terceira vez, quem não consegue mais soltar os dedos será convidado a ir ao palco e participar do show. Muitos o são!

Da mesma forma, o discurso direcionado, as frases de efeito e os “truques” de linguagem de Engels mostram surtir efeito sobre a maioria das pessoas. Não importa se tenham textos opostos com melhor argumentação, pois esses requerem estudos e pesquisas e isso é enfadonho e cansativo. Engels dizia que através da discussão, poderiam os opostos encontrarem alguma solução para um dilema. Isso é mentira, apenas pelo conhecimento de fato de uma situação é que podemos achar uma verdadeira solução. Sua perda de tempo apenas faz com que a mentira se propague e mais pessoas acreditem nela.

Na minha opinião! Muitos que começam a falar desse jeito fariam um grande favor a humanidade em se calarem, não existe isso, ou você conhece um assunto ou não conhece e para seu desenvolvimento pessoal, peço que estude um pouco mais. A grande e imensa quantidade de material oferecida pela internet de nada vale sem uma ascese, sem um caminho para o desenvolvimento de sua intelectualidade. Na verdade, o que ela te propõe é o racionalismo e o sentimentalismo, as duas faces da mesma moeda que apenas colocam uma canga sobre a sua mente e te direcionam para onde quiserem, como um boi. O racionalismo com a lógica desprovida de verdadeiras premissas e o sentimentalismo que te faz conceituar o mundo pelo que você sente. A busca da lógica como se ela fosse um fim em si mesma apenas cria um “mecanicismo” que emburrece o ser humano.

Parte da responsabilidade é devido ao sistema “construtivista” usado nas escolas e a metodologia paulofreiniana que se baseia em pontos sempre mais “mecânicos” ou “ideologicamente reprováveis”, como a física de Sir Isaac Newton ou os estudos de Leonardo da Vinci em lugar de estudos mais profundos como Gottfried Wilhelm Leibniz e Friedrich Nietzsche que numa rápida pincelada nos mostra o quanto somos direcionados e cerceados em nosso raciocínio.

Newton com seus estudos sobre as leis da física dão aos estudantes uma noção extremamente limitada sobre o universo, os estudos de Leibniz falam sobre espiritualidade além de conceitos mais profundos da matemática como o uso das diferenciais e isso é uma forma muito mais evoluída de pensamento. Outra questão é sobre a diferença entre os estudos de Leonardo da Vinci e Nietzsche, enquanto as mentes quadradas dos retrógados e negacionistas dos ateístas se fincam no caso de da Vinci contra a igreja católica, basta ouvir a opinião de Nietzsche a respeito, “eu nunca iria para a fogueira por uma idéia minha, pois eu duvido de mim mesmo…”. Mudar de opinião é um fato para um ser pensante!

Muito se fala sobre a interpretação de textos, mas existe outra coisa mais sútil e importante, a noção de proporção, que é totalmente esquecida e ignorada na falácias esquerdistas. Um grande serviço que pode você se prestar é analisar as afirmações esquerdistas sob a viés da proporção e ver como as suas incoerências afloram e sua razão cai por terra. Seja em qualquer uma de suas campanhas, sobre o feminismo, as ideologias de gênero, o ateísmo, o ambientalismo, sobre drogas ou desarmamento. Eles se valem do discurso vazio e das frases de efeito como, pela ciência, mas nada sabem sobre ela.

Como dizia Carl Jung, “pensar é difícil, por isso poucos se prestam a esse serviço“, mas nada pode ser mais libertador do que ter a sua própria opinião fundamentada em fatos e estudos. Seu caminhar pela vida se torna mais suave e a chamada “opinião dos outros” não lhe oprime mais. Ler um livro e poder concordar com a visão de outro sem que isso altere a sua própria ou como dizia o Papa Bento XVI, “não sejais cristãos tíbios“, não temam ler as contradições e estejam preparados para defender suas próprias convicções, da mesma forma que dizia Lord Chesterton: “a tolerância é a virtude do homem sem convicções“.

Ser uma mosca para pousar na cabeça do ingrato e ouvi-lo ruminar suas maledicências“, pediria isso a Deus se algo me valesse de saber o que eles pensam, será que essas tantas citações são deles mesmos (filósofos e escritores) ou foram inventadas ou ditas por um lavador de janelas. Talvez nunca saibam!

O que sempre repeti aos amigos e colegas, “contra fatos não há argumentos”, a dica é desconfie de tudo e até de si mesmo. Textos sem embasamento, apenas com frases de efeito ou medíocre “lógica”, acusando ou degradando a imagem de pessoas, que servem apenas como “discurso de ódio” para inflamar as discussões e separar as pessoas não podem mais serem tolerados, devem ser respondidos de forma contundente para que essas pessoas se calem, pois por muito tempo se protegeram atrás de um escudo de vitimismo e falsa moral. Chega de usarem a nossa bondade, nossa caridade e nossa tolerância contra nós. Isso é uma guerra e a sua “boa fé” é a arma que usam contra você!

Para uma salvação autêntica

Nós podemos afirmar que todas as religiões são caminho de salvação?

Com essa pergunta, o Reverendíssimo Padre Paulo Ricardo fez o vídeo 191 de seu site, no caso, ele discute sobre a criação de uma igreja ecumênica que seria uma globalização de todas as igrejas existentes e sem nenhuma em destaque. Contudo ressalta as divergências que isso traria com os dogmas da Santa Igreja Catôlica.

O interessante desse vídeo são referente as ações do Espírito Santo nessas outras vertentes da humanidade e como elas apontam para a Santa Sé. Isso nos faz lembrar os avisos do Bispo Emérito de Roma, o Papa Bento XIV, que dizia, “não sejam tíbios”, ou sejam, pedia para que nós, católicos, não tivessemos medo. Medo de sair e enfrentar o mundo.

O Santo Padre recomendava a leitura de textos “não católicos” para se verificar a respeito da verdade dita nesses textos e como essa verdade aponta para o catolicismo. Posso garantir que fiz tal experiência e que realmente acabei encontrando textos que concordam com a doutrina católica e que afirmam “ser essa a única verdade”.

O Padre Ricardo lembra os cinco pilares que se apoiam os textos católicos é que são as condições sine qua non para que uma outra “filosofia” possa ser aceita perante o catolicismo. Como também que a doutrina católica é completa, ou seja, ela não depende desses textos ou filosofias para existir ou ser o caminho da salvação.

Se realmente temos fé em nossa Igreja, ao ler, ouvir ou partilhar de outras informações diferentes não nos tornará “convertidos” para outras religiões? Não, pois como bem diz o Padre Ricardo: o Espírito Santo age em toda a parte e ele planta sementes de verdade em todos os corações. Seria como se fossem algumas pinceladas que aguçam a curiosidade e que florescem no momento do encontro com a justa verdade. Devemos lembrar do que ocorreu após Sua Santidade, o beato João Paulo II ter beijado um Alcorão e um grande número de muçulmanos se converteu ao cristianismo ou como a Igreja tem se expandido na África e na Ásia. Infelizmente, é claro, apesar das perseguições que sofrem esses convertidos, pois elas se mostram tão eficazes que acabam causando um forte temor em outras vertentes religiosas, como os muçulmanos radicais.

Em síntese, se um cristão que possui forte raízes em sua Igreja e que “comunga” da verdade não deve temer o conhecimento alheio, pois estará sempre protegido pela fé e terá sempre uma justa resposta para as armadilhas do relativismo e do liberalismo religioso.

Para maiores informações acesse o link abaixo:

Link: http://padrepauloricardo.org/

“Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em consequência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura” Papa Emérito Bento XVI

Das touradas à morte

Quando soa o som do inevitável

As pessoas temem o que não conhecem e o maior misterio da vida é o post-mortem, o fim da existência e o passar para o outro plano. Independente de sua fé, dogmas ou conhecimento alguns parâmetros nos mostram que essa passagem pode ser suave e que independente do modo, após ocorrer, se torna até indolor.

Lembre-se que a dor e as sensações estão ligadas ao corpo físico e não ao espírito ou a alma. Claro que, caso não acredite nisso, o desligar da “máquina” o torna imune a qualquer sensação.

Os Sonhos e a Morte

Um outro fenômeno que pode ser tão perigoso quanto a morte pode ser o mundo dos sonhos, misterioso e enigmatico, tem a capacidade de acalentar ou de nos atormentar com as mais incriveis figuras. Como disse a Morte para Morpheus Senhor dos Sonhos, “as pessoas temem a morte mas não temem entrar em suas terras todas as noites, mesmo sendo mais perigosas…”

Tradições de morte

Na evolução humana, diversas tradições acabam sendo perdidas, esquecidas ou até mesmo proibidas, como no caso das Touradas. Estamos vivendo um momento singular na história humana, no qual estamos literalmente “jogando a sujeira para debaixo do tapete” e estamos nos esquivando daquilo que é inevitável: a própria Morte!

Na tentativa de pouparmos os mais jovens das agressões do mundo, estamos lhes oferecendo um mundo “higienizado“, tão esteril de emoções que os torna depressivos e passíveis de uma nova doença, o “stress”. Na medicina, comprovam os cientístas,que o contato com o agente causador de uma doença como uma bactéria acaba fazendo com que a pessoa crie as condições de naturalmente se defender dessa doença.

Há três séculos atrás, um enforcamento se tornava um evento público com direito a platéia e tudo. Hoje, existem muitas pessoas que defendem a volta da pena de morte, mas claro que na forma de um evento um pouco mais discreto.

As Touradas

Várias regiões da Espanha, que tinham por tradição as Touradas, estão gradativamente as proibindo e isso começou com a proibição da morte dos touros na arena em alguns países como Portugal, como também as ações de algumas Ongs em defesa dos animais. Essas Ongs relutam em entender que nem sempre o touro perde, que a tradição é muito mais que violência e morte, mas demonstra que a disciplina e coragem podem fazer com um mero ser humano enfrentar uma “fera“, como os touros da raça “Miura”. Animais que nascem e são criados em liberdade para serem totalmente aversos ao cativeiro e que são escolhidos pelas características da própria mãe, como a ferocidade e a vitalidade.

As pessoas que sentem mal ao assistirem um evento como uma Tourada, não deviam nem tentar assistir. Elas não tem culpa de se sentirem assim, isso é resultado dessa vida de isolamento que chamam de modernidade. Quando eu era criança, na região de onde eu vim, era comum para se preparar o almoço ter de se matar o frango ou um porco, ou seja, se você quer comer, tem de preparar a comida e não é possível se fazer isso com o animal vivo.

Pessoas assim não conseguem ver um animal ser maltratado mas conseguem assistir a um UFC ou a programas policiais com bastante adrenalina. As respostas destes são as mesmas de sempre, cheias de rancor contra a violência e ultraje. Contudo não se percebem da violência de suas palavras e que seus métodos se assemelham aos da própria Tourada, se querem a paz, propaguem a paz. Dizer que se necessitam de armas para combater as armas é pura demagogia.

Uma declaração de Arnado Jabor foi duramente criticada por defender que quem não gosta de Touradas deveria não consumir carne bovina. Isso reflete aquilo o que eu disse, nos tornamos covardes que se vangloriam de não causarmos mal a nenhum animal apenas porque não estamos presentes no momento de sua morte, mas não nos omitimos em receber os benefícios da mesma.

Ser a favor da paz, sim. Da hipocrisia, nunca!!!

Crise religiosa ou crise de Fé

Atirar no que viu e acertar naquilo que não viu

Parece muito confusa, a  atual paisagem da fé em nossa sociedade moderna e digital. Após os dois últimos séculos, quando a fé havia perdido terreno para a razão e para o ceticismo e tudo o que se dizia espiritual fora classificado como “superstição” ou tradição “boba”, isenta de explicação lógica. Aparece a ciência quântica que revela que, o que nem sempre conseguimos explicar pode realmente existir, o que me lembra a frase abaixo:

“Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia.” Benjamim Franklin

Apesar de anterior a época citada, ele foi direto ao ponto. E hoje, muitas pessoas estão retornando para antigas tradições e devido a pressão, Sua Santidade, o Papa, promulgou a carta Apostólica Motu Proprio, que autoriza a missa em latim em comunidades, as quais haja pedidos de fieis para a realizarem.  Segundo as palavras do próprio Sumo Pontífice:

Nas paróquias onde haja um grupo estável de fiéis aderentes à precedente tradição litúrgica, o pároco acolherá de bom grado seu pedido de celebrar a Santa Missa segundo o rito do Missal Romano editado em 1962.

Desta maneira a liturgia Romana passa a ter a Forma ordinária e extraordinária de celebrar. A Ordinária é aquela em vigor atualmente e, a extraordinária, o rito de Pio V, que tem como diferença a obrigação do Latim, calendário litúrgico e o Lecionário.

Ou seja, ao contrario de outras declarações,  Sua Santidade, não instituiu dois ritos e sim, duas formas de se celebrar a Santa Missa. Existem os que entendem isso, existem até os que aceitam, mas há muitos que não entendem, por isso, acredito, haja tantas discussões a respeito.

Ao puxar esse fio, Sua Santidade, está começando a desfazer um rolo. Um rolo que começou lá traz, no Concílio Vaticano II (CVII), cujo próprio Joseph Ratzinger participou como teólogo perito. E cinquenta anos depois, como Sumo Pontífice ele está aqui, aparando as arestas do Concílio. A maior dela é A Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que manteve as tradições pré conciliares, como dito pelo seu fundador o Cardeal Dom Marcel Lefebvre. Rompendo assim com a Igreja dita “moderna” e criando um “cisma”, pois continuaram a ser Católicos, Apostólicos e Romanos pois diferente da Igreja Anglicana, cujo superior, seria o Rei da Inglaterra, a autoridade máxima continua a ser do Santo Padre.

Existem negociações a respeito, como a visita de Dom Bernard Fellay ao Vaticano e os comentários pululam em ambos os lados. Creio muito na capacidade do Santo Padre e que ele não tenha sido colocado neste posto em vão, pois muito mudou desde sua nomeação. Os jovens da geração Internet, procuram por uma fé que lhes foi negada pelos seus pais, a geração Hippie (filhos do Rock com Coca-cola), uma espiritualização com os pés no chão, algo que faça sentido e gere um êxtase (no bom sentido) religioso.

A volta do rito extraordinário é algo muito positivo, pois ele mantém a sacralidade e o mistério, próprios de um ambiente de introspecção e humildade. Condutas estas necessárias a quem quer realmente falar com Deus.  Este rito, apenas para exemplificar, foi defendido por muitos fiéis como minha mãe, que defendia a volta do modelo pré concílio, mas em sua época, não havia muitos que dessem ouvidos. A modernidade parecia um vírus que havia apanhado a todos.

Ao ler os manifestos de muitos católicos, me espanta o medo que possuem de festas como o Halloween, particularmente, tenho a mesma opinião do Carnaval, que na Idade Média, foi proibido pela Santa Sé. Mas nós bem sabemos que muitos que pulam Carnaval na terça-feira, estarão presentes na Igreja na quarta-feira de cinzas e até jejuam na sexta-feira Santa. Portanto como cristãos, não podemos ser cúmplices, mas devemos receber a quem desejar receber a verdadeira comunhão.

“…um cristão que se deixa guiar e plasmar pouco a pouco pela fé da Igreja, apesar de suas fraquezas, suas limitações e suas dificuldades, torna-se como uma janela aberta à luz do Deus vivo, que recebe essa luz e a transmite ao mundo.” Bento XVI, Catequese sobre a Fé da Igreja.

Se eu não pulo Carnaval, não vou voltar a cara para quem o faça, tenho que discernir bem, antes de julgar e quem sou eu para julgar?

Agora, o mais triste, são os ataques que sofremos por quem se diz “cristão”, mas não possui fé alguma. Até age como se o fosse, mas emite opiniões contrárias. Quando bendizemos Nossa Senhora, mãe de Nosso Senhor, a Virgem Santíssima, logo escutamos algo como, “superstição” ou “crendice”. Mas quando alguém fala, isto é do “cujo”, ou qualquer outro nome que queiram usar. Perdão, mas por respeito, não misturo na mesma frase, o nome Dela com coisas diferentes. Logo tem alguém confirmando:

– É isso, é verdade! Como se aquilo que veem de Deus fosse mentira, e aquilo que vem do pai das mentiras, fosse verdade. Mas quanta *@#@&%$¨, desculpem caríssimos Leitores, mas o que pensei é impronunciável, mesmo escrito.

O que devemos “combater”, sem violência, é claro! São os pronunciamentos contra a nossa fé, os ditos “cristãos” que em nada creem e não sabem o que é hermenêutica, a interpretação concisa e disciplinada das palavras sagradas. Como bem disse o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Muller, a respeito de nossa conduta em frente a pessoas de outras religiões:

“Para um cristão, o respeito pela religiosidade dos outros não significa e não deveria significar uma renúncia à própria fé, à própria identidade e à verdade definitiva recebida, através da Igreja, na Revelação de Deus”.

Ou seja, nas devidas formas, revelarmos nossa situação como cristãos, Católicos, Apostólicos e Romanos e que não concordamos com opiniões contrarias a nossa fé, como no caso dos Santos.

“A Igreja católica, no seu ensino teológico, determina tudo isso com uma exatidão matemática.

A adoração, do lado de seu objeto, divide-se em três classes de culto:

1. culto de latria (grego: “latreuo“) quer dizer adorar – É o culto reservado a Deus

2. culto de dulia (grego: “douleuo“) quer dizer honrar.

3. culto de hiperdulia (grego: hyper, acima de; douleuo, honra) ou acima do culto de honra, sem atingir o culto de adoração.

A latria é o culto que se deve somente a Deus e consiste em reconhecer nele a divindade, prestando uma homenagem absoluta e suprema, como criador e redentor dos homens. Ou seja, reconhecer que ele é o Senhor de todas as coisas e criador de todos nós, etc.

O culto de dulia é especial aos santos, como sendo amigos de Deus.

O culto de hiperdulia é o culto especial devido a Maria Santíssima, como Mãe de Deus.”

Para quem se interessou, este texto é da Igreja On-line, portalcot.com, que com todo respeito, copiamos aqui para tentar esclarecer um pouco mais esse assunto. O texto original possui muito mais argumentos para aqueles que gostam de ler a Bíblia e dar interpretações particulares.

Como professava, Santo Inácio de Loyola: “Muita sabedoria unida a uma santidade moderada é preferível a muita santidade com pouca sabedoria.”  Por isso não me assusta, quem diz ter tanta fé, mas não respeita a tradição e não medita sobre um assunto antes de proferir sua opinião.

Para demonstrar isso, lembro de uma discussão atual, onde evangélicos, condenavam uma novela de televisão por fazer menção a São Jorge, como se ele fosse propriedade das religiões afro-descendentes, como Umbanda e Candomblé. Fato este, negado por membros dessas religiões. Pois, o que me chamou a atenção foi o modo displicente com que fomos tratados. O Santo é católico, apesar de alguns problemas sobre a veracidade de documentos que comprovem sua vida, ele foi canonizado e é o Santo protetor de diversos países, cidades e até time de futebol. Pois, por isso, a ele devemos respeito.

“Quando os convido a ser santos, peço que não se conformem em ser de segunda linha, mas que aspirem a um “horizonte maior. Não se conformem em ser medíocres.” Papa Bento XVI

Fontes: Frates in Unun.com e Portalcot.com