O Príncipe vampiro?

Será o príncipe inglês herdeiro do príncipe dos Vampiros?

O Príncipe Charles da Inglaterra confirmou ter ligações com Vlad, o “Empalador”, da Transilvânia. O mesmo que ficou famoso como o Drácula da história de Bram Stoker. Um personagem igualmente intrigante na vida real, como na ficção. Vlad ficou conhecido pelos massacres que promovia e pelos métodos que utilizava, principalmente por empalar as vítimas, pois foi devido a isso, que acabou ganhando seu apelido.

Séculos mais tarde, sua fama deu origem a história publicada por Bram Stoker, que utilizou elementos reais do seu tempo, como o incidente com o navio Demeter com muita imaginação e elementos  de puro terror. A história real com o livro rendem a Romênia, um grande Ibope, pois recebem centenas de turistas anualmente, que querem conhecer o Castelo e as terras por onde teria andado o verdadeiro Drácula.

As declarações de Charles, parecem ter produzido um novo fôlego as autoridades romenas que estão explorando intensamente, com bastante propaganda, o fato da avô de Charles ter sido casada com Vlad III e como confirmou o príncipe, “o sangue de Vlad, o Empalador, corre em minhas veias”

Apenas no ano passado, cerca de 118.000 mil turistas ingleses visitaram a Transilvânia e possivelmente entres eles, está Charles, que regularmente visita a região, sendo o feliz proprietário de uma casa lá, há pelo menos 6 anos. Fato interessante para os turistas de terror.

Keep calm and Carry on

Mantenha-se calmo e siga em frente

Este lema, encontrado em cartazes que infestam a Grã-Bretanha tem uma história bastante interessante. Durante a II Grande Guerra, o governo inglês queria manter a moral e o ânimo do povo nesse difícil período. Em meio as bombas alemãs e as sirenes do toque de recolher. Além dos constantes apagões para evitar que as aeronaves do III Reich pudessem ter uma visão clara de seus alvos.

A princípio foram criados três lemas que seriam impressos em cartaz padrão, letras brancas e fundo colorido e com a coroa do rei Jorge VI. Os dois primeiros lemas foram utilizados em público, mas o terceiro nunca fora visto. Seu objetivo era ser utilizado somente se os alemães invadissem a Inglaterra.

Como isto nunca aconteceu, os cartazes foram guardados e esquecidos. Os seus idealizadores acreditavam que os impressos foram destruídos, por não terem sido usados. Mas, no ano 2000,  Stuart Manley, ao abrir uma caixa de livros que acabara de adquirir e encontrou acidentalmente um original.

Ele gostou e com consentimento de sua esposa, emolduraram e penduraram o cartaz na loja. Os clientes que viam, também gostavam e pediam cópias, com o tempo, colocaram o lema em diversos objetos que podem ser visto no site:

www.keepcalmandcarryon.com

Manley explica que o cartaz é simples, mas seus elementos trazem uma grande harmonia e a legenda é realmente inspiradora e em épocas de recessão, crise e todos os tipos de problema, adquirir um cartaz é bem mais barato e menos nocivo a saúde que anti-depressivos. Como também serve para ser colocado em consultórios, escritórios e todo tipo de profissional liberal pode se beneficiar de um cartaz que fortalece a confiança do seus clientes.

Fonte: El Pais

Filha única: moda

A moda de pintar um dedo diferente

Muitas pessoas estão comentando sobre a moda de pintar uma das unhas de cada mão com uma cor ou glitter diferente das demais. O dedo escolhido para isso é normalmente o anelar, e tal moda estaria vinculada ao fato de se usar a aliança nesse dedo especificamente.

Segundo alguns, o dedo anular é o menos utilizado em trabalhos pesados e como antigamente, as pessoas carregavam mais peso. Nesse dedo, a aliança estaria mais segura. E o seu amor também.

Na tradição inglesa, a noiva usava a aliança no polegar e na cerimônia de casamento o noivo, retirava a aliança e a passava de dedo em dedo enquanto invocava o nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo,  Amem e colocava a aliança no dedo anelar e ali ficava.

Para os romanos, no dedo anelar da mãos esquerda havia uma “veia d´amore” que era ligada diretamente ao coração e portanto tal dedo, representaria quem você ama.

Os chineses tem uma tradição em que cada dedo representa uma pessoa, dessa forma:

  • os polegares: seus pais;
  • os indicadores: seus irmãos;
  • os médios: você mesmo;
  • os anelares: seu companheiro(a);
  • os minguinhos: seus filhos(as).

Ao unir as mãos conforme a figura abaixo, e apontar os dedos médios para você mesmo, faça o seguinte:

Tente separar os polegares, você consegue, porque você um dia irá sair de casa, e irá se separar de seus pais.

Tente separar os indicadores, você consegue, porque um dia cada um irá seguir seu rumo na vida e você se separará dos seus irmãos.

Tente separar os minguinhos, você conseguirá, pois seus filhos irão trilhar seus caminhos na vida e você irão se separar.

Por último, tente separar os anelares, você não consegue, pois você e seu amor estarão juntos para sempre.

Não somos americanos?

Somos Americanos, sim!

Esta questão é bastante controversa, muitos defendem como significado de “americanos”, as pessoas nascidas nos Estados Unidos da América, o que na verdade, seria uma incongruência, pois todos que nascem no Continente Americano, seria por  definição Americano. Tal fato se dá pelo seguinte motivo, ao se dizer norte-americano, estamos nos referindo a três nações distintas, ao México, os Estados Unidos e o Canadá.

Por uma questão cultural, os Estados Unidos não querem ser confundidos com mexicanos ou até com seus vizinhos canadenses, apesar do idioma. Alguns defendem a nomenclatura “estadounidense” por ser mais exata, ao se referir ao primeiro nome e por não ter outro aqui com o “Estados Unidos”, apesar de que pela história já existiu um Estados Unidos do Brasil, conforme algumas antigas moedas nacionais.

Conforme a nossa primeira constituição republicana de 24 de fevereiro de 1891 em seu primeiro artigo. Por curiosidade, nessa Constituição se previa a construção de Brasilia ao demarcar no planalto central um território para a futura capital.

Outros fatos são também relevantes para mostrar o nosso contraste com eles:

  • Qual a sua altura, se você disser 1 (hum) metro e 70 (setenta) centímetros, isto equivaleria a 5,57 pés.
  • Qual o seu peso, se disser uns 70 Kg, isto significaria uns 154 libras, o valor numérico é maior, mas não significa que você esteja mais pesado.
  • Você costuma dirigir na estrada a uns 100 Km/h. Se o seu carro vier com velocímetro norte americano, isto significará 62,15 Milhas por hora. Que lento, hein!
  • O mesmo vale para outras medidas como Temperatura, no Brasil usamos Graus Célsius e nos Estados Unidos Fahrenheit ou Kevin, e se você anda na rua e avista um termômetro com 22° C se estive nos Estados Unidos isto significaria 71,6ºF. Você já estaria fritando com toda essa temperatura!

Piadas a parte, esses fatos se devem a nossa colonização, distinta da deles, os ingleses tinham sua métrica e não foram conquistados por Napoleão Bonaparte, por isso não receberam os padrões de medida estipulados pela Revolução Francesa. Na Europa cada feudo tinha suas unidades de peso e comprimento, por isso, a tremenda confusão. Com a Revolução criaram um padrão que foi difundido por todo continente europeu e suas colônias.

Os norte-americanos ficaram fora desse padrão e até hoje sua população não aceitou qualquer mudança.

Outras diferenças como a palavra Jurisdição, apesar de difundida pelos filmes estrangeiros, não significa território e sim conjuntos de leis ou casos referentes a uma determinada matéria de direito, aqui no Brasil.

Apesar disso, os carros “estadounidenses” tem como lado esquerdo, a porta de entrada do motorista, diferente dos ingleses, que o lado é o direito. Esta foi uma herança do lado de se montar os cavalos, que na Inglaterra se fazia ao lado contrario do usual em toda Europa. E que por algum motivo, não quiseram mudar!

Para finalizar, nascemos no Continente Americano e temos o direito de nos chamar de Americanos. Mesmo que não comemoremos o dia 12 de Outubro, como o Dia de Descobrimento da América. Fato este que está sendo cada vez mais estigmatizado por todo continente, que preferem mudar o motivo da comemoração e o nome da data, para não se lembrarem do momento em começaram a serem explorados!