Aos iludidos, as ilusões

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“Ao envelhecer, parei de escutar o que as pessoas dizem. Agora só presto atenção ao que elas fazem.” Andrew Carnegie

Quem nunca se iludiu na vida, que atire a primeira pedra! Na juventude é desculpável se tornar um esquerdista devido ao apelo sentimental que esse movimento trás. Mas depois de uma certa idade e com a facilidades de se obter informações nos dias de hoje, não é mais digno de pena!

Existem três questões que chamam a atenção: o direito a acessibilidade, as nomenclaturas e da tecnologia no dia a dia.

Como citou Umberto Eco, o perigo na internet está em nivelar por baixo. Os usuários que estão entrando na internet sem nenhum preparo e altamente motivados em contribuir não possuem a menor noção da destruição que causam. Muitos falam em direito à acessibilidade sem medir as consequências dessas palavras. E de forma alguma se trata de “preconceito” ou de tentar manter a internet nas mãos de uma elite, se trata apenas de bom senso para se utilizar uma ferramenta.

Quando aprendi o português, me lembro do professor dizendo que, cacofonia é um recurso para “retardados” e que isso se alterou de tal maneira que muitos consideram sinal de inteligência fazer estúpidas analogias como aquela piadinha do cara que compra um carneiro e o chama de Rover e que irá tosá-lo quando crescer e ele terá “lã de Rover” e que quem envia tem a presteza de dizer que depois dessa irá tomar um remédio. Um adendo, e isso não é privilégio apenas dos brasileiros, tenho visto isso em vários idiomas e de muitos países diferentes.

Não importa se foi por mera brincadeira ou por pura ignorância, se para se tornar um médico a pessoa necessita de um preparo ou se para operar máquinas pesadas também, o mesmo vale para a internet.

Aprender não tira pedaço e conhecimento não ocupa espaço. Vamos progredir e mostrar para os outros o quanto podemos nos tornar melhor a cada dia.

 “Se uma rosa, por outro nome a chama-se, outro perfume teria…”

Quem não conhece tão singelo proverbio e não sabe de suas aplicações, porém não é o que assistimos. Muito os ignoram em nome de uma nova e falsa ciência. Na qual apenas o método basta, não existem princípios morais ou tradição. Os falsários da pseudo-intelectualidade esquerdista que iludem pobres e inocentes criaturas. Os universitários ávidos por revoluções à la “Ché Guevara” mas que não aguentam lavar a louça do almoço. Pobres imbecis que apenas aumentam as fileiras dos “idiotas úteis” que Lenin tanto falava. Imbecis que apenas fazem o que Antonio Gramsci pedia mas nunca realizou por si só. Ele nunca se tornou o ideal que tanto almejava, queria que outros se tornassem ignorantes com sua ardilosa retórica. Para ele, apenas uma resposta basta:

“Quem não sabe de onde veio, não sabe quem é!”

O novo profissional que ele queria criar é apenas um automato que pode ser programado na forma que os líderes esquerdistas desejarem, ou se não, com o mesmo fim dos “idiotas úteis”, paredão com eles. George Orwell alertava sobre os riscos de se ignorar a tradição e as sua origens, como um homem apartado de seu meio social pode ser facilmente induzido e adestrado, ou como hoje se faz: doutrinado.

O método por si só, não justifica seu conteúdo ou lhe dá credibilidade, o que é falso, morre por si só. Não se embrulha lixo em saco de presente, pois é isso que eles fazem. A teoria esquerdista se vale de ideias óbvias, verdades universais para chegarem a conclusões mirabolantes que são desmascaradas com simples interrogativas, se ele quer o fim da família, como pregava Marx, por que ele odeia a própria família? Que credibilidade ele quer como profissional sem os ensinamentos de sua própria profissão? Ou como ele ganha a vida, quem o sustenta? Atrás de todo jovem marxista existe um pai capitalista.

As principais diferenças entre o pensamento de direita e de esquerda, é que a direita é composta de princípios imutáveis e valores humanos que são passados de geração a geração. Mesmo que você não concorde com este ou aquele ponto de vista de algum pensador de direita, “no frigir dos ovos”, no final acabaremos defendendo o mesmo lado. Não é o que ocorre na esquerda, em que as ideias são intercaladas, como em um “castelo de cartas”, se você tira uma, o castelo desaba.

A tecnologia virou alvo dos esquerdistas que a tomam como maravilhosa e que a usam como exemplo de que o homem não necessita mais de Deus. Mas que tecnologia é essa em que ainda somos nós que trabalhamos, que não evolui sozinha ou cria nada por si mesma. O que temos hoje é um uso intenso de ferramentas que estavam sozinhas, mas hoje trabalham juntas, somos nós a argamassa que une e sem nós, não possuem finalidade. Exemplos são fáceis, esse computador que usamos, por mais moderno que seja, tem tela, teclado, mouse e CPU (com placas e processadores) e este é o mesmo desenho que teríamos de um antigo micro XT, que foi um dos primeiros a englobar a tecnologia do HD (Hard Disk). Quais a diferenças, então? Velocidade de processamento ou armazenamento? Alguns citariam, o armazenamento em “nuvem”que é possível devido a internet, mas é apenas armazenamento, seja guardar em casa ou no “cyberespaço”, no final é apenas a mesma coisa.

Aonde estão os computadores que sonhávamos nos anos 80, que não seriam computadores, seriam apenas as nossa máquinas com inteligência. Quem assistiu o filme clássico “Bladerunner – o caçador de androids” se lembra da cena que ele apanha uma foto e põe num aparelho que se parece com um vídeo cassete e reproduz a foto, todos os comandos de voz que ele pedia o aparelho realizava, isso é o que imaginávamos. Não vemos nada disso ainda. Segundo alguns estudiosos foram as redes sociais e os programas que as empresas e as pessoas pediam que mudaram o rumo dessa evolução.

Claro que também, as “teorias da conspiração” ajudaram com filmes como o “Exterminador do Futuro” que tornaram ideias como “inteligência artificial” em algo maligno. Mas se isso ocorresse, quem seria o culpado, a máquina ou o homem que a criou. Isso é um alerta, não somos melhores do que já fomos e nem menos cretinos, se acreditarmos que as gerações passadas não tem mais o que ensinar, estaremos assinando a sentença de morte da raça humana nesse mundo.

“O comunismo destitui o homem da sua liberdade, rouba sua personalidade e dignidade e remove todas as travas morais que impedem as irrupções do instinto cego”. (Papa Pio XI)

 

 

 

 

O demolidor

 

Ou o futuro utópico da esquerda

O filme de 1993 com Sylvester Stallone e Wesley Snipes foi baseado no livro de Aldous Huxley, Admirável Mundo Novo, que mostra um mundo totalmente transformado em um pós guerra. A sociedade está com as lideranças políticas e empresariais totalmente centralizadas, a cultura se torna única e os grupos dissidentes são expurgados. Até mesmo a fala é padronizada com multas para quem fala palavras de baixo calão (palavrões).

As pessoas não possuem nenhuma noção de gosto, além de se vestirem de forma igual, não escutam música, apenas o que chamam de “jingles” que são o que hoje conhecemos como comerciais. Não existe contato entre os seres humanos, até mesmo o sexo é “interativo”, feito através de máquinas e a inseminação é somente pelo método artificial. O governo é absoluto em tudo, o que pode causar mal à sua saúde é proibido, como o sal. Não existem palavras como “moderação” ou “bom senso”, se o governo proibe, isso é feito de forma absoluta. Além de algumas ironias que não foram bem explicadas, como o papel higiênico que não existe e foi substituido por “três conchinhas”. Nem o Sylvester Stallone descobriu como elas funcionam.

O personagem interpretado por Stallone é reanimado (estava em hibernação criogênica devido à uma acusação de abuso de força) para perseguir um bandido de sua época que foge após ser reanimado de forma acidental e começa a levar o caos ao mundo do futuro que não possui crimes. Não possui crimes porquê eles foram “varridos pra debaixo do tapete“, ou literalmente, para debaixo da terra. Os grupos dissidentes são mantidos afastados dos olhos da população e são negados pelos meios de comunicação, como se simplesmente não existissem.

Quando descobre que a verdadeira intenção por trás da reanimação de seu arquinimigo é o assassinato do líder dessa resistência, Stallone se rebela contra o governante que ordenou tudo, estava por trás de seu aparelhamento e que acaba perdendo o controle da situação. O mais interessante é a frase síntese do rebelde que diz: “o futuro é uma bicha de quarenta anos, sentado em uma lanchonete, tomando um milk shake de banana e cantando…”.

Tudo o que a esquerda almeja, um mundo sem oposição e totalmente controlado. O líder rebelde encerra com seus desejos extremistas, ” correr pelado com melado pelo corpo, fumar um charuto tão grande quanto “Cincinati”, entre outros…“. O personagem de Stallone encerra tentando colocar em uma balança o padrão futurista e as reinvidicações rebeldes como também promete para a personagem de Sandra Bullock que irá mostrar como são as “trocas de fluidos” (sexo) e inícia com a prévia de um beijo.

Um detalhe, a personagem  Tenente Lenina Huxley protagonizada por Sandra Bullock, é uma homengem ao escritor Aldous Huxley e o mistura com o nome de uma personagem do seu livro, Admirável Mundo Novo, Lenina Crowne.

Qualquer semelhança com o que ocorre no Brazil hoje, não é mera coincidência…

A violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas sim algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos, e depois em vítimas.Roberto Campos

O futuro da Internet

A preocupação com os próximos 25 anos

Um dos criadores da World Wide Web, Tim Berners-Lee está promovendo a criação de uma Constituição para Internet e pede a colaboração de todos para que isso se realize. A liberdade que hoje desfrutamos e a segurança que dispomos em manter os nossos dados na rede correm risco. Segundo declaração de Berners-Lee ao periódico El País, “À medida que a Web completa 25 anos, fica evidente a falta de dados para realçar e defender a web. A comunidade que formamos é tão grande como o mundo; lutamos contra ameaças de segurança cada vez mais reais, assim como a proteção da privacidade, infraestruturas abertas, neutralidade da rede e proteção de conteúdos entre outros desafios. Acredito que seja vital que se passe para a ação, que se realce e se defenda a web”, destaca.

Após os vazamentos de informações da NSA (National Securit Agency) dos Estados Unidos pelo seu antigo funcionário e analista Edward Snowden fica evidente a fragilidade do sistema. Queremos proteção e ao mesmo tempo exigimos privacidade e isso gera um paradigma dificil de resolver. Se o conteúdo de quem age corretamente deve ser protegido o mesmo valerá para quem quebra a lei no “mundo virtual” e se as ações dessas pessoas forem vigiadas o mesmo deverá valer para todos.

Segundo o New York Times, o governo norte-americano teme a entrada de servidores e equipamentos para Internet produzidos pela gigante chinesa Huawei. O motivo apontado seria que as forças de segurança chinesas estariam implementando “portas dos fundos” nesses equipamentos para que posteriomente pudessem acessar as informações dos usuários.

O que seria apenas uma desculpa para medidas de proteção de mercado pode representar um rombo mais fundo, nos documentos de Snowden se revelou que a própria NSA seria a responsável na criação dessas “portas dos fundos” nos servidores chineses e que eles estariam captando as informações fornecidas por essa fenda. O uso desse recurso seria para conseguir a entrada em países que não costumam comprar produtos norte-americanos e em países aliados que trabalhem de forma independente. A desculpa apresentada pelos oficiais do governo americano é sempre a mesma, a legítima segurança nacional.

Outra grande empresa chinesa na mira do serviço de Inteligência americano é a ZTE e as mesmas medidas foram pedidas pelos seus especialistas. Como a proibição de aquisições e associações com empresas nos Estados Unidos. A Huawei reclama de protecionismo e afirma não ter qualquer vínculo com o “Exército de Libertação Nacional”, conforme é dito pela NSA, mas que jamais provou publicamente.

A internet ainda é um mundo novo, diferente do mundo real aonde a humanidade levou centenas de anos para se ajustar. Como dizia aquele antigo ditado, “é no andar da carruagem que as abóboras se ajeitam” não tivemos tempo para assimilar todas as possibilidades desse mundo. No mundo real a privacidade pode ser definida de forma física como aquele termo, “entre quatro paredes“. No mundo virtual não existem barreiras físicas o que pode levar à diversas confusões, uma extrapolação das liberdades individuais e uma fuga dos mecanismos de “fiscalização” sociais. Como agir nesse mundo?

Os grupos sociais se auto promovem como responsáveis pela conduta de seus membros e o mundo virtual possue uma dimensão mundial e isso gera um paradigma. As atitudes que não aceitas normalmente em seu grupo podem encontrar respaldo em outros lugares. Quem não possue em suas redes sociais pessoas que normalmente não teria contato?

Dessa forma, o pedido de Tim Berners-Lee é bastante coerente pois é necessário a participação de todos os usuários da rede para promover os pontos positivos e elaborar modos de coibir os pontos negativos sem necessidade de uma intervenção dos serviços de inteligência ou dos governos. Pois isso acarretaria em censura ou pior, em uma doutrinação ideológica pelo regime vigente no momento.

Frases – http://kdfrases.com

 Fonte: El País e The New York Times

Um concorrente para o Android

O novo sistema para celulares que veio do frio

Para aquelas pessoas que possuem um celular com sistema Android ultrapassado que não consegue mais atualizar e jogou em alguma gaveta, eis a solução, uma empresa da Finlândia criou uma alternativa, o sistema operacional Sailfish. A empresa Jolla promete disponibilizar esse sistema de forma gratuita para todos os usuários.

Segundo o presidente da empresa, Tomi Pienimäki, a versão que será lançada no final de abril desse ano, será compatível com diversas marcas já existentes no mercado. A instalação será tão simples que o próprio usuário poderá migrar do sistema da Google para o sistema finlandês.

O desenvolvedor chefe da Jolla,  Harri Hakulinen, já havia “twittado” em fevereiro, antes do Mobile World Congress, uma pista do projeto: ” talvez não seja inteligente trocar seu antigo Samsung por um novo Lumia, porque em breve poderá obter o sistema operacional Sailfish.”

Na exposição móvel Mobile World Congress, em Barcelona, eles aproveitaram para demonstrar o sistema operacional trabalhando em diversas máquinas de vários fabricantes, como Samsung e Sony, entre outros. Apenas ressaltando que o Sailfish não foi otimizado para tablets, apesar de demonstrá-lo em um Nexus 7.

Os aparelhos mais antigos aparentam não ter problema para rodar o Sailfish, o que não garante como será o seu futuro, contudo o que pôde ser visto é que não gerou nenhum tipo de erro gráfico ou de imagem.

O mercado que a Jolla pretende atender é daqueles aparelhos que não são mais atendidos pelos fabricantes, os quais pararam disponibilizar atualizações de software. O projeto quer combinar um hardware antigo com um sistema operacional com novas funcionabilidades e seguro.

Segundo Pienimäki, sua principal vantagem é ser um Sistema Operacional criado exclusivamente para sistemas móveis, diferente de seus concorrentes como o Android, o Windows Phone e o IOS. Os clientes podem obter um sistem multitarefa e ainda vão economizar na hora de fazer a migração.

Jolla precisa de quota de mercado

O principal desafio deles é quanto a fatia de mercado que poderão arrebatar dos grandes fabricantes. Pois é disso que dependem para tornar o seu sistema atrativo para as indústrias de software. Pois essas empresas não desenvolvem softwares para sistemas que não vendem muito e sem aplicativos o Failfish não será “abaixado” na forma como eles esperam.

Os aplicativos disponibilizados pela Google Play Store e que podem rodar no Sailfish, são baixados apenas por aparelhos que usam o sistema Android puro. Para resolver isso, estão tentando lojas de terceiros para baixar os aplicativos, como o portal russo Yandex-store. Usando então o buscador do Google para conseguir os tutoriais desses aplicativos via Youtube.

Fonte: Die Spiegel online

A série A Feiticeira

Uma forma de enxergar a modernidade

Essa antiga série que foi cultuada pelos ocultistas como sendo para fazer uma apologia à bruxaria e aos cultos pagãos, na verdade, seria apenas uma paródia em que demonstrava que o “american way of life” (modo de vida americano) seria tão bom que até uma pessoa adotada de super poderes escolheria viver desse modo em vez de usar os seus “encantos”.

Apesar de simples, o jeitinho de Samantha Stevens encantou os telespectadores, bastava ela mexer o nariz e os seus desejos viravam realidade. Mas se obervarmos melhor, a ênfase na série era para os produtos modernos que estavam em todas as cenas, como o aspirador de pó, o forno e até as viagens espaciais. Sempre patrulhada pelo seu marido que não era nada concordado com os feitiços da esposa e de seus familiares.

Para os americanos, o que importava era doutrinar pessoas como nós para o lado deles. Não podemos esquecer o quanto era difundido nos tempos da “guerra fria” (Estados Unidos x União Sovietica) os atrasos no sistema comunista, a baixa qualidade de seus produtos e as violações as liberdade individuais. Infelizmente para os americanos, a série passou muito mais sobre os poderes da encantadora bruxinha do que como uma propaganda para o seu modo de vida.

Podemos notar que hoje, os articulistas usam esse tipo de material para demonstrar o quanto que os Estados Unidos é um país imperialista e que gosta de “brincar no quintal dos vizinhos” e que costuma não pedir licença para o fazer. Casos como o ex-analista da NSA ( National Security Agency) ligada a CIA, fazem aparecer os podres do velho Tio Sam.

Isso não seria nada de mais, se não fosse um fato, desde os anos 70, os ditos “revolucionários” começaram a criticar o mundo ocidental, como o capitalismo selvagem, os aliados americanos e os governos e políticos por eles apoiados. Por outro lado, faziam uma apologia ao sistema comunista decadente e até mesmo um “requiem” de sua presumida morte. Fomos inevitavelmente afetados por essas palavras, afinal “não se chuta cachorro morto” e quantos não tiveram pena do pobre Che Guevara e de seus companheiros de luta. Desse mundo de faz-de-conta nasceram os petistas e seus simpatizantes que estão sempre em prontidão a apoiar tudo o que seja contra a nossa sociedade. Nesse ponto, o leitor atento diria, “mas não é contra os norte-americanos e seu estilo de vida?”.

Isso mesmo, eles usam os abusos dos “ianques” como desculpa para atacar as instituições que tenham semelhança com o modo de vida deles, como a família, a religião, a propriedade, entre outros. O discurso que se inicia em uma premissa aberta, que possa valer em vários casos, passa para um caso específico mas análogo, que não possui ligação direta ao fato apontado.

Casos como o do “deliquente” preso, nu, a um poste e espancado é fortemente explorado por esses “vermelhos encapuzados”. Outro caso foi o do cinegrafista que foi atingido em meio a um protesto de “direcionados” pelo seu sistema, gritaram em coro, afirmando que a culpa é da polícia, mas quando a verdade apareceu, se calaram para pedir desculpas.

Para bem entender essas duas notícias tem que se visualizar o modo operante que está por trás das tratativas de cada uma, primeiro fazem a campanha pejorativa e depreciativa da instituição, nesse caso “a polícia”, depois vitimizam os criminosos e quando a sociedade reage, somo incompetentes para isso (primeiro caso acima), não importa a desculpa. A razão disso é para tornar a sociedade indefesa e cooperativa para o novo sistema que eles preparam. A idéia de revolução seria da “derrubada de um governo totalitário para o trocar por um governo democrático”, mas a idéia da revolução comunista é “derrubar um governo totalitário por outro mais totalitário ainda” vide os governos da antiga União Soviética, da China, de Cuba, da Coreia do Norte e da nossa vizinha Venezuela.

Nesses casos, gostaria mesmo é de ser como a Feiticeira e com um mexer de nariz, mudar totalmente essa realidade.

“O grande inimigo da verdade não é muito frequentemente a mentira (deliberada, controvertida e desonesta), mas o mito – persistente, persuasivo, e não realista.” John F. Kennedy

Big Data, um novo desafio

Um termo bastante difícil de definir

Segundo o buscador do Google na França, o termo Big Data tem tido um acréscimo de buscas pela Internet, de mais de dez vezes, entre dezembro de 2011 e dezembro de 2013.  Este termo, por definições aceitas, refere-se à coleção, exploração e análise de grandes quantidades de dados, como uma coleção de números, imagens, textos, genes, estrelas, partículas ou dados de tráfego, entre outros. A palavra Big (grande) pode significar o que o ouvinte entender, desde os milhões de gigabytes que as grandes empresas de Internet possuem como o Google e o Facebook.

Os especialistas acreditam que a popularização desse termo tenha sido muito maior devido as promessas do que pelo conceito. Desde que Edward Snowden divulgou documentos secretos do órgão de intelegência do qual fazia parte, a NSA (National Security Agency) Agência de Segurança Nacional, o termo encontrou um outro par. Além de Big Data, o Big Brother (termo relativo ao estado que vigia e manipula seus cidadãos) que foi criado por George Orwell em seu livro 1984.

Os especialistas tem cada vez mais seduzido membros de diversas áreas com as promessas das grandes possibilidades dos Big Data, como na área médica para melhoria de diagnósticos e precisão nos tratamentos, campanhas publicitárias com melhor resultado de retorno através da Internet, as estimativas de prêmios de seguros, recomendações de compras on-line para comerciantes e até a evolução dos crimes para a polícia.

Desde que foram criados os “banco de dados”, os quesitos mais importantes nunca foram os dados em si, mas a forma de relacionar cada registro com os outros para se obter um resultado que realmente valesse a pena. Quantos infográficos são produzidos que na verdade não se referem a coisa alguma palpável e que iludem os leitores. Outra questão importante é o desenvolvimento de linguagens que possam ser responsáveis em criar softwares (programas) capazes de lerem todos esses dados e formarem um panorama que possa ser entendido pela mente humana. Como um programa da Bolsa de Valores americana que mostrava um campo de trigo e aquelas ações que melhor desempenho tinham, eram mostrados como o trigo mais alto se revelando na paisagem.

“A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento.”Platão

Fonte: Le Monde – Fr.

O Angry birds pode estar dedando você

Os aplicativos na mira da inteligência

Os documentos vazados pelo ex-funcionário da NSA, Edward Snowden, através do The Guardian (Inglaterra) e do New York Times (USA) estão demonstrando os esforços das agências de inteligência como a NSA (National Security Agency) e o GCHQ (Government Communications Headquarters) britanico em obter os dados de aplicativos de celulares.

Aplicativos como o Angry Birds costumam disponibilizar diversas informações privadas de seus usuários via internet, como o modelo do celular, o tamanho da tela e informações pessoais, como idade sexo e sua localização. Alguns aplicativos podem partilhar informações mais sensíveis como a orientação e a preferência sexual. Esses aplicativos rodam tanto em android como IOS (i-phones).

A maioria dos usuários não sabem que podem estar sendo espionados e quais informações podem estar sendo “vazadas” pelos aplicativos que costuma baixar e utilizar, mesmo nos modelos mais modernos.

O conjunto das informações coletadas por essas agências, podem fornecer muitas informações a respeito do uso desses aparelhos telefônicos e sobre as redes a que pertencem e o uso em determinados grupos, muito além de apenas informações individuais.

Isto explica o motivo da NSA ter disponibilizado acumuladamente mais de 1 bilhão de dolares em recursos para desenvolver equipamentos que possam recolher as informações de celulares. Pois segundo essas agências, as atividades terroristas teriam como sua melhor ferramenta para o planejamento e organização de suas atividades, o uso de celulares.

Fonte: The Guardian

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