Daí a César o que é de César, daí a Putin o que é de Putin.

Enquanto os ocidentais discutem a nível acadêmico as teorias de Alexander Dugin, parece que no oriente a única preocupação é quando serão implementadas. Cada vez mais parece que Putin está com “a faca e o queijo na mão” e que ele irá se banquetear.

Será que essa situação foi prevista ou até planejada? Tudo indica que sim, em reunião com a OTAN, o homem laranja (Trump) havia sinalizado que a crescente dependencia do gás russo pela Alemanha seria perigoso no futuro e totalmente imbecil como estratégia energética. Ao que a Alemanha fingiu-se de surda e cada vez mais de louca, ao se prestar estar atendendo as reinvidicações de grupos ambientais como o da ativista e mentalmente retardada Greta Thunberg (olhe os olhos dela), campanhas essas que são apoiadas pelo governo e pelas grandes corporações num grande teatro.

As campanhas seguem os roteiros dados pelas corporações, o governo não consegue as realizar e bate a porta dessas corporações que fornecem os meios técnicos e financeiros, o que aumenta a dependencia de toda sociedade com instituições que não a representam e não possuem responsabilidades pelas falhas de suas propostas, porém detêm todo o poder em determinar quais os caminhos a seguir.

Com isso, a Alemanha diminuiu o consumo de energia vindas do carvão, petróleo e até energia atômica para ficar cada vez mais dependente do gás fornecido pela Rússia e ainda incrementou seus gastos com o estímulo da produção e aquisição de veículos elétricos. Fato esse que no último inverno se mostrou arriscado devido aos black-outs de energia e as falhas com as usinas eólicas.

As pás dos moinhos eólicos se congelaram no rigoroso inverno e tiveram de ser descongeladas com o uso de centenas de litros de gasolina que queimaram para aquecer esses moinhos.

O conflito na Ucrânia serviu de amostra do que se seguiu, com as sanções contra o governo de Moscou, bastou que Putin ameaçasse um “fechar de válvula” que o discurso ocidental se torne mais moderado e os ânimos para uma “guerra total” se esfriassem.

O que Alexander Dugin não conseguiu no campo literário está obtendo no campo real, a formação de dois grandes polos de poder e sobretudo o enfraquecimento do ocidente que conta com o auxílio interno dos governos e das grandes corporações ocidentais, sejam as big-techs, big-pharmas, redes sociais e a mídia mainstream, além dos donos do sistema financeiro mundial.

Será que foram esses os motivos para que arriscassem se expor tanto em criar um complo para fraudarem as eleições americanas e tirassem o homem laranja do poder, pois poderia atrapalhar com a hegemonia energética russa e impedir o conflito na Ucrânia?

O carro chefe da conspiração, o laptop de Hunter Biden, filho do presidente Biden está cada vez mais mostrando os bastidores sujos do poder nos EUA e as ligações criminosas de autoridades com traficantes, pedófilos e o serviço secreto de Israel. Esse assunto que foi mostrado na época como apenas uma “teoria da conspiração” foi agora confirmado e as tais ligações de Trump com o governo russo, agora se mostraram ser as verdadeiras fake-news.

Ao que parece, alguém, por algum motivo, está tentando criar uma imagem de confiança em torno da figura de Vlademir Putin. Os EUA ficaram desacreditados quando mataram Sadam-Hussein e as acusações de produção de armas de destruição em massa se provaram serem mentiras. Mas e no caso da Ucrânia, os laboratórios de armas biolôgicas mantidos pelos EUA no território ucraniano foram confirmados e o laptop de Hunter Biden os liga com esses laboratórios.

Ou tudo isso foi uma sequência inacreditável de erros ou foi um jogo bem planejado, no qual a moeda que serviu de lastro para o sistema financeiro mundial desde a II Grande Guerra será retirada de seu posto e veremos a subida de uma nova potencia mundial. Tudo isso com as bençãos de Klaus Shwab e seu Forúm Econômico Mundial que vai ser apresentado como o único capaz de resolver esse problema!

A Visão Holística

Quando em minha juventude fiz um curso de Filosofia e durante esse período realizamos um teste de perfil, notei que tinha sido um dos poucos com um resultado diferente dos outros participantes. Nossa professora me chamou a parte para passar o resultado e explicou que minha visão de mundo é impar e por isso não enxergo como a maioria das pessoas.

A grande maioria tem uma visão de dentro para fora, como se fossem camadas, uma de cada vez, seguindo as etapas do processo, fato esse que é favorável para o desenvolvimento da maioria das tarefas, porém a minha visão é contrária, vejo de fora para dentro. O quadro geral e depois os destaques internos, por isso frequentemente sou levado a questionar outras pessoas de como elas enxergam algo para que possa entender a visão da maioria.

Como dizia o personagem da série Monk, “isso é um dom e uma maldição“, quando de uma análise de cenário a maioria das pessoas comparam as etapas semelhantes entre diversos quadros mas a minha visão é geral e posso chegar a resultados inesperados. Como chegar a uma situação histórica de “pago mas não concordo“.

O que há de semelhante entre “a Maçonaria e a escravidão” e o “nosso Presidente e as vaxxinas“, qual a lógica de se fazer uma campanha contra um sistema e ao mesmo tempo investir dinheiro nele aguardando que assim ele termine?

A Maçonaria, em especial com Lojas no nordeste fazia arrecadação de fundos através de atividades beneficentes para compra de escravos que seriam posteriormente alforriados (libertos). O nosso Presidente autoriza as compras de vaxxinas para distribuição igualitária para aqueles que querem utilizar apenas para que assim não se torne “obrigatória”.

Isso é apenas um exemplo, como dizia Leon Tolstoi, “se me pedissem um conselho, diria para pararem o que fazem e olhem para fora“, estamos vivendo um momento a parte de tudo o que líamos nos livros ou vivemos anteriormente, porém as pessoas insistem em fazer comparações etapa por etapa chegando a resultados manipulados e repetitivos.

As decisões absolutistas tomadas em nome da saúde do povo fazem parte de uma agenda maior, apenas porque se semelham com governos totalitários, seus objetivos são claramente diferentes, não são a mesma coisa!

Os governos assim chamados de totalitaristas tinham como objetivo o máximo engajamento popular pelas idéias de raça, nação, religião, língua e política e não se chamavam nacionalistas a toa, a identidade nacional e a defesa da nação eram sempre lembrados. Contra quem eles agiam, o capital internacional comandado pelos banqueiros sionistas (judeus) as grandes corporações e aos movimentos que separam as pessoas como o comunismo, o feminismo, ateísmo e toda espécie de modernidade que nos degrada.

Aqui se valem de conotações um tato óbvias em suas análises como “raça pura”, uma única raça com uma mesma ancestralidade contra a nova noção de raça pretendida pelos arquitetos do novo “normal”, uma raça mestiça e fácil de subjugar. O cientificismo para dar embasamento as decisões políticas e lhes darem ar de “incontestáveis”, como o caso das vaxxinas.

Para bem entender o inferno” Dante Alighieri, o país e o povo a quem nos opomos, critica o nacionalismo para as outras nações mas o defende para si, o ministro da cultura (judeu) da Austrália defende o multiculturalismo na Austrália mas não para Israel, se dizem de direita mas sempre mantiveram boas relações com a Rússia, o único povo do mundo que não importa onde nasça é sempre a mesma coisa, judeu-brasileiro, judeu-alemão ou judeu-americano. Os únicos que contam com um “dispositivo de fuga” caso sejam pegos em algum crime, basta anunciarem sua condição de judeus para serem deportados de volta a sua pátria. Se dizem conservadores mas possuem a maior parada gay do mundo e aprovam o aborto.

A atual crise mundial ocorreu porque as nações são fracas, seus governos não as defendem, o povo está desunido, intoxicado pelas campanhas esquerdistas, os corruptos receberam suas pagas e o sistema jurídico foi aparelhado assim como as instituições e as escolas. As grandes corporações mandam e como são internacionais fogem das leis e das responsabilidades por suas atitudes.

Na maioria das vezes, as análises estão corretas porém não vejo a coragem para terminarem, irem além do óbvio e omitem fatos desagradáveis, como a criação do estado de Israel se deu pelo manifesto de Balfour (inglês) enquanto Lawrence da Arábia costurava acordos com os árabes, ele era apunhalado pelas costas.

Se estou errado, pergunte aos “intelectuais” de hoje, como planejam salvar a nação, pedindo dinheiro aos donos do capital internacional, vejam como eles trataram a Bielo-Rússia, quais os termos do acordo que empurraram para o Presidente  Alexander Lukashenko, através das grandes corporações, das Big-techs ou dos seus vassalos nos governos (Presidente Biden) ou das redes sociais que se tornaram a polícia do pensamento!?

Gostei da expressão, “você já escolheu seu criminoso favorito?” e vamos nos lembrar de quem ameaçou destruir a Alemanha e todo seu povo, dos crimes de guerra aliados, dos estupros sistematizados realizados na ocupação da Alemanha (+ de 10.000 só em Berlin) e de outros países como a Noruega, das atividades beligerantes do antigo aliado Stalin e dos olhos fechados do ocidente enquanto ele ocupava outros países (até a chamada guerra fria), das afamadas resistências ao regime que no pós guerra perseguiam mulheres que tivessem sido apoiadoras dos nacionais-socialistas (quem estivesse grávida de um alemão era obrigada a abortar) além de prisão ou morte, ou dos experimentos de bombas incendiárias e outras armas de extermínio em massa como fizeram em Dresden e de quem lançou as duas bombas atômicas?

Antes de começar qualquer comparação, lembrem-se que o conceito de Estado mudou, não importa se o regime adotado seja presidencialista, parlamentarismo ou monarquia, no final todos são “comunistas” pois agem da mesma forma, marionetes das grandes corporações que possuem toda a autoridade sem nenhuma responsabilidade com os indivíduos pois estão acima das leis de cada país do globo!

Vamos cara, nós, o povo, decidimos!

Como identificar um “esquerdismo”

O discurso esquerdista possui algumas características que refletem o “modus operanti” dos seguidores cegos e fanáticos dessa modalidade de pensamento. Seus feitos não escapam da doutrinação e de um limitado senso de razão.

Para combatê-los temos de estar atentos as seguintes características em seu discurso:

  • “xingue os do que somos, acuse os do que fazemos” a mais comum;
  • “discurso apelativo”, fica difícil responder com razão se o seu coração entrar no jogo;
  • “diga não a tradição e a tudo que os ancestrais nos deixaram” o maior combate dos esquerdistas é contra a família e tudo que ela representa em nossa sociedade, prive o individuo de seu grupo de origem e ele ficará suscetível a “doutrinação”;
  • “não mintas, apena conte a parte da história que te interessa”, um dos mais baixos recursos da dialética esquerdista, se não conheceres todos os lados de um assunto será possivelmente vítima desse estratagema. Assim como o constrangimento de ser atingido naquilo que ama ou acredita (motivo anterior), esse modo faz com que o oponente fique sem resposta ou será forçado a dar uma “resposta errada”;
  • “reinterprete antigos pensamentos” dar novos nomes pode ser a melhor forma de disfarçar as sua intenções, não seja claro, um vocabulário diferenciado dificulta as respostas de seus inimigos;
  • “para que a propaganda funcione, as sua intenções e propósitos devem estar ocultos” o Professor Goebbels sabia muito bem disso e o aprendeu estudando seus inimigos;

Nem sempre fica claro que você encontrou um discurso esquerdista mas sempre tem um “cheirinho” podre no ar, a gente nota que algo está errado mas nem sempre sabemos exatamente o que. Para testar o que vês, mude a perspectiva, altere o ponto de vista, universalize os argumentos, aquilo que é “VERDADE” para um não será verdade para todos?

Aquilo que os esquerdistas acreditam são apenas “idéias”, eles não possuem princípios, não acreditam em moral ou em ética, por isso que eles morrem quando suas “idéias” são desmascaradas e todo esse mundo utópico que tanto defendem cai ao chão.

Se ficares com dúvida ou acreditares que não tem resposta plausível, lembre-se, assim como a luz destrói a escuridão, a verdade destrói as mentiras e nada é mais verdadeiro do que o “feedback” da realidade, o que os antigos fariam e como responderiam a essas afrontas? Aqueles a quem somos herdeiros, os filósofos gregos sempre foram ótimos professores!

E outro ponto, não faças como os esquerdistas, não use “neologismos” ou recursos como as “falácias”, pois demonstram baixo conhecimento da linguagem e falta de caráter. E não se assuste com aquele “ar de superioridade” do esquerdista quando ele saca a sua bola de cristal e diz saber como você pensa, quais suas idéias e suas intenções. Isso faz parte do engodo. Na maioria dos filmes de hoje em dia, a igreja é apresentada como algo infame, os heróis perderam todo o sentido em suas lutas, as falhas humanas são engrandecidas enquanto suas qualidades menosprezadas e isso é apenas alguns pontos do pensamento de um comunista, Antonio Gramsci, em tomar todas as posições e aniquilar a cultura ocidental, assim como queria Vladimir Lênin. 

“A crítica não tem sobre a psicologia das massas o poder sugestivo que têm as crenças afirmativas, mesmo falsas.” Olavo de Carvalho

O bode expiatório

Porque somos induzidos a acreditar que tudo é mal

Existem pessoas de boa vontade que infelizmente escrevem sobre assuntos que não entendem, lutam como se fossem D. Quixote de La Mancha, contra moinhos de vento que julgam serem gigantes. Faltam perspectivas ou ignoram algumas matérias básicas, como a antropologia, a história e a geopolítica.

A antropologia nos ensina que o homem é um animal social, ou seja, necessita viver em grupo e seu papel na sociedade é definido pela sua cultura e que essa é a baliza de suas ações e se uma pessoa é criada fora do sistema social irá impreterivelmente encontrar enormes dificuldades ao tentar interagir dentro dessa sociedade. Estudos realizados com símios, que possuem grupos sociais bem definidos, garantem esses resultados e demonstram o quanto somos moldados pela nossa cultura que se altera de geração em geração mas possui um eixo central que não devemos ignorar.

A matéria muitas vezes ignorada é a História, os fatos e seus resultados. Parece ser totalmente insípido o resultado em nossas vidas, contudo o estudo dessa matéria e uma analise mais aprofundada da corrente de eventos históricos mostra que “tudo se repete” e incrivelmente, queremos dar novas definições para velhos problemas. Quantas vezes escutamos pessoas falarem sobre o fim do mundo ou de que a celula mater de nossa sociedade vai desaparecer. Pois bem, a família não irá desaparecer, pois nos grandes eventos históricos, quando existiu uma grande demanda de mão de obra hábil, houve o deslocamento e a morte de muitos homens, com idades entre quatorze e quarenta anos. Para isso, basta lembrar as campanhas de Alexandre o Grande, a expansão do Império Romano ou até mesmo, o Descobrimento e a Colonização da América, nesses períodos, as mulheres de repente se viram sozinhas e como chefes de família, estavam amparando os membros mais velhos e as crianças que não puderam seguir nessas jornadas e cuidavam de tudo muito bem.

Outro tipo de exemplo é a Guerra do Paraguay, em que as forças comandas pelo Brasil e financiadas pela Inglaterra dizimaram os homens paraguaios (em idade adulto) e as mulheres se tornaram a maioria naquele pais. Tiveram de gerenciar e produzir, além de cuidar de suas famílias. Contudo, após essas crises, a família tradicional ressurge como sempre e não necessita de campanha alguma para isso, nosso instinto natural, a procura de proteção ou até mesmo, os laços afetivos nos conduzem nessa volta ao tão necessitado lar.

As catastrofes seriam o sinal dos fins dos tempos. Contudo, deve se lembrar dos grandes terremotos, dos grandes incêndios e das pestes (epidemias) que ocorreram na Europa desde a Idade Média e que os homens lá diziam a mesma coisa. A diferença hoje é que os meios de comunicação são tão imediatos em disseminar esses fatos que parece estar ocorrendo com uma maior frequência. Antigamente, levava meses para que alguma notícia chegasse ou se tomasse conhecimento, seja ele parcial, das catastrofes ocorridas em outros lugares. Mesmo assim, o mundo ainda não acabou e pelas estimativas matemáticas ainda demorará muito tempo para acabar!

Os motivos de agirmos e de sermos o que somos é dado pela Geopolítica, a procura de recursos, o gerenciamento de nossa sociedade e os fatores econômicos são o combustível para a expansão humana. Dar nomes novos, não altera aquilo que somos, “uma rosa teria outro cheiro se por outro nome a chamasse?“. As antigas colônias agora são os países emergentes, mas continuam sendo o mercado comsumidor das grandes metrôpoles, o tal eixo econômico profetizado por nosso governo nada mais é do que, dar uma nova maquiagem no velho consumismo “selvagem”, grande parte da população não tem emprego certo mas possui um celular. Que alegria!

A economia gera imagens

Apesar de que na faculdade ser considerada uma matéria chata e cheia de teorias, pela história é sempre ela que gera os fatos mais intrigantes e as imagens mais curiosas. O chefe da Câmara dos Lordes da Inglaterra se senta sobre uma cadeira simples com estofado de lã de carneiro crua. Isso para simbolizar que o país (Reino Unido) teve a Revolução Industrial graças a essa matéria prima, a lã para fornecer a linha dos primeiros teares movidos a força à vapor. Outra imagem curiosa, desse mesmo país foi a condecoração dos músicos do grupo, os Beatles, que receberam a Medalha de Honra da Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, quando os veteranos da II Grande Guerra souberam disso, jogavam as medalhas que haviam recebido por defender a sua pátria, contudo, não sabiam a renda que os cofres públicos e que a nação recebia dos royalties dos discos que esse grupo vendia pelo mundo todo.

Recentemente a notícia da morte do inventor do famoso fuzil soviético AK-47, Mikhail Kalashnikov, falecido aos 94 anos, que em seu funeral, além de honras militares, contou com a presença do Presidente Vladimir Putin. Além da importância militar do gênio de Kalashnikov que  somente foi superada por sua importância econômica, visto que o seu fuzil é um dos artefatos de guerra mais desejados em todo  mundo (não apenas por terroristas, como alguns sites mencionaram) e que as vendas dessa arma teria sido de uma enorme importância para a indústria bélica russa, tanto no mercado convencional de armas, como também no mercado negro. Isso resultou nas pompas de sua despedida e na proclamação de luto oficial na nação russa. Não há quem duvide de seu valor.

Conclusões intocáveis

O fato da morte existir e de sabermos disso, não é uma mentira, é o chamado inevitável. Se somos compelidos em nossa vida a progredir e a evoluir sempre, não é porque morremos a cada dia. Somos chamados a isso, ou realizamos o nosso papel no mundo ou somos despedidos dele. O grito incensato de pseudo-intelectuais contra o sistema, nada mais é que o clamor das suas frutrações, da falta de caráter em assumir as responsabilidades e o temor daquilo que a sociedade humana levou gerações e gerações para criar. Qual foi o papel no mundo de civilizações como a Grécia antiga ou Roma, qual foi o legado que recebemos que pode ser atirado aos porcos por vís “desportistas literários” que emitem em colunas ou blogs de internet seu escárnio. Querem tolos por leitores, com frases confusas que dizem ser “complexas” e novas, apenas para confundir e não aceitam negativas, mas clamam por liberdade. Liberdade em que apenas as suas frases sejam proferidas e somente suas ideias sejam aceitas. Aquilo que aprendemos em nosso primeiro ano escolar não é apenas o abecedário, mas a capacidade de abstrair, faculdade essa ignorada pelos “esquerdistas” de plantão que não conseguem compreender textos teóricos e necessitam desenhar figuras.

O humor, o escárnio e a satirização são recursos de mentes pequenas. Textos esses que todos podem entender mas que nivelam os leitores por baixo. Confundem muito, isso com a “democratização” das idéias e que isso seja para disseminar algum ponto de vista. Serve portanto apenas para propaganda ideológica ou para destruir valores sociais.

Nessa altura, peço o perdão de quem esteja se perguntando o quanto está estranho esse texto, desconexo e com frases soltas. Fiz isso propositalmente. Uma homenagem ao inverso, para os desconexos textos de fim de ano e aos seus autores que perderam o rumo nessa vida. Antes de darem a sua opinião sobre o “lifetime” a nossa jornada nessa terra, revisem seus valores e se perguntem o quanto isso pode ser de valia as outras pessoas. Se o que nos faz sair da cama todo o dia e com fé nos faz vencer os obstáculos dessa existência, não forem as mesmas coisas que vocês acreditam. Paciência! Toquem o barco e não se preocupem.

Se não acreditam em Deus, Deus acredita em vocês!

“A falsa ciência cria os ateus, a verdadeira, faz o homem prostrar-se diante da divindade.”  Voltaire

História, um capítulo da Geopolítica

Como evolui a visão da História

Muitas pessoas imaginam que a história seja fixa, que aquilo que ocorreu não muda, pois os fatos são sempre os mesmos. Pode até ser, mas a nossa visão deles se modifica, segundo aspectos que podem ser sócio-políticos ou a educação ou a linguagem ou os registros históricos. Esses fatores mostram um sistema dinâmico que tende a tornar a história um resultado do ambiente em que vivemos, que seria tanto pelo meio social, econômico, político e educacional, como veremos agora.

Aspectos sócio-políticos

Temos como premissas invariáveis que certos personagens históricos sejam “bons” e outros “maus”, como também sobre os episódios da história, de acordo com a nossa posição social e econômica. Claro que, a mídia, apesar de muitos não admitirem, tem forte influência sobre isso. Como se diz, o “terrorista” para uns, é o “libertador” para outros. Temos exemplos tanto históricos, como atuais. A Alemanha Nazista, considerada inimiga da humanidade, foi e ainda é considerada uma “força de libertação”, por poloneses e russos em diversas comunidades que sofriam com governos autoritários como o de Stalin.

Aspectos na educação e na linguagem

Um acontecimento histórico pode mudar de acordo com o modo em que ensinado, por exemplo, na década de quarenta e cinquenta, nas Escolas brasileiras, devido ao “americanismo” ensinavam de forma mais enfâtica sobre o descobrimento da América, sobre Cristóvão Colombo e  as sua três caravelas. Na década de setenta, após o golpe militar e seu nacionalismo “obrigatório”, mudaram a ênfase e voltaram na para a descoberta do Brasil, em Pedro Alvarés Cabral e na carta de Pero Vaz de Caminha. Hoje, esses acontecimentos se tornaram infimos, o trabalho de Ongs em divulgar a situação precária dos índios diminuiram a importância histórica do descobrimento e mudaram o foco para os aspectos negativos dessa colonização.

Registros históricos

Outro fator que ajuda na modificação da visão dos fatos históricos são os novos registros encontrados, cada novo escrito, pintura, foto ou testemunho serve como um novo ponto de vista. Fatos tidos como indubitáveis podem ser desmentidos pelo simples novo parecer, como também na ausência de evidências registradas, a ciência pode entrar em ação através de novos métodos, como o exame de DNA. Fato este que teve recentemente com uma urna encontrada, na qual havia um lenço que se supõe ter sido do Rei Luiz XVI, decapitado durante a Revolução Francesa. A amostra de DNA de um parente reconhecido pode auxiliar em elucidar esse mistério.

O maior exemplo disso são os fatos dos século XX, como foi o século em que se revolucionou os meios de comunicação e registros de fatos, como a fotografia, que se desenvolveu no século anterior, a criação do rádio, o cinema, a televisão, como também, a criação do computador e a internet. Tudo isso fez com que os acontecimentos tomassem uma nova dimensão, muito mais real e próxima dos espectadores. Por isso, foi se dramatizado tanto as guerras, as catastrofes e os crimes desse período, a primeira e a segunda Guerras Mundiais, tem esse nome mas nem todos países do mundo participaram dela. O naufrágio do Titanic, apesar de ter tido sobreviventes é considerado pior do que naufrágios anteriores, nos quais não houve sobreviventes. No Brasil, um exemplo bem interessante, a Guerra de Canudos que é lembrada por causa do escritor Euclides da Cunha que a acompanhou e imortalizou em seu livro, “Os Sertões“. A pergunta é, não houve guerras piores ou apenas não foram bem registradas???

A desassociação de idéias

Ao estudarmos os fatos segundo os pontos de vista das matérias de forma acadêmica, como engenharia, administração, economia ou qualquer outra, acabamos inevitavelmente desassociando os diversos resultados possíveis. Ao darmos uma finalidade ao nosso trabalho, esta respeita e será julgada segundo o objetivo da matéria.

Não temos culpa de outros resultados, o capitalismo como sistema de orientação é o que possibilita isso, um exemplo disso seria a produção de veículos. Quando a indústria automotiva anuncia uma produção recorde de veículos, coisas boas e ruins acontecem.

Os positivos:

Os empregados dessas indústrias, nos grupos que bateram sua meta, receberão maiores comissões.

As revendas de automóveis terão mais veículos para suprir o mercado e realizar mais vendas.

Mais veículos, indicam mais documentos emitidos e os despachantes ganham mais com isso.

Os negativos:

Mais veículos nas ruas, aumentam os engarrafamentos e pioram a circulação das pessoas.

A maior percentagem de uso das vias públicas, aumenta os desgastes das mesmas e aumenta os custos de manutenção.

O maior número de veículos, apesar das medidas preventivas em cada um, inevitavelmente aumentam a poluição, o nível de ruído das cidades e o calor, causador do efeito estufa.

Existem outros, mas jamais os encontraremos em um relatório do engenheiro que produziu o carro. Somos induzidos a correr atrás de nossos objetivos. O capitalismo incentiva  a competição, o bem comum é secundário, como viver em uma sociadade dessa forma. Uma sociedade caótica que não possibilita um objetivo comum a todas as pessoas, que é perniciosa e arrogante, que pode se destruir examente por possibilitar as pessoas de usufruir de suas beneces.

O sistema que melhor se encaixa nessa situação e resolveria esse tipo de problema seria o keynesianismo, por dar as ferramentas de controle ao sistema sem perder a propriedade, o capital e todos os fatores que tornam possível o equilíbrio do sistema econômico.

Conclusão

A Geopolítica é implacável, o método da desassociação mostra como as pessoas agem e não conseguem obter uma macro visão dos acontecimentos. Os exemplos atuais mostram que mesmo estando tão próximos aos fatos, as informações que chegam são parciais e não é necessário nenhuma “teoria da conspiração” para explicar isso. A informação tende a ser posicianada de acordo com os meios em que é propagada. Nossa premissas e nossos pontos de vista fazem o resto, no final temos uma visão parcial de todo o problema.

A Internet com seu imenso fluxo de material acaba tendo o resultado inverso do esperado, as notícias acabam ficando esprimidas e os internautas se acostumam com isso. O raciocínio se torna preguiçoso, os conceitos mastigados e pré-julgados são fáceis, como também se torna fácil se “vender o peixe” de ideologias baratas e conceitos deturpados.

Por isso, a Geopolítica não está em pauta ultimamente, ela prova que os fatos tidos como certos e naturais tem causas infraestruturais muito maiores. O porque de algumas leis existirem e outras não, a produção de alimentos tem prioridade nesse ou naquele produto. Quais assuntos tem destaque na mídia e quais desaparecem em uma cortina de fumaça. Depende de cada um de nós, desconfiar daquilo que nos é servido e procurar sempre, outra alternativa.

Só depois que a tecnologia inventou o telefone, o telégrafo, a televisão, a internet, foi que se descobriu que o problema de comunicação mais sério era o de perto. 
 Millôr Fernandes    

Somos vítimas da geografia

A ditadura Britânica na Projeção de Mercator

Um dos piores exemplos da influência britânica na cultura ocidental, na verdade, nas ciências, em especial na geografia, é a projeção de Mercator. Pois caso o globo terrestre fosse representado em suas devidas proporções, as ilhas Britânicas seriam ínfimos pontos, fato este que não corresponde a pomposidade inglesa nem ao tamanho de seu ego.

Portanto se convencionou utilizarem, os cartógrafos, a projeção de Mercator, na qual, a hora mundial se inicia pelo Meridiano de Greenwich, coincidentemente, Inglaterra de novo. Mas uma gritante prova de que ele não corresponde a verdade, é a ilha da Groenlândia, que pertence a Dinamarca e se encontra no lado leste da América do Norte.

Ao olharmos a projeção de mercator, é visível o tamanho bastante parecido com o do Brasil:

Mas vale lembrar que o Brasil é apenas 4 vezes maior que a Groenlândia:

Vejam essa tabela comparativa, com valores aproximados:

Brasil               8.514.876 Km²

Nordeste +    1.558.196 Km²

Sudeste              924.511 Km²

Parcial =        2.482.707 Km²

Groenlândia  2.166.086 Km²

Ou seja, as regiões Nordeste e Sudeste juntas são maiores que toda a Groenlândia e mesmo que seja um problema de golpe de vista, jamais a ilha da Groenlândia corresponderia ao nosso território nacional.

Infelizmente, os ditos “especialistas” que se enveredam em disputas ideológicas não lutam pela nossa nação.

Desculpem me, caros leitores, por ser tão inciso e curto em explicações nesse texto, mas a maioria das pessoas a quem apresentei tal fato, não me pareceram dar a mínima para tal assunto, afinal, quem usa mapas? Cartógrafos e marinheiros e não é em toda esquina que você encontra o Popeye. E termos a nação reduzida em um mapa que é utilizado em todo o mundo, não é o que reduz a nossa importância perante o Globo terrestre.

Nós reduzimos o valor do Brasil perante o Globo quando nada falamos a respeito, quando deixamos estrangeiros entrarem aqui e falarem como devemos agir, o que comer, que programas assistir e que roupas vestir. Enquanto deixarem outros pensarem por você, sua opinião de nada valerá, será apenas mais um inconformado e vítima de um sistema que você mesmo deixou te controlar.

  • Calendário

    fevereiro 2023
    S T Q Q S S D
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728  
  • Ich bin