Aos iludidos, as ilusões

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“Ao envelhecer, parei de escutar o que as pessoas dizem. Agora só presto atenção ao que elas fazem.” Andrew Carnegie

Quem nunca se iludiu na vida, que atire a primeira pedra! Na juventude é desculpável se tornar um esquerdista devido ao apelo sentimental que esse movimento trás. Mas depois de uma certa idade e com a facilidades de se obter informações nos dias de hoje, não é mais digno de pena!

Existem três questões que chamam a atenção: o direito a acessibilidade, as nomenclaturas e da tecnologia no dia a dia.

Como citou Umberto Eco, o perigo na internet está em nivelar por baixo. Os usuários que estão entrando na internet sem nenhum preparo e altamente motivados em contribuir não possuem a menor noção da destruição que causam. Muitos falam em direito à acessibilidade sem medir as consequências dessas palavras. E de forma alguma se trata de “preconceito” ou de tentar manter a internet nas mãos de uma elite, se trata apenas de bom senso para se utilizar uma ferramenta.

Quando aprendi o português, me lembro do professor dizendo que, cacofonia é um recurso para “retardados” e que isso se alterou de tal maneira que muitos consideram sinal de inteligência fazer estúpidas analogias como aquela piadinha do cara que compra um carneiro e o chama de Rover e que irá tosá-lo quando crescer e ele terá “lã de Rover” e que quem envia tem a presteza de dizer que depois dessa irá tomar um remédio. Um adendo, e isso não é privilégio apenas dos brasileiros, tenho visto isso em vários idiomas e de muitos países diferentes.

Não importa se foi por mera brincadeira ou por pura ignorância, se para se tornar um médico a pessoa necessita de um preparo ou se para operar máquinas pesadas também, o mesmo vale para a internet.

Aprender não tira pedaço e conhecimento não ocupa espaço. Vamos progredir e mostrar para os outros o quanto podemos nos tornar melhor a cada dia.

 “Se uma rosa, por outro nome a chama-se, outro perfume teria…”

Quem não conhece tão singelo proverbio e não sabe de suas aplicações, porém não é o que assistimos. Muito os ignoram em nome de uma nova e falsa ciência. Na qual apenas o método basta, não existem princípios morais ou tradição. Os falsários da pseudo-intelectualidade esquerdista que iludem pobres e inocentes criaturas. Os universitários ávidos por revoluções à la “Ché Guevara” mas que não aguentam lavar a louça do almoço. Pobres imbecis que apenas aumentam as fileiras dos “idiotas úteis” que Lenin tanto falava. Imbecis que apenas fazem o que Antonio Gramsci pedia mas nunca realizou por si só. Ele nunca se tornou o ideal que tanto almejava, queria que outros se tornassem ignorantes com sua ardilosa retórica. Para ele, apenas uma resposta basta:

“Quem não sabe de onde veio, não sabe quem é!”

O novo profissional que ele queria criar é apenas um automato que pode ser programado na forma que os líderes esquerdistas desejarem, ou se não, com o mesmo fim dos “idiotas úteis”, paredão com eles. George Orwell alertava sobre os riscos de se ignorar a tradição e as sua origens, como um homem apartado de seu meio social pode ser facilmente induzido e adestrado, ou como hoje se faz: doutrinado.

O método por si só, não justifica seu conteúdo ou lhe dá credibilidade, o que é falso, morre por si só. Não se embrulha lixo em saco de presente, pois é isso que eles fazem. A teoria esquerdista se vale de ideias óbvias, verdades universais para chegarem a conclusões mirabolantes que são desmascaradas com simples interrogativas, se ele quer o fim da família, como pregava Marx, por que ele odeia a própria família? Que credibilidade ele quer como profissional sem os ensinamentos de sua própria profissão? Ou como ele ganha a vida, quem o sustenta? Atrás de todo jovem marxista existe um pai capitalista.

As principais diferenças entre o pensamento de direita e de esquerda, é que a direita é composta de princípios imutáveis e valores humanos que são passados de geração a geração. Mesmo que você não concorde com este ou aquele ponto de vista de algum pensador de direita, “no frigir dos ovos”, no final acabaremos defendendo o mesmo lado. Não é o que ocorre na esquerda, em que as ideias são intercaladas, como em um “castelo de cartas”, se você tira uma, o castelo desaba.

A tecnologia virou alvo dos esquerdistas que a tomam como maravilhosa e que a usam como exemplo de que o homem não necessita mais de Deus. Mas que tecnologia é essa em que ainda somos nós que trabalhamos, que não evolui sozinha ou cria nada por si mesma. O que temos hoje é um uso intenso de ferramentas que estavam sozinhas, mas hoje trabalham juntas, somos nós a argamassa que une e sem nós, não possuem finalidade. Exemplos são fáceis, esse computador que usamos, por mais moderno que seja, tem tela, teclado, mouse e CPU (com placas e processadores) e este é o mesmo desenho que teríamos de um antigo micro XT, que foi um dos primeiros a englobar a tecnologia do HD (Hard Disk). Quais a diferenças, então? Velocidade de processamento ou armazenamento? Alguns citariam, o armazenamento em “nuvem”que é possível devido a internet, mas é apenas armazenamento, seja guardar em casa ou no “cyberespaço”, no final é apenas a mesma coisa.

Aonde estão os computadores que sonhávamos nos anos 80, que não seriam computadores, seriam apenas as nossa máquinas com inteligência. Quem assistiu o filme clássico “Bladerunner – o caçador de androids” se lembra da cena que ele apanha uma foto e põe num aparelho que se parece com um vídeo cassete e reproduz a foto, todos os comandos de voz que ele pedia o aparelho realizava, isso é o que imaginávamos. Não vemos nada disso ainda. Segundo alguns estudiosos foram as redes sociais e os programas que as empresas e as pessoas pediam que mudaram o rumo dessa evolução.

Claro que também, as “teorias da conspiração” ajudaram com filmes como o “Exterminador do Futuro” que tornaram ideias como “inteligência artificial” em algo maligno. Mas se isso ocorresse, quem seria o culpado, a máquina ou o homem que a criou. Isso é um alerta, não somos melhores do que já fomos e nem menos cretinos, se acreditarmos que as gerações passadas não tem mais o que ensinar, estaremos assinando a sentença de morte da raça humana nesse mundo.

“O comunismo destitui o homem da sua liberdade, rouba sua personalidade e dignidade e remove todas as travas morais que impedem as irrupções do instinto cego”. (Papa Pio XI)

 

 

 

 

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Para bem entender o demônio!!!

Quem sabe as diferenças entre direita e esquerda?

Percebo ultimamente que muitas pessoas, de boa fé, estranham os textos publicados pela internet que ressaltam sobre diferenças ideológicas e suas consequências em nossa sociedade moderna. Pessoas com um mínimo de bom senso, se perguntam por qual motivo se escreveria um texto para se combater uma coisa como o comunismo, se todos bem sabem do fim da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e sobre a abertura de mercado na China.

Para uma pessoa com uma cultura mediana, isso bastaria para indicar que os escritores desses sites, estão “caçando fantasmas” ou são paranóicos e acreditam em “teorias da conspiração”. Mas na verdade, não é nada disso, o perigo é real e ele espreita em cada esquina. Contudo, fica a pergunta: como perceber a diferença?

Quando você se depara com um texto de esquerda, seja ele escrito por um militante ou por uma pessoa de boa fé que estará divulgando idéias marxistas e na maioria das vezes, nem sabe disso, quais são os pontos a verificar? Geralmente os textos tem um fundo apelativo, ou seja, recorre ao emocional do leitor para que obtenha a sua adesão, a sua lógica aparenta ser correta. Possui uma cadeia de idéias, geralmente baseadas em premissas universais. Em outras palavras, coisas óbvias e de conhecimento geral, mas o erro ocorre ao finalizar o pensamento, o resultado é sempre desviado daquilo que seria o correto!

Um exemplo de um autor esquerdista:

“Porque nossa tradição gramatical e pedagógica ainda sofre de um arraigado espírito colonizado. Muitos desses supostos “erros” só recebem essa classificação porque não fazem parte dos usos dos portugueses, do outro lado do Atlântico. Pode parecer inacreditável, mas muitas das prescrições da pedagogia tradicional de língua até hoje se baseiam nos usos que os escritores portugueses do século XIX faziam da língua…  Temos uma língua própria, mas ainda somos obrigados a seguir uma gramática normativa de outra língua diferente. Às vésperas de comemorarmos nosso bicentenário de independência, não faz sentido continuar rejeitando o que é nosso para só aceitar o que vem de fora. Não faz sentido rejeitar a língua de 190 milhões de brasileiros para só considerar certo o que é usado por menos de dez milhões de portugueses. Só na cidade de São Paulo temos mais falantes de português do que em toda a Europa!”

O texto é uma entrevista com Marcos Bagno, aparenta ter uma certa lógica e a príncipio, qualquer pessoa concordaria, todos sabemos que o nosso idioma veio de um país de outro lado do Atlântico e que as regras não mudaram de forma radical nos últimos anos, mas qual é o conceito que ele passa, qual é a moral dessa história? Ele sempre entra nas questões sociais como se isso fosse a razão para usarmos ou não corretamente a nossa língua. Não aceitam as regras e as tradições linguísticas como se isso fosse alguma doença e tratam os escritores como “persona non grata” e querem sempre que se retire o ensine da gramática no ensino fundamental. No fundo, uma forma de alterar o modo operante do profissional docente e alterar a sua posição na sociedade.

Isto está perfeitamente embasado pelas obras de Antonio Gramsci, “Cadernos do Cárcere” que podem ser resumidas assim: “amestrar o povo para o socialismo antes de fazer a revolução. Fazer com que todos pensassem, sentissem e agissem como membros de um Estado comunista enquanto ainda vivendo num quadro externo capitalista.” O que significa que o profissional (docente) teria seu papel social totalmente reformulado e aquilo que o torna uma pessoa capacitada para exercer a sua atividade seria jogado no lixo. A legitimidade estaria comprometida, pois os conhecimentos que, a priori, seriam o mínimo necessário para que pudesse exercer a profissão não poderiam mais ser cobrados, pois eles ensinariam sem as regras, combatendo a tradição e a normatização vigente.

Outra questão que esse e outros autores colocam é que nossa posição de “terceiro mundo” (espírito colonizado) e dependência de outras nações seria devido a esse idioma, contudo, aos testarmos essa teoria, vemos não ser verdade. Qual outro país que foi colonizado no mesmo período que o nosso, por uma nação europeia, possui uma grande extensão de terra e diversos “regionalismos” e que ainda mantém o idioma e as regras originais de sua língua?

Resposta: Os Estados Unidos da América, país este, que não possui qualquer dependência e está em posição mais privilegiada do que sua antiga metrópole. Se o número de falantes, como ele cita acima, pudessem alterar de qualquer forma a escolha do idioma ou as suas regras, os Estados Unidos já teriam alterado as deles e diferente daquela música italiana “parla americano”, o nome do idioma deles é inglês (english) ainda.

Dica: não existe ainda oficialmente um português brasileiros, como muitos pregam.

Quando D. Pedro I realizou a Independência do Brasil, ele não imaginava que precisavamos de uma indepência linguística, visto que ele era português nato e nem sequer os seus sucessores, como na Proclamação da República cogitaram tal alteração. Outra coisa, bastante óbvia, que eles tanto divulgam é que a língua falada é diferente da escrita. Com certeza isso existe e não irá se alterar mesmo com as “mágicas” propostas desses autores. Não parece “gritante” que a fala possui diferenças no seu modo de uso com os modos da escrita e que podemos pronunciar palavras iguais com entonações diferentes e conseguimos com isso, outros resultados. Na fala, existem onomatopéias (sons de objetos, animais ou situações) que são dificeis de reproduzir na forma escrita. Por sua vez, as regras escritas uniformizam os textos e permitem que falantes de diferentes níveis possam se entender. Não se trata de nenhuma imposição, isso é uma convenção e o fazemos para poder nos comunicarmos.

Um detalhe importante, alguns dizem que não existe regras para o português coloquial, pura balela, existem tantas regras quanto no escrito, contudo, o regionalismo, os grupos sociais com que se relaciona e os níveis exigidos em cada situação fazem com que o falante altere suas formas de expressão e lance mão de um vocabulário ou de outro a cada momento, ou seja é uma flexibilização. Para verificar isso, faça um teste, se não existem regras, vá até uma praça pública e procure pedir informações falando como o Tarzan do cinema e veja se as pessoas não vão o considerar como um doido.

Aproveitando o ensejo, isso foi proposital, aqui caberia um comentário sobre o famoso “preconceito linguístico” que tanto pregam, faça o mesmo proposto acima utilizando um vocabulário e uma entonação regional diferente do lugar que se encontra para verificar as reações dos passantes. Segundo “psico-intelectuais” (psicologo + pseudointelectual) existe uma guerra acontecendo lá fora e você será terrivelmente agredido. Pois bem, posso afirmar que não ocorrerá mal trato algum, sou sulista e meu sotaque é “gaúcho” e desde que vim para São Paulo, sou bem recebido em qualquer lugar que vou e no máximo, tiro algumas risadas com alguns termo oriundos de minha terra.

Para quem se sente constrangido em não saber usar todas as regras gramaticais, existe um consolo, muito poucos o sabem, contudo, jogar pela janela os livros de regras deliberadamente é uma atitude leviana. Usam o fato das crianças não poderem guardar todas as regras como motivo para não se ensinar regra nenhuma. Ignoram a evolução cognitiva das crianças e das alterações que ocorrem quando essas se deparam com a escrita. Diferente da fala, a escrita requer uma maior atividade abstrata, pois se trata um símbolo que independe do objeto e do falante e que pode dar resultados diferentes por causa das diversas combinações possíveis.

“Ao formular o conceito de zona proximal, Vygotsky mostrou que o bom ensino é aquele que estimula a criança a atingir um nível de compreensão e habilidade que ainda não domina completamente, “puxando” dela um novo conhecimento. “Ensinar o que a criança já sabe desmotiva o aluno e ir além de sua capacidade é inútil”, diz Teresa Rego. O psicólogo considerava ainda que todo aprendizado amplia o universo mental do aluno. O ensino de um novo conteúdo não se resume à aquisição de uma habilidade ou de um conjunto de informações, mas amplia as estruturas cognitivas da criança. Assim, por exemplo, com o domínio da escrita, o aluno adquire também capacidades de reflexão e controle do próprio funcionamento psicológico.

Mesmo que você não guarde todas as regras, o conhecimento delas altera a sua forma de pensar. Um questão que apareceu há muitos anos atrás, foi o gibi do Chico Bento. As professoras de Português levantaram a hipótese de que as crianças poderiam começar a falar errado ao lerem esse tipo de historinhas. Contudo o que se presenciou foi bem diferente, as crianças entendiam o universo do personagem e que a sua fala era apenas uma característica dele. Da mesma forma, quando liam histórias do Cebolinha não começavam a trocar os “r” pelo “l”.

Grandes Autores

Existe ainda quem defenda a retirada da grade currícular, do estudo de Grandes Autores de nossa língua para os estudantes e que eles não trariam benefícios aos mesmos. O que eu lí ultimamente aparenta ser o seguinte, os Grandes Autores seriam apenas para mostrar as formas de linguagem que estariam em desuso e seriam apenas para exemplos gramaticais. Contudo, devemos ressaltar que os assim chamados “Grandes Autores” não eram essencialmente docentes ou linguistas, possuiam profissões distintas e não contribuiram apenas para a expansão e o uso do nosso idioma, contribuiram em muitas áreas do conhecimento humano. Luis Vas de Camões era soldado mercenário, Fernando Pessoa era tipógrafo, Carlos Drummond de Andrade era farmacéutico formado e funcionário público, alguns eram médicos, outros engenheiros e todos contribuiram de alguma forma. Mas parece estranho que tentem estudar a língua e suas origens sem esses ilustres personagens, o que querem ocultar de nossos jovens? Qualquer filosofo diria que o melhor conselho é “ler” e ler muito para se obter todos os pontos de vista e não ser engando pela primeira impressão dos fatos. Quem lhe disser que não necessita disso, responda “isso é balela”, todos os regimes autoritários tentaram coibir a difusão de idéias e até mesmo com a queima de livros. Não aceitem de forma alguma que isso se repita!

Finalizando, você perceberá que os textos de direita se divergem em vários pontos, são pensadores livres que possuem pensamentos diferentes uns dos outros e estão defendendo valores como a tradição, a propriedade, a liberdade e a religião, cada qual em seu grau de posicionamento e de sua forma. Talves não concorde com um ou com outro, mas isso é próprio da política liberal. Contudo os esquerdistas estão sempre em uma mesma linha, um mesmo pensamento, quando um é desmascarado, outro o substitui. Por isso se assemelham tanto.

“Como você diz que é um comunista? Bem, é alguém que lê Marx e Lênin. E como você diz um anti-comunista? É alguém que entende Marx e Lênin.” Ronald Reagan

Dica de leitura: O Alienista de Machado de Assis, que expõe temas como a observação da sociedade, estatísticas e modos de comportamento. Quem julgo os outros loucos, acaba se descobrindo mais louco ainda.

O Senhor está no céu!!!

Até parece ser uma afirmação Bíblica

Mas na verdade, essa frase não se refere a religião, apenas em seu sentido ambiguo! Pois foi com frases como essa que após os anos 60, começaram a parecer a “cultura” do politicamente correto que foi mal utilizada e dava as pessoas um certo sentido de humildade que não tinha o menor bom senso.

As pessoas  de meia-idade começaram a abdicar de sua condição e negavam veementemente que estariam envelhecendo. Quando alguém se referia a elas com os devidos pronomes de tratamento: o senhor ou a senhora, recebiam “como uma bofetada” a seguinte resposta: “senhor(a) está no céu”. Minha saudosa mãe ainda caprichava mais um pouco e completava com um: “velha é a sogra da sua vô”.

Contudo, isso causou e ainda causa diversas consequências (palavra muito esquecida), que são perniciosas em nossa cultura. O envelhecimento é algo natural e devido a ele a nossa hierarquia muda. Quem estava como jovem, se tornará um dia ancião. Nada mais justo que ele seja tratado como tal, com respeito e educação, contudo numa ansia de sermos mais humildes e parecermos todos iguais não aceitamos mais tais tratamentos.

Isso beneficia à quem, apenas aqueles militantes de esquerda que sonham com utopias estranhas a sociedade humana, pessoas que com falsas promessas, dizem que somos iguais e que a nossa hierarquia é apenas uma forma de “coerção”. Quanta besteira, eles apenas não dizem que após você aceitar as teorias deles e chamarem uns aos outros de “camaradas” irá ter “camaradas” que iram mandar na sua vida e que a classe dominante vai ser a classe que eles criarem, ou seja, eles mesmos.

Certas coisas não são ruins em si mesmas, contudo podem causar grandes estragos. Nesse caso, não foi apenas os pronomes de tratamentos usados coloquialmente que sofreram, mas todos eles, seja pelo uso incorreto ou pela sua exclusão. Qualquer um virou “Doutor” sem ser médico ou Juiz e em compensação não colocam mais Vossa Reverendíssima para os Padres, ou Dom para aristocratas, como fizeram com a estação de metro, agora denominada Pedro II. O nosso terceiro regente, segundo imperador e o único líder de nosso país que governou por mais de cinquenta anos, de repente perdeu seu título.

E das palavras para os atos é apenas um pulo, pequenos gestos e costumes começaram a desaparecer, a boa educação e o respeito mudaram de sentido. Se diz ser ridículo mostrar alguma deferência para com os outros, com os mais velhos e com as autoridades. Reclamamos de não receber aquilo que não sabemos dar, o exemplo.

“Os fenômenos humanos são biológicos em suas raízes, sociais em seus fins e mentais em seus meios.”  Jean Piaget

Eu acho que vi um gatinho!!! Eu ví sim!

A nova roupagem do mal

Todo mundo se lembra do personagem Piu-piu, um passarinho amarelo que escapava dos planos do gato Frajola, contudo alguém já se perguntou pela razões do pássaro, o gato era óbvio e direto, suas intenções eram a de mastigar e engolir o Piu piu. Contudo o pássaro amarelo que inicialmente parecia apenas escapar das armadilhas e dos truques do gato, na verdade tinha a intenção de destruir o felino.

Diversos grupos e movimentos sociais vestem essa roupagem, de vítimas, indefesos e que não querem prejudicar ninguém, contudo são os mais maquiavélicos, tramam na calada da noite e destroem a sociedade. Usam a máxima de Lenin como um slogan de propaganda, serve para tudo, o famoso “xingue-os do que você é, acuse-os daquilo que você faz”. Compartilham mensagens com forte apelo sentimental, como a frase do Piu piu que faz dar dó no coração das pessoas e quando você abaixa a guarda, já está “morto”, como o gato Frajola. Só que o felino volta sempre no próximo episódio.

Parece tudo muito abstrato mas é fácil perceber no mundo real, campanhas da ONU para combater a exploração de mulheres, que qualquer pessoa de “bom coração” apoiaria, servem de “cortina de fumaça” para interesses escusos, como a liberação da prostituição. Basta perguntar: “quem será explorado nessa história?”. Nem preciso mencionar a “intragável” FEMEN que diz lutar pela dignidade da mulher com os “seios de fora”, que tipo de dignidade é essa? Seria como fazer uma campanha pela virgindade destribuindo camisinhas, não ter o menor nexo.

Os comunistas e aqueles influenciados pela sua ideologia, que nem sabe que são, recorrem a esses artifícios para parecerem pessoas de “boas intenções” perante a nossa sociedade. Costumam lutar pelos seus direitos, pela sua liberdade, lutar contra a exploração, maus-tratos e tudo aquilo que representa a “elite burguesa”. Basta um “espanador” e esse “pó” de boas intenções desaparece. Eles escondem sua verdadeira face atráz de algumas omissões, eles não dizem tudo, apenas a parte conveniente do discurso e como um “anzol”, fisga os “peixes” desavisados que acreditam ter algum ganho nisso.

Aonde está a tal burguesia que tanto proclamam, quais são os valores que ela defende e quais são os meios da mídia por onde são vinculadas tais idéias? Se a resposta pudesse ser uma imagem, seria algo bem pequeno, pois a chamada “burguesia’ no Brasil, nada tem de tradicional ou que esteja tão distante da nossa realidade, aqui existe médico que é primo do porteiro e formados em engenharia que vendem cachorro-quente. Se não são as pessoas são os valores?

Não, pois em nossa breve história não tivemos tempo em distinguir os costumes pelas camadas sociais, apenas tentamos dar um pouco de refinamento ao caos de uma colonização tão heterogênea e dar alguns “bons modos” a nossa população. Mas se não é isso, o que eles combatem? Tudo o que torna a nossa sociedade diferente de uma barbárie, como dizia Nietzche. As pessoas medíocres, que ele chamavam de “filisteus”, conseguiam enxergar nas formas mais caóticas um certo padrão, ou seja, acreditavam que se algo repetia, era porque era correto. Esses “filisteus” não sabiam o que era cultura e o que era barbárie e optavam pelo último.

Qualque semelhança com a realidade atual de nosso país, não é mera coincidência”

Podem verificar que palavras como “cultura”, “artes” e “entretenimento” sairam de moda e foram substituidos por “funk”, “manifestação” e “rolezinho”, as palavras saem de um “forno” de algum “padeiro louco” e são indiscriminadamente veiculadas pela mídia como verdades absolutas e como se fossem “cartorários”, jornalistas dão o seu avál para as maiores loucuras cuja intenção é apenas confundir o público em geral.

Como se dizia em Goías e Mato Grosso, o famoso “boi de piranha”, uma pobre vítima para salvar uma boiada é oferecido em notícias escandalosas para atrairem as atenções enquanto as pequenas e graves mudanças ocorrem. A gradativa “tolerância” ao consumo de maconha e crack, as tentativas de se destruir a instituição familiar e o uso de “bandeiras” de tolerância sexual para poderem liberar a pedofilia e outras formas de fetiche.

Não menos importante é a guerra que se trava contra os valores cristãos e não são as mudanças do Concílio Vaticano II a que me refiro, são as pequenas mudanças, as concessões e o politicamente correto que gradativamente nos priva de nossa tradição e da nossa fé. Ter caráter, ser honesto, trabalhar pelos seus ideais é coisa vista como ultrapassada pois não se “bota canga” naquele que sabe o que quer. Mas as pessoas que descrêem de tudo, não possuem motivação e querem viver do “comodismo” são as presas mais fáceis.

“As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras” Friedrich Nietzsche

A Harley do Papa está à venda!!!

O valor angariado será destinado à caridade

No ano passado, o Sumo Pontífice ganhou de presente de uma comitiva de vários motociclistas que foram ao Vaticano pelos 110 anos da lendária motocicleta Harley-Davidson, uma Dyna Super Glide, que possui 1585 cc. O Papa Francisco recebeu também uma jaqueta de couro para fazer par com a moto.

A casa de leilão Bonhams de Paris anunciou o leilão para o dia seis de fevereiro e estima que o arremate esteja entre  um valor de 12.000,00 a 15.000,00 euros. O valor integral será convertido em doação para a associação Cáritas Roma e já possui até um destino, a restauração do centro de acolhida Don Luigi di Liegro, situado na estação central de trens de Roma.

O modelo se tornou único, pois o Papa Francisco fez questão de deixar sua assinatura no tanque da moto, antes de realizar a doação.

Ben Walker, encarregado da seção de motos da Bonhams declarou que a casa de leilão se sente muito honrada em realizar essa venda e também devido a destinação dos fundos para a caridade, que uma causa tão importante.

O que não se sabe é se o Pontífice de 77 anos de idade, tenha alguma vez montado na motocicleta, mas como previu Walker, a kilometragem deve estar bastante baixa que também garantiu que irá ser feito o leilão da jaqueta que foi presenteada ao Santo Padre.

Fonte: El País (Espanha)

Porque não sou ateu?

Como provar a verdade

Há muito tempo venho tentado provar  a minha fé, tive momentos em que totalmente absorto no racionalismo cheguei a questionar totalmente a religião que seguia e que talvez fosse melhor não acreditar em mais nada. Porém esses momentos passam, como dizia Voltaire “Um pouco de filosofia inclina o homem ao ateísmo. Profunda filosofia faz retornar o homem à religião”.

A primeira questão que proponho é a seguinte, ao caminhar pela vida me deparei com diversas situações e com momentos que considerei memoráveis, contudo imagino e me atormenta o fato deles serem únicos, como também sou único em todo o Universo e a mera imagem de que tudo o que acumulei em toda essa existência possa desaparecer com o final dessa máquina, chamada corpo humano, me parece um inexorável desperdício. Pois ainda não existe uma tecnologia que possa acessar todos os dados desse hard disk chamado “cérebro humano”.

Como os ateus e os céticos costumam se orgulhar de sua lógica como se fosse uma murralha ou escudo contra todos os males, iremos nos utilizar dela para apresentar os nossos pontos de vista:

Se porventura, eu me torná-se ateu, hipótese inicial e se ao falecer estivesse correto em minha escolha que bem isso me traria, pois como concebem os ateus, não existe outro mundo ou plano, apenas o fim, frio e duro. Como poderia eu comemorar minha vitória se nada mais existe e minha luz se apagar como uma simples chama.

Com essa mesma hipótese, se eu fosse ainda ateu e ao falecer, descobrisse estar enganado, que horrível seria pois chamais poderia aceitar o convite para entrar nos Céus, pois teria muitos motivos a me envergonhar e seria zuado por São Pedro por toda a eternidade.

Contudo, a hipótese contrária, se eu continuar Católico Apostólico Romano e estiver errado, não teria motivo algum a me envergonhar, pois como dizem os ateus, a morte é apenas um fechar de olhos e nada mais. Seria apenas como desligar uma lâmpada e nada mais sentiria.

Continuando na mesma hipótese, se continuo sendo o mesmo Católico e acreditando em meu Deus, Nosso Senhor, e estiver totalmente certo disso, que felicidade, que júbilo será alcançar os Céus e receber os cumprimentos de todos os Santos e Mártires de nossa Sagrada Igreja e estar em comunhão com Deus de todas as formas.

Ou seja, a sombra de medo que lançam sobre a Fé, nada mais é do que uma sombra, a mera presença da luz a destroi. Como se referia o Santo Padre, Papa Francisco em sua homilia da Missa de Epifania sobre os Reis Magos: “seguindo uma luz, eles procuram a Luz. A estrela aparecida no céu acende, nas suas mentes e corações, uma luz que os move à procura da grande Luz de Cristo. Os Magos seguem fielmente aquela luz, que os penetra interiormente, e encontram o Senhor.”

O bode expiatório

Porque somos induzidos a acreditar que tudo é mal

Existem pessoas de boa vontade que infelizmente escrevem sobre assuntos que não entendem, lutam como se fossem D. Quixote de La Mancha, contra moinhos de vento que julgam serem gigantes. Faltam perspectivas ou ignoram algumas matérias básicas, como a antropologia, a história e a geopolítica.

A antropologia nos ensina que o homem é um animal social, ou seja, necessita viver em grupo e seu papel na sociedade é definido pela sua cultura e que essa é a baliza de suas ações e se uma pessoa é criada fora do sistema social irá impreterivelmente encontrar enormes dificuldades ao tentar interagir dentro dessa sociedade. Estudos realizados com símios, que possuem grupos sociais bem definidos, garantem esses resultados e demonstram o quanto somos moldados pela nossa cultura que se altera de geração em geração mas possui um eixo central que não devemos ignorar.

A matéria muitas vezes ignorada é a História, os fatos e seus resultados. Parece ser totalmente insípido o resultado em nossas vidas, contudo o estudo dessa matéria e uma analise mais aprofundada da corrente de eventos históricos mostra que “tudo se repete” e incrivelmente, queremos dar novas definições para velhos problemas. Quantas vezes escutamos pessoas falarem sobre o fim do mundo ou de que a celula mater de nossa sociedade vai desaparecer. Pois bem, a família não irá desaparecer, pois nos grandes eventos históricos, quando existiu uma grande demanda de mão de obra hábil, houve o deslocamento e a morte de muitos homens, com idades entre quatorze e quarenta anos. Para isso, basta lembrar as campanhas de Alexandre o Grande, a expansão do Império Romano ou até mesmo, o Descobrimento e a Colonização da América, nesses períodos, as mulheres de repente se viram sozinhas e como chefes de família, estavam amparando os membros mais velhos e as crianças que não puderam seguir nessas jornadas e cuidavam de tudo muito bem.

Outro tipo de exemplo é a Guerra do Paraguay, em que as forças comandas pelo Brasil e financiadas pela Inglaterra dizimaram os homens paraguaios (em idade adulto) e as mulheres se tornaram a maioria naquele pais. Tiveram de gerenciar e produzir, além de cuidar de suas famílias. Contudo, após essas crises, a família tradicional ressurge como sempre e não necessita de campanha alguma para isso, nosso instinto natural, a procura de proteção ou até mesmo, os laços afetivos nos conduzem nessa volta ao tão necessitado lar.

As catastrofes seriam o sinal dos fins dos tempos. Contudo, deve se lembrar dos grandes terremotos, dos grandes incêndios e das pestes (epidemias) que ocorreram na Europa desde a Idade Média e que os homens lá diziam a mesma coisa. A diferença hoje é que os meios de comunicação são tão imediatos em disseminar esses fatos que parece estar ocorrendo com uma maior frequência. Antigamente, levava meses para que alguma notícia chegasse ou se tomasse conhecimento, seja ele parcial, das catastrofes ocorridas em outros lugares. Mesmo assim, o mundo ainda não acabou e pelas estimativas matemáticas ainda demorará muito tempo para acabar!

Os motivos de agirmos e de sermos o que somos é dado pela Geopolítica, a procura de recursos, o gerenciamento de nossa sociedade e os fatores econômicos são o combustível para a expansão humana. Dar nomes novos, não altera aquilo que somos, “uma rosa teria outro cheiro se por outro nome a chamasse?“. As antigas colônias agora são os países emergentes, mas continuam sendo o mercado comsumidor das grandes metrôpoles, o tal eixo econômico profetizado por nosso governo nada mais é do que, dar uma nova maquiagem no velho consumismo “selvagem”, grande parte da população não tem emprego certo mas possui um celular. Que alegria!

A economia gera imagens

Apesar de que na faculdade ser considerada uma matéria chata e cheia de teorias, pela história é sempre ela que gera os fatos mais intrigantes e as imagens mais curiosas. O chefe da Câmara dos Lordes da Inglaterra se senta sobre uma cadeira simples com estofado de lã de carneiro crua. Isso para simbolizar que o país (Reino Unido) teve a Revolução Industrial graças a essa matéria prima, a lã para fornecer a linha dos primeiros teares movidos a força à vapor. Outra imagem curiosa, desse mesmo país foi a condecoração dos músicos do grupo, os Beatles, que receberam a Medalha de Honra da Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, quando os veteranos da II Grande Guerra souberam disso, jogavam as medalhas que haviam recebido por defender a sua pátria, contudo, não sabiam a renda que os cofres públicos e que a nação recebia dos royalties dos discos que esse grupo vendia pelo mundo todo.

Recentemente a notícia da morte do inventor do famoso fuzil soviético AK-47, Mikhail Kalashnikov, falecido aos 94 anos, que em seu funeral, além de honras militares, contou com a presença do Presidente Vladimir Putin. Além da importância militar do gênio de Kalashnikov que  somente foi superada por sua importância econômica, visto que o seu fuzil é um dos artefatos de guerra mais desejados em todo  mundo (não apenas por terroristas, como alguns sites mencionaram) e que as vendas dessa arma teria sido de uma enorme importância para a indústria bélica russa, tanto no mercado convencional de armas, como também no mercado negro. Isso resultou nas pompas de sua despedida e na proclamação de luto oficial na nação russa. Não há quem duvide de seu valor.

Conclusões intocáveis

O fato da morte existir e de sabermos disso, não é uma mentira, é o chamado inevitável. Se somos compelidos em nossa vida a progredir e a evoluir sempre, não é porque morremos a cada dia. Somos chamados a isso, ou realizamos o nosso papel no mundo ou somos despedidos dele. O grito incensato de pseudo-intelectuais contra o sistema, nada mais é que o clamor das suas frutrações, da falta de caráter em assumir as responsabilidades e o temor daquilo que a sociedade humana levou gerações e gerações para criar. Qual foi o papel no mundo de civilizações como a Grécia antiga ou Roma, qual foi o legado que recebemos que pode ser atirado aos porcos por vís “desportistas literários” que emitem em colunas ou blogs de internet seu escárnio. Querem tolos por leitores, com frases confusas que dizem ser “complexas” e novas, apenas para confundir e não aceitam negativas, mas clamam por liberdade. Liberdade em que apenas as suas frases sejam proferidas e somente suas ideias sejam aceitas. Aquilo que aprendemos em nosso primeiro ano escolar não é apenas o abecedário, mas a capacidade de abstrair, faculdade essa ignorada pelos “esquerdistas” de plantão que não conseguem compreender textos teóricos e necessitam desenhar figuras.

O humor, o escárnio e a satirização são recursos de mentes pequenas. Textos esses que todos podem entender mas que nivelam os leitores por baixo. Confundem muito, isso com a “democratização” das idéias e que isso seja para disseminar algum ponto de vista. Serve portanto apenas para propaganda ideológica ou para destruir valores sociais.

Nessa altura, peço o perdão de quem esteja se perguntando o quanto está estranho esse texto, desconexo e com frases soltas. Fiz isso propositalmente. Uma homenagem ao inverso, para os desconexos textos de fim de ano e aos seus autores que perderam o rumo nessa vida. Antes de darem a sua opinião sobre o “lifetime” a nossa jornada nessa terra, revisem seus valores e se perguntem o quanto isso pode ser de valia as outras pessoas. Se o que nos faz sair da cama todo o dia e com fé nos faz vencer os obstáculos dessa existência, não forem as mesmas coisas que vocês acreditam. Paciência! Toquem o barco e não se preocupem.

Se não acreditam em Deus, Deus acredita em vocês!

“A falsa ciência cria os ateus, a verdadeira, faz o homem prostrar-se diante da divindade.”  Voltaire