Relativismo, mas nem em Contos de Fadas

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O que mais me preocupo nesses tempos é quando a farsa comunista tem como alvo pessoas inocentes e indefesas como as crianças e adolescentes. Com a produção de desenhos nos quais as histórias são re-escritas com alterações nas posições dos personagens ou quando novas histórias são criadas com pontos de vista questionáveis.

Para quem já conhecia as histórias infantis, isso parece ter um mínimo impacto, porém para aqueles que estão construindo seus valores morais, isso pode ter consequências graves em seus julgamentos futuros e o torna mais suscetível aos processos de doutrinação criados pelo esquerdismo.

Vamos dar como exemplo uma frase que se popularizou na internet:

“O Lobo continuará mau, se você só ouvir a versão da Chapeuzinho Vermelho.”

Primeiro chamo a atenção para a minha escolha, “popularizou” em vez da que se esta em uso corrente e “politicamente correta”, o termo “viralizou” que é uma mostra clara da cafajestice esquerdista. Usar termos próprios de alguma matéria como medicina em situações cotidianas são sinais de que é um texto comunista tentando se dar ares de “cientificismo” ou de matéria que não poderá ser contestada. Pois o neologismo usado está fora de seu respectivo contexto o que o torna estranho para uma devida resposta.

Essa frase acima é de uma total cafajestice e safadeza, resposta curta e grossa, vá para qualquer cadeia e veja quem são os indivíduos que lá estão, suas histórias de vida e se são mesmo “inocentes” como alegam. Mesmo tirando uma pequena minoria de erros judiciais, a maioria não é nem um pouco inocente. Acordem e cheirem esse café!

Para complementar ainda, existem pessoas categorizando como “preconceito” o fato de não termos obrigação de nos socializarmos, muito menos os nossos filhos, com qualquer pessoa devido a sua aparência. Aqui vale o conselho da vovó:

“Não converse com estranhos.”

Isso mesmo e nossas avós não davam a mínima para a aparência da pessoa e essa regra hoje vale também para a internet, não aceite convite de estranhos, seja em qualquer rede social.

Para encerrarmos, vale lembrar o que diz a Ponerologia (estudo do mal) sobre os comunistas e “idiotas úteis” (seguidores fieis da esquerda que nem sempre assumem isso), não dialogue ou discuta com esse tipo de pessoa, diferente dos seres humanos normais, quando em situação de confronto ou stress, as áreas do cérebro deles que são estimuladas, estão relacionadas com a dialética e a fala, por isso não possuem culpa ou empatia ou qualquer resposta emocional que seria inerente a uma pessoa qualquer. Eles respondem como se as ações ou opiniões deles fossem absolutamente normais, mesmo prejudicando outras pessoas ou até mesmo, mentindo.

Para mostramos, vale uma lista de desenhos animados que são de moral duvidosa: Shrek (todos eles), Deu a louca na Chapeuzinho, Megamente, Meu malvado favorito, Valente e outros. Chamamos a atenção que nem sempre a história é de toda contra a nossa moral e costumes, porém esse é o maior perigo, aquelas que tentam dar como certo pequenas noções de que ser um pouco “mal”pode ser o certo.

Na vida hoje, para se ter sucesso em qualquer empreendimento, seja nos estudos ou no trabalho, o que importa são os nossos valores. Isso fica bastante claro quando lemos livros como “O Monge e o Executivo”e melhor ainda quando assistimos pessoas que estão pondo na prática esses valores e colhendo resultados, como o Sr. Carlos Brito, CEO da AB InBEV, antiga AMBEV.

“Que tempos são estes, em que temos que defender o óbvio?” Bertolt Brecht

 “O óbvio é aquilo que ninguém enxerga, até que alguém o expresse com simplicidade.” Khalil Gibran

 

 

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Aos iludidos, as ilusões

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“Ao envelhecer, parei de escutar o que as pessoas dizem. Agora só presto atenção ao que elas fazem.” Andrew Carnegie

Quem nunca se iludiu na vida, que atire a primeira pedra! Na juventude é desculpável se tornar um esquerdista devido ao apelo sentimental que esse movimento trás. Mas depois de uma certa idade e com a facilidades de se obter informações nos dias de hoje, não é mais digno de pena!

Existem três questões que chamam a atenção: o direito a acessibilidade, as nomenclaturas e da tecnologia no dia a dia.

Como citou Umberto Eco, o perigo na internet está em nivelar por baixo. Os usuários que estão entrando na internet sem nenhum preparo e altamente motivados em contribuir não possuem a menor noção da destruição que causam. Muitos falam em direito à acessibilidade sem medir as consequências dessas palavras. E de forma alguma se trata de “preconceito” ou de tentar manter a internet nas mãos de uma elite, se trata apenas de bom senso para se utilizar uma ferramenta.

Quando aprendi o português, me lembro do professor dizendo que, cacofonia é um recurso para “retardados” e que isso se alterou de tal maneira que muitos consideram sinal de inteligência fazer estúpidas analogias como aquela piadinha do cara que compra um carneiro e o chama de Rover e que irá tosá-lo quando crescer e ele terá “lã de Rover” e que quem envia tem a presteza de dizer que depois dessa irá tomar um remédio. Um adendo, e isso não é privilégio apenas dos brasileiros, tenho visto isso em vários idiomas e de muitos países diferentes.

Não importa se foi por mera brincadeira ou por pura ignorância, se para se tornar um médico a pessoa necessita de um preparo ou se para operar máquinas pesadas também, o mesmo vale para a internet.

Aprender não tira pedaço e conhecimento não ocupa espaço. Vamos progredir e mostrar para os outros o quanto podemos nos tornar melhor a cada dia.

 “Se uma rosa, por outro nome a chama-se, outro perfume teria…”

Quem não conhece tão singelo proverbio e não sabe de suas aplicações, porém não é o que assistimos. Muito os ignoram em nome de uma nova e falsa ciência. Na qual apenas o método basta, não existem princípios morais ou tradição. Os falsários da pseudo-intelectualidade esquerdista que iludem pobres e inocentes criaturas. Os universitários ávidos por revoluções à la “Ché Guevara” mas que não aguentam lavar a louça do almoço. Pobres imbecis que apenas aumentam as fileiras dos “idiotas úteis” que Lenin tanto falava. Imbecis que apenas fazem o que Antonio Gramsci pedia mas nunca realizou por si só. Ele nunca se tornou o ideal que tanto almejava, queria que outros se tornassem ignorantes com sua ardilosa retórica. Para ele, apenas uma resposta basta:

“Quem não sabe de onde veio, não sabe quem é!”

O novo profissional que ele queria criar é apenas um automato que pode ser programado na forma que os líderes esquerdistas desejarem, ou se não, com o mesmo fim dos “idiotas úteis”, paredão com eles. George Orwell alertava sobre os riscos de se ignorar a tradição e as sua origens, como um homem apartado de seu meio social pode ser facilmente induzido e adestrado, ou como hoje se faz: doutrinado.

O método por si só, não justifica seu conteúdo ou lhe dá credibilidade, o que é falso, morre por si só. Não se embrulha lixo em saco de presente, pois é isso que eles fazem. A teoria esquerdista se vale de ideias óbvias, verdades universais para chegarem a conclusões mirabolantes que são desmascaradas com simples interrogativas, se ele quer o fim da família, como pregava Marx, por que ele odeia a própria família? Que credibilidade ele quer como profissional sem os ensinamentos de sua própria profissão? Ou como ele ganha a vida, quem o sustenta? Atrás de todo jovem marxista existe um pai capitalista.

As principais diferenças entre o pensamento de direita e de esquerda, é que a direita é composta de princípios imutáveis e valores humanos que são passados de geração a geração. Mesmo que você não concorde com este ou aquele ponto de vista de algum pensador de direita, “no frigir dos ovos”, no final acabaremos defendendo o mesmo lado. Não é o que ocorre na esquerda, em que as ideias são intercaladas, como em um “castelo de cartas”, se você tira uma, o castelo desaba.

A tecnologia virou alvo dos esquerdistas que a tomam como maravilhosa e que a usam como exemplo de que o homem não necessita mais de Deus. Mas que tecnologia é essa em que ainda somos nós que trabalhamos, que não evolui sozinha ou cria nada por si mesma. O que temos hoje é um uso intenso de ferramentas que estavam sozinhas, mas hoje trabalham juntas, somos nós a argamassa que une e sem nós, não possuem finalidade. Exemplos são fáceis, esse computador que usamos, por mais moderno que seja, tem tela, teclado, mouse e CPU (com placas e processadores) e este é o mesmo desenho que teríamos de um antigo micro XT, que foi um dos primeiros a englobar a tecnologia do HD (Hard Disk). Quais a diferenças, então? Velocidade de processamento ou armazenamento? Alguns citariam, o armazenamento em “nuvem”que é possível devido a internet, mas é apenas armazenamento, seja guardar em casa ou no “cyberespaço”, no final é apenas a mesma coisa.

Aonde estão os computadores que sonhávamos nos anos 80, que não seriam computadores, seriam apenas as nossa máquinas com inteligência. Quem assistiu o filme clássico “Bladerunner – o caçador de androids” se lembra da cena que ele apanha uma foto e põe num aparelho que se parece com um vídeo cassete e reproduz a foto, todos os comandos de voz que ele pedia o aparelho realizava, isso é o que imaginávamos. Não vemos nada disso ainda. Segundo alguns estudiosos foram as redes sociais e os programas que as empresas e as pessoas pediam que mudaram o rumo dessa evolução.

Claro que também, as “teorias da conspiração” ajudaram com filmes como o “Exterminador do Futuro” que tornaram ideias como “inteligência artificial” em algo maligno. Mas se isso ocorresse, quem seria o culpado, a máquina ou o homem que a criou. Isso é um alerta, não somos melhores do que já fomos e nem menos cretinos, se acreditarmos que as gerações passadas não tem mais o que ensinar, estaremos assinando a sentença de morte da raça humana nesse mundo.

“O comunismo destitui o homem da sua liberdade, rouba sua personalidade e dignidade e remove todas as travas morais que impedem as irrupções do instinto cego”. (Papa Pio XI)

 

 

 

 

O futuro da Internet

A preocupação com os próximos 25 anos

Um dos criadores da World Wide Web, Tim Berners-Lee está promovendo a criação de uma Constituição para Internet e pede a colaboração de todos para que isso se realize. A liberdade que hoje desfrutamos e a segurança que dispomos em manter os nossos dados na rede correm risco. Segundo declaração de Berners-Lee ao periódico El País, “À medida que a Web completa 25 anos, fica evidente a falta de dados para realçar e defender a web. A comunidade que formamos é tão grande como o mundo; lutamos contra ameaças de segurança cada vez mais reais, assim como a proteção da privacidade, infraestruturas abertas, neutralidade da rede e proteção de conteúdos entre outros desafios. Acredito que seja vital que se passe para a ação, que se realce e se defenda a web”, destaca.

Após os vazamentos de informações da NSA (National Securit Agency) dos Estados Unidos pelo seu antigo funcionário e analista Edward Snowden fica evidente a fragilidade do sistema. Queremos proteção e ao mesmo tempo exigimos privacidade e isso gera um paradigma dificil de resolver. Se o conteúdo de quem age corretamente deve ser protegido o mesmo valerá para quem quebra a lei no “mundo virtual” e se as ações dessas pessoas forem vigiadas o mesmo deverá valer para todos.

Segundo o New York Times, o governo norte-americano teme a entrada de servidores e equipamentos para Internet produzidos pela gigante chinesa Huawei. O motivo apontado seria que as forças de segurança chinesas estariam implementando “portas dos fundos” nesses equipamentos para que posteriomente pudessem acessar as informações dos usuários.

O que seria apenas uma desculpa para medidas de proteção de mercado pode representar um rombo mais fundo, nos documentos de Snowden se revelou que a própria NSA seria a responsável na criação dessas “portas dos fundos” nos servidores chineses e que eles estariam captando as informações fornecidas por essa fenda. O uso desse recurso seria para conseguir a entrada em países que não costumam comprar produtos norte-americanos e em países aliados que trabalhem de forma independente. A desculpa apresentada pelos oficiais do governo americano é sempre a mesma, a legítima segurança nacional.

Outra grande empresa chinesa na mira do serviço de Inteligência americano é a ZTE e as mesmas medidas foram pedidas pelos seus especialistas. Como a proibição de aquisições e associações com empresas nos Estados Unidos. A Huawei reclama de protecionismo e afirma não ter qualquer vínculo com o “Exército de Libertação Nacional”, conforme é dito pela NSA, mas que jamais provou publicamente.

A internet ainda é um mundo novo, diferente do mundo real aonde a humanidade levou centenas de anos para se ajustar. Como dizia aquele antigo ditado, “é no andar da carruagem que as abóboras se ajeitam” não tivemos tempo para assimilar todas as possibilidades desse mundo. No mundo real a privacidade pode ser definida de forma física como aquele termo, “entre quatro paredes“. No mundo virtual não existem barreiras físicas o que pode levar à diversas confusões, uma extrapolação das liberdades individuais e uma fuga dos mecanismos de “fiscalização” sociais. Como agir nesse mundo?

Os grupos sociais se auto promovem como responsáveis pela conduta de seus membros e o mundo virtual possue uma dimensão mundial e isso gera um paradigma. As atitudes que não aceitas normalmente em seu grupo podem encontrar respaldo em outros lugares. Quem não possue em suas redes sociais pessoas que normalmente não teria contato?

Dessa forma, o pedido de Tim Berners-Lee é bastante coerente pois é necessário a participação de todos os usuários da rede para promover os pontos positivos e elaborar modos de coibir os pontos negativos sem necessidade de uma intervenção dos serviços de inteligência ou dos governos. Pois isso acarretaria em censura ou pior, em uma doutrinação ideológica pelo regime vigente no momento.

Frases – http://kdfrases.com

 Fonte: El País e The New York Times

O espelho mágico

Esse é ao contrário do espelho da bruxa

Na história da Branca de Neve, a bruxa perguntava: – Espelho, espelho meu! Existe alguém mais bela do que eu?

Ela queria verificar a existência de alguma pessoa com maiores qualidades do que ela, nesse caso seria pelo padrão estético. Seu desejo e a sua ambição seriam o de possuir maiores dons do que os outros, um caso clássico de egocentrismo e vaidade misturados. O que notamos na imprensa hoje em dia é exatamente o contrário, a pergunta mudou: – Espelho, espelho meu! Existe alguém pior do que eu?

As colunas se tornaram um verdadeiro desfile de terror, quais os defeitos e vícios de seus adversários ou supostos inimigos são demonstrados. Quais erros cometeram e quais intenções são as mais maléficas possíveis. Quando citam alguma qualidade, ela teria algum objetivo nefasto. As analogias são as mais estarrecedoras possíveis e não poupam nenhum período negro da história.

Reductio ad Hitlerum

Esta é a denominação de um vício na dialética, uma falácia muito utilizada, poderiamos dizer que é até um “golpe baixo” que visa acertar alguém sem a possibilidade de um argumento de retorno. Segundo o Wikipédia teria a seguinte explicação:

“O argumento carrega um forte peso emocional e retórico, uma vez que em muitas culturas qualquer relação com Hitler ou nazistas é automaticamente condenada. A tática é muitas vezes utilizada para desqualificar argumentos ou mesmo utilizada quando não há mais argumentos, e tende a produzir efeitos mais agressivos do que racionais nas respostas, desviando o foco do oponente.2 Um subtipo dessa falácia é a comparação das intenções de um oponente com o Holocausto.2 Outras variantes incluem comparações com Gestapo (a polícia secreta nazista), fascismo, totalitarismo1 e até mais vagamente com o terrorismo.3

Um exemplo disso é a crise da Crimeia, onde a guerra de informações chegaram com a falta de argumentação à níveis considerados covardes. A secretária de Estado norte-americano Hillary Clinton comparou o presidente russo Vladimir Putin à Adolft Hitler, por ter concedido facilidades para cidadãos da Crimeia obterem passaportes russos. Fato semelhante ocorreu quando Hitler concedeu passaporte alemão para os descendentes de alemães que viviam na Tchekoslováquia e na Romênia antes da II Grande Guerra. O argumento usado por Hitler na época era de que aqueles que tinham ascendência alemã não estavam sendo bem tratados pelo Governo e que ele precisava “proteger o seu povo”.

O presidente russo diz que a troca de governo na Ucrânia foi um golpe e que os cidadãos da Crimeia não o apoiaram e foram ameaçados por isso, em seu discurso, ele diz: ” Os que se opuseram ao golpe foram imediatamente ameaçados de serem reprimidos. Claro que os primeiros da fila foram os crimeanos – a Crimeia que fala russo. Por isso, os moradores da Crimeia e de Sevastopol voltaram-se para a Rússia, pedindo ajuda para defenderem seus direitos e a própria vida, e para impedir que continuassem os eventos que prosseguem, de fato, até hoje, em Kiev, Donetsk, Carcóvia e outras cidades ucranianas.

Naquilo que podemos chamar de um “contra-golpe”, no mesmo discurso ele responde aos ocidentais com a mesma retórica da Sra. Clinton, ” Aquele golpe foi executado por nacionalistas, neonazistas, russófobos e antissemitas. E continuam a determinar o tom na Ucrânia ainda hoje.” E em outro trecho ele foi mais incisivo ao afirmar que, “Mas não há como não ver as intenções bem claras desses herdeiros ideológicos de Bandera, que foi cúmplice de Hitler na 2ª Guerra Mundial.

Quem ele cita acima é Steban Bandera, líder nacionalista Ucraniano que apesar de ter sido preso pelos alemães durante a II Grande Guerra foi morto por ordem do governo russo. Ordem esta que partiu de Nikita Khrushchev.

Ou seja, apesar da classificação das ideologias dizer que o nacional-socialismo (nazismo) estar junto com o comunismo (extrema esquerda) muitos ainda tentam o colocar na extrema-direita. Como na famosa e repetida frase de Lênin, “xingue-os daquilo que você é, acuse-os daquilo que você faz”. Na história do partido nazista existem dois pontos de disputa, internamente, Hitler ao se contrapor aos irmãos Strasser que eram de uma linha mais esquerdista e externamente com o próprio partido comunista alemão. Esses conflitos de poder revelam posicionamentos políticos diferentes de cada personagem, contudo, o partido, em linhas gerais, não deixou de ser socialista ou se tornou de extrema direita como é hoje definido.

Existem diversas outras comparações como essa que estão sendo disseminadas pela Internet, fica dificil para um leitor leigo encontrar algum sentido ou não ser “levado pela corrente” e acabar reproduzindo essas mesmas palavras. A primeira regra é “desconfie de apelos aos sentimentos” ou afirmações absolutas, pois nem sempre possuem um embasamento que seja verdadeiro ou uma boa intenção.

“Torne a mentira grande, simplifique-a, continue afirmando-a, e eventualmente todos acreditarão nela” Adolf Hitler

N.A. Desculpem pela escolha da frase, mas fica irônico o próprio personagem descrever o destino de si mesmo e de sua obra.

Fonte: Pravda.ru

Para bem entender o demônio!!!

Quem sabe as diferenças entre direita e esquerda?

Percebo ultimamente que muitas pessoas, de boa fé, estranham os textos publicados pela internet que ressaltam sobre diferenças ideológicas e suas consequências em nossa sociedade moderna. Pessoas com um mínimo de bom senso, se perguntam por qual motivo se escreveria um texto para se combater uma coisa como o comunismo, se todos bem sabem do fim da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e sobre a abertura de mercado na China.

Para uma pessoa com uma cultura mediana, isso bastaria para indicar que os escritores desses sites, estão “caçando fantasmas” ou são paranóicos e acreditam em “teorias da conspiração”. Mas na verdade, não é nada disso, o perigo é real e ele espreita em cada esquina. Contudo, fica a pergunta: como perceber a diferença?

Quando você se depara com um texto de esquerda, seja ele escrito por um militante ou por uma pessoa de boa fé que estará divulgando idéias marxistas e na maioria das vezes, nem sabe disso, quais são os pontos a verificar? Geralmente os textos tem um fundo apelativo, ou seja, recorre ao emocional do leitor para que obtenha a sua adesão, a sua lógica aparenta ser correta. Possui uma cadeia de idéias, geralmente baseadas em premissas universais. Em outras palavras, coisas óbvias e de conhecimento geral, mas o erro ocorre ao finalizar o pensamento, o resultado é sempre desviado daquilo que seria o correto!

Um exemplo de um autor esquerdista:

“Porque nossa tradição gramatical e pedagógica ainda sofre de um arraigado espírito colonizado. Muitos desses supostos “erros” só recebem essa classificação porque não fazem parte dos usos dos portugueses, do outro lado do Atlântico. Pode parecer inacreditável, mas muitas das prescrições da pedagogia tradicional de língua até hoje se baseiam nos usos que os escritores portugueses do século XIX faziam da língua…  Temos uma língua própria, mas ainda somos obrigados a seguir uma gramática normativa de outra língua diferente. Às vésperas de comemorarmos nosso bicentenário de independência, não faz sentido continuar rejeitando o que é nosso para só aceitar o que vem de fora. Não faz sentido rejeitar a língua de 190 milhões de brasileiros para só considerar certo o que é usado por menos de dez milhões de portugueses. Só na cidade de São Paulo temos mais falantes de português do que em toda a Europa!”

O texto é uma entrevista com Marcos Bagno, aparenta ter uma certa lógica e a príncipio, qualquer pessoa concordaria, todos sabemos que o nosso idioma veio de um país de outro lado do Atlântico e que as regras não mudaram de forma radical nos últimos anos, mas qual é o conceito que ele passa, qual é a moral dessa história? Ele sempre entra nas questões sociais como se isso fosse a razão para usarmos ou não corretamente a nossa língua. Não aceitam as regras e as tradições linguísticas como se isso fosse alguma doença e tratam os escritores como “persona non grata” e querem sempre que se retire o ensine da gramática no ensino fundamental. No fundo, uma forma de alterar o modo operante do profissional docente e alterar a sua posição na sociedade.

Isto está perfeitamente embasado pelas obras de Antonio Gramsci, “Cadernos do Cárcere” que podem ser resumidas assim: “amestrar o povo para o socialismo antes de fazer a revolução. Fazer com que todos pensassem, sentissem e agissem como membros de um Estado comunista enquanto ainda vivendo num quadro externo capitalista.” O que significa que o profissional (docente) teria seu papel social totalmente reformulado e aquilo que o torna uma pessoa capacitada para exercer a sua atividade seria jogado no lixo. A legitimidade estaria comprometida, pois os conhecimentos que, a priori, seriam o mínimo necessário para que pudesse exercer a profissão não poderiam mais ser cobrados, pois eles ensinariam sem as regras, combatendo a tradição e a normatização vigente.

Outra questão que esse e outros autores colocam é que nossa posição de “terceiro mundo” (espírito colonizado) e dependência de outras nações seria devido a esse idioma, contudo, aos testarmos essa teoria, vemos não ser verdade. Qual outro país que foi colonizado no mesmo período que o nosso, por uma nação europeia, possui uma grande extensão de terra e diversos “regionalismos” e que ainda mantém o idioma e as regras originais de sua língua?

Resposta: Os Estados Unidos da América, país este, que não possui qualquer dependência e está em posição mais privilegiada do que sua antiga metrópole. Se o número de falantes, como ele cita acima, pudessem alterar de qualquer forma a escolha do idioma ou as suas regras, os Estados Unidos já teriam alterado as deles e diferente daquela música italiana “parla americano”, o nome do idioma deles é inglês (english) ainda.

Dica: não existe ainda oficialmente um português brasileiros, como muitos pregam.

Quando D. Pedro I realizou a Independência do Brasil, ele não imaginava que precisavamos de uma indepência linguística, visto que ele era português nato e nem sequer os seus sucessores, como na Proclamação da República cogitaram tal alteração. Outra coisa, bastante óbvia, que eles tanto divulgam é que a língua falada é diferente da escrita. Com certeza isso existe e não irá se alterar mesmo com as “mágicas” propostas desses autores. Não parece “gritante” que a fala possui diferenças no seu modo de uso com os modos da escrita e que podemos pronunciar palavras iguais com entonações diferentes e conseguimos com isso, outros resultados. Na fala, existem onomatopéias (sons de objetos, animais ou situações) que são dificeis de reproduzir na forma escrita. Por sua vez, as regras escritas uniformizam os textos e permitem que falantes de diferentes níveis possam se entender. Não se trata de nenhuma imposição, isso é uma convenção e o fazemos para poder nos comunicarmos.

Um detalhe importante, alguns dizem que não existe regras para o português coloquial, pura balela, existem tantas regras quanto no escrito, contudo, o regionalismo, os grupos sociais com que se relaciona e os níveis exigidos em cada situação fazem com que o falante altere suas formas de expressão e lance mão de um vocabulário ou de outro a cada momento, ou seja é uma flexibilização. Para verificar isso, faça um teste, se não existem regras, vá até uma praça pública e procure pedir informações falando como o Tarzan do cinema e veja se as pessoas não vão o considerar como um doido.

Aproveitando o ensejo, isso foi proposital, aqui caberia um comentário sobre o famoso “preconceito linguístico” que tanto pregam, faça o mesmo proposto acima utilizando um vocabulário e uma entonação regional diferente do lugar que se encontra para verificar as reações dos passantes. Segundo “psico-intelectuais” (psicologo + pseudointelectual) existe uma guerra acontecendo lá fora e você será terrivelmente agredido. Pois bem, posso afirmar que não ocorrerá mal trato algum, sou sulista e meu sotaque é “gaúcho” e desde que vim para São Paulo, sou bem recebido em qualquer lugar que vou e no máximo, tiro algumas risadas com alguns termo oriundos de minha terra.

Para quem se sente constrangido em não saber usar todas as regras gramaticais, existe um consolo, muito poucos o sabem, contudo, jogar pela janela os livros de regras deliberadamente é uma atitude leviana. Usam o fato das crianças não poderem guardar todas as regras como motivo para não se ensinar regra nenhuma. Ignoram a evolução cognitiva das crianças e das alterações que ocorrem quando essas se deparam com a escrita. Diferente da fala, a escrita requer uma maior atividade abstrata, pois se trata um símbolo que independe do objeto e do falante e que pode dar resultados diferentes por causa das diversas combinações possíveis.

“Ao formular o conceito de zona proximal, Vygotsky mostrou que o bom ensino é aquele que estimula a criança a atingir um nível de compreensão e habilidade que ainda não domina completamente, “puxando” dela um novo conhecimento. “Ensinar o que a criança já sabe desmotiva o aluno e ir além de sua capacidade é inútil”, diz Teresa Rego. O psicólogo considerava ainda que todo aprendizado amplia o universo mental do aluno. O ensino de um novo conteúdo não se resume à aquisição de uma habilidade ou de um conjunto de informações, mas amplia as estruturas cognitivas da criança. Assim, por exemplo, com o domínio da escrita, o aluno adquire também capacidades de reflexão e controle do próprio funcionamento psicológico.

Mesmo que você não guarde todas as regras, o conhecimento delas altera a sua forma de pensar. Um questão que apareceu há muitos anos atrás, foi o gibi do Chico Bento. As professoras de Português levantaram a hipótese de que as crianças poderiam começar a falar errado ao lerem esse tipo de historinhas. Contudo o que se presenciou foi bem diferente, as crianças entendiam o universo do personagem e que a sua fala era apenas uma característica dele. Da mesma forma, quando liam histórias do Cebolinha não começavam a trocar os “r” pelo “l”.

Grandes Autores

Existe ainda quem defenda a retirada da grade currícular, do estudo de Grandes Autores de nossa língua para os estudantes e que eles não trariam benefícios aos mesmos. O que eu lí ultimamente aparenta ser o seguinte, os Grandes Autores seriam apenas para mostrar as formas de linguagem que estariam em desuso e seriam apenas para exemplos gramaticais. Contudo, devemos ressaltar que os assim chamados “Grandes Autores” não eram essencialmente docentes ou linguistas, possuiam profissões distintas e não contribuiram apenas para a expansão e o uso do nosso idioma, contribuiram em muitas áreas do conhecimento humano. Luis Vas de Camões era soldado mercenário, Fernando Pessoa era tipógrafo, Carlos Drummond de Andrade era farmacéutico formado e funcionário público, alguns eram médicos, outros engenheiros e todos contribuiram de alguma forma. Mas parece estranho que tentem estudar a língua e suas origens sem esses ilustres personagens, o que querem ocultar de nossos jovens? Qualquer filosofo diria que o melhor conselho é “ler” e ler muito para se obter todos os pontos de vista e não ser engando pela primeira impressão dos fatos. Quem lhe disser que não necessita disso, responda “isso é balela”, todos os regimes autoritários tentaram coibir a difusão de idéias e até mesmo com a queima de livros. Não aceitem de forma alguma que isso se repita!

Finalizando, você perceberá que os textos de direita se divergem em vários pontos, são pensadores livres que possuem pensamentos diferentes uns dos outros e estão defendendo valores como a tradição, a propriedade, a liberdade e a religião, cada qual em seu grau de posicionamento e de sua forma. Talves não concorde com um ou com outro, mas isso é próprio da política liberal. Contudo os esquerdistas estão sempre em uma mesma linha, um mesmo pensamento, quando um é desmascarado, outro o substitui. Por isso se assemelham tanto.

“Como você diz que é um comunista? Bem, é alguém que lê Marx e Lênin. E como você diz um anti-comunista? É alguém que entende Marx e Lênin.” Ronald Reagan

Dica de leitura: O Alienista de Machado de Assis, que expõe temas como a observação da sociedade, estatísticas e modos de comportamento. Quem julgo os outros loucos, acaba se descobrindo mais louco ainda.

O dono da bola?

A quem pertence a Internet?

Após os incidentes de espionagem realizadas por órgãos oficiais norte-americanos, os membros da Comissão Europeia estão preocupados com a crescente pressão dos Estados Unidos em tornar efetivas, medidas de controle sobre a rede mundial de computadores.

A ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) agência americana que regulamenta o uso da Internet em seu país tem se tornado responsável por uma grande parte da circulação de dados da rede mundial.  O vice-presidente da Comissão Europeia, Neelie Kroes declarou que é o momento para que os Estados Unidos afrouxem o controle sobre a rede.

Apesar de ser um dos países que mais contribuiu com rede, com a participação de empresas privadas, Universidades e até mesmo pesquisas realizadas pelas forças armadas, isso gerou um certo sentimento de posse para os americanos em relação à Internet. Claro que isso contraria em muito, as intenções dos primeiros pesquisadores, mesmo os que estavam sendo financiados pelos órgãos de defesa norte-americano. A rede iniciou como um projeto livre, sem censura ou qualquer tipo de gerenciamento, para a livre circulação das informações pelo mundo.

“A web não está concluída, é apenas a ponta do iceberg. As novas mudanças irão balançar o mundo ainda mais.”
– Cientista britânico, criador da WWW

Fonte: Al Jazeera

Big Data, um novo desafio

Um termo bastante difícil de definir

Segundo o buscador do Google na França, o termo Big Data tem tido um acréscimo de buscas pela Internet, de mais de dez vezes, entre dezembro de 2011 e dezembro de 2013.  Este termo, por definições aceitas, refere-se à coleção, exploração e análise de grandes quantidades de dados, como uma coleção de números, imagens, textos, genes, estrelas, partículas ou dados de tráfego, entre outros. A palavra Big (grande) pode significar o que o ouvinte entender, desde os milhões de gigabytes que as grandes empresas de Internet possuem como o Google e o Facebook.

Os especialistas acreditam que a popularização desse termo tenha sido muito maior devido as promessas do que pelo conceito. Desde que Edward Snowden divulgou documentos secretos do órgão de intelegência do qual fazia parte, a NSA (National Security Agency) Agência de Segurança Nacional, o termo encontrou um outro par. Além de Big Data, o Big Brother (termo relativo ao estado que vigia e manipula seus cidadãos) que foi criado por George Orwell em seu livro 1984.

Os especialistas tem cada vez mais seduzido membros de diversas áreas com as promessas das grandes possibilidades dos Big Data, como na área médica para melhoria de diagnósticos e precisão nos tratamentos, campanhas publicitárias com melhor resultado de retorno através da Internet, as estimativas de prêmios de seguros, recomendações de compras on-line para comerciantes e até a evolução dos crimes para a polícia.

Desde que foram criados os “banco de dados”, os quesitos mais importantes nunca foram os dados em si, mas a forma de relacionar cada registro com os outros para se obter um resultado que realmente valesse a pena. Quantos infográficos são produzidos que na verdade não se referem a coisa alguma palpável e que iludem os leitores. Outra questão importante é o desenvolvimento de linguagens que possam ser responsáveis em criar softwares (programas) capazes de lerem todos esses dados e formarem um panorama que possa ser entendido pela mente humana. Como um programa da Bolsa de Valores americana que mostrava um campo de trigo e aquelas ações que melhor desempenho tinham, eram mostrados como o trigo mais alto se revelando na paisagem.

“A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento.”Platão

Fonte: Le Monde – Fr.