O bode expiatório

Porque somos induzidos a acreditar que tudo é mal

Existem pessoas de boa vontade que infelizmente escrevem sobre assuntos que não entendem, lutam como se fossem D. Quixote de La Mancha, contra moinhos de vento que julgam serem gigantes. Faltam perspectivas ou ignoram algumas matérias básicas, como a antropologia, a história e a geopolítica.

A antropologia nos ensina que o homem é um animal social, ou seja, necessita viver em grupo e seu papel na sociedade é definido pela sua cultura e que essa é a baliza de suas ações e se uma pessoa é criada fora do sistema social irá impreterivelmente encontrar enormes dificuldades ao tentar interagir dentro dessa sociedade. Estudos realizados com símios, que possuem grupos sociais bem definidos, garantem esses resultados e demonstram o quanto somos moldados pela nossa cultura que se altera de geração em geração mas possui um eixo central que não devemos ignorar.

A matéria muitas vezes ignorada é a História, os fatos e seus resultados. Parece ser totalmente insípido o resultado em nossas vidas, contudo o estudo dessa matéria e uma analise mais aprofundada da corrente de eventos históricos mostra que “tudo se repete” e incrivelmente, queremos dar novas definições para velhos problemas. Quantas vezes escutamos pessoas falarem sobre o fim do mundo ou de que a celula mater de nossa sociedade vai desaparecer. Pois bem, a família não irá desaparecer, pois nos grandes eventos históricos, quando existiu uma grande demanda de mão de obra hábil, houve o deslocamento e a morte de muitos homens, com idades entre quatorze e quarenta anos. Para isso, basta lembrar as campanhas de Alexandre o Grande, a expansão do Império Romano ou até mesmo, o Descobrimento e a Colonização da América, nesses períodos, as mulheres de repente se viram sozinhas e como chefes de família, estavam amparando os membros mais velhos e as crianças que não puderam seguir nessas jornadas e cuidavam de tudo muito bem.

Outro tipo de exemplo é a Guerra do Paraguay, em que as forças comandas pelo Brasil e financiadas pela Inglaterra dizimaram os homens paraguaios (em idade adulto) e as mulheres se tornaram a maioria naquele pais. Tiveram de gerenciar e produzir, além de cuidar de suas famílias. Contudo, após essas crises, a família tradicional ressurge como sempre e não necessita de campanha alguma para isso, nosso instinto natural, a procura de proteção ou até mesmo, os laços afetivos nos conduzem nessa volta ao tão necessitado lar.

As catastrofes seriam o sinal dos fins dos tempos. Contudo, deve se lembrar dos grandes terremotos, dos grandes incêndios e das pestes (epidemias) que ocorreram na Europa desde a Idade Média e que os homens lá diziam a mesma coisa. A diferença hoje é que os meios de comunicação são tão imediatos em disseminar esses fatos que parece estar ocorrendo com uma maior frequência. Antigamente, levava meses para que alguma notícia chegasse ou se tomasse conhecimento, seja ele parcial, das catastrofes ocorridas em outros lugares. Mesmo assim, o mundo ainda não acabou e pelas estimativas matemáticas ainda demorará muito tempo para acabar!

Os motivos de agirmos e de sermos o que somos é dado pela Geopolítica, a procura de recursos, o gerenciamento de nossa sociedade e os fatores econômicos são o combustível para a expansão humana. Dar nomes novos, não altera aquilo que somos, “uma rosa teria outro cheiro se por outro nome a chamasse?“. As antigas colônias agora são os países emergentes, mas continuam sendo o mercado comsumidor das grandes metrôpoles, o tal eixo econômico profetizado por nosso governo nada mais é do que, dar uma nova maquiagem no velho consumismo “selvagem”, grande parte da população não tem emprego certo mas possui um celular. Que alegria!

A economia gera imagens

Apesar de que na faculdade ser considerada uma matéria chata e cheia de teorias, pela história é sempre ela que gera os fatos mais intrigantes e as imagens mais curiosas. O chefe da Câmara dos Lordes da Inglaterra se senta sobre uma cadeira simples com estofado de lã de carneiro crua. Isso para simbolizar que o país (Reino Unido) teve a Revolução Industrial graças a essa matéria prima, a lã para fornecer a linha dos primeiros teares movidos a força à vapor. Outra imagem curiosa, desse mesmo país foi a condecoração dos músicos do grupo, os Beatles, que receberam a Medalha de Honra da Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, quando os veteranos da II Grande Guerra souberam disso, jogavam as medalhas que haviam recebido por defender a sua pátria, contudo, não sabiam a renda que os cofres públicos e que a nação recebia dos royalties dos discos que esse grupo vendia pelo mundo todo.

Recentemente a notícia da morte do inventor do famoso fuzil soviético AK-47, Mikhail Kalashnikov, falecido aos 94 anos, que em seu funeral, além de honras militares, contou com a presença do Presidente Vladimir Putin. Além da importância militar do gênio de Kalashnikov que  somente foi superada por sua importância econômica, visto que o seu fuzil é um dos artefatos de guerra mais desejados em todo  mundo (não apenas por terroristas, como alguns sites mencionaram) e que as vendas dessa arma teria sido de uma enorme importância para a indústria bélica russa, tanto no mercado convencional de armas, como também no mercado negro. Isso resultou nas pompas de sua despedida e na proclamação de luto oficial na nação russa. Não há quem duvide de seu valor.

Conclusões intocáveis

O fato da morte existir e de sabermos disso, não é uma mentira, é o chamado inevitável. Se somos compelidos em nossa vida a progredir e a evoluir sempre, não é porque morremos a cada dia. Somos chamados a isso, ou realizamos o nosso papel no mundo ou somos despedidos dele. O grito incensato de pseudo-intelectuais contra o sistema, nada mais é que o clamor das suas frutrações, da falta de caráter em assumir as responsabilidades e o temor daquilo que a sociedade humana levou gerações e gerações para criar. Qual foi o papel no mundo de civilizações como a Grécia antiga ou Roma, qual foi o legado que recebemos que pode ser atirado aos porcos por vís “desportistas literários” que emitem em colunas ou blogs de internet seu escárnio. Querem tolos por leitores, com frases confusas que dizem ser “complexas” e novas, apenas para confundir e não aceitam negativas, mas clamam por liberdade. Liberdade em que apenas as suas frases sejam proferidas e somente suas ideias sejam aceitas. Aquilo que aprendemos em nosso primeiro ano escolar não é apenas o abecedário, mas a capacidade de abstrair, faculdade essa ignorada pelos “esquerdistas” de plantão que não conseguem compreender textos teóricos e necessitam desenhar figuras.

O humor, o escárnio e a satirização são recursos de mentes pequenas. Textos esses que todos podem entender mas que nivelam os leitores por baixo. Confundem muito, isso com a “democratização” das idéias e que isso seja para disseminar algum ponto de vista. Serve portanto apenas para propaganda ideológica ou para destruir valores sociais.

Nessa altura, peço o perdão de quem esteja se perguntando o quanto está estranho esse texto, desconexo e com frases soltas. Fiz isso propositalmente. Uma homenagem ao inverso, para os desconexos textos de fim de ano e aos seus autores que perderam o rumo nessa vida. Antes de darem a sua opinião sobre o “lifetime” a nossa jornada nessa terra, revisem seus valores e se perguntem o quanto isso pode ser de valia as outras pessoas. Se o que nos faz sair da cama todo o dia e com fé nos faz vencer os obstáculos dessa existência, não forem as mesmas coisas que vocês acreditam. Paciência! Toquem o barco e não se preocupem.

Se não acreditam em Deus, Deus acredita em vocês!

“A falsa ciência cria os ateus, a verdadeira, faz o homem prostrar-se diante da divindade.”  Voltaire

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Da formalidade e do sucesso!!!

Como um, as vezes, um não está ligado ao outro

O ser humano tem a incrivel capacidade de criar formalidades, convenções e burocracia, mas da mesma forma, consegue reverter tudo isso. E ao conseguir isso, cria situações tão esdrúxulas que se tornam motivo de sucesso. Isto já aconteceu com tantos personagens históricos, como autores e artistas.

Recentemente, temos a explosiva história de Stefani Joanne Angelina Germanotta, mais conhecida como Lady Gaga, esta novaiorquina que fala sobre o seu tempo de estudos em uma escola de artes. Naquela época, confessa ela, as professoras não levavam fé em uma carreira de renome para a jovem estudante.

Mas ao iniciar sua carreira de cantora, parece que tudo isso mudou e de certa forma, os anos de estudos foram de alguma valia. Quando assisto aos clipes de Lady Gaga, sempre me recordo, com certa nostalgia, dos tempos em que estudava no colegial e das aulas de educação artística.

O uso e a combinação de materiais, objetos estranhos, texturas, cores e sempre, com uma certa dose de inovação, fazem lembrar dos trabalhos exigidos pelos professores. Claro que isto, em demasia, acaba descambando pro lado do excêntrico ou do escratológico, como no caso do seu vestido de carne da cantora. Mas, devemos confessar que, na maioria das vezes, funciona.

Nos clipes, Bad Romance e Alejandro, podemos ver essas combinações, como nas pedras que flutuam ao lado da cantora, aparentemente paralisada ou nos uniformes militares dos dançarinos com o uso de meias “arrastão”.

Não quero mostrar aqui que seja ruim estudar ou que não deveriamos seguir as regras dos livros, mas que as vezes o ser humano supera seu próprios limites e chega a lugares que seriam teoricamente seriam impossíveis. Por um momento imaginem, quantos professores de artes existem no mundo, quantos livros publicados a respeito, quantos  artigos e quanto sistemas foram criados e aprovados para definir o que seja uma obra de arte. Apesar disso, das centenas de estudantes que se formam nos cursos de artes anualmente, quais as chances de aparecer outra Lady Gaga?

Isso vale também para outras matérias, como administração, matemática, história ou música, quais as chances de surgir outro Einsten, que na juventude foi apenas um estudante medíocre de matemática, mas que se tornou um dos maiores génios da história, justamente nessa matéria.

“O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.”

Albert Einstein

História, um capítulo da Geopolítica

Como evolui a visão da História

Muitas pessoas imaginam que a história seja fixa, que aquilo que ocorreu não muda, pois os fatos são sempre os mesmos. Pode até ser, mas a nossa visão deles se modifica, segundo aspectos que podem ser sócio-políticos ou a educação ou a linguagem ou os registros históricos. Esses fatores mostram um sistema dinâmico que tende a tornar a história um resultado do ambiente em que vivemos, que seria tanto pelo meio social, econômico, político e educacional, como veremos agora.

Aspectos sócio-políticos

Temos como premissas invariáveis que certos personagens históricos sejam “bons” e outros “maus”, como também sobre os episódios da história, de acordo com a nossa posição social e econômica. Claro que, a mídia, apesar de muitos não admitirem, tem forte influência sobre isso. Como se diz, o “terrorista” para uns, é o “libertador” para outros. Temos exemplos tanto históricos, como atuais. A Alemanha Nazista, considerada inimiga da humanidade, foi e ainda é considerada uma “força de libertação”, por poloneses e russos em diversas comunidades que sofriam com governos autoritários como o de Stalin.

Aspectos na educação e na linguagem

Um acontecimento histórico pode mudar de acordo com o modo em que ensinado, por exemplo, na década de quarenta e cinquenta, nas Escolas brasileiras, devido ao “americanismo” ensinavam de forma mais enfâtica sobre o descobrimento da América, sobre Cristóvão Colombo e  as sua três caravelas. Na década de setenta, após o golpe militar e seu nacionalismo “obrigatório”, mudaram a ênfase e voltaram na para a descoberta do Brasil, em Pedro Alvarés Cabral e na carta de Pero Vaz de Caminha. Hoje, esses acontecimentos se tornaram infimos, o trabalho de Ongs em divulgar a situação precária dos índios diminuiram a importância histórica do descobrimento e mudaram o foco para os aspectos negativos dessa colonização.

Registros históricos

Outro fator que ajuda na modificação da visão dos fatos históricos são os novos registros encontrados, cada novo escrito, pintura, foto ou testemunho serve como um novo ponto de vista. Fatos tidos como indubitáveis podem ser desmentidos pelo simples novo parecer, como também na ausência de evidências registradas, a ciência pode entrar em ação através de novos métodos, como o exame de DNA. Fato este que teve recentemente com uma urna encontrada, na qual havia um lenço que se supõe ter sido do Rei Luiz XVI, decapitado durante a Revolução Francesa. A amostra de DNA de um parente reconhecido pode auxiliar em elucidar esse mistério.

O maior exemplo disso são os fatos dos século XX, como foi o século em que se revolucionou os meios de comunicação e registros de fatos, como a fotografia, que se desenvolveu no século anterior, a criação do rádio, o cinema, a televisão, como também, a criação do computador e a internet. Tudo isso fez com que os acontecimentos tomassem uma nova dimensão, muito mais real e próxima dos espectadores. Por isso, foi se dramatizado tanto as guerras, as catastrofes e os crimes desse período, a primeira e a segunda Guerras Mundiais, tem esse nome mas nem todos países do mundo participaram dela. O naufrágio do Titanic, apesar de ter tido sobreviventes é considerado pior do que naufrágios anteriores, nos quais não houve sobreviventes. No Brasil, um exemplo bem interessante, a Guerra de Canudos que é lembrada por causa do escritor Euclides da Cunha que a acompanhou e imortalizou em seu livro, “Os Sertões“. A pergunta é, não houve guerras piores ou apenas não foram bem registradas???

A desassociação de idéias

Ao estudarmos os fatos segundo os pontos de vista das matérias de forma acadêmica, como engenharia, administração, economia ou qualquer outra, acabamos inevitavelmente desassociando os diversos resultados possíveis. Ao darmos uma finalidade ao nosso trabalho, esta respeita e será julgada segundo o objetivo da matéria.

Não temos culpa de outros resultados, o capitalismo como sistema de orientação é o que possibilita isso, um exemplo disso seria a produção de veículos. Quando a indústria automotiva anuncia uma produção recorde de veículos, coisas boas e ruins acontecem.

Os positivos:

Os empregados dessas indústrias, nos grupos que bateram sua meta, receberão maiores comissões.

As revendas de automóveis terão mais veículos para suprir o mercado e realizar mais vendas.

Mais veículos, indicam mais documentos emitidos e os despachantes ganham mais com isso.

Os negativos:

Mais veículos nas ruas, aumentam os engarrafamentos e pioram a circulação das pessoas.

A maior percentagem de uso das vias públicas, aumenta os desgastes das mesmas e aumenta os custos de manutenção.

O maior número de veículos, apesar das medidas preventivas em cada um, inevitavelmente aumentam a poluição, o nível de ruído das cidades e o calor, causador do efeito estufa.

Existem outros, mas jamais os encontraremos em um relatório do engenheiro que produziu o carro. Somos induzidos a correr atrás de nossos objetivos. O capitalismo incentiva  a competição, o bem comum é secundário, como viver em uma sociadade dessa forma. Uma sociedade caótica que não possibilita um objetivo comum a todas as pessoas, que é perniciosa e arrogante, que pode se destruir examente por possibilitar as pessoas de usufruir de suas beneces.

O sistema que melhor se encaixa nessa situação e resolveria esse tipo de problema seria o keynesianismo, por dar as ferramentas de controle ao sistema sem perder a propriedade, o capital e todos os fatores que tornam possível o equilíbrio do sistema econômico.

Conclusão

A Geopolítica é implacável, o método da desassociação mostra como as pessoas agem e não conseguem obter uma macro visão dos acontecimentos. Os exemplos atuais mostram que mesmo estando tão próximos aos fatos, as informações que chegam são parciais e não é necessário nenhuma “teoria da conspiração” para explicar isso. A informação tende a ser posicianada de acordo com os meios em que é propagada. Nossa premissas e nossos pontos de vista fazem o resto, no final temos uma visão parcial de todo o problema.

A Internet com seu imenso fluxo de material acaba tendo o resultado inverso do esperado, as notícias acabam ficando esprimidas e os internautas se acostumam com isso. O raciocínio se torna preguiçoso, os conceitos mastigados e pré-julgados são fáceis, como também se torna fácil se “vender o peixe” de ideologias baratas e conceitos deturpados.

Por isso, a Geopolítica não está em pauta ultimamente, ela prova que os fatos tidos como certos e naturais tem causas infraestruturais muito maiores. O porque de algumas leis existirem e outras não, a produção de alimentos tem prioridade nesse ou naquele produto. Quais assuntos tem destaque na mídia e quais desaparecem em uma cortina de fumaça. Depende de cada um de nós, desconfiar daquilo que nos é servido e procurar sempre, outra alternativa.

Só depois que a tecnologia inventou o telefone, o telégrafo, a televisão, a internet, foi que se descobriu que o problema de comunicação mais sério era o de perto. 
 Millôr Fernandes    

A origem dos Stormtroopers

Stormtroopers e Oficial

As tropas do Partido  Nazista

Apesar do capacete com mascara e as articulações de robô, os soldados e oficiais do famoso exército de Darth Vader, indubitavemente tem uma origem nas tropas de assalto da antiga, NSDAP, o partido nazista alemão que foi o responsável por lançar Adolf Hitler para a história.

As tropas alemãs se chamavam “Sturm Abteilung”, o que poderia ser traduzido como “Batalhão Tempestade”, uma tropa criada para a proteção dos candidatos do partido e para enfrentar as outras tropas dos demais partidos, como os  comunistas.

Seus membros eram ex combatentes da I Grande Guerra, que por causa do Tratado de Versalhes, perderam sua posição no exército alemão que estava limitado, neste momento, a 100.000 soldados e proibido de ter uma força aérea. Alguns heróis de guerra vieram a integrar essa tropa, o que deu maior notoridade popular, como Ernest Roehm, seu primeiro líder. Muitos integrantes dessa tropa acabariam se tornando membros importantes do Partido quando este chegou ao poder em 1933, com a ascensão de Hitler a chanceler da Alemanha.

Surgiram na decada de 20, durante a decadência da chamada “República de Weimar”, quando as disputas políticas se tornaram violentas e a crise após a derrota na I Grande Guerra abalou todo o sistema produtivo e econômico alemão, com direito, até mesmo a alguns golpes.

Stormtroopers da Estrela da Morte

Stormtroopers

O seu nome significaria Tropas Tempestade, o que já começa ser uma grande coincidência e agora um resumo da sua história:

“É montado a partir dos clones que participaram da derrubada da República, o que acarretou na formação do Império Galático, sendo assim formada por unidades mais inteligentes e mais capazes de obedecer às ordens propostas pelos oficiais do império tais como Grand Moff Tarkin e Capitão Piett.

Há rumores de que quando surgiu o batalhão 501, o Imperador mandou matar todos os outros clones que serviam à República. O Imperador Palpatine teria feito tal ordem para não deixar nenhum rastro e nenhuma ideologia da República. Somente clones que tivessem ideais a favor do Império restariam. Os stormtroopers, porém, não são todos clones, há também pessoas nascidas naturalmente e recrutadas pelo Império.

Os stormtroopers são treinados para diversos tipos de terreno como deserto, terrenos gelados (como o planeta Hoth) e florestas (como a lua de Endor). Cada tropa é treinada para agir em cada tipo de terreno e recebem nomes diferentes como: Snowtrooper (tropas para terrenos gelados), Sandtrooper (terrenos desérticos) e Scouttrooper (tropas especiais para explorar a galáxia a serviço do Império ou até mesmo para servirem como espiões do Império. Esses foram vistos em Endor em suas motocicletas chamadas de “swoop bikes”) e Death Star Trooper (tropas que monitoram a Estrela da Morte e que geralmente não são clones).”

Soldados da SA

Esta explicação acima é da Wikipédia, como podem ver, existem muitas semelhanças, como o início em uma República e seu posterior papel no Império, que na Alemanha, se tornou o III Reich, o que significa 3º Império. Quanto a versatilidade das tropas, lembra em muito as Waffen SS. As SS (Shultz Staffel) ou Esquadrão de Proteção eram os guarda-costas do Chanceler alemão, mas que devido a seu crescimento se tornou um importante integrante das forças armadas alemãs. Na invasão da Polônia, estes soldados começaram a lançar moda, com o uso de uniformes camuflados, o que era inédito em um exército regular. Para cada região em que atuavam, tinham uma vestimenta apropriada, como na geladas terras do norte europeu e no escaldante deserto do Saára, com os Africa Korps, com um uniforme caque.

Os Death Star Trooper não possuem mascara, apenas capacete e o uniforme negro lembra o uniforme oficial dos soldados da SS, como também os tripulantes das naves do império com um uniforme cinza escuro e com um detalhe, as calças extremamente largas no quadril e usando quepes, bastante semelhante com os alemães.

Tropa SS em seu uniforme tradicional negro

Filha única: moda

A moda de pintar um dedo diferente

Muitas pessoas estão comentando sobre a moda de pintar uma das unhas de cada mão com uma cor ou glitter diferente das demais. O dedo escolhido para isso é normalmente o anelar, e tal moda estaria vinculada ao fato de se usar a aliança nesse dedo especificamente.

Segundo alguns, o dedo anular é o menos utilizado em trabalhos pesados e como antigamente, as pessoas carregavam mais peso. Nesse dedo, a aliança estaria mais segura. E o seu amor também.

Na tradição inglesa, a noiva usava a aliança no polegar e na cerimônia de casamento o noivo, retirava a aliança e a passava de dedo em dedo enquanto invocava o nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo,  Amem e colocava a aliança no dedo anelar e ali ficava.

Para os romanos, no dedo anelar da mãos esquerda havia uma “veia d´amore” que era ligada diretamente ao coração e portanto tal dedo, representaria quem você ama.

Os chineses tem uma tradição em que cada dedo representa uma pessoa, dessa forma:

  • os polegares: seus pais;
  • os indicadores: seus irmãos;
  • os médios: você mesmo;
  • os anelares: seu companheiro(a);
  • os minguinhos: seus filhos(as).

Ao unir as mãos conforme a figura abaixo, e apontar os dedos médios para você mesmo, faça o seguinte:

Tente separar os polegares, você consegue, porque você um dia irá sair de casa, e irá se separar de seus pais.

Tente separar os indicadores, você consegue, porque um dia cada um irá seguir seu rumo na vida e você se separará dos seus irmãos.

Tente separar os minguinhos, você conseguirá, pois seus filhos irão trilhar seus caminhos na vida e você irão se separar.

Por último, tente separar os anelares, você não consegue, pois você e seu amor estarão juntos para sempre.

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