Ironias da vida: Justiça

A lei dos homens confunde o certo pelo justo

Quem não se depara com situações que se analizadas friamente aparecem ser incrivelmente hilárias, senão tristes, quem não vê no dia a dia o quanto de pessoas que sofrem as maiores opressões, quem tanto trabalha e não recebe a merecida paga, quem tanto se dá mas pouco recebe. Pessoas em situações semelhantes, onde o vizinho é ressarcido e ele não. Alguns são beneficiados e outros recebem migalhas. Quando algo parece certo mas não é justo, como colocar a prova essas situações?

Belas palavras, péssimas leis

No Brasil, os deputados e senadores deveriam se candidatar a carreira de poetas, são ótimos com as palavras mas péssimos legisladores. Pode até parecer chacota, mas existe sempre algum motivo, leis magnífica com excelentes promessas e que não servem para nada no momento em que entram em prática, não é incomum. Basta lembrar da “lei seca” e do bafômetro que entrou em vigor e caiu devido a uma “vigarice” dos advogados: “ninguém pode criar prova contra si mesmo”. Interessante, então as confissões de crimes são “objetos ilegais”?

Insalubre herança

A colonização do Brasil e a vinda da família real  portuguesa deram ao Brasil um singular lugar na história do mundo, fomentou a revolução industrial inglesa e serviu de cabide para  um governo corrupto, aventureiros transvestidos de empresários e jogadas comerciais que mais parecem feitas em um “cassino”. Quem hoje acompanha os jornais e as críticas dos gastos do congresso nacional devem se lembrar daquilo que foi a formação de nosso governo no período do reinado de D. João VI no Brasil de outrora. O primeiro Banco do Brasil que faliu ao tentar bancar a coroa portuguesa, avessa ao trabalho mas muito ávida por gastos e opulência.

Os homens não temem a morte, apenas a temem encontrar em sua agenda!

O homem moderno não teme aquilo que vê, teme aquilo que imagina. Somos treinados a sermos “psicopatas” para que não tenhamos a exata proporção entre aquilo que existe e aquilo que é real. Esse é um dos pontos de partida do movimento comunista. A propaganda das ameaças em forma tão desproporcional que torna os indivíduos em pessoas paranóicas e psicopatas. Para entender isso, basta ver a forma como são apresentados diversos fatos históricos, de forma individualizada e extremamente agressiva para um lado e conivente para o outro.

Pessoas que morrem de pena de ver um cão abandonado mas não enxergam os mendigos na rua. Situações como a invasão de um centro de pesquisas para resgatar cães, cujo resultado poderia até ser benéfico se não fosse a quantidade de leis quebradas, assim como as depredações físicas que causaram.

Parece ser exagerada essa coluna, mas exagerado mesmo são as postagens que vemos diariamente na internet. A palavra “selfie” que indica tirar uma foto de si mesmo é eleita a palavra do ano, uma indicação direta do mais puro “narcisismo” e  “hedonismo” (unir a própria imagem ao prazer de se mostrar), ou aquilo que deveria ter como destino “uma lixeira” acaba sendo exaustivamente compartilhado e acessado. Fotos com erros, imagens com penetras e imagens com duplo sentido conseguem muito mais do que “15 minutos de fama” pelas redes sociais. Antigamente quando algum erro acontecia, bastava tirar uma nova foto e ignorar o erro, contudo hoje, isso dá mais sucesso do que as fotos perfeitas, luz, sombreamento e detalhes de uma bela imagem não são mais aquilo que se preocupa. Isso só perde para as “escorregadas” acidentais ou propositais de algumas famosas em mostrar algumas partes do corpo e ficam mais em evidência do  que se tivessem feito um contrato milionário com a Playboy para mostrar o corpo inteiro.

Saco de gatos ou conclusão

A forma com que a mídia está trabalhando os mais diversos assuntos chega a assustar, pois como já alertava Nietzsche, o leitor de matérias “medíocres” acaba se contaminando com essas formulas prontas de “raciocíonio” e de linguística e começa a utilizar no seu cotidiano em um círculo vicioso, aquilo que ele fala, ele  lê, aquilo que ouve (de si mesmo) e lê confirmando, ele acredita. Não questiona os  fatos e a sua linguagem se deteriora. A primeira sugestão para fugir desse sistema é a mesma que recebi em minha infância, leia e leia bastante. Nossa atividade cognitiva (pensar) é fruto de muito conhecimento e das interações dentre essas idéias, quem procura conhecimento de forma fácil, como em resumos e resenhas, não consegue fazer mais do que imitar algum pensador.

Além de aprender a calcular, na matemática existe a “verificação da formula”, ou seja, nenhuma resposta pode ser aceito como verdadeira até que seja provado o seu valor. Muitas afirmações que se lê hoje em dia, desmoronam na frente das mínimas conferências. Pode ser por alguma analogia (comparação indireta), ou pelo conceito utilizado ou mesmo pela etimologia (origem da palavra). O certo é, nenhuma afirmação pode ser feita com apenas uma premissa e aquilo que vale para um indivíduo, vale para todos.

Para aqueles que ficaram sem resposta, vou dar um exemplo: existem pessoas ávidas em afirmar que liberdade religiosa é acreditar naquilo que quiserem e pode ser qualquer coisa. Correto?

Totalmente errado e vamos por a prova. Existe um homem chamado Charles Manson que se encontra atualmente na prisão e está com prisão perpétua, ele e seu grupo cometeram vários assassinatos com requintes de tortura, entre eles o da atriz Sharon Tate, esposa do diretor de cinema Roman Polanski que na época estava grávida de nove meses. Seu grupo agiu de acordo com as crenças de Manson e nada mais do que isso. Se a afirmação acima estivesse certa, Charles Manson teria de ser libertado e qualquer pessoa com as mesmas crenças que ele não poderiam ser presas. O que vale para um indivíduo, vale para todos, pois todos são iguais perante a lei. . Podem verificar a história desse homem no  Wikipédia. Por isso, não podemos permitir que liberdade religiosa seja uma anarquia e que existem pré-requisitos para que uma religião seja aceita como tal.

“Nós nos transformamos naquilo que praticamos com freqüência. A perfeição, portanto, não é um ato isolado. É um hábito”  Aristóteles

A lei da palmada ou …

Um verdadeiro tapa nas caras dos pais

A lei que retira a autoridade dos pais e a polêmica de um livro norte-americano que orienta sobre o uso de “corretivos físicos” na educação de crianças.

O projeto de lei chamado de “Lei da Palmada” que está em trâmite no Senado federal para ainda ser sancionado pela Presidente, representa um golpe contra a autoridade dos pais e tende a transferir para o Estado a responsabilidade da Educação dos filhos. Com aquele velho discurso de maus tratos e violência domêstica, os ditos “especialistas’ querem pintar um quadro “muito mais feio do que o é” na convivência entre pais e filhos. Contudo, com apenas um pouquinho de bom senso, pode se revelar que existe uma grande distância entre a violência e uma palmada e que as “boas intenções” por trás dessa iniciativa não são tão boas assim.

Hoje, os pais se encontram de mãos atadas, a “nova educação” que lhes foi mostrada pelo ECA não funciona e não adianta tentar “comprar” seu filho com produtos de cunho consumista, pois até mesmo eles, percebem a perecibilidade do êxtase gerado pelo sistema de consumo compulsivo. Hoje, temos jovens que aprendem muito mas nada sabem, são resultados de um sistema no qual se premia o discutir, o criticar, mas não o apresentar argumentos, da mesma forma como temia Platão:

“Platão aprovava o adestramento dos jovens na técnica dos debates, mas achava que o modo pelo qual os sofistas a ensinavam arriscava corromper os alunos, viciando-os em contestar tudo e qualquer coisa e fazendo deles discutidores vazios que, confiantes no poder ilimitado da refutação, acabavam por não acreditar mais em nada. Tornavam-se contestadores cínicos e carreiristas amorais.”

Trecho retirado do artigo “Ainda a educação grega” escrito pelo filósofo Olavo de Carvalho no site “Mídia sem máscara“, isso é claro, demonstra um horizonte muito “bom” em comparação com a realidade brasileira, pois os jovens de Platão sabiam dialogar, ou seja, compreendiam e utilizavam a sua língua de maneira correta, nesse ponto, o que temos hoje são “analfabetos funcionais” e o pior, existem professores que querem que a sua ignorância se torne padrão para afundar mais ainda esse barco.

A Antropologia define a linguística como a ferramenta para transmissão da cultura dentro de um povo, no caso, antigamente eram todos os membros da tribo ou povoado que seriam responsáveis pela educação dos jovens e os pais (responsáveis diretos) pelos castigos que receberiam caso transgredissem alguma norma. O que ocorre ultimamente é que se criou uma fenda entre as gerações e essa cultura está se perdendo, como os valores que elas representam.

A pergunta seria, o que é pior? Uma cultura que ensina métodos de castigo e punição ou uma ausência de normas, aonde o “sadismo” humano pode se demonstrar da forma que quizer? Não adianta virem com esses “cânticos de utopias” de dialogos, pois desmontaram até a linguagem, pais e filhos não estão na mesma sintonia. O conteúdo “objetivo” aprendido na Escola não consegue ser a forma de moldar nesses jovens espíritos os valores como a honra, a honestidade, a dignidade e a responsabilidade, e o pior, palavras como caráter, civismo, pátria e nação são vistas como palavrões.

Quando a juventude procura um objetivo que não encontra em sua casa ou na sociedade, costuma ter um sentimento de vazio interior e começa a procurar em outros lugares. As gerações mais novas sempre fazem de tudo para contrariar e constranger as gerações anteriores nessa busca. Basta lembrar os jovens dos anos 50 com jaquetas de couro e motocicletas e os hippies dos anos 70. O que temos agora é uma síntese de todos esses movimentos. A juventude está fazendo de tudo para constranger, violam o próprio corpo, não respeitam a si mesmos ou os outros e não entendem o que pode ser um limite.

Existem verdadeiras operações de “emburrecimento” para ajudar ainda, posts que aparecem nas redes sociais e até propagandas que acabam dando novas definições para diversas palavras, por exemplo, a palavra respeito: dizendo ser apenas, “fazer aos outros o que gostaria que os outros fizessem por você”. Bem diferente da sua definição de dicionário:

“A palavra respeito provém do latim respectus e significa “atenção” ou “consideração”. De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, o respeito prende-se com a veneração ou a obediência para com alguém. O respeito inclui cuidado, consideração e deferência…O respeito não só se manifesta pelas atitudes das pessoas ou pelas leis, mas também se exprime para com a autoridade, como acontece com os alunos em relação aos professores ou ainda com os filhos em relação aos pais.”

Quando li a respeito de um livro norte-americano publicado por um pastor que ensina métodos de castigo e punição à crianças, confesso que me espantei. O motivo de tal publicação é gritante,  a total ausência de comunicação entre as gerações, essa grande lacuna que se criou e a perda gradativa da cultura ocidental e de seus valores. Como sempre, os jornalistas adoram demonstrar de forma quase “caricata” esse tipo de assunto. A polêmica seria devido ao incidente de pais que teriam espancado até a morte seus filhos, na matéria, foi mencionado três casos e que esses pais teriam sidos induzidos por terem lido a publicação e a seguido.

A educação de crianças e de jovens não é como uma receita de bolo, não existem métodos para todos os casos, as situações variam e dizer que alguém seguiu a risca um método e agiu até matar é de uma enorme “estupidez”. Pessoas não são máquinas e não agem assim, elas possuem interações e essas interações geram sentimentos diversos e o controle dessas emoções é algo extremamente dificil, diga se de passagem, os psicólogos. Por isso temos a cultura e ela é a única que consegue moldar as pessoas de forma que nem elas consigam escapar. O velho ditado diz, macaco vê, macaco faz representa bem isso. A melhor forma de educar é sem dúvida a do exemplo e educamos os jovens para serem os futuros pais.

Se você na infância, aprendeu que um castigo só pode ser recebido quando você ultrapassou um limite e que esse castigo foi direto e proporcional à sua falta, com certeza, irá repetir isso com seus filhos. Não se trata de ódio, de algum rancor ou sadismo, apenas a simples justiça. Não sei se foi erro de tradução, mas no texto que li, fala sobre castigo com galhos. Bom, eu nunca ví isso, na minha terra, se usava varas e muitos a denominavam “varas de marmelo”(flexiveis e inquebráveis), contudo, não existiam mais árvores de marmelo em nossa região, apenas usavam o nome. Pode se usar um chinelo também, mas o importante é o fator psicológico muito mais do que o físico. Não se trata de espancar ninguém, apenas demonstrar que um limite foi ultrapassado e que você foi obrigado a ultrapassar o seu.

Parta sempre da premissa de que as crianças são inteligentes e possuem a capacidade de aprender da mesma forma, coisas certas e coisas erradas, com um agravante, o errado é sempre mais atrativo. As situações em que elas podem fugir das regras são infinitas, visto a criatividade humana ser ainda extremamente surpreendente. Sempre segui certas regras para conduzir a educação de meus filhos, que aprendi com meus pais, claro que aprendi a duras penas, confesso! Mas na me arrependo disso!

Uma surra é uma medida extrema: antes de fazer isso, procure conversar, se a conversa não surte efeito, parta para a bronca e se a bronca não dá certo, tem de dar um castigo ou uma punição.

Um castigo é sempre uma boa alternativa: quando se deixa uma criança sentada em um banquinho ou sem aquele doce ou brinquedo que ele gosta, pode dar resultado, desde que não seja apenas para que você possa desfrutar de alguns momentos de silêncio e sim, seja para educar seu filho. Ele ira perceber isso!

Nunca deixe para amanhã, o que pode fazer hoje: se tiver que dar um tapa na bunda, que seja agora, se fizer isso depois, perdeu a chance de dar uma lição e apenas irá ser odiado por isso.

A qualidade vale mais que a quantidade: se tiver de fazer, faça uma vez e bem feito. Não estrage o momento com um arrependimento, se sentir remorso que o faça trancado em um quarto, não demonstre fraqueza, pois a criança perceberá isso e não te respeitará nunca mais.

A punição terá de ser proporcional a falta: esse é o mais dificil de pesar nessa história, mas lembre que o castigo representa a ultrapassagem de uma linha divisória e não um sistema exato de premiação. O objetivo do castigo físico é que o caso não se repita novamente e que não terá de dar o castigo de novo também.

Se tiver de repetir alguma punição, pare e pense, isso é realmente necessário? Se sim, alguma coisa está errada e deve rever toda a situação, quais as causas para essas faltas, existe o ambiente ou a participação de terceiros ou é você mesmo o motivo e ele está apenas querendo te desafiar.

Como diz o famoso educador Içami Tiba: Quem ama, educa! No caso, ele é totalmente contrário aos castigos físicos em sua filosofia e propõe métodos alternativos, eu lí o seu livro e considerei muito interessante, contudo, existem situações que podem ultrapassar aquela propostas feitas por psicólogos e terapeutas, pois os nossos sentimentos e atitudes podem também influenciar e as nossa atitudes serão imitadas, inclusive em nossos erros. Nesses casos, como coibir uma atitude que nós mesmos demonstramos, uma palavra que nós mesmo dissermos, sem nos tornar um idiota ou “déspota insano”.

O que mais percebo em livros de especialistas é que eles sempre parecem ser resultado de um tipo de “revanchismo”, pois querem fazer um acerto contas do passado e por isso desejam coibir métodos que não aceitavam durante as próprias infâncias. Outro detalhe é a falta de entendimento de história e da geopolítica, os atos humanos existem e funcionam por algum motivo e nenhuma era humana simplesmente desapareceu. As pessoas mudam e evoluem, seja para se adaptarem a uma nova situação ou seja simplesmente para sobreviver, contudo não existe coerência em achar que os métodos antigos são arcaicos, simplesmente por serem antigos.

Existem aqueles que adoram usar o período helenístico (grécia antiga) como exemplo de uma era de evolução, entretanto, não aceitam o fato de que eles proibiam muitas coisas e tinham costumes que nós repudiamos hoje. As punições fisicas eram usadas de diversas formas, como nas escolas, em todos os níveis e isso se manteve em outras civilizações posteriores. A prática de castigar os filhos é mencionado até no Antigo Testamento como salutar para uma boa educação. A criatividade não é propriedade de nenhuma era e o mundo não se iniciou no momento do nosso nascimento. As antigas gerações testaram diversas formas para educar e manter o seu legado e no final, escolheram  aquelas que foram mais eficientes.

“Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos.” Pitágoras

Leia mais: Conceito de respeito – O que é, Definição e Significado http://conceito.de/respeito#ixzz2nUFH2ZeI

A César o que é de César! Ou não?

Aonde estão os moralistas quando precisamos deles?

Não gosto de polêmicas, mas um tipo de notícias está crescendo ultimamente, além da intimidade de famosos, os “paparazzi” estão agora divulgando notícias escandalosas de menores. A notícia de uma filha de uma famosa de apenas 13 anos que havia terminado com o namorado e agora tinha divulgado fotos com uma amiga, que seria seu novo relacionamento. Agora, a apresentadora e artista mirim Maísa do SBT teria feito declarações não condizentes com a sua idade:

“Não é novidade que a apresentadora Maisa Silva, revelada pelo programa infantil “Bom Dia & Cia.”, é à frente de seu tempo. E para variar, a pequena surpreendeu com uma declaração nos bastidores do “Teleton”, do SBT, realizado no último final de semana, de acordo com o jornal “Diário de S. Paulo”.

Ao ser questionada se está namorando, Maisinha, de apenas 11 anos, não titubeou em responder. “Estou solteiríssima. Não é hora de namorar ainda. Sou muito novinha. Não quero engravidar por enquanto”, disse, arrancando risos de quem observava.”

Materia extraida da TribunaHoje do Portal R7, aparentemente inocente, a situação foi encarada como uma piada, do tipo daquelas quando os nossos filhos pequenos tentam usar os nossos sapatos e saem desfilando pela casa. Mas aqui, não se trata disso, se trata de uma criança exposta de forma contundente e que expõe uma opinião além daquilo que é coerente com sua idade e para piorar, usa sua extrema exposição como exemplo para milhares de crianças que a acompanham em sua carreira televisiva.

Muitos dizem que isso é fruto da Internet, que não há “faixa etária” nas páginas em que navegam hoje os jovens e que isso é “normal”. Como dizer isso, e os pais e os educadores, não são eles os responsáveis pelo que as crianças podem utilizar e estar acessando em seus computadores, smatphones e tablets?

Os ventos trazidos pelos anos 60 da era Hippie criaram uma geração de pais omissos, a recusa em receber as regras e as tradições dos mais antigos os tornou coniventes com situações que não conseguem mais controlar. Quantos jovens entram para o mundo das drogas, bebidas, roubo, prostituição e assassinatos. Esses jovens sem rosto, pois são tantos que se tornaram estatísticas. Recordo me do tempo em que falavam sobre a extrema Ásia e locais para se consumir ópio e as pessoas aqui no Ocidente ficavam escandalizadas, mas hoje importamos isso, temos as chamadas “crackolândias” a seu aberto nos centros das cidades.

Para INGLÊS ver!

As campanhas que se dizem contra a pedofilia são apenas propagandas? Nós vemos nos noticiários serem denunciados borracheiros, caminhoneiros e outros que até podem ser inocentes e os jornalistas reclamam que não podem mostrar as imagens de jovens “marginais” pois existe a lei que protege a face deles. Contudo os famosos estão imunes a esse tratamento, se expondo diariamente e escandalizando de todas as formas possíveis. De quem é a culpa, dos jornais e sites que publicam esse tipo de matéria ou dos consumidores desse material?

Isso lembra a famosa pergunta, “Tostines vende mais, por que é fresquinho ou é fresquinho por que vende mais?“, se torna o lema dos publicitários, “Se tem mulher pelada, vende mais!“. E aí de quem fala contra, é fresquinho, reacionário, mente fechada, quadrado e recebe outros pejorativos também.

Somos omissos, quando deveriamos agir e reclamamos apenas quando o problema chega a nossa casa. Nem adianta vir falar de “Fim do Mundo”, o Mundo somos nós e agir assim é querer se omitir das próprias responsabilidades, reclamar que tudo está errado é fácil. Difícil é corrigir os próprios erros.

“As pessoas reclamam muito, mas se acovardam na hora de tomar providências. Querem que tudo mude, mas elas mesmas se recusam a mudar.” Paulo Coelho

Ironias da vida: a lei das mulheres

pinups-edward-runci-7A quem puder entender, que o faça de bom grado

As qualidades femininas são inúmeras e largamente conhecidas, seus dotes naturais as permitem serem carinhosas e refletem uma sensação de proteção “maternal” que cativa a quem elas tem em estima. A linguagem corporal feminina é distinta e pode ser dissimulada como uma arma para enganar alguma pessoa despreparada. Apesar disso existem certas regras naturais as quais as mulheres seguem, mesmo que seja de forma inconsciente.

Leis femininas

  • Deve ser bom se for caro: o preço está proporcionalmente vinculado a qualidade para as mulheres.
  • Se o marido gosta, não é bom: escolher a opção contrária dos homens é de praxe.
  • Tudo pode ser resolvido com uma comissão: qualquer que seja o tamanho do problema, não resistirá a um grupo de mulheres tagarelando a seu respeito.
  • Meu cabelo, minha vida: tudo gira em torno da beleza física, cabelos unhas, pele, lábios, coxas etc… são motivos para gastos e se os tratamentos não derem o resultado esperado, motivos para anos de análise.
  • A beleza é um sacrifício: para escolher um par de sapatos a beleza deve ser proporcional ao “aperto” nos seus pés, quanto mais bonito o modelo, mais sacrificante o uso, devido a isso o “pos-festa” com milhares de mulheres saindo com os sapatos na mão…
  • Dissimular é tudo: as mulheres possuem uma relação “promíscua” com a verdade. Para elas a verdade é como uma “vassoura”, um utensílio que só pode ser usado quando é útil ao dono, agora se outra pessoa pegar e deixar no meio da sala, elas reclamam porque irá incomodar.
  • Chantagem emocional: uma das mais eficazes armas femininas, no momento em que são pegas no “pulo”, basta um olhar triste e pronto, desaparece toda a culpa e o acusador se não tomar cuidado, vira réu.
  • O que é meu é meu, o que é seu é meu: as mulheres tem o dom de agregar valores, agregam os valores do namorado, marido, ficante, amante ou de outros ao seu próprio erário e por favor, não se trata de “roubo”, elas não precisam por a mão no objeto, apenas começam a ditar as regras de como você irá usar!!!

Estamos abertos a mais exemplos para tentar elucidar um pouco mais do que passa pela cabeça desse ser que nos interessa tanto!!!

“Igualdade de valor jamais deveria ser confundido com similaridade de naturezas. Homem e mulher são seres distintos e complementares; não iguais!”

Reinaldo Ribeiro – O Poeta do Amor

Google é taxado na Alemanha

Lei favorece os editores de jornaisGoogle Alemanha

Nesta semana, uma lei aprovada pela câmara baixa (Bundestag) em uma votação apertada, 293 a favor e 243, dá ganho de causa aos editores de jornais e periódicos alemães que podem exigir uma taxa das plataformas de buscas da Internet, como o Google, para utilizarem contéudo proveniente desses periódicos.

O texto aprovado é dúbio e abre brecha para várias interpretações, como deixa fora dessa cobrança, as citações das notícias e aqueles “resumos” conhecidos como  “snippets”. Qual o tamanho de um texto “curto” em relação ao seu original para não ser cobrado, ou como será feita a cobrança e quem poderá dirimir tais dúvidas.

O porta voz na Alemanha da gigante da internet, Google, Ralf Bremer assegura que é “um ato desnecessário, que irá causar danos às empresas e usuários da rede porque vai obter piores resultados em suas buscas”. Mas esta não é visão da multinacional, Marisa Toro da California informa em entrevista que não acredita que isso irá prejudicar o conteúdo do Google News ou que vá causar uma diminuição nas buscas de seus usuários, pois os serviços de seus buscadores servem de ponte para os próprios jornais diariamente pela internet.

Outro ponto não apresentado pela lei, seria sobre os direitos dos autores dos conteúdos e quanto estes poderiam cobrar dos editores, como informa o sindicato dos jornalistas.

Esta medida vem como a repercussão que estas medidas tem tomado em outros países, na França, a Google acordou pagar 60 milhões de euros aos editores franceses, na Bélgica houve acordo semelhante em dezembro, havendo uma troca de propagandas por serviços e no Brasil, mais de 145 entidades de mídia retiraram seu conteúdo do Google por não chegarem a um acordo viável.

“Nas nossas democracias a ânsia da maioria dos mortais é alcançar em sete linhas o louvor do jornal. Para se conquistarem essas sete linhas benditas, os homens praticam todas as acções – mesmo as boas.”   Eça de Queiróz

Fonte: El Pais

Austrália tem lei de impostos anti-Google

Pretende não permitir a evasão de divisas

O primeiro país fora da Europa a pensar em mudar sua lei fiscal para coibir os abusos das grandes multinacionais, a Austrália aprovou nesta quinta feira, mudanças em suas leis fiscais. Países como França, Alemanha e Inglaterra estudam formas de se cobrar esse novo tipo de imposto.

A iniciativa, segundo o funcionário do tesouro, David Bradbury é para dar uma justa parte do ganho obtido no país pelas grandes empresas, sendo mais específico ele cita o caso do Google Austrália: “Embora os acordos são assinados com publicidade do Google na Austrália, na realidade, eles estão comprando publicidade para uma subsidiária da Google com sede na Irlanda”.

Na Austrália a taxa de imposto é de 30%, enquanto na Irlanda a 12,5%, ou seja, 1/3 do valor que seria economizado, as empresas se utilizam de brechas na lei para tornar legal tal medida.

O Google respondeu positivamente as novas medidas, da mesma maneira que agiu na Europa, declarando ajudar a economia do país e a diversas empresas locais, dando oportunidades e empregos.

Bradbury explica que a estrutura do Google é bastante complicada, pois esta paga a subsidiárias na Holanda que se submetem a outra companhia nas ilhas Bermudas, onde não existem impostos para empresas. Os casos de outras companhias como a cafeteria Starbuck, a Apple e Amazon são semelhantes, mas na Europa se estuda medidas que possam ser adotadas em comum para todos os países do bloco.

Fonte: El País

Lei de cibercrimes nos Emirados Árabes

Mais vigilância on-line

O Sheikh Khalifa bin Zayed Al Nahyan, presidente dos Emirados Árabes Unidos decretou uma nova lei sobre cibercrimes, as publicações on-line que visem desestabilizar a ordem pública, façam caricaturas ao regime ou sejam de conteúdo crítico ao monoteísmo e façam apologia ao terrorismo serão punidos com prisão.

Sites que já foram proibidos ou que atentem contra a propriedades autorais também serão incluídos na lei.

Foi divulgado esta quarta-feira pela agência de notícias WAM, a pena mínima prevista será de 3 anos de prisão. A lei que visa a segurança nacional foi promulgada após diversos casos de denuncia. O país, considerado uma das nações das mais moderadas no Oriente Médio foi vítima de diversos ataques, prenderam 66 islamitas e um grupo acusado de conspirar contra a segurança nacional. O presidente perdoou 5 ativistas pró-democracia presos em 2011 por atividades ilícitas na Internet, conforme informou a CNET.

Um ativista, Ahmed Abdul Khaliq, em julho, teve de escolher o exílio na Tailândia a prisão perpétua em seu país natal.

Fonte: Le Monde

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