A Amazonia é nossa!

“Alguns ficam tristes quando uma árvore é cortada na Amazônia mas são insensíveis quando ocorre nos seus quintais. “ Sergio Farjardo

Esta frase serve tanto para os estrangeiros como para os brasileiros que hoje se mostram indignados com a situação da Amazônia. Pessoas que recorrem a campanhas meramente sentimentalistas para discorrer de um problema muito mais sério.

A Alemanha que, para os que não sabem, sempre teve uma tradição imperialista, que é anterior a I Grande Guerra, ainda no Império Austro-hungaro foi absorvendo grandes áreas em países tropicais como na África e que as perdeu no final da I Grande Guerra com o Tratado de Versalhes e que este ainda lhe tomou parte do território no continente Europeu.

As pretensões alemãs para esses territórios eram tantas que após a sua derrota, ficou sobrando grandes quantidades de tecido caqui para a manufaturação de uniformes para os soldados enviados a essas colônias. Com isso, o nascente partido Nacional Socialista as comprou barato e fez os famosos uniformes dos “camisas pardas”, o Sturm Abteilung (S.A.) Divisão Tempestade ou Divisão de Assalto. Esse era o grupo paramilitar responsável pela proteção dos principais membros do partido nazista.

Hoje, as pretensões estrangeiras em nosso terrítorio estão com vistas a coisas mais valiosas do que a mata ou a agricultura decorrente do desmatamento e sim para as riquezas do subsolo da Amazônia que exploram sem a intervenção do nosso governo ou de empresas nacionais.

O “protecionismo” que prevalece nessa área só serve para isolá-la do restante do país e para que não possamos fiscalizar a ação das ONGs, dos governos estrangeiros e das multinacionais que perambulam livremente nessas regiões.

Se querem pedir provas e explicações que cobrem desses grupos e não do governo federal que está com as mãos amarradas devido a uma legislação criada para satisfazer interresses anti-nacionais.

A política assistencialista das ONGs só presta para manter na miséria os grupos indígenas que são meras figuras decorativas, chega de mantê-los como “animais de zoológico”, não é obrigando o índio a ficar pelado que irá preservar a sua cultura. Olhem para o oriente, os tigres asiáticos são países desenvolvidos tecnologicamente mas que não abriram mão de suas culturas e cada uma diferente da outra.

As queimadas são suspeitas, sim. Que aumentam justo quando se voltam os olhos para a região norte. Porque será?

Nos Estados Unidos, a alguns anos atrás, os alunos recebiam cartilhas de geografia onde a Amazônia figurava como território internacional e não mais pertencia ao Brasil. O assunto, como sempre, foi abafado e as cartilhas recolhidas. Vamos ficar mais atentos!

“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma.”  Joseph Pulitzer

A Harley do Papa está à venda!!!

O valor angariado será destinado à caridade

No ano passado, o Sumo Pontífice ganhou de presente de uma comitiva de vários motociclistas que foram ao Vaticano pelos 110 anos da lendária motocicleta Harley-Davidson, uma Dyna Super Glide, que possui 1585 cc. O Papa Francisco recebeu também uma jaqueta de couro para fazer par com a moto.

A casa de leilão Bonhams de Paris anunciou o leilão para o dia seis de fevereiro e estima que o arremate esteja entre  um valor de 12.000,00 a 15.000,00 euros. O valor integral será convertido em doação para a associação Cáritas Roma e já possui até um destino, a restauração do centro de acolhida Don Luigi di Liegro, situado na estação central de trens de Roma.

O modelo se tornou único, pois o Papa Francisco fez questão de deixar sua assinatura no tanque da moto, antes de realizar a doação.

Ben Walker, encarregado da seção de motos da Bonhams declarou que a casa de leilão se sente muito honrada em realizar essa venda e também devido a destinação dos fundos para a caridade, que uma causa tão importante.

O que não se sabe é se o Pontífice de 77 anos de idade, tenha alguma vez montado na motocicleta, mas como previu Walker, a kilometragem deve estar bastante baixa que também garantiu que irá ser feito o leilão da jaqueta que foi presenteada ao Santo Padre.

Fonte: El País (Espanha)

Poluição Visual no Metrô

Somos obrigados a ver tanta propaganda

Apesar da lei que proibe outdoors nas ruas de São Paulo ou placas fora de uma certa medida para que não sejam feitas excessívas distrações aos motorista e para tentar padronizar a paisagem da cidade. O mesmo não vale para as estações e os trens do metrô de São Paulo.

Acompanhei alguns comentários a respeito dessa lei, tanto contra ou a favor, o que me causou estranheza é que falam a respeito da liberdade de escolha do indivíduo que anda pela cidade, que esta liberdade estaria sendo violada pois os indivíduos não poderiam fechar seus olhos quando passam por essas propagandas. Contudo ninguém fala sobre essa liberdade quando o assunto é mídia, tanto a televisiva, a impressa ou ainda a internet.

A lei que proibe o uso de outdoors na cidade, apesar de coercitiva sobre a forma de propaganda, ela é democrática no quesito de quem é regulamentado, ou seja, todas as empresas devem acatar essa lei, independente de seu tamanho ou de sua atividade comercial. Quanto aos advogados opinarem sobre isso, parece bastante improdutivo, visto que eles ainda seguem em sua própria atividade, uma antiga norma para que a sua propaganda seja bastante discreta e se limite a pequenas plaquetas e aos cartões pessoais.

O metrô é bastante loquente nos quesitos de falar sobre si mesmo, dando ares de primeiro mundo aos serviços prestados, contudo, os serviços ainda carecem de uma humanização, como toaletes, bebedouros, fraldários e assentos nas estações, como também a diminuição gradativa dos assentos dentro dos vagões. Os avisos que recebemos são apenas as obrigações dos passageiros e as normas de uso dos trens, mas e as responsabilidades dos funcionários dos metros e da instituição com os seus usuários.

Em particular, existe uma norma que proibe que se peça esmola ou se pratique o comercio ambulante nos trens e nas estações e ainda pede para que os usuários não encorajem tais atividades, contudo, o que torna isso uma incoerência são os cartazes e os monitores espalhados pelas estações e pelos trens, uma verdadeira poluição visual. O comércio ambulante e as esmolas são proibidas, contudo, o metrô não se cansa em “passar o chapéu” para multinacionais com propagandas de filmes e para uma grande emissora de tv aberta com chamadas sobre novelas e espaço para moda com referência aos artistas dessas novelas.

Diferente da lei dos outdoors, o metrô faz distinção em suas normas e prestigia aos grandes contratos, dando aos estrangeiros uma imagem falsa de prosperidade. Os usuários são desprezados em poderem opinar sobre as imagens que são obrigados a assistir no metrô e ainda não possuem um serviço a altura do preço pago. Diferente do ônibus, no metrô, o passageiro paga antes de entrar no trem, ou seja, receber o serviço e não existe a gratuidade se sair da estação, apenas se mudar de linha (diferente do ônibus). Outras coisas que faltam, seria um informe nas plataformas de quanto tempo demoraria o próximo trem e quais as normas (fixadas nas paredes) que os serviços de metrô são obrigados a realizar, qual o tempo máximo de espera nas estações e quais os motivos das paradas entre estações.

Fora dos chamados  horário de pico, costuma-se fazer pausas entre as estações ou ter um maior tempo de parada, sem qualquer justificativa da empresa ou comunicado aos passageiros, sendo uma afronta aos direitos dos cidadãos e quando falam em  melhoria, fazem catracas de vidro que na verdade, possuem como objetivo impedir a passagem livre de crianças menores e estão sempre querendo diminuir o limite de idade para que esses possam receber a gratuidade.

“Povos livres, lembrai-vos desta máxima: A liberdade pode ser conquistada, mas nunca recuperada.”  Jean-Jacques Rousseau

A sustentabilidade e o crime

Como uma demanda artificial pode ser criada

A Sustentabilidade de uma empresa, pode ser definida como “a forma de criar, manter ou incrementar uma “necessidade” pelos produtos ou serviços oferecidos por essa empresa”, mas isso pode ser feito pelo governo no momento em que estabelece que certos produtos ou serviços são ilegais em seu território e criando uma dificuldade para que as pessoas possam obter tais produtos e serviços. Como diziam nossos avós, “quando algo é proibido é mais gostoso.”

Historicamente falando, existem diversos casos que mostram essa situação como o famoso gangster norte-americano, Al Capone que enriqueceu devido a “lei seca”, proibição nos Estados Unidos da fabricação e da venda de bebidas alcóolicas, fato esse que incrementou tanto a procura como o preço de tais bebidas, o que tornou um mercado altamente lucrativo e muito disputado. A ironia dessa história é que Al Capone foi preso pela sonegação de impostos e não pelos assassinatos, a corrupção ou por causa das bebidas. As empresas de fachada que ele utilizava para “lavar” o dinheiro das vendas ilegais eram corretamente contabilizadas, mas ninguém se preocupou com a declaração do Imposto de Renda do montante repassado a Al Capone, o que acabou sendo o motivo de sua prisão.

A música e a máfia

Outro caso famoso, foi a suposta ligação entre Francis Albert Sinatra, o famoso cantor Frank Sinatra e a máfia italiana. Declarações que o cantor teria gravado diversos albuns apenas para que empresas de fachada pudessem “lavar dinheiro” ao adquirir diversos lotes de seus discos foi amplamente divulgado. As supostas ligações seriam devido a origem italiana do cantor e por ele e seus amigos, como Dean Martin e Sammy Davis Jr não serem considerados um exemplo de bons meninos e tivessem se metido em muitas encrencas, que no caso dos Velhos Olhos Azuis (Frank Sinatra) eram as mulheres.

O combate ao narcotráfico

Desde que a máfia descobriu as “drogas”, como um rentável comércio ilegal, as autoridades fiscais e policiais de diversos países tendem a coibí-la, contudo, o resultado de tais ações, normalmente é a manutenção de uma valorização no preço do produto a ser adquirido pelo seus “usuários”. As atividades da polícia do Rio de Janeiro são um ululante exemplo disso, quando começaram a “pacificar” bairros na capital fluminense, chamadas ironicamente de comunidades, provaram que: sabiam a localização dos traficantes, conheciam a sua atuação nas chamadas comunidades e com que o grau de “cumplicidade” isso era feito na frente dos cidadãos comuns.

Não se pode considerar “ignorância” nas atuações anteriores e que as mercadorias apreendidas apenas eram uma amostra do total a ser disponibilizado nessas comunidades e que o resultado dessas atuações era apenas um aumento do preço da “droga” comercializada.

A Pirataria no Brasil de hoje

Desde as últimas décadas, existe no Brasil um incrível mercado para produtos pirateados, ou seja, produtos industrializados que não pagam impostos ao entrarem em nosso país e são cópias de produtos originais que pagam. As principais discussões na mídia nacional são a respeito do prejuizo que os autores de obras copiados estariam tendo, mas e o outro lado dessa moeda.

Um exemplo disso é a indústria dos CDs e DVDs, enquanto fazem inúmeros cálculos a respeito do que os autores, cantores produtores de filmes e estúdios de gravação perdem com a reprodução de mídias piratas e os brasileiros que perdem nisso? Quem faz os cálculos por eles?

Empresas multinacionais constroem indústrias para produzirem CDs e DVDs nos países do leste da Ásia, os chamados “tigres asiáticos”. Com subsídios de impostos mais a mão de obra local barata, produzem milhões de cópias. Estas cópias são adquiridas por grandes importadores em países como o Paraguay. Posteriormente, serão distribuidos para grandes redes de lojas que irão vender para pequenos interessados. No caso que estudamos, brasileiros que pretendem fazer cópias de filmes e músicas.

O objetivo dessas cópias é serem vendidas em pequenos “camelôs” em todo o nosso território, contudo após entrar através de nossa fronteira como mercadoria destina a um fim ilícito, ela será confiscada e destruida, caso seja descoberto no meio utilizado para esse transporte ou em algum lugar destinado ao seu armazenamento provisório.

O resumo dessa história é, a mercadoria que acaba sendo inutilizada cria uma demanda artificial, pois os brasileiros que perderam as mercadorias, precisam repor seu estoque e são os únicos com prejuizo. Os lojistas no Paraguay, receberam pela mercadoria e vão adquirir mais delas; os grandes distribuidores receberam por toda mercadoria vendida e vão pedir mais mercadoria e as multinacionais que fabricam as mídias nos “tigres asiáticos” receberam pelo que produziram e vão produzir mais.

Ou seja, a ação das autoridades brasileiras não repõe o prejuizo dos autores, cantores, grandes estúdios e gravadoras mas apenas cria uma forma da mercadoria ser “consumida” sem chegar aos consumidores e pior ainda, uma maneira de valores nacionais serem mandados ao exterior sem nada agregar ao nosso país, a evasão de divisas, como sempre, não beneficia ninguém, a não ser os estrangeiros.

“Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo.” Abraham Lincoln

Do “politicamente correto” ao Moralmente Incorreto

As inversões de valores continuam

Apesar das piadas, não existem como saber os resultados de alguns hábitos na vida do ser humano, os especialistas (psicólogos e psiquiatras) sempre reforçam a idéia de que nossas ações são resultados do meio em que vivemos somado a nossa experiência de vida e podemos ter os mais variados tipos de reações para uma mesma “situação hipotética”.

Jogos de vídeo game

Achei muito interessante um certo jogo para Smartphones Android, por ser um exemplo muito gritante do que anda ocorrendo em nossa sociedade. No caso, o jogo se chama Moscow Subway Surfers ( Surfistas do Metrô de Moscou) e é sobre um(a) jovem (no caso, o personagem pode ser trocado) que é apanhado “pichando” um vagão dos metrôs da capital russa. O homem que o apanha é um gordo fiscal acompanhado por um cão.

Na fuga, o objetivo é apanhar o maior número de moedas e as ferramentas que o auxiliam em sua corrida para não ser apanhado pelo fiscal e seu cão. Saltar sobre os trens, surfar pelo ar e até voar com uma mochila foguete. Pode completar missões ao passar pelas letras da palavra procurada ou comprar outros acessórios com os pontos ganhos, o que aumenta as chances de adquirir uma alta pontuação.

O jogo, aparentemente inocente nos leva a algumas reflexões, o personagem simpático lembra alguns “anti-herois” populares como o Pica-pau e o mexicano “Chaves”, mas as atitudes não muito corretas desses personagens não são imitadas pelas crianças, ou você já teve vontade de roubar um sanduiche de “mortadela”, como o Chaves ou de furar a casa de seu vizinho com uma broca, como o Pica-pau.

Mudanças no ar

Os conceitos “pós politicamente correto” estão sendo gradativamente alterados, ou seja, aquilo que viamos como delito em nossa infância, já não é tão feio assim. Nessa situação se encontra o ato de “pichar” muros, que era uma forma de “atentado ao patrimônio público” que virou arte e agora se chama “grafitagem”.

No caso de surfar em cima de trens, ônibus ou metrô, isso já é uma prática bastante comum em diversos centros urbanos mundo afora, fato este que só se torna noticiário se por acaso, alguém se acidentar. O jogo inocente no mundo virtual pode ser estopim de alguma coisa no mundo real se ele encontrar um ambiente propício para um “incêndio”, basta encontrar o “combustível” correto como um certa moral “desvirtuada” ou a sistémica falta de escrúpulos produzida por uma educação de baixa qualidade e alienante.

“A INTELIGÊNCIA É O QUE VOCÊ USA QUANDO NÃO SABE O QUE FAZER.” Jean Piaget

Curso de reciclagem para passageiros

Para melhorar o convívio

Além dos problemas estruturais, os sistemas arcaicos de avaliação e do sistema e as falhas de manutenção que transformam o sistema em uma verdadeira “arapuca“, ao se utilizar o transporte público, um dos maiores problemas é justamente o relacionamento entre os passageiros, como se não fosse obrigatório encontrar outras pessoas nesse emaranhado sistema. Apesar de estarmos sempre tentando nos distanciar dos outros com recursos como fones de ouvidos e celulares, a interação se torna inevitável e causa “atritos” e conflitos.

Reportamos aqui, algumas situações que costumam ocorrer, como também algumas orientações:

A porta de saída: Ao conseguir entrar no veículo a principal preocupação se torna como sair, muitas pessoas levam isso tão a sério que imediatamente ao entrarem, correm para porta de saída em uma posição que atrapalha a movimentação dos outros passageiros, quem não gosta de ser atrapalhado os outros não deveria fazer isso.

Ao sentar: Muitas pessoas parecem que nasceram sentadas, só levantam quando o ônibus pára no seu ponto e abre a porta, para levantar e sair correndo por cima dos outros passageiros. Uma atitude egocêntrica e reprovável, se planeje, isso evita stress e facilita para quem está de pé. Outro detalhe, quem está sentado pode, por educação ou por gentileza se oferecer para carregar alguma bolsa ou sacola de algum Senhor ou Senhora que se encontra, infelizmente, de pé.

O botão de parada: Ele é direito de todo passageiro e deve estar sempre disponível, parar em frente aos botões de forma a impedir o acesso dos outros passageiros é uma atitude reprovável, bem como no caso de veículos nos quais o sistema de alerta de parada não esteja funcionando por falta de manutenção preventiva.

Em pé em frente das cadeiras: esta é uma situação sutil, conseguir uma posição “relativamente” confortável não é fácil, contudo, se deve lembrar das outras pessoas, tanto as que estão ao seu lado como o fluxo daqueles que estão passando.

Ouvindo som: Uma das formas de deixar a viagem mais rápida e relaxar após um dia de trabalho, seria a de ouvir um som, mas ao não usarmos fones de ouvido ou usarmos fones que não estão devidamente isolados pode incomodar os outros passageiros. Não faça para os outros aquilo que não quer que façam para você, se você gosta de um tipo de música e o outro, outro tipo, no final o efeito é mesmo, incomoda.

Assentos preferenciais: Uma das grandes polêmicas no transporte coletivo têm sido os assentos preferenciais, as pessoas de ambas as partes reclamam dessa forma arbitrária de se organizar o uso dos assentos. O número de bancos disponiveis nos veículos está diminuindo gradativamente em cada ano. Por isso a disputa aumenta e o stress também. Pessoas que teriam direito aos assentos preferenciais acabam sentando em outros lugares devido ao aumento da demanda.

Uma das formas de diminuir esse atrito seria pela estipulação de horários de uso para os idosos, deficientes e gestantes, ou seja, orientá-los a usar o transporte coletivo fora dos horários de pico, mas para que isso tenha o efeito desejado, no mínimo as repartições públicas que são utilizadas por essas pessoas devem dar o exemplo e dar prioridade de atendimento em horários que não os obriguem a usar os horário de pico no transporte.

Palavras mágicas: Nunca se deve se esquecer delas, o famoso COM LICENÇA, o protocolar POR FAVOR, o intermediário POR FAVOR e o remediador ME DESCULPE, facilitam em muito o convívio e o fluxo de passageiros dentro desses veículos extremamente carregados.

O Papa e a Harley

O Papa Francisco concede benção ao membros da caravana Harley Davidson que estiveram este domingo na Praça de São Pedro. Esta comitiva foi formada em homenagem aos 110 anos da famosa marca norte-americana de motocicletas. Outro dia, Sua Santidade havia recebido um quadro e uma jaqueta de couro dos motoqueiros!

Benção a integrante deficiente

A acolhida dos membros da comitiva da Harley ao Santo Padre

Além de assistir a Missa presidida pelo Santo Padre, os integrantes preparam uma série de eventos na cidade de Roma para prestigiar o aniversário da marca.

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