Napoleão e a Nova Ordem!


“Jamais interrompa seu inimigo quando esse estiver a cometer um erro!”

Um homem admirado pelos próprios inimigos, chamado de “o maior sopro de vida que jamais existiu” ou quando comparado as tropas estrangeiras, diziam que “um Napoleão valia mais que 50 bons soldados ingleses“. No dia 05 de maio se registrou a passagem de duzentos anos da sua morte, como no epitáfio de Nicolau Maquiavel que dizia “tanto nomini, nullun par elogium“, um nome tão grande, nenhum elogio alcança.

Hoje, não ensinam mais sobre Napoleão como antigamente, suas façanhas e seu legado estão cobertos pelo pó da história, como a criação do Liceu de Artes de Paris ou a padronização das medidas por toda a Europa conquistada, tirando de vez o último resquício da Idade Média e trazendo uma modernidade que foi apenas sonhada na Revolução Francesa. Suas campanhas, as guerras exaustivamente estudadas nas escolas militares ou a incrível Campanha no Egito que trouxe a tona a pedra de Roseta que permitiu ao arqueólogo Jean-François Champollion decifrar os hieróglifos do antigo Egito.

Foram mais de 60 batalhas, ganhando a maioria, perdeu em 1812 na fracassada Campanha da Rússia e depois em 1814 quando foi exilado na ilha de Elba, interessante analisar que foram 2 anos de intervalo, ou seja, não foi exatamente a sua queda para o rigoroso inverno russo que o desmoralizou, mas a intervenção de Nathan Mayer Rothschild, filho de Mayer Amschel Rothschild, (fundador do clã) que o destruiu, financiando seus inimigos, como o exército inglês e o império austríaco.

Isso ficou mais claro quando Napoleão ao fugir de Elba e é finalmente derrotado em Waterloo em 1815, batalha essa que ainda é revivida por soldados de diversos países e cujos relatos indicam não ter sido realmente ocorrida nesse lugar, pois segundo as anotações do comandante inglês, esse teria sido o pouso que os soldados ingleses teriam feito na madrugada anterior e que o conflito teria se dado alguns quilômetros ao longe do que ficou registrado na história.

Nathan era o chefe do escritório inglês da família Rothschild, terceiro filho do fundador que na morte, dividiu a Europa dando cada região a um filho seu. As coligações da família eram tão bem feitas que os mensageiros colocados nas fileiras inglesas vieram informar Nathan antes mesmo que qualquer um soubesse da derrota de Napoleão. Conclusão, Nathan entra cabisbaixo na bolsa de valores de Londres, fazendo crer os outros investidores que a Inglaterra houvesse perdido a batalha e começaram a vender desesperadamente. Nathan aguarda e começa a comprar as ações em baixa e no final desse dia é o acionista majoritário do banco da Inglaterra.

Napoleão é exilado na distante ilha de Santa Helena, aonde falece em 05 de maio de 1821 e suas últimas palavras são, “Minha morte é prematura. Fui assassinado pelo oligopólio inglês e pelo seu assassino contratado.” Uma morte cercada de mistério, apesar de ter sido tão bem testemunhada por 29 personagens sendo que 17 estavam presentes em seu quarto, o médico italiano que o acompanhava, sete médicos ingleses, duas criadas de Napoleão, um padre e um servo árabe, durante meses, ele sofreu de dores abdominais, náuseas, suores noturnos e febre. Quando não estava constipado, tinha diarreia. Perdeu muito peso. Ele reclamava de dores de cabeça, pernas fracas e desconforto sob luz forte. Sua fala ficou confusa. Os suores noturnos o deixavam encharcado. Suas gengivas, lábios e unhas eram incolores. Estudos posteriores sobre indícios de envenenamento por arsênico apontam para 31 possíveis sintomas, Napoleão apresentara 28 deles, assim como testes em fios de cabelo do Imperador, mostraram altos índices desse veneno.

O primeiro laudo apontara morte por câncer no estomago que fora rejeitado pelo médico italiano Dr. Francesco Antommarchi, um dos suspeitos de mais um dos mistérios sobre o destino de Napoleão, o sumiço do “pênis” do Imperador que presumidamente reapareceu 170 anos mais tarde nos EUA, guardada por John Lattimer, professor de  Urologia  da Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.

Mistério que só aumenta, o suposto sumiço do corpo que ao ser solicitado para o translado para França por autoridades francesas, os britânicos teriam colocado no caixão do Imperador, um mordomo da propriedade Longwood House, aonde Napoleão e sua família haviam morado em Sta. Helena, pois os britânicos só permitiram um vislumbre no caixão aberto a meia-noite com luzes de tochas e pelo tempo máximo de três minutos.

Quando do bicentenário de seu nascimento em 15 de agosto de 1969, um jornalista francês faz um apelo as autoridades britânicas, “nos devolvam Napoleão”, pois se supõe que o corpo estaria enterrado na Abadia de Westminster, porém outros indícios indicam que esteja em cúpula de Les Invalides em Paris.

Outro mistério é sobre a sua altura, quando morreu, o relatório do médico informava que seu corpo media “cinco pés, duas polegadas e quatro linhas, do topo da cabeça aos calcanhares”. Isso equivaleria a 1,57 metros. Mas… essa medição foi feita no “pied métrique”, um sistema métrico estabelecido pelo próprio Bonaparte em 1812 que equivalia a um terço do metro. Ou seja, ajustando essa medida ao sistema métrico que usamos hoje em dia, ele tinha 1,68 metros, altura um pouco mais alta do que a média da época.

Quando da invasão alemã na França, o Führer Adolf Hitler fez uma visita secreta de duas horas a cidade de Paris, e desse tempo, ele ficou meia hora apenas a contemplar o tumulo de Napoleão, o que esses dois homens tinham em comum, além da malograda campanha devido a uma força da natureza, o inverno russo. O grande inimigo de ambos foi o sionismo, fundado pela mesma família Rothschild que derrotou Napoleão e com seus laços com o Império Britânico, basta lembrar da Declaração Balfour de 1925 e do pouco caso feito pelo governo de sua majestade ao seu enviado especial junto aos árabes, o Major T.E. Lawrence, que trabalhou incansavelmente para trazer a paz para as regiões do Oriente próximo.

Quando da vitória do NSDAP e da nomeação de Hitler para Chanceler da Alemanha, os sionistas não se opuseram de forma tácita, pois a intenção era aumentar as fileiras de judeus na ocupação do território Palestino e com a vitória de um partido que ameaçava expulsar os judeus, parecia que eles naturalmente seguiriam o caminho da Palestina, o que não ocorreu com a intensidade prevista e eles se dispersaram mais ainda.

Hoje, os antigos movimentos se consolidaram e podem ser percebidos na mídia, nas grandes indústrias, nas grandes empresas de tecnologia (BigTechs), nas redes sociais, dentro dos governos e instituições agregadas, assim como no judiciário, funcionando de tal forma que, as oposições aos seus objetivos sejam censurados, caçados e cancelados. E claro, no ambiente que eles melhor dominam, o mercado financeiro.

A maior marca dessas pessoas são os escândalos, as ligações com o crime e as atividades ilícitas, como o tráfico sexual de crianças, tráficos de órgãos, drogas e assassinatos. Basta ligar os pontos, o maior benfeitor das vacinas contra a gripe chinesa, Bill Gates e suas ligações com o maior traficante sexual, Jeffrey Epstein, coincidentemente morre quando estava revelando suas ligações com a família imperial britânica. Ou os escândalos de Hollywood informados por Mel Gibson e outros artistas. Na política, com o casal Obama e a família Clinton, escândalos esses que terminam as investigações de forma tão abrupta como se nunca tivessem acontecido.

A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.Napoleão Bonaparte

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