Quem quer, faz, quem não quer, manda!!!

A sabedoria popular nas empresas

Os ditados ou proverbios populares são descritos por alguns historiadores como resquícios de antigas civilizações. Ao estarem em declínio, essas civilizações teriam feito uma espécie de “compressão” de seu conhecimento e cultura em pequenas frases, fáceis de decorar e espalhadas para todos os indivíduos restantes para que esse conhecimento não desaparecesse.

A transmissão oral desses “provérbios” foi tão difundida que fica em muitos casos, quase impossível localizar a origem de cada um. Casos a parte como, “quem tem boca vai a Roma” ou em “Roma faça como os Romanos”. Claro que esses mudaram desde a sua origem, como o primeiro que era “quem tem boca vaia Roma”.

Na publicidade

Há tempos, os publicitários descobriram o poder dos provérbios. A cumplicidade que as pessoas tem com essas sentenças podem tornar previsível o resultado de uma campanha publicitária. As pessoas ligam os provérbios as situações de seu dia a dia e principalmente em que momento receberam tal conhecimento.

Na administração

Os gerentes eficazes sabem a importância de utilizar um “ditado popular”, ao criar uma campanha de incentivo ou promocional. O uso correto evita a disperção do público alvo e é proporcional a capacidade de penetração da campanha. Quem quer conseguir atingir metas de forma mais contundente não deve abrir mão de importante ferramenta.

Ou seja, cada ditado corresponde a uma parte inconsciente do ser humano, a sabedoria inerte em cada frase faz com que esse conhecimento se funda em nossa mente de tal maneira que podemos nos lembrar dela, muito tempo depois e nem sequer nos recordaremos de como foi assimilado.

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