Maiores erros da humanidade

Todas as paixões nos levam a cometer erros, mas o amor faz-nos cometer os mais ridículosFrançois La Rochefoucauld

Não é possível enumerar os erros humanos dos últimos 6 mil anos, porém podemos notar algum padrão nesses acontecimentos:

1- Nada é novo – o primeiro erro do homem é no momento em que defini que algo é novo, procure na história e encontrará semelhanças e analogias muitos estranhas. Desconfie sempre dessas palavras: coincidência e acidente.

2- Alguém conhece o que você sabe: definir que aquilo que você possui na mente seja de conhecimento das outras pessoas normalmente levam a se cometer muitos erros de julgamento. primeiro verifique se estão todos na mesma sintonia.

3- Meu erro merece perdão: os egoístas sempre pensam assim, mas no momento de julgar os outros mudam de opinião e propõem algum castigo. Quem o faz a outro, o receberá de volta. Basta lembrar a oração do “Pater Noster”, (Pai nosso) que diz, “perdoe nos assim como nós perdoamos”.

4- Não preciso de limites: muitos gostam do esterótipo do clichê de rebelde, podem ser em livros, filmes ou em qualquer história. Mas se esquecem que a vida não é assim, moramos dentro de uma sociedade humana e isto, por si só, impõe muitos limites.

5- Desprezar o conhecimento humano: por melhores que sejam os métodos, os equipamentos e a tecnologia usada, não se deve desprezar as nossas origens. Por isso, em diversas civilizações, o papel do idoso é o de guardião do conhecimento, ou seja, uma pessoa que sabe o que precisa e está numa idade em que não é mais “escravo de suas paixões.”

Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprenderAlexandre Herculano

Um pouco de São Paulo

Da garoa ao concreto

Esta cidade pode ser vista de vários ângulos, de muitas formas e em vários horários que uma coisa será sempre igual, ela surpreende. Surpreende ver de manhã, o sol entre arranha-céus como um intruso a nos tocar o rosto, de uma forma quente e singela. Nos surpreende pelos seus tipos estranhos, em cada esquina um manequim diferente que salta aos nossos olhos. Um andarilho que grita, um personagem estranho, vestido como um apóstolo em dia de hallowen.

Gosto de decorar a paisagem por onde o ônibus passa, como se cada prédio ou casa fosse uma palavra nova a ser descoberta. Cada detalhe, curva, cores e texturas que formam textos diferentes em cada trajeto. Como se subir uma rua lhe contasse uma história diferente do que ao descer a mesma.

Vejo os monumentos, que muitas vezes jazem em lugares errados, como estátuas que foram esquecidas em alguma praça, mas que ali nada representam. A sucessão de eras políticas que somente advogam ao favor de uma ideologia, a de quem vence cria essas distrações disformes, ao mexer com a paisagem.

Pessoas, pessoas, pessoas, aquilo que mais se vê aqui são pessoas, de todos os tamanhos, tipos e cores, como se as calçadas fossem arco-iris paralelos as ruas. Se movem o tempo todo e a imagem que olhamos, muda em um piscar de olhos, como se fosse feita de areia. A areia da praia que o mar carrega e muda a cada maré.

Que sorte um poeta poder viver num lugar desses. Um lugar, onde o comum não é nada comum, uma sucessão de nomes estranhos, que se não o forrem, algum especialista o tornará estranho. Como a estação de metrô que chamam de Pedro II. Quem destituiu o rei, cadê o seu Dom ou querem reescrever a história.

Não precisam temer o passado, ele não é um fantasma a lhes tirar o sono, é apenas a sua origem que a cada pedra erguida, a cada monumento erigido constrói uma cidade que não para, não dorme e sempre nos alegra!!!

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