O partido e o governo

Aonde está a divisão?

A minha pergunta se refere as manifestações da opinião de um certo partido de oposição que há vinte anos entrou no governo e agora impõe uma falsa “democracia” e se diz vítima. Nos monitores  do sistema de transporte de São Paulo aparece uma propaganda dizendo, conhecer para não repetir, que fala sobre o que chama de “Golpe Militar de 64” e que este teria implantado uma ditadura civil-militar e que teriam sido cometidos “muitos” abusos contra os direitos humanos.

A Contra Revolução de 1964 foi feita para se evitar uma ditadura comunista aos moldes da antiga União Soviética, Cuba e China. Se houve violência, não se pode negar mas ocorreu de ambas as partes. Detalhe este sempre omitido por este partido e por seus apoiadores. Como também que os militares não foram derrubados, eles sairam do governo e permitiram que fosse possível se montar uma estrutura democrática de tão grande amplitude que até mesmo os seus opositores pudessem chegar ao governo. Não seria tão simples deixar como herança, medidas administrativas e leis que impedissem que “certas pessoas” chegassem ao poder, como antigos guerrilheiros e terroristas.

Mas o que me preocupa nesse momento é, pode a máquina administrativa ser usada para propagar as idéias de um grupo em detrimento aos demais, o nosso dinheiro coletado na forma de impostos ser a fonte pagadora desse tipo de propaganda?

A revolução, se quiser resistir, deve permanecer revolução. Se se transforma em governo, já está falida… Os lugares que deixaram de ter uma revolução permanente recuperaram a tirania.” Fonte – Aprire il fuoco Autor – Bianciardi , L.

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