A Europa nas Nuvens

Estrutura da Computação em Nuvens

A Europa se prepara para o Cloud Computing (Computação em nuvens) através de uma série de medidas anunciadas por Neelie Kroes, vice-presidente da Comissão Europeia. Esta tecnologia foi apresentada inicialmente por empresas americanas como o Google (Google Drive), Apple (Dropbox), a Microsoft (Skydrive) e os serviços da Amazon Web.

As medidas são para assegurar compatibilidade entre os serviços oferecidos (interoperabilidade), a liberdade de circulação dos dados, a certificação de empresas para maior credibilidade aos novos contratos. As normas seriam publicadas a partir de 2013.

Diferente do resto do mundo, como o Brasil, que ainda não possui leis que garantem a segurança dos dados, tanto em servidores como em nuvens. A Europa prova que quer ser um centro de dados bem estruturado para atrair novos investimentos e empresas de todo o mundo que queiram desfrutar desses serviços.

Segundo a Comissão Europeia, esses tipos de serviços serão responsáveis em cria 2,5 milhões de empregos e uma renda de 160 milhões de euros por ano até 2020. As medidas serão repassadas aos Estados membros.

O principal objetivo é fazer frente a entrada dos serviços das empresas Americanas e dar uma resposta sólida com empresas europeias melhor preparadas.

Outra questão levantada com a computação em nuvem é a respeito dos direitos autorais, o que está sendo apreciado na Conselho de Propriedade Literária e artística, mesmo sob os protestos da entidades de defesa dos direitos dos consumidores.

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FALHA NO EXPLORER

​​Internet Explorer

Microsoft divulgou ter encontrado uma falha no internet Explorer, tanto nas versões 07 como 08 e 09, as mais populares. A empresa pede que os usuários instalem um software de segurança: Enhanced Mitigation Experience Toolkit (EMET).

Segundo a Microsoft, essa falha pode ser usada por hackers e que no momento em que o usuário entrasse em algum site malicioso, o hacker pode assumir o comando de sua máquina, usando o IE como porta de entrada, espalhando um virus através do sistema operacional, como XP, Vista e Windows 7.

O software de segurança, EMET, seria uma medida provisória, visto que a Microsoft planeja lançar um novo browser, mais seguro. Como também, recomenda que os usuários tomem diversas medidas de segurança. A EMET deve ser baixado da internet e ser instalado manualmente para ser mais seguro. A Microsoft recomenda que os usuários tomem como hábito as medidas de segurança, como troca de senhas, se evitar sites duvidosos, não baixar qualquer arquivo e sempre atualizar os softwares de segurança como anti-virus, firewall e spyware.

Outras recomendações, de especialistas,  seria o uso de outros navegadores, como Opera, Mozilla e Google Chrome que está na briga com o IE pela liderança no mercado de navegadores com 34%, um ponto a mais que o IE.

Algumas críticas começam a aparecer sobre as medidas da Microsoft, como se seria viável se instalar o EMET em empresas, segundo Marc Maiffret, diretor de tecnologia da Beyond Trust e Tod Beardsley da Rapid 7 aponta que o EMET pode não ser eficaz para alguns tipos de ataques.

A maior preocupação de empresas de segurança, como a Symantec é dispor de tempo e de engenheiros que consigam localizar todas as falhas possíveis, como no caso dos hackers que “têm todo o tempo do mundo para o fazer”. Como o recente bug que foi denominado “zero-day”, localizado por Erick Romang, de Luxemburgo, quando o seu micro foi infectado por um virus Poison Ivy que após analises, se descobriu que o mesmo havia entrado no micro através desse bug.

Aqui fica a dica! Todo cuidado é pouco…

Fonte: El Pais​​​