Austrália tem lei de impostos anti-Google

Pretende não permitir a evasão de divisas

O primeiro país fora da Europa a pensar em mudar sua lei fiscal para coibir os abusos das grandes multinacionais, a Austrália aprovou nesta quinta feira, mudanças em suas leis fiscais. Países como França, Alemanha e Inglaterra estudam formas de se cobrar esse novo tipo de imposto.

A iniciativa, segundo o funcionário do tesouro, David Bradbury é para dar uma justa parte do ganho obtido no país pelas grandes empresas, sendo mais específico ele cita o caso do Google Austrália: “Embora os acordos são assinados com publicidade do Google na Austrália, na realidade, eles estão comprando publicidade para uma subsidiária da Google com sede na Irlanda”.

Na Austrália a taxa de imposto é de 30%, enquanto na Irlanda a 12,5%, ou seja, 1/3 do valor que seria economizado, as empresas se utilizam de brechas na lei para tornar legal tal medida.

O Google respondeu positivamente as novas medidas, da mesma maneira que agiu na Europa, declarando ajudar a economia do país e a diversas empresas locais, dando oportunidades e empregos.

Bradbury explica que a estrutura do Google é bastante complicada, pois esta paga a subsidiárias na Holanda que se submetem a outra companhia nas ilhas Bermudas, onde não existem impostos para empresas. Os casos de outras companhias como a cafeteria Starbuck, a Apple e Amazon são semelhantes, mas na Europa se estuda medidas que possam ser adotadas em comum para todos os países do bloco.

Fonte: El País

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Identidade Nacional X Preconceito

A importância de uma unidade cultural

Muitos povos conclamam por sua independência vivendo inseridos em outra nação, isto sempre causou revoluções, guerras e atos de terrorismo. Quando estas identidades são mais leves, temos os preconceitos e ações de discriminação. Diversos países tem seus estados abalados por insurreições, como atualmente vive a Espanha, com o País Basco e a Catalunha que atualmente conclama um plebiscito para decidir sua independência. A Inglaterra, com a Irlanda e a Escócia, a China com Tibete, sem mencionarmos a antiga Checoslováquia, dividida por guerras civis por motivos religiosos.

Nesses países, os problemas chegam as vias de fato e os levantes tem resultados desastrosos, contudo em países como o Brasil, a questão é mais sutil, a falta de uma identidade nacional dá força a um regionalismo torpe, muita vezes, um estereótipo daquilo que se pretendia, uma imagem de abrangência genérica e forte apelo emocional.

O resultado disso são ações preconceituosas tanto dos elementos desses grupos como dos grupos que os cercam, cada ação corresponde a uma ação igual e de sentido contrario. A discriminação é sutil, de forma quase velada, com piadas e reprimendas.

Luta pelos direitos

Cada grupo luta pelo seus direitos, de forma que ninguém acaba se lembrando de deveres e obrigações, todos se mostram vitimizados por ações externas e nunca assumem as ações de seu próprio grupo. Dessa forma são criadas lei de proteção disso, proteção daquilo. O legislativo a mercê de “lobistas” e o sucesso desses grupos representa um grande dano a nossa sociedade, somos cativos de uma “ditadura de minorias”. As vitimas que se tornam carrascos.

Cada lei nova é discutida pela sua matéria e se esquece sua repercussão a nível nacional. Como no caso das leis de Cotas para Universidades, há professores que defendem e existe professores que a critiquem, como por exemplo, de que com essa lei, estaremos nivelando o corpo discente por baixo, pois não será o mérito, um critério de avaliação, mas a descendência.

Outras questões são pelo uso errado dessas leis, como o Estatuto da Criança e do Adolescente, muito bem explorado por grupos de marginais, que possuem jovens aptos em assumir autorias e a responsabilidade de atividades criminosas e com isso liberam todo o resto do grupo e acabam nem sendo punidos de forma adequada.

Dura lex, sed lex

Nesses casos, seria “mollis lex” (leis moles), pois são tão maleáveis que qualquer um podem enganá-las. As boas intenções são interpretadas de forma a produzir vantagens ilícitas e o restante da sociedade assiste a tudo isso, calada!

Por tudo isso se faz necessário campanhas que mostrem os valores nacionais, o orgulho nacional como fonte de formação dos valores do povo. Datas nacionais, hinos, brasões e bandeiras que são esquecidos devido a leis que dizem proteger mas que afastam o povo dos seus símbolos. Quantas vezes iremos ver fotos de casas de norte-americanos com a sua bandeira, chamada de “Listras e estrelas”, todos orgulhosos e aqui, nem podemos a usar direito, por causa de tantas normas e restrições.

Ou o povo aceita a sua unidade de forma natural, por sua formação e semelhanças, como a língua, ou teremos borbulhas crescentes até nos tornarmos diversos países como a Republica Tcheca e a Eslováquia.