O tijolo e a palavra

O tijolo sonha em ser…

A palavra sonha em ser…

Com tijolos construímos prédios,

Prédios que abrigam pessoas…

Com palavras construímos idéias,

Idéias que melhoram a vida das pessoas!

O tijolo almeja em ser…

A palavra almeja em ser…

Com tijolos construimos estradas,

Estradas que conduzem as pessoas de um lugar para outro!

Com palavras construimos um caminho,

Um caminho entre o que fomos e o que seremos!

O tijolo sonha em ser…

A palavra sonha em ser…

Com tijolos contruimos pontes,

Pontes que ligam cidades, países… pessoas!

Com palavras nos conectamos,

Nos conectamos com a alma e o coração das pessoas!

Como o tijolo, a palavra é instrumento,

Instrumento para construir idéias, caminhos e conexões,

Ferramentas para um novo mundo e ferramentas para a paz!

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Traduções, quais as regras???

Este é um assunto sempre OUVIDO, mas nunca “discutido”.

Quem é cinéfilo e apegado a detalhes como eu, que tenho um leve Transtorno Obssessivo Compulsivo, já percebeu algumas nuances, como a tradução de nomes e de frases de efeito como expressões e ditados populares. O rei da Inglaterra, Henrique VIII já foi chamado pelo nome original em Inglês, como o do primeiro presidente dos E.U.A. que de  “Jorge” Washington (tradução), foi utilizado o original  “George” Washington. Qual a regra para isso?

Isto parece um assunto sem a menor relevância, mas se estudado pela geopeolítica vemos que se trata da supremacia de um idioma sobre os outro. Como no caso de CSI Miami, onde o chefe de Investigações se chama Horatio, pronuncia-se “Ooráichio”, mas que no capítulo de estreia se apresentou a pequena menina como Horácio e disse que seu nome era feio. Feio porque? Foi pronunciado em “Português” e não em “inglês”? Nos capítulos seguintes voltou a pronuncia do original. Ninguém se incomoda ao ouvir em um filme “todo” dublado, palavras que não se traduzem, como os nomes?

Fato muito visto hoje em dia, são as mães que recebem da mídia essas maravilhosas informações e acabam batizando seus “pimpolhos” de Maicol, Jequisom, Woshinton ou de outras neologias retiradas de outro idioma qualquer, que possui regras de pronuncia totalmente distintas do nosso Português.

Como se quer criar uma identidade nacional se nem o idioma é usado de foma unânime. Valorizar as palavras, é valorizar as idéias. Não adianta ter grandes ambições se não podemos nos comunicar. A soberania de nosso idioma é condição “sine qua non” para um país independente. (Olha  a palavrinha estrangeira aí).

Quando tratarmos os “gringos” da mesma forma que nos tratam no exterior, com firme convicção, sem violência ou revanchismo, que eles devem aqui, falar e pronunciar de forma correta a nossa língua, tal como lá. Aí sim, estaremos dando o primeiro passo para o “orgulho nacional”.

Gostaria de receber mais adendos a este assunto e outros nomes maravilhosos para podermos discutir.

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