O monge e o executivo – líder servidor

Resenha do livro

Para retorno de minha longa pausa em escrever nesse blog, gostaria de falar a respeito de um interessante livro que li à pouco tempo: Como se tornar um líder servidor – os princípios de liderança do Monge e o Executivo de James C. Hunter.

O autor demonstra ao longo das páginas desse livro, quais as responsabilidades dos líderes dentro das empresas e com seus colaboradores e o quanto isso é pesado de se carregar. Por que muitas pessoas desistem da liderança ou a tornam um fardo para as outras pessoas. Uma frase por ele repetida é “dois terços das pessoas não se demitem de suas empresas, elas se demitem de seus líderes”.

Ele inicia com a personalidade de maior impacto na história humana e suas palavras sobre liderança, o que dá o mote e o título do livro. Nosso Senhor Jesus, que fez  ainda muito mais por exemplos e ratificou como deve se comportar um líder.

O texto é bastante pragmático e até auto explicativo, pois conta como foi construído e faz menção aos obstáculos que encontrava e como foram solucionados. O que as empresas não fazem depois de enviarem seus lideres para simpósios e treinamentos, ou seja, cobrar as mudanças de comportamento de seus gerentes e supervisores para que eles melhorem sempre.

Uma auto análise sempre ajuda, como somos no comportamento do dia a dia em frente daqueles que lideramos, foi da mesma forma que nos portamos em nossa entrevista de emprego para essa vaga ou se é da mesma forma que nos apresentamos aos nossos líderes superiores. Aonde foi parar a paciência, aquela calma e a grande vontade em agir em pró dos outros?

Não existe um bom líder sem valores e ele tem de fazer muito mais do que falar e cobrar dos outros, mas agir, para ser sempre o exemplo a ser seguido, os olhos de todos estão voltados para o líder e ele deve corresponder a isso.

“Dar exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros – é a única” Albert Schweitzer – Teólogo e filósofo alemão (1875 – 1965)

Anúncios

Quem quer, faz, quem não quer, manda!!!

A sabedoria popular nas empresas

Os ditados ou proverbios populares são descritos por alguns historiadores como resquícios de antigas civilizações. Ao estarem em declínio, essas civilizações teriam feito uma espécie de “compressão” de seu conhecimento e cultura em pequenas frases, fáceis de decorar e espalhadas para todos os indivíduos restantes para que esse conhecimento não desaparecesse.

A transmissão oral desses “provérbios” foi tão difundida que fica em muitos casos, quase impossível localizar a origem de cada um. Casos a parte como, “quem tem boca vai a Roma” ou em “Roma faça como os Romanos”. Claro que esses mudaram desde a sua origem, como o primeiro que era “quem tem boca vaia Roma”.

Na publicidade

Há tempos, os publicitários descobriram o poder dos provérbios. A cumplicidade que as pessoas tem com essas sentenças podem tornar previsível o resultado de uma campanha publicitária. As pessoas ligam os provérbios as situações de seu dia a dia e principalmente em que momento receberam tal conhecimento.

Na administração

Os gerentes eficazes sabem a importância de utilizar um “ditado popular”, ao criar uma campanha de incentivo ou promocional. O uso correto evita a disperção do público alvo e é proporcional a capacidade de penetração da campanha. Quem quer conseguir atingir metas de forma mais contundente não deve abrir mão de importante ferramenta.

Ou seja, cada ditado corresponde a uma parte inconsciente do ser humano, a sabedoria inerte em cada frase faz com que esse conhecimento se funda em nossa mente de tal maneira que podemos nos lembrar dela, muito tempo depois e nem sequer nos recordaremos de como foi assimilado.

  • Calendário

    dezembro 2017
    S T Q Q S S D
    « nov    
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    25262728293031
  • Ich bin