Maiores erros da humanidade

Todas as paixões nos levam a cometer erros, mas o amor faz-nos cometer os mais ridículosFrançois La Rochefoucauld

Não é possível enumerar os erros humanos dos últimos 6 mil anos, porém podemos notar algum padrão nesses acontecimentos:

1- Nada é novo – o primeiro erro do homem é no momento em que defini que algo é novo, procure na história e encontrará semelhanças e analogias muitos estranhas. Desconfie sempre dessas palavras: coincidência e acidente.

2- Alguém conhece o que você sabe: definir que aquilo que você possui na mente seja de conhecimento das outras pessoas normalmente levam a se cometer muitos erros de julgamento. primeiro verifique se estão todos na mesma sintonia.

3- Meu erro merece perdão: os egoístas sempre pensam assim, mas no momento de julgar os outros mudam de opinião e propõem algum castigo. Quem o faz a outro, o receberá de volta. Basta lembrar a oração do “Pater Noster”, (Pai nosso) que diz, “perdoe nos assim como nós perdoamos”.

4- Não preciso de limites: muitos gostam do esterótipo do clichê de rebelde, podem ser em livros, filmes ou em qualquer história. Mas se esquecem que a vida não é assim, moramos dentro de uma sociedade humana e isto, por si só, impõe muitos limites.

5- Desprezar o conhecimento humano: por melhores que sejam os métodos, os equipamentos e a tecnologia usada, não se deve desprezar as nossas origens. Por isso, em diversas civilizações, o papel do idoso é o de guardião do conhecimento, ou seja, uma pessoa que sabe o que precisa e está numa idade em que não é mais “escravo de suas paixões.”

Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprenderAlexandre Herculano

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Meu mundo caiu

Porque mudou tanto em tão pouco tempoBatman-and-Robin

Parodiando Maysa e sua música, ‘Meu mundo caiu’, um sucesso nos anos 60, podemos ter alguma noção do quanto mudou no mundo em algumas décadas. As noções das coisas mudaram e hoje existem pessoas que querem crucificar obras feitas sob uma óptica totalmente diferente da atual, como o caso do livro de Monteiro Lobato, que agora é considerado racista.

Algumas mudanças que não se explicam:

– Por que os Trapalhões e o Monteiro Lobato não eram racistas?

– Por que o Village People não era gay?

-Por que o Batman e Robin não era um casal?

-Por que não existia o “politicamente correto”?

-Por que duas mulheres de mãos dadas na rua, eram amigas, irmãs ou mãe e filha e não outra coisa?

-Por que fumar dava status e beber era elegante?

-Por que a bomba de Hiroshima era chamada de a “Bomba da Paz”?

-Por que os três patetas eram quatro?

-Por que se temiam os comunistas e eles eram perseguidos nas ruas e não se escondiam dentro do governo?

-Por que toda criança acreditava em Papai-Noel, Coelho da Páscoa e na Seleção Brasileira?

-Por que ouvir Rock,  era ser rebelde e Tatuagem e piercing eram coisas de pirata?

-Por que domingo era dia de folga e também, o dia de assistir o Airton Senna?

-Por que piadas e anedotas não vinham com tarja de preconceito, intolerância ou qualquer “ismo”?

-Por que a censura era coisa do governo e minoria era um grupo que cabia num fusca?

-Por que o mundo era em preto e branco (não apenas a TV) e tudo se dividia entre Estados Unidos e União Soviética?

-Por que a alta costura dava para entender, mas não para comprar e hoje, você nem entende e nem compra?

-Por que os nomes continuam, mas a imagem muda? Madonna era Nossa Senhora em italiano.

-Por que ler era sinônimo de cultura e assistir TV emburrecia? Hoje a internet têm os dois, mas o efeito é o do segundo.

-Por que os erros de ontem continuam a serem repetidos hoje?

Caindo as máscaras

Quem é quem no ambiente de trabalho

Quem olha aquele chefe sempre sisudo e ríspido com os funcionários, nem desconfia que em casa, lava a louça ou leva o poodle para passear. A colega loquaz, que dá palpite em tudo e se você pergunta sobre o tempo, ela conta a vida dela inteira e ainda a dos vizinhos, pode ao chegar em casa, ser uma pessoa tímida e calada.

Cada pessoa ao entrar no ambiente de trabalho, se transforma, veste uma máscara, com a intenção de demonstrar um lado profissional que nem sempre corresponde ao seu verdadeiro ego, a sua personalidade. As pessoas nem sempre tem humor, ou estão sérias. Mas não é o que ocorre em nosso cotidiano, existem pessoas que sempre parecem felizes, outras que estão sempre sérias, ou os muitos falantes e aqueles que nada dizem.

A pior forma de descobrir a personalidade real de alguém é um encontro acidental fora do ambiente de trabalho. Nestes encontros, inevitavelmente alguma coisa aparece. Alguém fica sem graça em cumprimentar, ou os comentários são diferentes daqueles que você costuma ouvir dentro do trabalho. Se fala bem de alguém, do lado de fora, fala mal.

Não é preciso ser psicologo para descobrir que invariavelmente alguém irá se ferir. Para dirimir os efeitos de nossa aparência, devemos ser verdadeiros com nós mesmos. Ao nos vigiarmos, descobrimos um possível erro, ao descobrimos esse pequeno erro, nós mudamos, ao mudarmos, mesmo que seja uma coisa pequena, devemos nos lembrar que ela faz parte daquilo que chamamos de essencial. O nosso papel na sociedade.