Maiores erros da humanidade

Todas as paixões nos levam a cometer erros, mas o amor faz-nos cometer os mais ridículosFrançois La Rochefoucauld

Não é possível enumerar os erros humanos dos últimos 6 mil anos, porém podemos notar algum padrão nesses acontecimentos:

1- Nada é novo – o primeiro erro do homem é no momento em que defini que algo é novo, procure na história e encontrará semelhanças e analogias muitos estranhas. Desconfie sempre dessas palavras: coincidência e acidente.

2- Alguém conhece o que você sabe: definir que aquilo que você possui na mente seja de conhecimento das outras pessoas normalmente levam a se cometer muitos erros de julgamento. primeiro verifique se estão todos na mesma sintonia.

3- Meu erro merece perdão: os egoístas sempre pensam assim, mas no momento de julgar os outros mudam de opinião e propõem algum castigo. Quem o faz a outro, o receberá de volta. Basta lembrar a oração do “Pater Noster”, (Pai nosso) que diz, “perdoe nos assim como nós perdoamos”.

4- Não preciso de limites: muitos gostam do esterótipo do clichê de rebelde, podem ser em livros, filmes ou em qualquer história. Mas se esquecem que a vida não é assim, moramos dentro de uma sociedade humana e isto, por si só, impõe muitos limites.

5- Desprezar o conhecimento humano: por melhores que sejam os métodos, os equipamentos e a tecnologia usada, não se deve desprezar as nossas origens. Por isso, em diversas civilizações, o papel do idoso é o de guardião do conhecimento, ou seja, uma pessoa que sabe o que precisa e está numa idade em que não é mais “escravo de suas paixões.”

Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprenderAlexandre Herculano

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Curso de reciclagem para passageiros

Para melhorar o convívio

Além dos problemas estruturais, os sistemas arcaicos de avaliação e do sistema e as falhas de manutenção que transformam o sistema em uma verdadeira “arapuca“, ao se utilizar o transporte público, um dos maiores problemas é justamente o relacionamento entre os passageiros, como se não fosse obrigatório encontrar outras pessoas nesse emaranhado sistema. Apesar de estarmos sempre tentando nos distanciar dos outros com recursos como fones de ouvidos e celulares, a interação se torna inevitável e causa “atritos” e conflitos.

Reportamos aqui, algumas situações que costumam ocorrer, como também algumas orientações:

A porta de saída: Ao conseguir entrar no veículo a principal preocupação se torna como sair, muitas pessoas levam isso tão a sério que imediatamente ao entrarem, correm para porta de saída em uma posição que atrapalha a movimentação dos outros passageiros, quem não gosta de ser atrapalhado os outros não deveria fazer isso.

Ao sentar: Muitas pessoas parecem que nasceram sentadas, só levantam quando o ônibus pára no seu ponto e abre a porta, para levantar e sair correndo por cima dos outros passageiros. Uma atitude egocêntrica e reprovável, se planeje, isso evita stress e facilita para quem está de pé. Outro detalhe, quem está sentado pode, por educação ou por gentileza se oferecer para carregar alguma bolsa ou sacola de algum Senhor ou Senhora que se encontra, infelizmente, de pé.

O botão de parada: Ele é direito de todo passageiro e deve estar sempre disponível, parar em frente aos botões de forma a impedir o acesso dos outros passageiros é uma atitude reprovável, bem como no caso de veículos nos quais o sistema de alerta de parada não esteja funcionando por falta de manutenção preventiva.

Em pé em frente das cadeiras: esta é uma situação sutil, conseguir uma posição “relativamente” confortável não é fácil, contudo, se deve lembrar das outras pessoas, tanto as que estão ao seu lado como o fluxo daqueles que estão passando.

Ouvindo som: Uma das formas de deixar a viagem mais rápida e relaxar após um dia de trabalho, seria a de ouvir um som, mas ao não usarmos fones de ouvido ou usarmos fones que não estão devidamente isolados pode incomodar os outros passageiros. Não faça para os outros aquilo que não quer que façam para você, se você gosta de um tipo de música e o outro, outro tipo, no final o efeito é mesmo, incomoda.

Assentos preferenciais: Uma das grandes polêmicas no transporte coletivo têm sido os assentos preferenciais, as pessoas de ambas as partes reclamam dessa forma arbitrária de se organizar o uso dos assentos. O número de bancos disponiveis nos veículos está diminuindo gradativamente em cada ano. Por isso a disputa aumenta e o stress também. Pessoas que teriam direito aos assentos preferenciais acabam sentando em outros lugares devido ao aumento da demanda.

Uma das formas de diminuir esse atrito seria pela estipulação de horários de uso para os idosos, deficientes e gestantes, ou seja, orientá-los a usar o transporte coletivo fora dos horários de pico, mas para que isso tenha o efeito desejado, no mínimo as repartições públicas que são utilizadas por essas pessoas devem dar o exemplo e dar prioridade de atendimento em horários que não os obriguem a usar os horário de pico no transporte.

Palavras mágicas: Nunca se deve se esquecer delas, o famoso COM LICENÇA, o protocolar POR FAVOR, o intermediário POR FAVOR e o remediador ME DESCULPE, facilitam em muito o convívio e o fluxo de passageiros dentro desses veículos extremamente carregados.