O governo das sombras


Caríssimos, muitos repetem textos na internet denominando esses ou aqueles como os fascínoras por trás dos infortúnios que estamos tendo, porém o que preocupa é vermos comparações com os governos tidos como “ditaduras” durante o século XX e que agora os globalistas apontam como solução o assim chamado “governo mundial“.

A turma globalista faz o eleitor acreditar que os burocratas e “especialistas” de fóruns internacionais são melhores e mais iluminados que os de seu próprio país. Na verdade todos são igualmente nocivos. A diferença é que os locais são identificáveis e removíveis enquanto que os internacionais são anônimos e intocáveis.” SAI Luiz Phillipe de Orleães e Bragança

Das instituições que agem nos bastidores das decisões governamentais, uma das que menos ouvimos mencionar “oficialmente” mas que possui tentáculos no mundo todo e impacta o que é lido por milhares de pessoas é a Project Syndicate de George Soros, como eles se descrevem:

Fundado em 1995, o Project Syndicate é uma organização sem fins lucrativos que fornece aos leitores comentários originais de proeminentes líderes políticos e pensadores, acadêmicos e economistas. Sua sede fica em Praga, República Tcheca. O Project Syndicate inclui cerca de 500 meios de comunicação em mais de 150 países. Eles indicam seu propósito como “Promoção da liberdade de mídia e maior acessibilidade a uma variedade de opiniões globais”. De acordo com a página sobre: “O Project Syndicate produz e fornece comentários originais e de alta qualidade para um público global. Apresentando contribuições exclusivas de líderes políticos proeminentes, formuladores de políticas, acadêmicos, líderes empresariais e ativistas cívicos de todo o mundo, fornecemos mídia de notícias e análises e insights de ponta de seus leitores, independentemente da capacidade de pagamento.”

Que palavras bonitas para dizer que “manipulam a opinião das pessoas escolhendo o que você pode ou não pode saber“, em outras palavras, isso é censura, quando Soros publicou uma matéria contra os governos de direita da Hungria e da Polônia, devido a ação da Project Syndicate não se permitiu que os jornais publicassem a resposta do PM hungaro, Viktor Orbán.

A Project Syndicate chega a ser responsável por mais de 70 milhões de impressos mensais entre jornais e revistas que recebem as suas contribuições, por isso, a padronização que vemos na dita imprensa Mainstreams, aonde um caso de “divergência de opinião” é tratado como um crime. Vide o caso da Folha de S.Paulo com a matéria “Racismo de negros contra brancos ganha força com identitarismo” do jornalista António Risério em que os próprios colegas que temem a livre discussão criam uma carta defendendo a censura do colega.

Existem duas formas de se encarar uma situação, seguindo o fluxo dos debates ou parar e olhar para todo o cenário. O que hoje chamam de racismo é a situação de acomodação de vários povos de origens completamente diferentes no solo do Novo Mundo (chamado América) sob o chamado capitalismo.

O poder do dinheiro impondo as divisões sociais e os discordantes gritando e chorando. Não existe “ódio racial” nas pequenas vilas do interior da Finlândia pois não existem ainda pessoas de outras raças disputando comida, empregos e oportunidades em escolas.

O que assistimos na América é que o povo achou na época da escravidão que isso seria uma situação eterna, os povos serviçais continuariam sempre assim e preferiam ignorar a realidade que eles estavam aprendendo a galgar os degraus sociais e usar o poder do dinheiro. Vide a história de Francisco Paula de Almeida (Barão de Guaraciaba), negro que era o homem mais bem sucedidos no Brasil Império.

O que assisstimos é que “a corda está esticando” na questão racial e ficará assim até se romper em prováveis atos de violência. As revistas e jornais que aderiram ao modismo de usarem apenas modelos negros em anúncios e não aceitam que isso seja discutido querem fomentar uma resposta. E essa resposta será chamada de “racismo“.

A minha opinião é que nem sabem o que é isso, o que fizeram nas últimas décadas foi criar uma imagem falsa de que quem ama a sua raça deve ter obrigatoriamente ódio pelas outras raças, como se o fato de amar a sua mãe pudesse te fazer odiar as mães de outras pessoas. Aqui não cabe dizer que quem faz isso, não o cumpre, esse discurso foi montado para os outros e não para o seu próprio povo!

Para bom entendedor, meia palavra basta!

(imagem do Instituto Liberal)

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