A grande caçada financeira


Quando caçávamos para exterminar uma raça, começávamos separando os fracos e doentes, com isso o serviço ficava mais fácil e não existia a chance de uma fuga em massa. O mesmo pode ser visto na história do velho oeste americano. Os grandes caçadores de búfalos (bisão americano) como Buffalo Bill, usavam rifles de longa distância sempre seguiam a técnica de matar com um único tiro (bull´s eye).

O tiro preciso e bem calculado derrubava o animal e evitava que um animal ferido ficasse pulando e esperneando e assim assustasse os outros animais que fugiriam desesperados. Dessa forma, a cada tiro eles aumentavam suas presas e exterminaram a raça desse magnífico animal.

Enquanto ficávamos presos em casa no último ano, o sistema financeiro se fortalece em seu domínio sobre as pessoas. Ninguém achou estranho um produto como o pix que não cobra taxas, feito por bancos que cobram qualquer tipo de benefício e possui um histórico nada gentil com os seus clientes. Se você acredita que não pagou, tenha certeza, o custo foi rateado para outros.

E a coisa ficou mais estranha com o pix com troco que aceita valores tão baixos. As mesmas instituições que não permitem notas menores de R$ 20,00 em seus caixas eletrônicos devido aos custos, te fazem um favor em te enviar trocados sem cobrar nada por isso.

O controle começa a aparecer no vínculo que você faz com a instituição, se você perder a conta, não poderá migrar a sua chave pix para outra instituição.

Para quem não percebeu, nós estamos sendo caçados por essas empresas, a tolerância com atrasos está zerando enquanto medidas coercitivas e punitivas só aumentam. Quem tem a minha idade, deve se lembrar que a cobrança somente poderia ser realizada no mês subsequente ao do mês de vencimento da dívida. E agora, recebemos “lembretes” antes mesmo da data.

Os conselhos que deveriam regulamentar o mercado estão nas mãos de ex-profissionais do mercado financeiro que são mais comprometidos com os interesses dos banqueiros. No afã de criar produtos novos, o que se faz é dar novas embalagens para velhos crimes como a usura (cobrança de juros abusiva).

Um adendo: ao métodos de cobrança empregados pelos chamados call-centers que usam números não registrados e que são bloqueados para receber chamadas e não possuem vínculos com os verdadeiros cobradores, o que impossibilita de serem incluídos em processos jurídicos contra essas empresas.

Os colaboradores do sistema financeiro através dos novos métodos de gestão querem atingir as metas impostas pela empresa porém ficam totalmente cegos com a moralidade que deveria ser a medida de julgamento de suas tarefas. O papel social da empresa foi substituído pelas modinhas como “inclusão” e “ambientalismo” e aqueles que são impactados por tais medidas, são esquecidos.

Um exemplo foi que o STJ (Supremo Tribunal de Justiça) autorizou a suspensão da carteira de motorista de devedores inscritos no Serasa por dívidas de qualquer natureza, ou seja, essa medida certamente será tomada contra profissionais que usam veículos para suas atividades econômicas, direta ou indiretamente.

Serão impactados diretamente por essa medida, os motoristas de caminhão, motoristas de taxi, motoristas de aplicativos como UBER e 99, motoristas de ambulâncias e veículos de entrega, como também técnicos que prestam serviços de porta a porta com o uso de veículos.

Não estranhem as novas medidas que vão aparecer e se você acredita que não tem relação, lembre-se que na Alemanha, no início da quarentena foi feito uma campanha para que o povo não usasse tanta nota de papel por risco de “contaminação da gripe chinesa“, isso nem apareceu por aqui, pelo fato do brasileiro ter aderido a “modernidade” dos cartões com maior subviencia do que os alemães.

Para o futuro próximo, as medidas se chamarão “ambientalistas” e se você produzir mais “gás carbônico” do que a meta imposta pelo governo (leia grandes corporações) seu cartão de crédito poderá ser bloqueado independentemente do seu limite.

Como disse Klaus Martin Shwab, fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial na sua agenda de medidas para o ano de 2030,

você não terá nada e será feliz“.

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