A INTERNET COMO ARMA


Para saber que sabemos o que sabemos e saber que não sabemos o que não sabemos, precisamos ter um certo conhecimentoNicolau Copérnico

Como trabalho a anos com pesquisas em textos originais em inglês, alemão, espanhol e russo, muitas vezes percebo que os similares em português estão bem mais resumidos como estudos, biografias e teses. Como também que alguns não possuem correlatos em nosso idioma ou se existiam foram atualmente excluídos. A frase acima é um exemplo dessa brecha, difícil de encontrar.

Frases e pensamentos de grandes autores não são facilmente localizados em português, principalmente aqueles considerados mais “incômodos” ou que contradizem as atuais “narrativas” impostas pelos supostos modernistas e militantes de esquerda. O que pode ser usado como material de manipulação. A ausência de certos fatos e correntes de pensamento dá ao homem atual uma posição de fraqueza e vulnerabilidade perante os mandatários sem rosto que puxam as cordas do que acontece no mundo.

O escritor e filósofo italiano Umberto Eco, antes de sua morte havia previsto que a Internet seria um risco para a humanidade pois daria voz àquelas pessoas que normalmente não teriam condições de o fazer através de livros, jornais e revistas e trariam um discurso de ódio e discordância com os nossos padrões sociais e a internet que possui um efeito “megafone” espalharia esses tipos de discurso como muitos o tem feito: pautas anti-conservadores, antinacionalistas, ateístas, abortistas e pseudocientistas tem aparecido em toda a parte se pintando de novas normas e gritando como se tivessem a maioria da população. Tais recursos foram usados a mais de 100 anos na antiga U.R.S.S. (União Soviética) pelos Bolcheviques (palavra que originalmente significa membro da maioria) para dar a impressão de um grande engajamento popular a esse partido radical.

A EXCEÇÃO tornou a REGRA e essa é a pior das tiraniasLord Chesterton

Aqueles que como eu, pesquisavam pela rede mundial de computadores, pode ter percebido que muitos textos, fotos e vídeos estão gradativamente desaparecendo, seja por questões técnicas, como um servidor que ficou obsoleto pela idade e seu HD não foi copiado em um mais novo, ou pura preguiça de se manterem backups atualizados de dados pouco acessados. Não é a toa que em inglês a internet seja chamada de Web (teia) pois se a mapearmos se parecerá muito com uma teia com pontos irradiantes com muitas ligações (grandes servidores e serviços mais acessados como o Google e o Facebook) e outras conexões com poucas irradiações. Isso produz um efeito de cascata, os pontos mais acessados poderam também ser mais copiados e tendem a não desaparecer quanto os outros vão desaparecendo aos poucos.

Os antigos mágicos diziam que o segredo da magia é “saber nomear“, o mesmo vale para os computadores (programas ou conteúdos), qualquer pesquisa esbarra sempre na “padronização” dos nomes utilizados, como ela na verdade não existe, os objetos procurados podem se tornar até impossíveis de encontrar nessa vasta imensidão virtual. Segredo esse que quando descoberto e bem utilizado pode até render dividendos ao seu autor por tornar um texto, imagem, áudio ou vídeo um campeão de acessos na internet.

Quando você conhece o mundo virtual de tal forma que possa antecipar tendências isso pode se tornar uma arma nas mãos de pessoas insensatas que planejam manipular e direcionar as opiniões dos internautas com o intuito de beneficiar grupos “amigos” e modas um tanto “desconfiáveis”. Fato esse já bem conhecido da nossa velha mídia que mostra somente o que quer e omite sistematicamente qualquer coisa que possa fazer desacreditar o “discurso oficial” que rege a sociedade (o establishment).

Cada vez mais, mecanismos de censura são criados e disponibilizados na internet, como os “checadores de fatos” atividade ilícita pois não é reconhecida como atividade econômica e que serve indiretamente aos grandes grupos dos quais recebem também indiretamente recursos para “desmentir” verdades incômodas ao sistema. Grupos como a Open Society Institute de George Soros estão por trás das ações desses travestidos de jornalistas e cientistas sociais.

Essa é a evolução do “buraco na parede” forma com que os antigos membros dos partidos comunistas agiam em relação aos seus vizinhos e amigos, os espionando para os delatarem ao governo qualquer atividade suspeita e contraditória ao “politicamente correto” que era determinado pelo partido, isso aconteceu em países como Cuba e a antiga União Soviética. Na China eles possuem câmeras de vigilância para esse fim. O termo politicamente correto surgiu dessa forma.

Em resumo, a internet se mostra um terreno fértil para muita coisa ruim, seu caráter “inclusivo” e sua forma de compartilhar sem “limites” pré-definidos deu a oportunidade certa para as pessoas mal intencionadas agirem. Com a opressão do “politicamente correto” e as campanhas de tolerância a tudo que fosse contra as bases da civilização ocidental que fizeram os conservadores se calarem, deu a chance para que os negacionistas de Deus, da vida e da liberdade dessem as cartas e censurassem tudo que fosse ligado ao conservadorismo!

A tolerância é a virtude do homem sem convicções.” Lord Chesterton

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