Manifesto contra a Heterofobia!!!


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The pens is mighter than the sword

O título acima não é uma brincadeira ou apenas um “neologismo” passageiro, ele é a descrição de um conjunto de fatos que ocorrem de forma metódica e dissimulada em nossa sociedade, seja nas notícias, sejam em alterações da nossa lei ou de costumes sociais.

Como na historinha do sapo e da panela, em que se colocar um sapo em uma panela de água fervente ele irá pular devido ao susto e a dor. E se pusermos o mesmo sapo em uma panela com água fria e formos gradativamente aquecendo, ele acabará sendo cozido, esse é um dos métodos da nossa esquerda que utiliza “modus operandi” iguais em diversas frentes, combatendo as nossas tradições e valores mais caros, como a família.

Os fatos são mostrados e as histórias contadas, porém a forma faz com que sejamos enganados, tal qual o mágico ilusionista que faz gestos com uma mão e esconde a moeda com a outra, somos forçados a enchergamos o mundo da forma que eles querem.

Todos leram e comentaram a notícia de que Suzane von Richthofen tenha se “casado” dentro da cadeia com outra presa, que teria sido anteriormente parceira de outra conhecida criminosa, porém não se viu entre as notícias vinculadas, algumas importantes indagações:

  • Quando foi criado essa forma de prisão especial, em que “parceiros” possam dividir a mesmas cela e estarem apartados dos outros presos?
  • Que tipo de documento é esse, que presos possam ter situação equivalente a “casamento”?
  • A prisão representa o fim dos direitos civis, como forma punitiva de má conduta social, quando isso acabou?

Existem outras perguntas, mas apenas essas já servem para mostrar a triste realidade que vivemos, isso significa que se a pessoa é heterossexual e vive em conformidade com valores sociais, quando ele é preso, será punido mais do que aquele que é homossexual e terá direito a manter uma “relação estável” dentro da cadeia com direito a uma “ala” privativa e outras regalias.

Quando as pessoas vão notar que existe uma grande diferença entre direitos e as leis sociais, somos atacados como “preconceituosos” quando não aceitamos assistir passivamente que pares de homens e mulheres ajam publicamente como se estivessem entre quatro paredes e isso nos violenta da mesma forma que ao vermos um casal agir desse modo. O ponto que não é compreendido é que quando você se expõe, se torna refém de sua escolha e isso o compromete.

A vida sexual é além de uma escolha, representa uma relação com outro ser, e esse deve ser respeitado de todas as formas. As decisões devem ser conjuntas e aqui começam os problemas que os “gaysistas” insistem em ignorar. Se você tem o direito de fazer uma opção por qualquer forma sexual que seja, também tem o direito de mudar de ideia a qualquer tempo e não deve ser coagido a ser apenas de uma única forma, como assistimos os “gaysistas” fazerem com os “idiotas úteis” que inocentemente entram em suas fileiras.

Outro detalhe, não menos importante é que a opção sexual se refere a “atividade sexual” em si, ou seja, se não há atividade não existe porquê se falar em escolha. Dessa forma é um crime tentar induzir nossas crianças e pré-adolescentes a fazerem alguma escolha antes de terem idade e maturidade suficiente para entenderem o que isso irá representar em suas vidas. Isso se torna outra forma de pedofilia velada, é claro.

“Uma pessoa imatura pensa que todas as suas escolhas geram ganhos. Uma pessoa madura sabe que todas as escolhas tem perdas.” Augusto Cury

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