Nós vivemos em Matrix?

Uma analogia com a nossa realidade!

Apesar das críticas dos filosofos, de que o filme Matrix divesse trazido a pauta de assuntos cotidianos temas próprios de livros e ensaios filosóficos e que os mesmo acham que o debate de tais assuntos sejam próprios de uma cátedra! Contudo é relevante perceber o quanto é inspirador essas novas visões propostas em tal produção.  Cada cena apresentada poderia ser capaz de ser o assunto de um livro inteiro, contudo, gostariamos apenas de analisar a cena de introdução de Neo ao mundo de Matrix.

Nessa cena, o ator Laurence Fishburne (Morpheus) demonstra a keanu Reaves (Neo) o que seria o mundo virtual, como acessá-lo através da conexão neuro-computadorizada e quais são os resultados dessa interação. Os atores iniciam em uma sala branca com uma poltrona velha, as roupas e a sua imagem pessoal está modificada, como o detalhe do cabelo. O programa chamado de Construtor é a ferramenta utilizada para adquirir “ferramentas virtuais” como armas, equipamentos e alterar o modo com que entra em Matrix, como se assumisse um determinado papel. A explicação de Morpheus é de que as pessoas vivem no mundo virtual mas na verdade dormem no mundo real, a sua profundidade de interação e aceitação desse mundo “falso” produz no indivíduo uma necessidade natural de proteger esse mundo e isso os torna complacentes com os “sentinelas”.

Os Sentinelas, programas sensitivos, que fazem o papel de guardas no mundo virtual, eles vigiam todas as portas e possuem todas as chaves. Na verdade são apenas softwares, como os nossos antivirus, mas com aparência de guarda-costas no mundo virtual. Na verdade o que intriga nesse mundo virtual é justamente a escolha da época e da paisagem. A época atual (final do Sec. XX) e o uso do cenário em grandes cidades é bastante interessante. Oportunamente explicados como sendo devido ao momento em que estamos tão encantados com nós mesmos. Uma geração de pessoas encantadas com si mesmas e dentro do cenário ideal, as metrópoles criadas pela própria mente humana.

Não parece a primeira vista, mas Matrix é uma irônia, uma crítica acida e contundente ao nosso estilo de vida. Tão cheios de nós mesmos e tão vazios de qualquer conteúdo, uma geração de narcisistas que não se aguentam de tanto se auto retratarem que até uma palavra elegem para isso “selfie”. Basta observar nos trens do metrô, nos ônibus, nos pontos e nas esquinas. Pessoas adormecidas em usar uma tecnologia que os cativa e adestra, um olhar vazio e mãos ocupadas. Tantas pessoas agrupadas nesses locais contudo sem qualquer interação, como dizia um velho pensador, “com  diversas pessoas, mas uma sala de retratos“.

O que impressiona é a defesa como agimos para com esse sistema, quem já trabalhou em algum serviço de suporte ou assistência técnica e não ouviu frases incríveis como: sem celular me sinto nu ou não posso viver sem ele. Não importa qual seja o aparelho, ele já faz parte da vida e não se consegue se separar o ser humano da máquina.

Qual o resultado disso, estudiosos da Coreia do Sul e da Alemanha apontam para a “demência digital”, “O uso excessivo de smartphones e jogos digitais dificulta o desenvolvimento equilibrado do cérebro”, explicou ao jornal Joong Ang Daily, de Seul, o médico Byun Gi-won, do Centro para o Equilíbrio Cerebral. Da mesma forma o neurocientista alemão Manfred Spitzer publicou em 2012 o livro Digital Dementia que seria um alerta a pedagogos e pais para os perigos da excessiva exposição de crianças ao uso da tecnologia digital e que se deveriam dar alternativas fora desse universo. Isso mostra Luis Dufaur em seu post no site Mídia Sem Máscara que comenta quais os possíveis danos causados para as mentes em formação e como estes são irreversíveis.

Um mundo sem Deus, em que o homem é capaz de mudar seu próprio destino como o “escolhido” Neo, um messias para tecnólogos e internautas, seres capazes de grandes feitos mas incapazes de sairem desse mundo, inertes e adormecidos. A tecnologia fornece tudo, tudo que seja feito por um “copiar” e um “colar”, um mundo de cópias. Como diz no filme: “um mundo onde seres humanos não nascem mais, são cultivados“. Esta é a utopia da tecnologia, sermos totalmente independentes de nossas origens, da natureza e de Deus.

Não existe mais cultura, como alertava Nietzsche, o autor escreve o que vê na vida, o cotidiano e dá ao leitor uma imagem daquilo que o leitor também vê na sua vida e lhe diz “isso é cultura, essa é a língua e isso é a filosofia…”. O leitor se encanta e fica extasiado consigo mesmo e afirma em alto e bom tom, sou um filósofo, sou um linguista, eu entendo o mundo. Não percebe o engodo, a farsa e a fantasia. Olhem a sua volta, tantas palavras e conceitos novos, uma chuva de neologismos. Sofismas tão fáceis de entender, tão acessíveis tanto quanto a internet. Basta um plugar que o mundo inteiro estará a suas disposição, mas que mundo é esse?

A globalização acabou com a cultura nacional, os novos meios de comunicação acabam com a língua e o modernismo com a filosofia. O resultado de tudo isso são valores invertidos e buscas pelo sobrenatural, os velhos valores não são mais aceitos pois são dificeis, eles incomodam e constragem. O status quo não pode ser perturbado, somos os guardas desse sistema, da mesma forma que os softwares sensitivos de Matrix e não podemos aceitar nada que mude isso.

A mística não é mais explicada pela religião, os novos “crentes” idolatram a tecnologia, o modernismo e o comodismo e precisam de novos “deuses”, por isso a busca em terrenos inexplorados. Os velhos mitos são enterrados e as fantasias tomam seu lugar e quando alguém ousa falar o contrário é execrado em praça pública como um reacionário. Os estudos preparam os jovens para o que? São meros analfabetos funcionais, fazem de tudo, mas não entendem nada daquilo que fazem. São cidadãos livres presos em um sistema de respostas prontas. Desdenham o passado e aqueles que ainda o representam ( os velhos) e acreditam, como em Matrix que o mundo é apenas isso, aquilo que a mão do homem criou e não percebem que são as máquinas que comandam esse teatro de marionetes.

Se a coesão da nossa sociedade era mantida outrora pelo imaginário de progresso, ela o é hoje pelo imaginário da catástrofe” Jean Baudrillard

A sustentabilidade e o crime

Como uma demanda artificial pode ser criada

A Sustentabilidade de uma empresa, pode ser definida como “a forma de criar, manter ou incrementar uma “necessidade” pelos produtos ou serviços oferecidos por essa empresa”, mas isso pode ser feito pelo governo no momento em que estabelece que certos produtos ou serviços são ilegais em seu território e criando uma dificuldade para que as pessoas possam obter tais produtos e serviços. Como diziam nossos avós, “quando algo é proibido é mais gostoso.”

Historicamente falando, existem diversos casos que mostram essa situação como o famoso gangster norte-americano, Al Capone que enriqueceu devido a “lei seca”, proibição nos Estados Unidos da fabricação e da venda de bebidas alcóolicas, fato esse que incrementou tanto a procura como o preço de tais bebidas, o que tornou um mercado altamente lucrativo e muito disputado. A ironia dessa história é que Al Capone foi preso pela sonegação de impostos e não pelos assassinatos, a corrupção ou por causa das bebidas. As empresas de fachada que ele utilizava para “lavar” o dinheiro das vendas ilegais eram corretamente contabilizadas, mas ninguém se preocupou com a declaração do Imposto de Renda do montante repassado a Al Capone, o que acabou sendo o motivo de sua prisão.

A música e a máfia

Outro caso famoso, foi a suposta ligação entre Francis Albert Sinatra, o famoso cantor Frank Sinatra e a máfia italiana. Declarações que o cantor teria gravado diversos albuns apenas para que empresas de fachada pudessem “lavar dinheiro” ao adquirir diversos lotes de seus discos foi amplamente divulgado. As supostas ligações seriam devido a origem italiana do cantor e por ele e seus amigos, como Dean Martin e Sammy Davis Jr não serem considerados um exemplo de bons meninos e tivessem se metido em muitas encrencas, que no caso dos Velhos Olhos Azuis (Frank Sinatra) eram as mulheres.

O combate ao narcotráfico

Desde que a máfia descobriu as “drogas”, como um rentável comércio ilegal, as autoridades fiscais e policiais de diversos países tendem a coibí-la, contudo, o resultado de tais ações, normalmente é a manutenção de uma valorização no preço do produto a ser adquirido pelo seus “usuários”. As atividades da polícia do Rio de Janeiro são um ululante exemplo disso, quando começaram a “pacificar” bairros na capital fluminense, chamadas ironicamente de comunidades, provaram que: sabiam a localização dos traficantes, conheciam a sua atuação nas chamadas comunidades e com que o grau de “cumplicidade” isso era feito na frente dos cidadãos comuns.

Não se pode considerar “ignorância” nas atuações anteriores e que as mercadorias apreendidas apenas eram uma amostra do total a ser disponibilizado nessas comunidades e que o resultado dessas atuações era apenas um aumento do preço da “droga” comercializada.

A Pirataria no Brasil de hoje

Desde as últimas décadas, existe no Brasil um incrível mercado para produtos pirateados, ou seja, produtos industrializados que não pagam impostos ao entrarem em nosso país e são cópias de produtos originais que pagam. As principais discussões na mídia nacional são a respeito do prejuizo que os autores de obras copiados estariam tendo, mas e o outro lado dessa moeda.

Um exemplo disso é a indústria dos CDs e DVDs, enquanto fazem inúmeros cálculos a respeito do que os autores, cantores produtores de filmes e estúdios de gravação perdem com a reprodução de mídias piratas e os brasileiros que perdem nisso? Quem faz os cálculos por eles?

Empresas multinacionais constroem indústrias para produzirem CDs e DVDs nos países do leste da Ásia, os chamados “tigres asiáticos”. Com subsídios de impostos mais a mão de obra local barata, produzem milhões de cópias. Estas cópias são adquiridas por grandes importadores em países como o Paraguay. Posteriormente, serão distribuidos para grandes redes de lojas que irão vender para pequenos interessados. No caso que estudamos, brasileiros que pretendem fazer cópias de filmes e músicas.

O objetivo dessas cópias é serem vendidas em pequenos “camelôs” em todo o nosso território, contudo após entrar através de nossa fronteira como mercadoria destina a um fim ilícito, ela será confiscada e destruida, caso seja descoberto no meio utilizado para esse transporte ou em algum lugar destinado ao seu armazenamento provisório.

O resumo dessa história é, a mercadoria que acaba sendo inutilizada cria uma demanda artificial, pois os brasileiros que perderam as mercadorias, precisam repor seu estoque e são os únicos com prejuizo. Os lojistas no Paraguay, receberam pela mercadoria e vão adquirir mais delas; os grandes distribuidores receberam por toda mercadoria vendida e vão pedir mais mercadoria e as multinacionais que fabricam as mídias nos “tigres asiáticos” receberam pelo que produziram e vão produzir mais.

Ou seja, a ação das autoridades brasileiras não repõe o prejuizo dos autores, cantores, grandes estúdios e gravadoras mas apenas cria uma forma da mercadoria ser “consumida” sem chegar aos consumidores e pior ainda, uma maneira de valores nacionais serem mandados ao exterior sem nada agregar ao nosso país, a evasão de divisas, como sempre, não beneficia ninguém, a não ser os estrangeiros.

“Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo.” Abraham Lincoln

A vitória da mediocridade!?

Somos ou não um Homer Simpson da vida

Podemos ver em postagens pela internet e pelas rede sociais, idéias que mais parecem trechos de comédias Stand-up e que começaram a se integrar nas conversas do dia a dia. Pensamentos, pérolas e citações jogadas ao vento que a princípio chegam a ser até inocente mas que começam incomodamente a frutificar. Aquele velho ditado é sempre verdade: quem planta ventos, colhe tempestade.

Uma palavra que está sendo literalmente enterrada é o termo “consequência”, como outros que nem “bom senso” e “educação”(aqui não apenas o objeto de trabalho das instituições de ensino). Quando expomos uma idéia através de um silogismo não basta que tenhamos premissas verdadeiras, a lógica exige um fim, um objetivo para a idéia proposta, ou seja, a premissa não é um fim em si mesma. Isso apenas para iniciar a conversa e outra coisa, existem consequências para tudo que fazemos, não importa o tempo, o local ou a situação e para quem será a consequência, ela inevitavelmente virá.

O nosso objetivo não é dar uma aula de filosofia mas apenas alertar para pequenos pensamentos inconsequentes que podem prejudicar o nosso futuro nesse planeta. Começamos por uma pequena premissa: ninquém em sã consciência e sendo uma pessoa de boa moral e de bons costumes, jamais aceitaria um ato violento, um prejuizo ou algo que ferisse uma criança, uma mulher, um idoso ou um animal. Mas porque temos tantas frases de “não machuquem crianças” ou “cuidem bem de seu animal” e coisas desse tipo, pois quem faz algo assim é criminoso e existem leis para coibirem e até para punirem esses tipos de ações. Contudo não é esse objetivo que se encontram nessas frases, não é feito para as pessoas más, mas são criados para nos doutrinar e nos fazerem acreditar em “maus tratos” em toda a parte e o pior, que somos incopetentes para lidarmos com isso. Eles querem que passemos para o Estado toda a responsabilidade de cuidar de nossos mais indefesos elementos.

Ainda por cima, existem coisas muito mais perigosas por trás disso, como a preparação para uma cultura que aceite a “zoofilia”, como se está sendo feito em órgãos de psicologia com o conceito de “pedofilia”, que se pretende retirar da lista de transtornos mentais. Para os que não conhecem o termo, eis a explicação do dicionário:

Zoofilia, do grego ζωον (zôon, “animal”) e φιλία (filia, “amizade” ou “amor”), é uma parafilia definida pela atração ou envolvimento sexual de humanos com animais. Tais indivíduos são chamados zoófilos. Os termos zoossexual e zoossexualidade descrevem toda a gama de orientação humana/animal.

Cuidar de crianças, idosos e animais é dever de todos, porém não podemos “trocar os pés pelas mãos” e compartilhar tudo o que parece “bonitinho” e feito de “bom coração” se não analisarmos a real intenção por trás de belas palavras, podemos estar colaborando com uma forma de inverter nossos valores. Gosto de meu bichinho de estimação mas amo meu filho e não o contrário e não existe ONG ou entidade que prove o contrário. O seres humanos são criticados pela forma com que cuidam do planeta e dos seres vivos que aqui vivem, contudo temos consciência disso e se alguém pode mudar alguma coisa, somos nós mesmos, porém sem abrirmos mão da nossa posição e de nossos valores.

Existem “ateus” e existem “atoas”, são pessoas inconformadas com a própria existencia que tentam minar a fé dos outros com pensamentos expúrios e mesquinhos que são repetidos por pessoas inocentes e até de boa fé. Como um que eu vi, escrito em um túmulo, antes de lembrar dos mortos, lembre de quem está vivo. Não me dou ao trabalho nem de repetir na sua forma exata, pois é uma amostra daquilo que produz uma mente pequena e egoista. Se não gosta da fé, pelo menos se cale, mas quando abrir a boca, pelo menos pense um pouco, antes de proferir alguma coisa. Se você tem a chance e a oportunidade de estar desfrutando dessa vida, isso não é atoa, existiram muitas e muitas pessoas que passaram por aqui primeiro, pessoas essas que já deixaram essa vida e lutaram, como sempre a humanidade lutou, para deixar algo melhor aos seus descendentes. Na religião temos diversos bons ensinamentos sobre isso, mas para os que não creem, basta estudar a história e principalmente a geopolítica para ver isso e entender.

Ame o seu semelhante, mas honre seus mortos, pois só sabe quem é, aquele que conhece de onde veio!

Para bem entender Maquiavel

Outra pobre vítima das novas idéias é Nicolau Maquiável, existe gente que até questiona a criação de sua maior obra “O príncipe“, que nem deveria ter sido escrito. Oh! Pobre criatura, são inumeraveis os benefícios dessa obra, desde a língua Italiana, para a história e a administração pública. Os historiadores puderam rastrear em suas citações, obras perdidas da Idade Antiga, sua divulgação, ajudou na disseminação do dialeto florentino por toda a Itália e se você não gosta de Maquiavel, lembre-se:

Se não aprender com o Príncipe, seu inimigo aprenderá.

Pela primeira vez, foi sintetizado a arte da manipulação, da Administração Pública e de todas as formas de recursos que os poderosos poderiam dispor para alcançar, manter e expandir seus reinos. Não importa como eles o conseguiram, se por nascimento ou conquista, se através da religião ou nomeados ou eleitos. Todos tem de conhecer o Príncipe e não importa nem um pouco, se a pessoa a quem se destinava a obra, teve um real benefício dela. A humanidade tem hoje, esse benefício.

A Guarda Pretoriana

Maquiavel citava sempre o Império Romano e seus Imperadores, pois aproventando a deixa, vou para um assunto mais moderno. A crise que sofremos com a juventude e a polícia. Um jovem morto por um policial causou forte indignação em sua comunidade e artistas criam uma campanha sobre a tragédia: “por que o senhor atirou em mim?”.

Contudo, basta uma nova visão desse quadro que teremos um novo papel para cada personagem, a vítima aqui não é apenas o rapaz morto, mas o policial também, vítima de um sistema que deliberadamente não o prepara e que o julga se algo dá errado.

Na Roma Antiga, o exército era formado pelas legiões e cada legião tinha funções específicas, mas uma era a mais especial, a Guarda Pretoriana, a guarda pessoal do Imperador. Sua função era ser a única força policial e armada dentro dos muros de Roma, o uniforme deles não era vermelho como os dos outros centuriões (soldados) mas era escuro e tinham privilégios, como os únicos a terem permissão a portar armas e podiam prender sumariamente qualquer pessoa. No início isso foi bastante útil ao Imperador, que confiando em sua guarda pessoal, poderia ordenar a prisão de qualquer inimigo ou opositor e não importava se ele fosse rico ou tivesse um cargo público, como Senador.

Contudo, o ponto mais dificil de se delegar algum poder é, o que a pessoa que recebeu tal dádiva pode realmente fazer com ela e isso que Maquiavel mostra com maestria. A Guarda Pretoriana se percebeu do poder que tinha em suas mãos e começou a prender Imperadores e trocá-los como bem entendiam. A crise política que se seguiu foi profunda e ajudou a desencadear o fim do Império Romano. Voltando ao nosso tempo, os políticos com isso aprenderam que jamais podem delegar poder demais as forças policiais, pois se as mesmas estiverem descontentes e existirem fatos que manchem as suas reputações, quem poderá impedir que sejam eles os alvos dos seus próprios protetores.

Se não preparam a polícia, são obrigados a aparelhar, e se com poucas condições, ainda assim, eles fizerem bem o seu trabalho, será pela força da lei que os amordaçam. Uma democracia tímida e sem respaldo popular teme qualquer grupo que lhe obrige a fazer aquilo que é necessário. No frigir dos ovos, não importa quem atirou ou quem recebeu o tiro, somos todos culpados por manter um sistema que não dá objetivos concretos aos jovens e os mantém em uma ignorância de suas capacidades e ainda divide a sociedade, dizendo quem é inimigo de quem e não permitindo que se façam trabalhos em conjunto em pró a toda a nação.

“Os homens são tão simples que quem quer enganar sempre encontra alguém que se deixa enganar.” Nicolau Maquiavel

Dia do Solteiro faz sucesso na China!

Para competir com o Cyber Monday americano

Criado em 2005, o feriado de 11 do 11 dos chineses foi criado para rivalizar com a entrada de “valores ocidentais” como o feriado de Ação de Graças dos norte-americanos. A data escolhida seria por causa do número 1 (solitário) a procura de seu par. Que desta vez, chegou a dobrar o sucesso que obteve em 2012. As ofertas comerciais desse dia teriam por objetivo que os corações solitários pudessem encontrar um novo amor.

Os números são surpreendentes, começando pelo total de vendas realizadas, mais de 4.297 milhões de Euros, cerca de quatros vezes mais que o Cyber Monday norte-americano do ano passado. O site de vendas da Alibaba, que pertence em parte ao Yahoo (24%) conseguiu mais de dez vezes o número de vendas de um dia qualquer com uma média de 83%. Mais de 402 milhoes de Internautas visitaram os sites, Alibaba, Taobao e Tmall que tiveram como campeões de venda, os smartphones, camisolas e lingeries.

Teve até mesmo uma concessionário de automóveis que chegou a ofertar via internet mais de 13.000 veículos.

O sucesso do site Alibaba também se mostra na Bolsa de Ações, sendo a mais valorizada frente o Facebook, com 142,000 milhões de euros em comparação com os  77,000 milhões de sua estréia no mercado.

Fonte: El País

Subir para cima e sair para fora! São erros?

 ‘Las 500 dudas más frecuentes del español’

“As 500 dúvidas mais frequentes do Espanhol”, esse é o título do mais novo manual do Instituto Cervantes, apresentado em Espanha por García de La Concha, diretor do Instituto, que iniciou a apresentação lembrando da última vez que teve uma dúvida em linguística e mencionou, “Dudar es comenzar a acertar” (Duvidar é começar a acertar).

O título acima é parte da tradução do utilizado na matéria escrita por , no El País. De forma a questionar os leitores a procurar seus erros no uso cotidiano do idioma e não podemos omitir as semelhanças entre o Português e o Espanhol em termos de usos e desusos. Como pede García ao propor uma campanha: ‘No maltrate el español. Hable y escriba bien”.

“Não maltrate o Português. Fale e escreva bem”

Sua campanha poderia muito bem ser “importada” para o nosso Brasil e para o nosso idioma tão “maltratado” por causa da preguiça, dos vícios de linguagem, dos SMS dos celulares, dos chats de internet e por muitos outros. Como aconselha García: “El gran problema proviene de la lectura. La fijación de la norma y la riqueza de uso no se aprende en la teoría de un libro, se aprende a base de leer, uno se va empapando. Más libros, más libres. Más libros, más cultos. Más libros, más ricos”.

“O grande problema vem da leitura. A fixação da norma e da riqueza do uso, não se aprende apenas na teoria de um livro, a aprendizagem é baseada na leitura, agregando. Mais livros, mais livres. Mais livros, mais cultos. Mais livros, mais ricos”.

Ainda ressalta que a norma não é apenas uma convenção da Academia,  é um aspecto da descrição da língua do falante médio culto. A obra de consulta foi coordenada por Florentino Paredes, Professor da Universidade de Alcalá e sai após um ano do éxito literário “El libro del español correcto” , também do Instituto Cervantes que teve uma tiragem de 15.000 exemplares vendidos.

Para quem quizer acessar o original, o link é:

http://cultura.elpais.com/cultura/2013/11/12/actualidad/1384268754_274100.html

Como sempre, um bom exemplo de cuidado com o idioma!

Fonte: El País

Internet: mãe ou madrasta “má”

Os ensinamentos implícitos na rede

Se existisse uma materialização antropomórfica (forma humana) da Internet e essa fosse a sua casa oferecer os serviços de babá. Pelo amor de Deus! Esconda as suas crianças, não poderia existir babá pior!

Desculpem pela dramatização inicial mas é isso que realmente vemos no uso da Internet. Independe das belas mensagens, dos pensamentos de pessoas ilustres ou das fotos de gatinhos, a Internet é uma “má” orientadora no quesito “hábitos”. Ou seja, não é aquilo que acessamos que nós dá as maneiras, mas como nós realizamos essas tarefas.

Não é preciso ser Hacker para ser um “cybercriminoso”, o que se dissemina pela rede são as sutilezas de diversos mal hábitos, como as três maiores mentiras:

  • sou maior de dezoito anos;
  • lí e concordo com os termos do contrato;
  • Status: ocupado.

Esses são alguns pequenos exemplos, como também, os códigos para se usar um programa de graça, dar vida infinita a um personagem de jogo, espionar as mensagens do facebook do(a) namorado(a), baixar filmes de graça, copiar trabalhos e certidões de graça e apresentar como seus, etc… etc.. etc… ad infinitum.

Muitas pessoas imaginam que essas ações não geram, muitas vezes, prejuizo para ninguém e são tidas até mesmo como engraçadas. Porém, convenhamos, quando as crianças e os jovens entram em contato com o mundo virtual, que tipo de lições estão recebendo. Quais valores estarão cultivando e que exemplos irão seguir.

Apesar da idéia de muitos, valores não têm propriedade, não possuem nem dono nem “marca”. A ética não é privativa a algum grupo ou o caráter é característica que apenas cobramos nos outros. Recentemente li que “um bom vocabulário” é um valor “burgues”. Isso sim é um preconceito, ou esquecemos que “bom vocabulário” é também quesito para os “operários da língua” como jornalistas e escritores.

Podemos alterar essa imagem

Como o mundo virtual é mais um mundo multimídia, onde imagens, sons e idéias se mesclam, ele fascina mesmo a nós, usuários.  Aprender a “navegar” vicia e contagia, apesar de contrariando Fernando Pessoa, navegar não é tão preciso, quando falamos de sites, chats e e-mails. Um mundo de possibilidades, uma biblioteca que possibilita pesquisar um item em diversos livros ao mesmo tempo. Imaginem o avanço que isso representa para a humanidade, há alguma décadas, isso era apenas um sonho. Isso é que o torna um mundo “perigoso”, pessoas mal intencionadas ou até mesmo, nossa própria curiosidade pode nos armar diversas ciladas. Para que isso não ocorra, o que devemos fazer?

  • nos policiarmos a nós mesmo (sejamos vigias de nosso uso da internet);
  • estabelecer horários para navegar ( se não conseguir isso é porque o negócio é “vicio” mesmo);
  • qual a proporção entre a nossa vida social “real” e “virtual”. Você tem mais amigos no face ou no bar?
  • que tipo de lições repassamos para outras pessoas, burlar regras e “piratear” conteúdos.
  • teria coragem de agir da mesma forma na vida real? Uma auto-avaliação pode fazer bem!
  • quais os exemplos que você dá para os seus filhos? Mostra que nem tudo que se faz no mundo virtual vale para o mundo real?
  • reserva um tempo para atividades positivas, leitura e vídeos que melhorem seu “astral” ou só procura as tragédias?
  • somos o que fazemos ou fazemos o que somos? Nossas atitudes realmente demonstram nossa opinião ou apenas seguimos as tendências da rede?

A ditadura do “politicamente correto”

Como diz o filosofo Olavo de Carvalho, não importa mais a nossa idéia, desde que seja a mesma idéia dos outros. Estamos vivendo uma “ditadura democrática”, onde os outros mandam em nossa mente e censuram nossa palavras. Um mudo de rótulos, que para poder ser contra ou a favor, você deve seguir algum quesito mínimo. Se é “contra o aborto” você precisa ser católico e cristão, se fala de disciplina, é reacionário, se gosta de mulher, é ‘tarado’. Um mundo de exageros e idéias “pré-concebidas”, não existe a tolerância, o questionamento, a busca de razões do outro, apenas o seu próprio ponto de vista, mesquinho e egoista.

Pessoas são “crucificadas” nas redes sociais apenas por causa de suspeitas de vizinhos e os casos acabam na justiça! Como isso pode? Não somos todos falíveis, ou como disse o Papa Francisco, “somos todos pecadores!” Antes de julgar qualquer um, devemos analisar as nossas próprias atitudes. O que fariamos se estivéssemos no lugar dele? Aonde foi para a empatia e a condescendência?

Gostar dos outros e das opiniões alheias não é uma obrigação, mas respeitar é. Principalmente para os grupos que só gostam de exigir, mas não aceitam nenhuma contrariedade.

Existe um tempo e uma medida para tudo

Dos “crimes” cometidos pela Internet, esse é o pior, o exagero, até mesmo a água em demasia, afoga! As coisas feitas de forma extravagantes ou fora do tempo não são saudáveis, beber em excesso causa cirrose, comer em demasia, ou causa “dor de barriga” ou uma “obesidade móbida”.

Para podermos criticar, temos de conhecer; para podermos falar, precisamos primeiro ouvir! Assistimos tudo invertido, os jovens aprendem cedo a exercer a criatividade mas sem conteúdo, os resultados das provas do ENEM são gritantes. Muitos pensam até que são feitos apenas por mera  gozação! Que preparação esses jovens estão tendo?

Amar é bom, carinho é bom! Mas, como disse, tudo tem limite, confunde-se tudo, confudem amizade com sexualidade e sexualidade com promiscuidade! Pronto, já tem manifestante de boca aberta para gritar alguma frase em pró a “liberdade”, que “liberdade”! Como dizia minha mãe: entre quatro paredes, pode tudo! Mas não é isso que eles querem, não! Eles querem agredir, incomodar, desestabilizar o sistema!

O valores não pertencem a uma classe social ou um grupo, a amizade é algo tão valioso para vender tão barato, estimem aquilo que possuem, você não escolhe a família em que foi criado, não escolhe o amor da sua vida mas os seus amigos, você pode escolher!

Caros colegas, “projetos” de “revolucionários”, o sistema é formado por todos, por mim, por vocês, aquilo que vocês estão derrubando não é a casa do vizinho, não! É a sua própria casa que está caindo, que futuro querem criar para vocês mesmos. Uma analogia bem boba, a sociedade é um sistema dinâmico, ou seja, precisa da atuação de todos para continuar em frente, isso é, parece com uma criança andando de bicicleta, se ela parar de pedalar, acaba caindo!

O valor daquilo que adquirimos

Por mais que não gostemos do sistema, que critiquemos o Capitalismo Selvagem e as suas consequências na Sociedade Moderna, ele é imprescendível para o nosso modo de vida. Trabalhar e obter um ganho monetário é condição “sine qua non” ( necessária ) para sobrevivermos, ou seja, adquirir bens e serviços, desde os mais básicos até os mais supérfluos. Todos sabem disso, mas no momento em que navegam pela Internet, os ícones coloridos se tornam figuras sedutoras que nos induzem a querermos o contrário.

Por mais interessante e vantajoso que seja adquirir um bem ou serviço por um pequeno valor ou quase zero, devemos nos lembrar de certas leis ou regras. Nada pode ser tão bom se for oferecido de graça, ou seja, como diziam os antigos: “esmola demais, o Santo desconfia…

Nesse caso, não podemos exigir muito daquilo que nos é oferecido por tão pouco, pois pode haver alguma outra razão por trás. A primeira regra nesses casos é desconfiar de tudo.

A desconfiança como regra de sobrevivência

Antigamente, os homens temiam aquilo que não enxergavam ou aquilo que não conheciam, no caso da Internet, os perigos estão bem visíveis, na verdade são coloridos e em alguns casos, piscam, dançam e nos convidam a entramos em sua boca e descermos garganta abaixo.

Temos de nos policiar, pois as facilidades estão na nossa frente, não adianta falar que isso não é certo ou aquilo não é lícito se acabamos sempre entrando em mais uma “pirâmide” para ficarmos milionários ou acreditamos nas mais absurdas fofocas. A lição de vida do Facebook é “somos livres para curtir e compartilhar aquilo que gostamos e aquilo com que concordamos mas não somos obrigados a concordar com tudo.

Nesse caso, devemos obrigação apenas com a nossa consciência e os nossos próprios valores, não adianta concordar com os outros só para fazer bonito ou ser “politicamente correto“. Que age assim é demagogo, não pode ser de confiança pois sempre mudará de opinião. A verdade é sempre coerente e não muda de cor, de lado ou de sabor, apenas porque o personagem é outro. Para cada direito reinvidicado existe um dever a ser cumprido, a cada vantagem adquirida, existe algo que devemos abrir mão.

São inicialmente regras de vida, mas com cuidado e boa vontade, podem servir de baliza para podermos navegar pela rede com segurança e para podermos realmente retirar algo produtivo dessa jornada! Boa Sorte!

“Na internet todos são filósofos, poetas, inteligentes…
Na internet todos são belos, felizes, muito ocupados e bem sucedidos.
Sei não… Acho que eu vou me mudar pra lá.” Christian V. Louis

O que é um anjo?

Quem ou o que é um anjo?

A pergunta “quem”, revela um certo antropomorfismo (aspecto humano) a um ser etéreo. As representações deles são sempre como pessoas, claro que, com asas e algumas armas ou roupas do passado, contudo eles não são humanos. Um texto a respeito de “Anjos” no Wikipédia não pareceu ter sido feliz na escolha do “conceito” de Anjo.

…conforme relatos bíblicos, são criaturas espirituais, conservos de Deus como os homens (Apocalipse 19:10), que servem como ajudantes ou mensageiros de Deus. Os Anjos também podem ser considerados escravos de Deus no que tange ao sentido lato da palavra escravo, isto é, o que vive em absoluta sujeição a outrem.”

Os anjos estariam muito mais para um outro analogismo, diferente de escravos, mas para Samurais. Os guerreiros japoneses que tem por tradução  “aquele que serve“.  Os Samurais eram militares e administradores do período feudal japonês, assumiam a responsabilidade de gerir aldeias, distritos e exércitos em nome de um Daimiô (senhor feudal). Teoricamente, não recebiam um salário, mas uma parte da produção que administravam. Seu código de vida, o Bushido era seguido a risca. Suas característicam eram a disciplina e a lealdade com o seu Senhor. A desonra ou a morte de seu Senhor era sua desonra e a sua morte.

A cerimônia do Seppuku (suicídio) era realizada ou por ordem seu Daimiô, ou por determinação dos líderes superiores do Xogunato (hierarquia de comando) no caso da desonram de todo seu clã.

Os Anjos, da mesma forma, estão ligados a Deus, por um juramento eterno, os Samurais, até a morte. No juramento dos anjos, eles prometem obediência, lealdade e veneração ao Nosso Senhor por toda a eternidade e em troca recebem o “poder sobre toda a criação”. Ou seja, eles são pagos, sim! A diferença com os humanos é que os Anjos não possuem o “livre arbítrio” que estes receberam de Deus. Eles não possuem remorso ou qualquer baliza moral que os homens possuem, como também uma alma.

  • O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. (Gênesis 19, 24)

Esse trecho da Bíblia ilustra bem o papel dos Anjos perante Deus. Ao encontrarem Abraão, eles lhe contam sobre o que ocorrerá a cidade de Sodoma, Abraão com pena das pessoas, lhes pergunta “E se encontrarem 50 pessoas boas em Sodoma, irão destruir a cidade?” O que o anjo responde que não. Abraão repete várias vezes a mesma pergunta, diminuindo sempre o número, até chegar a 05 e o anjo sumir no horizonte. Como apenas encontraram 04 pessoas boas, a cidade foi destruida.

A diferença entre Abraão que se compadesce do destino dos Sodomitas e o Anjo, é que ele teria destruido a cidade independente do número de pessoas boas lá encontradas. O seres etéreos seguem a risca uma ordem e não se abalam por nada. A definição de “certo” para eles é unicamente a vontade divina.

O poder dos Anjos é outro ponto controverso, eles possuem a capacidade de destruir qualquer coisa, podem matar apenas com o olhar ou proferindo o nome de quem seja seu alvo mas na maioria das vezes eles trabalham para a “salvação” dos homens, ou seja, os encaminhar de volta a Deus. Muitos relatam sobre a intervenção deles em acidentes ou catástrofes e como salvam pessoas, o que gera dúvidas sobre a vontade divina. Por qual motivo Deus enviaria seus enviados a resolver alguns casos e outros não? Quais razões ele teria? Sinceramente, nunca saberemos!

Os Anjos da Morte

No site, existem diversos Anjos e descrições de suas atuações, apenas gostaria de citar mais uma: os Anjos da Morte, mas que não se confunda com a própria Morte, que possui a sua própria imagem perante os homens.

“Quando um humano está próximo ao momento de sua passagem mas por dúvidas ou medos, não esteja preparado para realizar tal viagem, somos nós compelidos a nos aproximarmos dessa pessoa. Ela irá nos ver como outro humano e irá nos ouvir em sua própria língua, porém essa não é a nossa imagem verdadeira e não falamos as línguas dos homens. Tanto a aproximação com a tal pessoa, a imagem assumida e a língua que ele irá escutar são obras do Espírito Santo através do efeito chamado de “Pentecostes”, o mesmo que fez os Apóstolos de Nosso Senhor a se comunicarem com os estrangeiros, cada um em seu próprio idioma. No colóquio que travamos com a pessoa, ela irá escutar exatamente o que precisa, sua alma estará em paz e sentirá um forte regozijo. Quando encerrarmos e nos despertimos, geralmente eles perguntam se nos veremos de novo, a resposta é sim. Apesar de não ser mais nesse mundo, agora ele está pronto para realizar a passagem e após isso irá nos ver novamente, ou na forma humana que nos viu antes ou como uma forte luz. Nesse momento soa o som de grandes asas…

“Os anjos bons puderam fazer isso em suas forças naturais, mas eles não se intrometem nas coisas humanas e visíveis fora da ordem da natureza, a não ser que sejam enviados especialmente por Deus, e, por isso, as coisas que fazem fora da ordem das coisas sensíveis são milagres e sempre foram tidas por milagres, pois é Deus quem as faz por mistério dos anjos” (Papa Bento).
 

O tijolo e a palavra

O tijolo sonha em ser…

A palavra sonha em ser…

Com tijolos construímos prédios,

Prédios que abrigam pessoas…

Com palavras construímos idéias,

Idéias que melhoram a vida das pessoas!

O tijolo almeja em ser…

A palavra almeja em ser…

Com tijolos construimos estradas,

Estradas que conduzem as pessoas de um lugar para outro!

Com palavras construimos um caminho,

Um caminho entre o que fomos e o que seremos!

O tijolo sonha em ser…

A palavra sonha em ser…

Com tijolos contruimos pontes,

Pontes que ligam cidades, países… pessoas!

Com palavras nos conectamos,

Nos conectamos com a alma e o coração das pessoas!

Como o tijolo, a palavra é instrumento,

Instrumento para construir idéias, caminhos e conexões,

Ferramentas para um novo mundo e ferramentas para a paz!