Ironias da vida: do Discurso à Realidade


A tradição das belas palavras e dos mal feitos

Neste país existe um costume de se fazerem belos discursos, com muitos enfeites mas com nenhum conteúdo, isso lembra bem a frase, “para inglês ver“, que teria sido criada na época da vinda família real ao Brasil, escoltada pela frota inglesa e que devido ao agradecimento pelo seu ato foi muito agraciada em nossa terra.

A cidade do Rio de Janeiro, que se tornou a capital do novo reino, teve as fachadas de sua casas reformadas e outras benfeitorias que eram apenas um modo de disfarçar os modos primitivos de seu povo. Hoje, isso aparece em muitas áreas, o Brasil se tornou um grande produtor de arte efêmera, produções suntuosas de pouca utilidade. Perdem o sentido de que, as vezes, as coisas simples podem beneficiar muito mais do que meras obras de fachada.

Uma situação ululante é o cinema nacional em contrapartida ao comerciais de propaganda, os filmes são de baixa produção com um layout pobre e suas histórias são de dar pena, apenas tristezas. Agora, as propagandas são bem produzidas, layout de primeiro mundo com histórias cativantes. Isso apenas mostra que, quando é necessário uma análise mais profunda, ou passar um melhor conteúdo, nossos especialistas perdem o rumo.

Mas e na vida, no dia a dia, as pessoas preferem escolher a beleza em vez da utilidade, o imediato em lugar do perene, daquilo que realmente beneficia a ele e aos outros. O Brasil é um dos países que mais faculdades possui, o que a princípio seria ótimo, mas realmente o que o mercado nacional necessita é de técnicos. Pessoas que ponham a mão na massa. Planejar, organizar,decidir e fiscalizar são atividades importantes, mas quando tem muito cacique pra pouco índio, as coisas não acabam bem.

O objetivo dessa publicação é a reflexão, aquele momento em que a pessoa para e analisa a sua vida, o que você faz que realmente importa. Quem será beneficiado por elas, quais as consequências de suas atitudes e quanto tempo elas continuaram a existir? Muitas perguntas, tantas que poderia se fazer um livro disso.

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