Comunidades de comunidade: uma nova paróquia


As novas ações propostas pela CNBBupload_j97F0OA1CA54cmtC7dXg25i5F

Foi com a alegria que encontrei os novos textos da CNBB, “Comunidades de Comunidade: uma nova paróquia” e o “Recuperar a comunidade como dimensão essencial da vida cristã”, através do blog católico, Profissão de fé, o qual eu sigo.

A história como sempre se repete, o início lembra os desafios de Jesus com a deterioração das comunidades judaicas em sua época, devido ao avanço do Império Romano e das novas influências trazidas de lugares distantes e os resultados nessas comunidades. Transporta nos a época atual, aonde as novas tecnologias que deveriam integrar o homem, o torna cada vez mais distante de seus irmãos.  O papel da televisão, do celular e do computador nessa nova etapa da jornada da humanidade.

A proposta, ao meu ver, é um retorno as raízes, uma volta as comunidades assim como elas eram no princípio desse país. Pois como vim de uma cidade pequena do interior, nós tínhamos um senso muito forte de paróquia, a coisa mais comum era se perguntar aos outros, a que paróquia você pertence, São José, São Judas Tadeu, Nossa Senhora da Conceição, Santo António e outras…

Havia um senso de participação “ativa” nessas comunidades, ou seja, diferente dessa nova forma onde as pessoas reclamam de “intromissões” na sua vida e desse senso de “vida privada” que é tão egoísta e mesquinho. Essa nova forma de vida, tão presos ao que lhes pertence, tão medrosos do que os estranhos podem lhes fazer. Como diz um ditado espanhol, “vivir con miedo, és viver la médias”, viver com medo é viver pela metade.

Aqui seria uma “boa” teologia da Libertação, diferente daquela Marxista e diferente daquilo que entende os “pseudo-tradicionalistas”, o nosso Senhor disse, “a verdade vós libertará”, libertar de nossos pecados, nossos medos, dessa vida pela metade, desse mundo mesquinho e egoísta. Nada daquilo que li em um comentário, “libertar de Deus”. Como pode isso!? Deus não nos prende, Deus nos liberta para o seguirmos, de nossa livre vontade, com todas a nossas forças, esperanças e com tudo aquilo que é bom e justo.

Como era diferente esse tipo de vida, agora de novo proposto, ajudar apenas por ajudar e receber em troca muito mais do que deu, sem nada esperar. Fui convidado certa vez a ser festeiro na paróquia de Santo António e posso dizer que compensa tal tipo de trabalho, o convício social é outro, apesar daqueles que pensam pequeno, mas isso existe em toda a parte, posso perceber isso pela internet. Como era interessante as trocas de experiência proporcionadas, as pessoas convidavam umas as outras a irem em sua paróquia para demonstrar como de forma ativa, eles ajudavam nessas comunidades. As celebrações, as quermesses, as romarias, as procissões e todas séries de atividades, como os dizimistas, as catequeses, os cursos de padrinhos e noivos, as pessoas simplesmente apareciam e perguntavam, em que eu posso ajudar.

“É preciso aprender de Maria a disponibilidade total com que Ela recebeu Cristo na sua vida.” Twitter do Papa Francisco 18/05/2013

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