O Lema dos Cavaleiros Templários


Non nobis Domine, no nobis sed nomini Tuo da Gloriam

Este lema, simples em suas palavras retrata o modo de vida escolhido pelos Cavaleiros Templários. Significa literalmente, Não para nós Senhor, mas para glória do teu Nome”.  A sua interpretação é muito maior:

Humildade: O primeiro voto dos Cavaleiros era o de pobreza, muitos voluntários vinham de famílias nobres e isto representava um significativo passo para eles. Cair na escala social para servir a Deus servia de inspiração a eles, um modo para purificar seus corações.  Como um esmeril que com o atrito dá polimento ao aço, o sofrimento constrido da alma conduz ao caminho da Salvação.

“A humildade é o primeiro degrau para a sabedoria”. (São Tomás de Aquino).

Desapego: Ao abrir mão dos bens materiais, o espírito fica livre dessa carga e se torna apto a receber as bençãos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Como uma esponja seca que se enche com a água, a alma que se desapega desse mundo  e se enche com o poder do Espírito Santo.

“Enquanto o amor humano tende a apossar-se do bem que encontra no seu objeto, o amor divino cria o bem na criatura amada” (São Tomás de Aquino).

Obediência: A fidelidade era outra marca dos Cavaleiros Templários, o que gerava grande temor no coração de seus inimigos. Quando em batalha, mesmo em menor número ou em iminente derrota, esses Cavaleiros não desistiam e lutavam até a morte, e apesar disso, quando capiturados pelos Sarracenos, os Templários não renegavam sua fé, não proferiam nenhuma palavra contra Nosso Senhor ou contra a Igreja e não se convertiam ao Islamismo, mesmo sob tortura ou sob qualquer chantagem ou ameaça.

“Um Cavaleiro Templário é verdadeiramente, um cavaleiro destemido e seguro de todos os lados, para sua alma, é protegida pela armadura da fé, assim como seu corpo está protegido pela armadura de aço. Ele é, portanto, duplamente armado e sem ter a necessidade de medos de demônios e nem de homens.”
Bernard de Clairvaux, c. 1135, De Laude Novae Militae—In Praise of the New Knighthood

Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici”,  A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão. Este nome parece para muitos como uma “ironia“, a palavra “pobres” não seria a melhor maneira de descrever a que foi a mais poderosa força militar e econômica da Europa por quase três séculos. Um conjunto de homens motivados e bem aparelhados que deram forma aos objetivos da Igreja Católica, como a tomada e manutenção da Terra Santa, a proteção dos peregrinos e a guarda de diversos tesouros.

Para quem estuda a teologia a fundo, certas coisas não são coincidencia ou mero acaso, dar graças ao Nosso Senhor, ter como modo de vida, a bondade e a caridade, se desprender de tudo que é bem desse mundo e até mesmo dos mais mesquinhos sentimentos como a vaidade e o orgulho, darão a esse homem um poder acima do normal, um retorno e uma paga que não é possível imaginar.

Resumo

Para que um texto desses, nos tempos de hoje, a Ordem não existe mais e os ossos de seus soldados viraram pó. O meu objetivo não é apenas mostrar o que foi, mas aquilo que deveria ser. Os últimos acontecimentos no Vaticano mostram o tão baixos podem ser os inimigos da Igreja e de Nosso Senhor, inimigos esses que se intitulam católicos mas que se apressam em divulgar malfeitos e calúnias, que não duvidam da má palavra mas duvidam do caráter daqueles que comandam a Santa Madre Igreja. Aqueles cujos olhos estão entorpecidos e apenas vêem sombras e não a Luz que vem de Deus.

O Vatileaks, os casos de pedófilia, as acusações de ocultamento desses crimes e o tráfico de influências, são exemplos de notícias que se espalham com enorme rapidez e que muitos, sem uma pesquisa mais profunda ou apenas um  “escutar” o outro lado, dão razão e credibilidade à essas palavras.

Em verdade vós digo, quando a Ordem dos Cavaleiros Templários caiu, nenhuma mão se levantou contra a Igreja e nenhuma palavra foi proferida contra o Santo Padre, com todo o poder que tinham e tantas armas, porquê não tentaram tomar o Vaticano ou prender e pedir resgate por Cardeais ou altos membros do Clero, não injuriaram e nem difamaram ninguém, estes homens que foram traidos e abandonados de seu maior bem, a Fé.

Estes homens aceitaram com abnegação e resignação sua queda, como verdadeiros mártires. Que sirvam de exemplo para os homens de hoje. Como disse o Papa Bento XVI, “não sejam tíbios em sua fé”.

3 Comentários

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