O Príncipe vampiro?

Será o príncipe inglês herdeiro do príncipe dos Vampiros?

O Príncipe Charles da Inglaterra confirmou ter ligações com Vlad, o “Empalador”, da Transilvânia. O mesmo que ficou famoso como o Drácula da história de Bram Stoker. Um personagem igualmente intrigante na vida real, como na ficção. Vlad ficou conhecido pelos massacres que promovia e pelos métodos que utilizava, principalmente por empalar as vítimas, pois foi devido a isso, que acabou ganhando seu apelido.

Séculos mais tarde, sua fama deu origem a história publicada por Bram Stoker, que utilizou elementos reais do seu tempo, como o incidente com o navio Demeter com muita imaginação e elementos  de puro terror. A história real com o livro rendem a Romênia, um grande Ibope, pois recebem centenas de turistas anualmente, que querem conhecer o Castelo e as terras por onde teria andado o verdadeiro Drácula.

As declarações de Charles, parecem ter produzido um novo fôlego as autoridades romenas que estão explorando intensamente, com bastante propaganda, o fato da avô de Charles ter sido casada com Vlad III e como confirmou o príncipe, “o sangue de Vlad, o Empalador, corre em minhas veias”

Apenas no ano passado, cerca de 118.000 mil turistas ingleses visitaram a Transilvânia e possivelmente entres eles, está Charles, que regularmente visita a região, sendo o feliz proprietário de uma casa lá, há pelo menos 6 anos. Fato interessante para os turistas de terror.

Poema: Ode ao esquecimento

Pois das lembranças, estou cheio…

Cheio de palavras, pensamentos e sonhos,

Imagens, sons, fotos e paisagens, pois,

Carrego comigo, o fardo dos outros,

Pois de mim, como posso lembrar, se nem me esqueci,

Para lembrar de meu rosto, miro um espelho,

Mas quem se lembra de si, fitando-se num espelho,

Situação funesta, o mesmo que gravar a voz,

Cantando no banheiro,

E do resto, que nem posso lembrar,

Daquilo que nem lembro, que saudades sentir,

O que se foi, nada deixa, se não lembranças,

Mas e quando o que se perde, são lembranças,

Nada resta, nem um pouco a sentir,

Mas sempre existe um fio a puxar,

Um cheiro, um som, um lugar,

Que por mágica, do fundo do baú, foi buscar,

Uma lembrança, que jurava que nem tinha,

Aquela mistura colorida, que tem sabor de infância,

E perfume de amor, que soa como música,

E nos faz voltar no tempo,

E esquecermos o nosso sofrimento!