Não somos americanos?

Somos Americanos, sim!

Esta questão é bastante controversa, muitos defendem como significado de “americanos”, as pessoas nascidas nos Estados Unidos da América, o que na verdade, seria uma incongruência, pois todos que nascem no Continente Americano, seria por  definição Americano. Tal fato se dá pelo seguinte motivo, ao se dizer norte-americano, estamos nos referindo a três nações distintas, ao México, os Estados Unidos e o Canadá.

Por uma questão cultural, os Estados Unidos não querem ser confundidos com mexicanos ou até com seus vizinhos canadenses, apesar do idioma. Alguns defendem a nomenclatura “estadounidense” por ser mais exata, ao se referir ao primeiro nome e por não ter outro aqui com o “Estados Unidos”, apesar de que pela história já existiu um Estados Unidos do Brasil, conforme algumas antigas moedas nacionais.

Conforme a nossa primeira constituição republicana de 24 de fevereiro de 1891 em seu primeiro artigo. Por curiosidade, nessa Constituição se previa a construção de Brasilia ao demarcar no planalto central um território para a futura capital.

Outros fatos são também relevantes para mostrar o nosso contraste com eles:

  • Qual a sua altura, se você disser 1 (hum) metro e 70 (setenta) centímetros, isto equivaleria a 5,57 pés.
  • Qual o seu peso, se disser uns 70 Kg, isto significaria uns 154 libras, o valor numérico é maior, mas não significa que você esteja mais pesado.
  • Você costuma dirigir na estrada a uns 100 Km/h. Se o seu carro vier com velocímetro norte americano, isto significará 62,15 Milhas por hora. Que lento, hein!
  • O mesmo vale para outras medidas como Temperatura, no Brasil usamos Graus Célsius e nos Estados Unidos Fahrenheit ou Kevin, e se você anda na rua e avista um termômetro com 22° C se estive nos Estados Unidos isto significaria 71,6ºF. Você já estaria fritando com toda essa temperatura!

Piadas a parte, esses fatos se devem a nossa colonização, distinta da deles, os ingleses tinham sua métrica e não foram conquistados por Napoleão Bonaparte, por isso não receberam os padrões de medida estipulados pela Revolução Francesa. Na Europa cada feudo tinha suas unidades de peso e comprimento, por isso, a tremenda confusão. Com a Revolução criaram um padrão que foi difundido por todo continente europeu e suas colônias.

Os norte-americanos ficaram fora desse padrão e até hoje sua população não aceitou qualquer mudança.

Outras diferenças como a palavra Jurisdição, apesar de difundida pelos filmes estrangeiros, não significa território e sim conjuntos de leis ou casos referentes a uma determinada matéria de direito, aqui no Brasil.

Apesar disso, os carros “estadounidenses” tem como lado esquerdo, a porta de entrada do motorista, diferente dos ingleses, que o lado é o direito. Esta foi uma herança do lado de se montar os cavalos, que na Inglaterra se fazia ao lado contrario do usual em toda Europa. E que por algum motivo, não quiseram mudar!

Para finalizar, nascemos no Continente Americano e temos o direito de nos chamar de Americanos. Mesmo que não comemoremos o dia 12 de Outubro, como o Dia de Descobrimento da América. Fato este que está sendo cada vez mais estigmatizado por todo continente, que preferem mudar o motivo da comemoração e o nome da data, para não se lembrarem do momento em começaram a serem explorados!

Moderna Maria Fumaça

Trem a Energia Solar

​Apresentação: As antigas Maria Fumaça seriam muito interessantes hoje em dia, mas a sua pior característica seria a queima de madeira ou carvão, além de produzirem poluentes, os materiais não são ecologicamente corretos. Pensando nisso, elaborei uma ideia, e se fosse substituido apenas o combustivel da locomotiva, por um combustivel ecologicamente correto e não poluente e sem criação de resíduos como no caso da energia atômica.

Alternativa: Imaginei que utilizando a energia solar, tais problemas poderiam ser resolvidos. Com o uso de celulas térmicas que captam energia solar e transformam em calor, transferindo para camadas de água, que gradaticamente se tornam vapor, vapor este que movimentará embolos como nas antigas Marias Fumaça, gerando a tração necessária.

Recursos:

A energia seria coleta de duas formas, placas coletoras de calor e celulas foto voltaicas, ou seja, seria produzido, tanto energia mecânica como também energia elétrica.

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Exemplo de coletor com tubos por onde se passa a água que irá se transformar em vapor.

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Exemplo de célula foto elétrica, transforma energia solar em energia elétrica que seria armazenada em baterias. Essa energia guardada poderia acionar motores elétricos, tanto na falta de luz solar, como também, para darem a partida na locomotiva e auxiliar numa sobrecarga de peso.

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O funcionamento do sistema tradicional​, a cor rosa representa o vapor gerado pela caldeira, a cor azul, o vapor que será expelido pela máquina.

Abaixo, podemos ver um sistema completo:

 

Este sistema mostra todo o sistema, como o vapor move o embolo, que por sua vez, move a ala​​vanca de combinação, que por sua vez move a manivela que transferre o movimento para a roda de tração.

Por uma questão de nostalgia, imagino uma locomotiva como as antigas, com um grande caldeira, formada por fileira de células cerâmicas intercaladas com coletores para um maior aproveitamento da grande área do motor. Internamente teria camadas para o fluxo de água e vapor que seria coletado por tubos e enviado aos sistemas laterais que fariam a locomoção do veículo.