Daí a Cesar, o que é de Cesar…


A cada qual, o justo preço será pago

Até quando a sociedade humana irá aceitar que crimes sejam cometidos e seus autores não paguem por isso. Até quando irão fechar os olhos para as verdades que não calam e o óbvio. Os políticos e os jovens se tornaram classes privilegiadas que a lei não toca, refugiados atrás de direitos e do politicamente correto.

Quanto a homens formados, não temos muito o que fazer, já os jovens… A lei acoberta os errados e diz ser para todos, a lei não previne situações, apenas varre para debaixo do tapete. Os menores que são tidos como “sem solução” vão para instituições como a “Casa” e a partir dos dezoito anos, sua ficha é limpa e eles estão livres para cometer mais crimes. Isso porque não existe uma política de acompanhamento, nem profissionais e nem uma estrutura que possa absolver esses “potenciais” delinquentes.

Um situação de problema deve ser enfrentada de frente, sem rodeios, o que falta a esses jovens, como vivem e quais são suas expectativas para a vida? O atual modo de se ver a situação dos jovens é marcada pelo radicalismo, toda vez, que um jovem trabalha é encarrada como exploração de menor e o jovem na Escola, está encaminhado! Fecham os olhos para fatos que são mostrados em números pelas pesquisas, o aumento do consumo de drogas entre jovens que estudam e  a diminuição da idade em que se inicia a atividade sexual, como o aumento dos casos de HIV entre menores de 14 anos.

A atividade escolar é maravilhosa mas a realidade é outra, a má remuneração dos professores que são obrigados a trabalhar sob um sistema arcaico. O maior problema NÃO é o tempo que o aluno fica na escola e sim a qualidade da mesma, ou acham normal a quantidade de vídeos de jovens se atracando em lutas selvagens dentro de instituições de ensino. Ou já temos escolas de gladiadores.

As questões morais pululam e não podem ser ignoradas, o papel das mulheres mudou na sociedade, é verdade, mas para que, se tornarem aquilo que mais odiavam nos homens, ignorantes brutos que resolvem desavenças na porrada. Muitos desses vídeos, tem como lutadores, meninas, que se vangloriam de serem violentas.

Aqui no Ocidente, se critica muito o papel das mulheres nos países Islâmicos, por serem retrógrados demais, mas e aqui, em vez de evoluir, elas cometem os mesmos erros dos que as açoitaram por tanto tempo.

Quando vai se entender a diferença entre “aprender a trabalhar” e “exploração infantil”, os autores pela história são unânimes em listar as qualidades do trabalho para o crescimento moral, intelectual e social do ser humano. E quando, os pseudo-intelectuais brasileiros irão perceber as jogadas por traz de ONGs estrangeira que dizem “combater” a exploração de mão de obra infantil no terceiro mundo, mas que na verdade são fachadas. Porque não o fazem na China que é um país comunista, pois o seu maior intuito é encarecer a mão de obra do país e impedir que seu produtos sejam tão competitivos como os produtos estrangeiros.

O Brasil está se tornando um dos maiores consumidores de Smartphones do mundo, mas produzimos? E quando produzimos somos donos do Know-how?

A fina teia que liga as ações sociais e a economia do país, torna pessoas com potencial produtivo em meros “clientes” dos sistemas de amparo do governo e nossa sociedade em uma inerte massa consumista. Uma pena para os nosso jovens, que   caminham sem rumo, entre o crime e a inépcia.

1 Comentário

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