Ironias da Vida


A Modernidade irá nos matar?

Parece ser estranho dizer isso, mas o fim da humanidade pode ser algo mais sutil do chuva de fogo ou uma inundação do tipo da que ocorreu no Dilúvio. Nosso próprio bem estar e nosso sistema de vida podem esconder milhares de armadilhas que seriam responsáveis pelo nosso extermínio.

Computadores pensantes a parte, o Exterminador do Futuro ainda não é uma hipótese, pois aquilo que guardamos na internet e o uso de nosso computadores está mais para armazenagem e uso humano do que para “sistemas auto decididos” que possam se tornar conscientes e acabarem por tomar o poder desse planeta. O que temos de verdade é, um modo de vida displicente, no qual, não procuramos e nem temos consciência dos perigos modernos.

Celulares, Smartphones e Afins

Estes aparelhos que utilizamos próximos ao rosto podem ser responsáveis pela emissão de vários tipos de radiações que os órgãos responsáveis ainda não sabem definir qual o nível de periculosidade dos mesmos e se o uso constante pode causar um efeito acumulativo.

Esta semana, órgãos americanos informaram sobre a poluição desses aparelhos, como os metais pesados que causam intoxicação e que ainda não existe formas corretas de descarte para esse aparelho. Ou seja, podem nos contaminar tanto pelo uso ou indiretamente pelo meio ambiente, proveniente do acumulo desses aparelhos em lixões.

Cigarros e outras drogas

Apesar de se dizer que a nicotina e o alcatrão estão controlados, existem diversos outros elementos no cigarro que não são controlados e que causam tanto mal ou um mal maior ainda do que aqueles controlados. O mesmo vale para as bebidas que recentemente tiveram uma normalização quanto a fabricação devido a registros de contaminação por metais pesados.

Imaginem então, outras drogas que estariam em vias de se legalizar como a Maconha. Todos os anos de estudo que nos cigarros ainda não tiveram uma conclusão, teriam que ser feitos com cada uma delas. E na forma que funciona as leis, muitos usuários se tornaram “ratos de laboratório” nessa experiência “ético-química”.

O paradigma da vida moderna é, muitos pedem direitos, mas nem sempre esses direitos são “saudáveis”, ou seja, temos o direito de consumir produtos confortáveis mas que tragam riscos a nossa saúde ou damos ao Estado a tarefa de arbitrar entre esses produtos e fazer uma escolha que seja melhor para a coletividade?

A lei do Fumar em locais públicos existe porque o cigarro produz fumaça e essa é sentida por quem não fuma e no caso dos celulares que ninguém percebe ou vê a radiação ou os outros tipos de contaminação. No final, o sal será proibido porque faz mal a quem tem hipertensão?

Somo escravos da lei ou teremos a chance de dar uma melhor opinião, ou seja, aquela que não traga vantagens apenas para grandes multinacionais.

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1 Comentário

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